terça-feira, 15 de abril de 2008

Qual o Tamanho da sua Barriga?

Cada centímetro no abdômen significa um quilo a mais na balança. E comer mais do que o necessário não é a única causa dos quilinhos a mais na barriga.



Aquela "gordurinha" que se acumula abaixo do umbigo pode ser um alerta sobre o risco de infarto, tanto para homens quanto mulheres, principalmente para quem já passou dos 50 anos. É importante saber a medida ideal para manter a saúde.

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil. As mulheres na menopausa correm mais risco. Depois da menopausa, as mulheres passam a acumular mais gordura na região abdominal. Isso ocorre porque, nessa fase, o organismo feminino deixa de produzir hormônios, como o estrógeno. Com a ausência desse hormônio, a gordura que se concentra mais nos quadris e nas coxas muda de lugar e passa para a região da cintura.

O tamanho da barriga é um termômetro de como anda o coração. Quanto mais gordura armazenada nessa região, maiores as chances de infarto e derrame. Nas mulheres, a medida ideal é de 80 centímetros. Acima disso, a luz de alerta se acende. O perigo aumenta se a circunferência estiver maior que 88 centímetros. Os homens também precisam ficar atentos. Para eles, a medida ideal varia entre 94 e 102 centímetros. Se a barriguinha estiver acompanhada de pressão alta, colesterol alterado, diabetes ou cigarro, os riscos são ainda maiores. Se você se enquadra no perfil, é melhor procurar logo um médico para que o tamanho da sua barriga não atrapalhe as batidas de seu coração.

A barriga aumenta de duas a três vezes a chance de impotência. Essa foi uma das conclusões de um congresso de urologistas em Milão, na Itália, em 2008. A barriga grande leva a obstrução arterial e a diminuição dos níveis de testosterona circulante, diminuindo o hormônio sexual do homem.

Barriga grande indica intestino doente
A nova abordagem da medicina estética com ortomolecular para barriga requer tratamento em conjunto para gordura e melhora do funcionamento intestinal, pois, especialmente nas barrigas globosas, a causa não é apenas gordura, mas também um intestino cheio de fezes e gases, os quais alteram não somente sua estética, mas principalmente sua saúde.

Estas pessoas trocam a digestão enzimática (pâncreas) rápida, por uma digestão predominantemente fermentativa (bacteriana) lenta, a qual produz grande quantidade de gases e produtos tóxicos, os quais desequilibram nossos neurotransmissores e acarretam alteração no centro de saciedade, ou seja, passamos a ter cada vez mais fome.

É comum ouvir um grande comilão, com um abdomen volumoso, dizer que tem ótima digestão, pois come qualquer coisa e nunca passa mal. Ora, ele não passa mal porque já perdeu todos os reflexos que levam uma pessoa a se sentir mal quando come em excesso. Neste caso, o alimento passa direto pelo estômago e duodeno e vai sofrer digestão fermentativa no lamaçal que se tornou o intestino. Aqui, os sinais de má digestão não são a náusea, plenitude, vômitos, e sim a volumosa produção de gases, autointoxicação, disbiose, abdomen volumoso, sonolência durante o dia, roncos, apnéia do sono, hipertensão, cansaço fácil, diabetes, depressão, reumatismos, asma, alergias, cardiopatias, entre outros.

Por outro lado, o peso abdominal leva à compensação pela lordose da coluna lombar, maior disfunção da musculatura abdominal e do quadril. Apesar de evacuar diariamente, ele o faz por transbordamento, mantendo período superior a 48h de trânsito intestinal. Muitas vezes, o aumento abdominal também pode dar uma falsa impressão de obesidade. Na verdade algumas pessoas não são tão obesas quanto parecem, são sim portadoras de acentuado grau de má digestão que acarreta distensão das alças intestinais (estufamento) por acúmulo de gases e fezes.

Normalmente, o intestino funciona quando o bolo alimentar passa por ele, esvaziando-se logo em seguida. Ou seja, não fica com nenhum conteúdo em seu interior. Por essa razão, os cerca de 12m de intestino cabem dentro da cavidade abdominal. Quando o intestino passa a ser local de digestão fermentativa, há um acúmulo de alimentos, líquidos e gases em toda a sua extensão, promovendo assim um grande aumento do volume intestinal a pressionar a parede abdominal.

Num primeiro momento, temos a chamada retenção de gases, onde o abdomen fica globoso, distendido também no andar superior, como uma bola insuflada. Com a evolução do desequilíbrio, as alças intestinais passam a reter também fezes, ficando mais pesadas e dilatadas, pressionando o abdomen inferior e podendo favorecer a perda urinária por compressão da bexiga.

Tem sido demonstrado, então, que o tamanho da barriga guarda uma proporção direta com um intestino doente, o qual estará diretamente relacionado com a fome excessiva, ansiedade, depressão e doenças autoimunes. Mesmo aquelas barrigas aparentemente gordas e duras terão verdadeiramente sua consistência e volume ditados pela distensão intestinal ocasionada pelo excesso de gases e fezes.

Portanto, barriga grande não atrapalha apenas sua aparência estética mas, principalmente, sua saúde, lhe causando aumento do risco de doenças cardiovasculares, câncer, depressão, além de alterar sua autoestima. Também não podemos esquecer que quanto maior sua barriga maior será sua fome por desequilíbrios apresentados pelo seu intestino. Por tudo isto, busque saber como a nova abordagem da medicina estética ortomolecular pode lhe ajudar a reduzir sua barriga, melhorando seu desenho corporal e sua saúde de forma associada. Lembre-se: barriga é alteração estética e de saúde!

Barriga grande
Barriga grande aos 40 aumenta o risco de Alzheimer, diz estudo de cientistas americanos. Ter barriga avantajada por volta dos 40 anos pode quase triplicar o risco de desenvolver mal de Alzheimer e outros tipos de demência aos 70 anos, de acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos. Os pesquisadores monitoraram, ao longo de 35 anos, 6.583 pessoas com idades entre 40 e 45 anos, do norte do Estado da Califórnia, e registraram suas medidas do abdômen.

Ao chegar aos 70 anos, quase 16% dos participantes receberam um diagnóstico de demência. O estudo constatou que quem tinha um abdômen mais avantajado tinha uma probabilidade quase três vezes maior de desenvolver doenças deste tipo do que os que tinham pouca gordura abdominal.Ter uma barriga grande aumentou o risco de demência mesmo em casos em que os participantes tinham um peso geral normal.

Pessoas com o peso um pouco acima do considerado normal e com uma barriga avantajada tinham uma probabilidade 2,3 vezes maior de desenvolver demência em relação a pessoas com o peso normal e medida abdominal normal. Pessoas obesas e barrigudas tinham uma probabilidade 3,6 maior de desenvolver demência em comparação às com peso e barriga considerados de dimensões normais.

Diabete e derrame
Os pesquisadores dizem que já foi demonstrado que ter barriga avantajada na meia-idade pode aumentar o risco de diabete, derrame e doenças coronárias, mas esta é a primeira vez que foi mostrado que isto também leva a um aumento do risco de demência. No estudo, mulheres, pessoas com pressão arterial alta, colesterol elevado ou diabete apresentaram maior probabilidade de ter uma barriga maior.

"Autópsias mostraram que mudanças no cérebro associadas ao mal de Alzheimer podem começar na fase inicial ou média da vida adulta, e outro estudo mostrou que grande concentração de gordura no abdômen em adultos mais velhos está ligada a uma maior atrofia do cérebro", disse a autora do estudo, Rachel Whitmer, integrante da Academia Americana de Neurologia.

Segundo a cientista, são necessárias mais pesquisas para determinar quais os mecanismos que ligam obesidade abdominal à demência. Mas por via das dúvidas, é melhor você pensar melhor antes de consumir o chope diário de cada dia, e cuidar da sua barriga de ¨tanquinho¨.


Barriga de chope significa risco para o coração
Além de afastar as paqueras, a barriga de chopp causa riscos ao coração. Aquela barriga de chope, cultivada há anos nas mesas dos bares com os amigos, pode significar algo muito ruim para o seu coração. E não estamos falando do coração no sentido da paixão por aquela gata que não te dá bola - e que toda vez que você conversa percebe que os olhos dela miram mais as suas, digamos, saliências abdominais do que os olhos.



Um belo barrigão pode te colocar no grupo de risco das doenças cardíacas, a principal causa de morte no mundo. O acúmulo de gordura na região do abdome modifica as lipoproteínas, ocasionando um aumento do chamado colesterol ruim (LDL) no organismo. Este fator, entre outros, desencadeia a aterosclerose, que influencia no desenvolvimento de doenças cardíacas.

A saliência abdominal é o único indicador visual de que uma pessoa pode desenvolver alguma doença cardíaca. Homens com cintura maior que 90 centímetros e mulheres com cintura maior que 80 centimetros estão no grupo de risco dos potenciais pacientes cardíacos. Além disso, o aumento da pressão arterial, além de alguns hábitos como o fumo e o sedentarismo, colocam as pessoas neste grupo.

Considerado o mal do século, a obesidade afeta aproximadamente 13% dos adultos brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. Historicamente, houve uma mudança no padrão de peso corpóreo do brasileiro muito acentuado e rápido. Diagnosticar este excesso de peso é importante para prevenir doenças crônicas, tais como as cardiovasculares.

O problema fez com que a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) lançasse uma campanha nacional de prevenção, com o objetivo de orientar a população sobre a relação entre o aumento da circunferência abdominal e o risco cardiometabólico. Segundo a entidade, doenças como o infarto e o derrame cerebral se tornarão as principais causas de mortes no mundo em 2010.

A obesidade abdominal, o colesterol ruim (LDL), os altos índices de triglicérides, a glicemia elevada, a pressão arterial alta, o sedentarismo e o fumo são fatores de risco cardiometabólico. Quem possui pelo menos dois desses fatores tem a chamada síndrome metabólica, uma doença que está associada ao estilo de vida moderno e que pode levar ao desenvolvimento das doenças cardiovasculares.

Atualmente, alguns especialistas já consideram a obesidade abdominal um indicador de risco cardiovascular ainda mais preciso do que o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), que é comumente usado. Assim, saber o tamanho da barriga serve como alerta e ajuda na prevenção.

Mudança de hábito
Reduza a barriga para melhorar sua saúde e estética. Por incrível que pareça, só pensamos na barriga como desordem estética, enquanto que, na verdade, sua saúde será tão menor quanto maior for a sua barriga. Um fígado com duas a três vezes o seu tamanho é considerado doente. Do mesmo modo, uma vesícula muito grande, o coração, os pulmões, ou qualquer outro órgão com volume maior que a média é considerado doente e não funciona normalmente, acarretando outros pontos de sobrecarga. O mesmo podemos dizer da barriga, a qual abriga nossos intestinos avolumados por digestão fermentativa, favorecedora do acúmulo de gordura, e que pressiona para fora nossos músculos abdominais, gerando não somente alteração estética da barriga, mas alteração funcional dos nossos sistemas cardiovascular, respiratório, digestivo, neurológico, imunológico, etc ...

A medida que lentificamos nosso trânsito intestinal, represamos também toxinas, as quais inflamam a parede intestinal e possibilitam uma absorção errática de nutrientes, vírus e bactérias, sobrecarregando nosso fígado. Ao não resolvermos o problema, a tendência é acúmulo de gordura excessiva no fígado, pâncreas e outros orgãos abdominais, gerando o que chamamos de gordura visceral, a qual está relacionada não somente com cirrose, mas com toda gama de doenças que pudermos imaginar, desde alergias, depresão, reumatismos, até câncer.

Uma barriga saliente ou caindo por cima das calças indica de fato que o intestino delgado e ou colon está com sérios distúrbios funcionais e que esta pessoa processa os alimentos basicamente por digestão fermentativa ou por decomposição bacteriana, além de estar produzindo grande quantidade de substâncias que causam inflamação em todos os tecidos, interferindo no controle metabólico, imunológico e hormonal. Com toda esta interferência, fica claro o motivo de algumas pessoas aparentarem ter idade superior a que realmente teem, ou seja, suas células terão velocidade de desgaste mais acelerado, o que favorece o surgimento de doenças e dificulta a resposta ao tratamento clínico.

Sua fome também será tanto maior quanto maior for a sua barriga, pois quase toda a liberação de neurotransmissores, substâncias químicas responsáveis pela saciedade e controladores das nossas sensações e pensamentos, dependem do bom funcionamento intestinal. Para que possamos controlar nosso peso, precisamos que haja equilíbrio entre os vários neurotransmissores, entre eles está a Serotonina que, quando reduzida, gera a vontade incontrolável por doces e chocolates, além de estar relacionada com irritabilidade, depressão e alterações do sono.

Quando reduzirmos nossos níveis de adrenalina, noradrenalina e dopamina teremos redução do gasto energético basal, aquele responsável por manter a viabilidade do nosso corpo e que é responsável por cerca de 75% do nosso consumo energético médio diário. Os sinais clínicos, então, de alterações nestes neurotransmissores será cansaço fácil, deficit de concentração, ansiedade e fome excessiva. Também, dos níveis de neurotransmissores depende noso equilíbrio hormonal, pois deles depende a resposta de hipotálamo e hipófise, comandantes da liberação hormonal corpórea.

Sendo assim, vemos que o tamanho da barriga não indica apenas como estamos esteticamente, mas nos dá idéia da qualidade de saúde dos nosso orgãos abdominais, cujo funcionamento equilibrado é fundamental para a qualidade funcional dos sistemas cardiocirculatório, imunológico, neurológico, hormonal, digestivo, etc, além de dar idéia de como estamos realizando nossos processos de eliminação de toxinas autogeradas e absorvidas do meio externo. Portanto, tratamento de obesidade deve ser individualizado e envolver todos estes pontos, e não simplesmente controlar as calorias ingeridas e o peso.

Para a prevenção é necessário fazer atividades físicas, comer mais frutas e legumes - em vez de comidas gordurosas, ao estilo fast food - e cultivar bons hábitos. Porém, sabemos que isto é tudo o que uma pessoa não costuma fazer, principalmente nos grandes centros.
Para queimar gordura, inclusive a da barriguinha, só com exercícios aeróbicos, Pedalar, nadar, correr, caminhar.

Barriga de Chopp

Conhecida como "gordura visceral", essa barriga é mais comum em homens, mesmo aqueles que não bebem cerveja. E é uma das mais perigosas, pois intensifica o risco de infartos. A barriga de chopp, também conhecida como barriga de cerveja, é um traço físico caracterizado pela projeção horizontal de gordura acima da cintura sendo que o resto to corpo tem pouca gordura aparente. Apesar do nome, não há evidência que a barriga seja causada somente pelo consumo de álcool presente em chope e cerveja. Cerveja e chope não ocasionam ganho de peso ou cintura mais do que qualquer outra fonte de calorias.

A barriga de chopp está geralmente associada a homens, uma vez que as mulheres tendem a armazenar o excesso de gordura em outras áreas como quadris e nádegas. A falta de tônus na musculatura abdominal contribui para a aparência da barriga de cerveja, sendo que ela geralmente aumentada com a idade.

O principal componente energético do chope e cerveja é o álcool, uma vez que eles não têm gordura e muito pouca proteína. Cervejas light e com pouco álcool têm menos calorias. Até as cervejas mais fortes possuem menos calorias por copo do que refrigerantes tipo cola.

Um estudo mostrou que adicionar uma simples dose diária de álcool a pessoas que não tinham o hábito de beber não contribuiu para aumento de peso. Porém, algumas pessoas com hábito de beber cerveja também consomem alimentos muito calóricos, como batata-frita, junto com a bebida, enquanto outros bebem uma quantidade elevadíssima de chope e cerveja.

Brasil libera pílula contra "barriga de chope"

O Brasil liberou, em julho de 2007, a venda nas farmácias da pílula antibarriga (só de barrigão, no caso), que vem sendo comercializada na Europa desde junho do ano passado. Aguardada com ansiedade pelos que lutam contra o excesso de peso, a pílula, que se chama comercialmente Acomplia, mas é conhecida nos meios científicos como medicamento rimonabanto, só serve, porém, para quem for obeso.

Não é idicada para fins estéticos, como advertem os médicos, e sim apenas para aqueles com Índice de Massa Corpórea acima de 30. Os que estiverem abaixo desse limite devem procurar baixar sua barriga fazendo caminhadas ou entrando para uma academia. Aliás, o uso do Acomplia também exige acompanhamento de exercícios físicos. Nada de moleza.

De qualquer maneira, os médicos continuam advertindo que a gordura na cintura, por comprimir os órgãos mais próximos como fígado, rins etc., pode implicar maiores chances de doenças cardíacas. Eles andam insistindo tanto em diminuir a barriga que já não confiam na balança para indicar a obesidade, mas na trena para medir a cintura.

O tratamento envolve primeiro uma readequação alimentar --dieta livre de gorduras-- e a prática regular de exercícios físicos, além de medicamentos específicos prescritos pelo médico.

O medicamento Acomplia, conhecido como pílula antibarriga e que começou a ser vendido no Brasil em abril 2008, não deve ser usado para fins estéticos, ou seja, não pode ser utilizado indiscriminadamente.

O medicamento é recomendado para quem tem o IMC superior a 30, considerado obeso, e para pessoas com índices entre 27 e 30, já com sobrepeso associado a fatores de risco, como diabetes. Pode ser usado ainda por homens com circunferência abdominal superior a 94 e por mulheres com índice maior que 80.

É importante procurar ajuda médica porque o acúmulo de gordura na barriga pode ter conseqüências graves: ele é um dos responsáveis pelas doenças ligadas ao sistema circulatório, como infarto e derrame.

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