sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Dia Nacional de Combate ao Fumo

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de um quinto da população mundial é viciada em cigarro. Um terço é tabagista passivo – aquele que inala a fumaça em ambientes em que outros fumam, estando sujeito a desenvolver as mesmas doenças. Considerada a principal causa de morte evitável no mundo, o tabagismo leva a óbito, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 4,9 milhões de pessoas anualmente no planeta. Aliás, cerca de 10 mil indivíduos morrem por dia todos os anos em consequência de doenças relacionadas ao tabaco. E a previsão não é animadora: esse número pode chegar a 10 milhões ao ano em 2030.



29 de Agosto - Dia Nacional de Combate ao Fumo
O INCA comemora todos os anos, em 29 de agosto, o Dia Nacional de Combate ao Fumo. A Lei Federal nº 7.488 de 11 de junho de 1986 estabelece que, durante a semana que antecede a data, seja lançada uma campanha de âmbito nacional, visando alertar a população, em particular os adolescentes e adultos jovens - alvos preferidos da indústria do tabaco - sobre os males causados pelo fumo à saúde. Neste ano, o tema da campanha será "Esporte livre do tabaco é mais radical".

Premiação
Anualmente são homenageados pelo Ministério da Saúde, no Dia Nacional de Combate ao Fumo, os Estados, Municípios, Ambientes de Trabalho, Unidades de Saúde e Escolas que mais se destacaram no desenvolvimento de ações de controle do tabagismo no Brasil.

Essa premiação é realizada como reconhecimento às ações do Programa Nacional de Controle do Tabagismo e outros Fatores de Risco.

Clique aqui para conhecer os nomes dos premiados e as ações que cada um desenvolveu.

No Dia Nacional de Combate ao Fumo (29 de agosto de 2006), o Instituto Nacional de Câncer, INCA, órgão do Ministério da Saúde responsável pela política de controle do câncer no País, aproveita para fazer um alerta: cigarro faz mal até para quem não fuma. As crianças são um dos grupos mais atingidos. Elas correm, por exemplo, um risco cinco vezes maior de sofrerem morte súbita sem razão específica. O tabagismo passivo é a terceira maior causa de morte evitável no mundo, superada apenas pelo tabagismo ativo e o consumo excessivo de álcool.

“Se os adultos soubessem o que sofrem as crianças expostas à fumaça do cigarro, nunca mais fumariam perto delas”, observa Luiz Antonio Santini, diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer. Quando a mãe fuma depois que o bebê nasce, este sofre imediatamente os efeitos do cigarro. Segundo Santini, durante o aleitamento, a criança recebe nicotina através do leite materno. “Ela fica intoxicada com a nicotina, podendo apresentar agitação, vômitos, diarréia e taquicardia, principalmente em mães fumantes de 20 ou mais cigarros por dia”, avisa.

Em recém-nascidos, filhos de mães fumantes de 40 a 60 cigarros por dia, observaram-se resultados mais graves como palidez, cianose (coloração azulada da pele e membranas mucosas devido à falta de oxigenação no sangue), taquicardia e crises de parada respiratória, logo após a mamada. Em crianças de zero a um ano de idade, que vivem com fumantes, há uma maior prevalência de problemas respiratórios em relação àquelas cujos familiares não fumam. Além disso, quanto maior o número de fumantes no domicílio, maior o percentual de infecções respiratórias, chegando a 50% nas crianças que vivem com mais de dois fumantes em casa.

Estudos também mostram que crianças com sete anos de idade, nascidas de mães que fumaram 10 ou mais cigarros por dia durante a gestação, apresentam atraso no aprendizado quando comparadas a outras crianças: “elas são mais lentas para desenvolverem suas habilidades. Nota-se um atraso de quatro meses para a leitura e cinco, para a matemática, por exemplo”, explica Tânia Cavalcante, chefe da Divisão de Controle do Tabagismo da Coordenação de Prevenção e Vigilância do INCA.

A fumaça aspirada pelo não-fumante apresenta níveis oito vezes maiores de monóxido de carbono, o triplo de nicotina, e até cinqüenta vezes mais substâncias cancerígenas que a fumaça tragada. A fumaça que sai da ponta do cigarro contém, em média, três vezes mais nicotina e monóxido de carbono, e até cinqüenta vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça que entra pela boca do fumante depois de passar pelo filtro do cigarro.

Pesquisas nacionais e internacionais indicam que os fumantes passivos têm um risco 23% maior de desenvolver doença cardiovascular e 30% mais chances de ter câncer de pulmão. Crianças expostas à fumaça do tabaco podem desenvolver doença cardiovascular, quando adultas, infecções respiratórias e asma brônquica. Os filhos de gestantes que fumam apresentam o dobro de chances de nascer com baixo peso e 70% de possibilidades de sofrer um aborto espontâneo; 30% podem morrer ao nascer.

Fumaça Tabagística Ambiental
Os dois componentes principais da poluição tabagística ambiental (PTA) são a fumaça inalada pelo fumante, chamada de corrente primária, e a fumaça que sai da ponta do cigarro, a corrente secundária. Esta última é o principal componente da PTA, formada em 96% do tempo total da queima dos derivados do tabaco.

Algumas substâncias, como nicotina, monóxido de carbono, amônia, benzeno, nitrosaminas e outros carcinógenos podem ser encontrados em quantidades mais elevadas na corrente secundária. Isto porque não são filtrados e também devido ao fato de que os cigarros queimam em baixa temperatura, tornando a combustão das substâncias incompleta.

Análise feita pelo INCA, em 1996, com cinco marcas de cigarros comercializados no Brasil, verificou-se níveis duas vezes maiores de alcatrão, 4,5 vezes maiores de nicotina e 3,7 vezes maiores de monóxido de carbono na fumaça que sai da ponta do cigarro em relação à fumaça exalada pelo fumante.

Os níveis de amônia na corrente secundária chegaram a ser 791 vezes superiores que na corrente primária. A amônia alcaliniza a fumaça do cigarro, contribuindo para a maior absorção de nicotina pelos fumantes, e aumentando a dependência da droga. Este também é o principal componente irritante da fumaça do tabaco.

Materiais da Campanha de 2005
Informações para a imprensa
Instituto Nacional de Câncer
Divisão de Comunicação Social
21 2506-6103/6108/6099/6607


Somente na fumaça do tabaco, encontram-se mais de 4.700 substâncias conhecidas e danosas ao organismo, entre eles, o monóxido de carbono, que interfere no trânsito do oxigênio até os tecidos, o óxido de nitrogênio, responsável pelo enfisema pulmonar, e a nicotina, que tem ação estimulante e responde pela dependência química, além de metais pesados. Os componentes são oxidantes e, na inalação, potencializam a aterosclerose nos vasos sangüíneos.

A cada ano, morrem cinco milhões de pessoas por doenças relacionadas ao tabaco, sendo três milhões nos países desenvolvidos e o restante, nos países em desenvolvimento, como o Brasil. Segundo as estimativas da OMS para 2025, caso não exista um programa efetivo que diminua bruscamente o consumo, haverá um aumento de mortes: serão 11 milhões por ano.
“Para quem deseja parar de fumar, sem ajuda profissional, a chance de conseguir após um ano de tentativas é de apenas 5%. Mas com o apoio de uma equipe especializada, o índice fica entre 50% e 70%”, explica o pneumologista Sérgio Ricardo Santos, coordenador do Núcleo de Apoio à Prevenção e Cessação do Tabagismo (PrevFumo) da disciplina de pneumologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Ele diz ainda que medicamentos empregados em ação conjunta somam benefícios e são eficazes no tratamento. Terapias de reposição de nicotina, Vareniclina, Bupropiona e Nortriptilina são os mais usuais. Porém, só uma consulta ao especialista pode indicar qual o caminho ideal para cada caso.

Doença X fator de risco?

O tabaco é o maior causador isolado de câncer, além de ser responsável por 30% das mortes por neoplasias. O risco de desenvolver algum tipo de doença cancerígena é de 4 a 15 vezes superior no fumante do que nas pessoas que nunca fumaram.

“É preciso encarar o tabaco como uma doença crônica, conversando e orientando o paciente quanto ao tratamento para sua interrupção”, afirma a médica Maria Vera Cruz de Oliveira, chefe do Ambulatório de Tabagismo do Hospital do Servidor Público Estadual. Visto como patologia grave, e não apenas como fator de risco para outros males, além da iniciativa do tabagista em abandonar o vício, em situações de alto grau de dependência, é preciso acompanhamento médico e intervenção terapêutica. O apoio de colegas e familiares também é imprescindível para incentivar a cessação do fumo.

“Não se pode associar o tabagismo apenas como co-morbidade, e sim uma doença que é tão ou mais difícil de ser controlada quanto o diabetes, por exemplo”, salienta o pneumologista Rafael Stelmach, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT).

Nas doenças cardiovasculares, 25% das mortes relacionadas a essas enfermidades se devem ao tabagismo. Já nas patologias respiratórias, 85% dos portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) são fumantes.

Quem convive com fumantes, está mais suscetível a desenvolver otites, sinusites, amidalites e pneumonias, prejudicando a função pulmonar. O tabagismo passivo acarreta irritação nos olhos, tosse, cefaléia e a piora de problemas alérgicos e cardíacos. Em crianças, existe o perigo de desencadear asma, infecções respiratórias e no ouvido.

“Não existem formas de diminuir os danos causados pelo cigarro, a menos que o individuo pare completamente de fumar”, pontifica Maria Vera.

Medidas que fazem a diferença

Os especialistas sugerem algumas medidas que, se empregadas continuamente, podem ser muito úteis na luta contra o tabagismo:

•Ambiente livre de tabaco é uma boa forma de proteger o fumante passivo da exposição.
•Educar a população para controlar a alta prevalência e os seus malefícios é uma medida fundamental a médio e longo prazo.
•Esclarecimento freqüente na mídia, importante órgão de disseminação de informações e formador de opinião.
•Disseminar nas Unidades Públicas de Saúde programas de educação e conscientização sobre os malefícios do cigarro.

O cigarro é a principal causa de doenças como pneumonia, asma, câncer de pulmão, de boca e uma série de outras relacionadas, que atingem não só o fumante ativo, mas também o fumante passivo, informa o presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), Dr. José Eduardo Delfini Cançado.

“Para o organismo independe da onde vem a fumaça inalada. O fumante passivo, portanto, pode desenvolver doenças como se fosse um fumante ativo, mesmo sem ter acendido um único cigarro na vida”, acrescenta o pneumologista Sérgio Ricardo dos Santos, coordenador da Comissão de Tabagismo da SPPT.

O risco está diretamente relacionado à carga de exposição a que o fumante passivo se submete. O tempo de exposição à fumaça, o tamanho do ambiente, e a quantidade de fumaça inalada são os três principais fatores que podem complicar a vida do fumante passivo.

Dr. Sérgio esclarece que através do balanço dessas variáveis é que se pode salientar o risco da exposição do não-fumante e sua probabilidade de desenvolver doenças como o câncer de pulmão, que é cientificamente comprovada uma das doenças relacionadas ao cigarro, atingindo o fumante passivo.

Benefícios da nova lei

Evidências científicas mostram que o fumante passivo, e principalmente aqueles que trabalham como garçons, recepcionistas, cozinheiros de restaurantes, bartenders de boate, garçonetes, ou seja, todos os diretamente ligados à indústria do entretenimento, seja em hotéis, bares, restaurantes, boates, etc, inalam passivamente grande quantidade de fumaça do cigarro e todas as substâncias tóxicas nela encontradas.

Estudos mostram que esses indivíduos estão geralmente de oito a 12 horas ao lado do fumante e, assim, permanecem expostos este tempo todo à fumaça do cigarro.

“Alguns desses trabalhadores inalam o equivalente de 7 a 10 cigarros por turno de trabalho”, adverte o dr. Sérgio.

Outro elemento importante é que esses trabalhadores adoecem mais do que aqueles que estão expostos a ambientes livres de tabaco. O número de afastamento e de diagnósticos de doenças, por causa da exposição à fumaça do cigarro, também é maior nos trabalhadores de ambientes fechados em que ainda se fuma.

A nova lei antifumo, que entrou em vigor no Estado de São Paulo no início de agosto, acaba com fumódromos e restringe o fumo em locais fechados.

“Aí está o principal objetivo da nova lei: proteger o fumante passivo. A partir do momento que esses ambientes são respeitados e é proibido fumar, todas as pessoas passam a respeitar a escolha do não-fumante”.

Dr. Sérgio ainda ressalta que é direito de qualquer cidadão estar em um ambiente que não lhe traga riscos à saúde, 100% livre de fumaça. O responsável por garantir isso é o proprietário ou gerente do local, que deve respeitar plenamente a lei do consumidor.

A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, vale registrar, acredita que economizará cerca de 90 milhões de reais por ano com a redução das internações dos fumantes passivos com doenças relacionadas ao tabaco.

“Não podemos penalizar quem é dependente da nicotina, esse indivíduo deve ser tratado, orientado, conscientizado e apoiado para deixar de fumar. Já o proprietário do estabelecimento tem a obrigação de fazer cumprir a lei. A maior necessidade é fazer as pessoas se conscientizarem que nessa nova lei o fiscalizador é o próprio cidadão”, ressalta o coordenador da Comissão de Tabagismo da SPPT.

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

É Gripe? O mel é o Melhor Remédio



Estou gripada a um mês pelo menos. É um melhora e piora que não aguento mais. Tantos chás. Tantos remédios. Sara. Então, outro membro da família fica gripado e eu "gentilmente" acompanho. Cada médico diz uma coisa: "É gripe alérgica evite lugares poluídos pó, cigarro..."; "É gripe e gotejamento pós-nasal evite alimentos ácidos..."; "É refluxo evite café...". Fiquei com o diagnóstico dos dois primeiros, principalmente porque não se pode confiar numa pessoa que te diz pra evitar o café quando este é teu único vício alimentar (RsRs).

Brincadeiras à parte estou tomando os medicamentos que me prescreveram, estou pesquisando tudo sobre gripe; e tentando melhorar pra ver se volto a dormir e deixar os outros dormir direito, falar ao telefone sem tossir ou ficar sem voz... enfim quero me sentir inteira de novo! Ontem de madrugada depois de uma sessão de tosse daquelas levantei e fui "ao computador" e descobri um remédio que prometia ser "tiro e queda". Fiz uso do produto e pasmem, melhorei mais de 50% da gripe. O remédio milagroso é: MEL.

Um estudo realizado por pesquisadores americanos e publicado na revista especializada Archives of Paediatric and Adolescent Medicine, analisou 105 crianças entre 2 e 18 anos com tosse forte e freqüente durante a noite, e concluiu que: o mel é o melhor remédio para tosse.

O tratamento da tosse noturna é melhor com uma dose de mel do que com medicação. Cientistas da Universidade Estadual da Pennsylvania dizem que componentes encontrados no líquido viscoso e açucarado, reconhecido há séculos por suas propriedades terapêuticas, matam micróbios e atuam como antioxidantes.

Fonte: Aqui

A sabedoria popular associa ao mel de abelhas propriedades curativas e efeito antitussígeno. Até mesmo a Organização Mundial da Saúde já registrou a indicação do mel como substância adoçante que ao ser administrada a pacientes com irritação da garganta e tosse pode ter efeito positivo.

O mel se mostrou mais eficiente do que o medicamento tanto para diminuir a tosse no primeiro e no segundo dia, bem como facilitando o sono da pessoa gripada.

O mel traz em sua composição substâncias antioxidantes que provavelmente são responsáveis pelo efeito curativo que exerce sobre as feridas e a garganta, além disso, está comprovado que induz reações orgânicas de defesa do corpo humano.

As pessoas, em geral, costumam utilizar o mel por conta própria para combater a tosse, mas não há base científica consistente que possa confirmar sua eficácia. Os médicos, normalmente, não costumam receitar o mel como remédio. O que posso dizer a respeito: Eu estou tomando o mel. Aprovei e indico.

Dica 1 - Tome uma colher de mel de hora em hora. 

O limão auxilia na cura e prevenção da gripe.

As infecções de vias aéreas superiores habitualmente se apresentam com aumento da secreção nasal, tosse, congestão e dor de garganta que algumas vezes é acompanhada de febre. Nesses quadros, a tosse é um sintoma muito comum e leva um número enorme de pessoas ao médico. Especialmente por que costuma atrapalhar o sono do paciente e de sua família.

A gripe comum, que se pode complicar facilmente e assumir formas graves, encontra na alimentação sadia uma das melhores resistências. Não há dificuldades em estabelecer uma dieta antigripal, em que se evite o açúcar e predominem, pelo seu alto teor vitamínico, as frutas e as hortaliças. Sucos de frutas, notadamente de laranja e de limão, são altamente recomendados e de fácil digestão. Adotando-se uma alimentação sadia, de que deve fazer parte o limão, ter-se-á um regime ideal de cura, que será ainda útil na prevenção de outras doenças, pelo fortalecimento adequado das defesas naturais do organismo.


Dica 2 - Receita Mel e Limão Esprema o suco de limão num copo e misture com mel, dando uma consistência de xarope. Tome uma colher de hora em hora.

Leia mais sobre o assunto:



sábado, 8 de agosto de 2009

Chá Preto é Capaz de Amenizar o Estresse


A bebida regula hormônio cortisol e alivia sintomas da doença

Pesquisadores do University College London (Inglaterra) comprovaram que o chá preto - bebida predileta dos ingleses e de muitos povos árabes - diminui o nível de cortisol no sangue, hormônio responsável pelo estresse, aliviando os sintomas da doença.

O estudo observou 75 pessoas, que foram divididas em dois grupos. Um grupo tomou o chá, enquanto o outro tomou um placebo cafeinado com sabor semelhante.

Todos os participantes foram submetidos a situações de forte tensão e tiveram o nível de cortisol e a pressão arterial monitorados durante os episódios simulados no próprio laboratório. Cerca de 50 minutos depois do susto, foi verificada a queda de até 47% do nível de cortisol no sangue dos voluntários que haviam ingerido o chá e apenas 20% de redução nas pessoas que consumiram a solução de placebo.

Os cientistas acreditam que o resultado da pesquisa é importante para o tratamento e controle do estresse , pois age diretamente nos hormônios causadores do problema, sem, contudo, necessitar de medicamentos pesados, até então utilizados no tratamento da doença.

Consumo diário de chás preto e verde protege a memória dos idosos
Duas xícaras da bebida bastam para evitar o desgaste comum com o avanço da idade

Não à toa, quem adota o hábito segue-o com retidão: o consumo diáro de chá preto ou verde é um aliado poderoso da memória. A descoberta acaba de vir à tona com um estudo realizado na Universidade de Cingapura, com 2,5 mil idosos com mais de 55 anos.

Após dois anos acompanhando a rotina dos participantes, os pesquisadores notaram que 65% dos idosos, habituados a tomar pelo menos duas xícaras de chá por dia, mantiveram inalterados os índices de capaciade cognitiva, incluindo a memória e atenção. Já 35% dos participantes, que não bebiam chá, tiveram desempeho inferior nos testes de memória.

A conclusão descarta a interferência da cafeína como aliada da memória. Isso porque o consumo do café, em si, não trouxe os mesmos resultados da ingestão regular de chá verde e preto. Por enquanto, os benefícios das bebidas estão sendo relacionados, principalmente, aos polifenóis (susbtâncias que contribuem para a saúde do coração e presentes também no vinho tinto e no chocolate meio amargo, por exemplo).

Um aminoácido contido em abundância no chá verde também despertou atenção dos pesquisadores: trata-se da teanina, substância de efeito conhecido contra as doenças degenerativas e relacionada à melhora na capacidade de aprendizagem, concentração e reforço das sensações de prazer ao provocar aumento na produção de serotonina e de dopamina.

Eu também destacaria os efeitos antioxidantes do chá verde, afirma a nutricionista funcional Daniela Jobst, especialista do MinhaVida. Esse tipo de chá é rico em uma substância chamada catequina, que controla a ação dos radicais livres e também diminui os riscos de desenvolvimento das doenças cardiovasculares.

FONTE
Revista Minha Vida

Chai indiano se populariza na terra do café


Bebida tradicional indiana, o Chai (pronuncia-se Tchai) deixou de ser febre para virar fato no Brasil. Quem nunca ficou com vontade de provar aquela bebida que os personagens da novela Caminho das Índias (Globo) tomam com tanto gosto? Por aqui, até lugares sem nem uma ligação com o Oriente, que trazem no cardápio o popular cafezinho nacional e suas variações, adotaram o chá da Índia.


Um exemplo disso é a rede de docerias Ofner, que se rendeu ao pedidos dos clientes, e lançou uma versão da bebida em suas lojas. Foi um sucesso. "O produto está tendo um desempenho acima do esperado", afirma Laury Roman, diretor Comercial da Ofner.



Na Índia, o chai é consumido várias vezes ao dia, em casa ou no trabalho, assim como os brasileiros fazem com o café. A receita pode variar de acordo com a região e a família, mas a base principal é chá preto, leite e um mix de especiarias como gengibre e canela. (Confira a receita logo abaixo). "A bebida é servida quente e não exige nenhum ritual específico para ser consumida", explica o chef de cozinha Guilherme Antunes, do restaurante do Centro Cultural Indiano Himalaias, de Curitiba (PR).



O Chai indiano se populariza na terra do café. Feita com chá preto, leite e especiarias, bebida é bastante saborosa.




Nutrientes na xícara
Quem consome o chai com frequencia, pode se valer dos benefícios que seus ingredientes proporcionam ao organismo. "As infusões ajudam na digestão, aceleram o metabolismo, combatem o inchaço e até cortam o apetite quando ele perde o limite", afirma o consultor farmacêutico Kali Rafael Nardino, da Divine Shen.


Leite

Fonte de energia, minerais e vitaminas, o alimento é supervalioso para o nosso corpo. Conhecido como uma boa fonte de cálcio, o leite é o alimento natural com maior concentração desse mineral. O cálcio é essencial para a formação e a manutenção da integridade dos ossos , afirma a nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella. O acúmulo de cálcio no organismo reduz o risco de desenvolver doenças, como a osteoporose e artrite, no futuro.



Rico em polifenóis, susbtâncias antioxidantes, ele contribue para a saúde do coração e é um poderoso aliado da memória.


Gengibre

A planta assume múltiplas funções: tem ação antibactericida, é desintoxicante, afrodisíaca e ainda melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório.


Canela

Sua casca apresenta atividade antifúngica e antibacteriana, além de ser considerada digestiva e antioxidante." Ela ajuda a prevenir osteoporose, a controlar a pressão sanguínea e a aliviar sintomas da menopausa", afirma a nutricionista Daniela Cyrulin.



Confira a receita de chai do restaurante do Centro Cultural Indiano Himalaias
Ingredientes
1 litro de leite -
200ml de água
-1/2 xícara de chá preto -
1 colher (sopa) de gengibre em lascas
- 5 sementes de cardamomo esmagadas
- 1 colher (sopa) de creme de leite sem soro
- Açúcar à gosto


Modo de preparo:

Ferver a água com o chá preto, o cardamomo, o açúcar e o gengibre. Depois que levantar fervura, deixar no fogo por mais 2 minutos aí adicionar o leite. Assim que levantar fervura, abaixe o fogo e acrescente o creme de leite. Misture bem. Tire do fogo, coe e sirva quente.



Masala Chai quer dizer, chá com especiarias. A palavra masala significa especiarias indianas em hindi e a palavra chai, sozinha, significa apenas chá, embora seja comum se referir à popular bebida somente como chai.



MASALA CHAI

100 ml de leite
2 colheres de chá de açúcar
1 colher de chá de chá preto
¼ de colher de chá de noz moscada ralada
¼ de colher de chá de gengibre fresco fatiado fino
3 cravos da índia
3 sementes de cardamomo
1 pitada de canela ralada
1 pitada de pimenta do reino moída
3 anises estrelados


Coloque 200 ml de água com o leite e o açúcar em uma leiteira. Adicione o chá e as especiarias. Coloque para ferver e abaixe o fogo, deixando por mais 2 minutos. Coe e sirva em copos pequenos. Rende duas porções. (Receita do livro “Tea: discovering, exploring, enjoying”, pot Hattie Ellis).

Hábitos Saudáveis


1. Respeitar o corpo
O urologista Fernando Vaz, do Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, avisa: adiar o uso do toalete também favorece a prisão de ventre, enquanto atrasos na refeição e substituição dela por lanche provocam dores de cabeça e queda no rendimento. Observar os limites do organismo é indispensável. É comum ignorar a fome e a sede, driblar a vontade de ir ao banheiro, abrir mão de horas de sono devido à tantas solicitações, mas, esses descuidos podem custar muito caro à saúde. “Ficar horas sem beber água e segurar a urina por longos períodos aumenta o risco de cistite, infecção da bexiga que afeta metade do sexo feminino ao menos uma vez na vida”.

2. Alimentar-se bem
A nutricionista Lara Natacci, de São Paulo, sugere três medidas muito simples para melhorar a dieta. A primeira é ingerir pelo menos cinco porções diárias de hortaliças e frutas, sob a forma de sucos, saladas e sobremesas – as principais fontes de vitaminas, minerais e fibras, além de ter ação antioxidante, protegendo contra distúrbios cardiovasculares, diabetes e câncer, entre outros males. A segunda medida é o consumo diário de grãos integrais, cereais e leguminosas, são grandes fornecedores de fibras, que estimulam o funcionamento intestinal e ainda ajudam a reduzir o colesterol. E a terceira medida consiste em tomar de 1,5 a 2 litros de água por dia para favorecer a digestão, melhorar a absorção e a circulação dos nutrientes e facilitar a eliminação de resíduos. Beber muita água também pode ajudar a manter a pele e os cabelos sempre bem hidratados.

3. Fracionar a dieta
Comer pequenas porções cinco ou seis vezes ao dia, em vez de fazer refeições abundantes, contribui para a digestão e o melhor aproveitamento dos nutrientes. Segundo Lara, isso evita que o cérebro interprete o período de estômago vazio como escassez de alimento e desacelere o metabolismo para poupar energia, provocando acúmulo de peso. O jejum aumenta a secreção de cortisol, o hormônio do stress, que, além de manter a pessoa tensa, favorece o depósito de gordura no abdome. O truque é ter sempre à mão um lanchinho, como frutas frescas ou secas, iogurte ou barrinha de cereais.

4. Fazer exercícios
Para garantir a extensa lista de benefícios dessa prática, que inclui desde a melhora da função cardiovascular até o alívio do stress, é preciso regularidade. Não adianta caminhar ou aparecer na academia só quando dá tempo. Se está difícil incluir o hábito na rotina, reserve um horário para se exercitar no período do dia em que se sente mais disposta e organize a agenda em função dele. “O melhor é priorizar os exercícios aeróbicos – caminhar, correr, nadar, andar de bicicleta, que previnem contra doenças do coração, e as atividades de força, como musculação, que evitam a perda de massa muscular e a osteoporose”, ensina o professor de educação física Sérgio Garcia Stella, coordenador do Laboratório de Fisiologia do Exercício, das Faculdades Integradas de Santo André, na Grande São Paulo.

5. Preservar o sono
Se você é do time que dorme mal, não deixe as noites em claro se acumularem. “O sono não é só o desligamento para descanso. Ele é um estado ativo, com profundas repercussões no funcionamento do corpo e da mente”, diz o médico especializado em distúrbios do sono Denis Martinez, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Enquanto dormimos, o cérebro e os tecidos do organismo se regeneram, a memória se consolida e hormônios são fabricados. Dormir mal afeta o humor, o raciocínio e a tomada de decisões. Caso sofra de insônia, procure um especialista.

6. Espreguiçar
Em vez de pular da cama ao toque do relógio, reserve alguns minutos para se alongar. Esticar-se na cama e virar de um lado para o outro ajuda a despertar os músculos (depois de horas de imobilidade), ativando a circulação e prevenindo dores e lesões. “O alongamento prepara os músculos para o movimento e ajuda a concretizar a transição da inatividade para a atividade sem tensões indevidas”, ensina o expert americano Bob Anderson, autor do manual ALONGUE-SE (Ed. Summus).

7. Desarmar o stress
A antropóloga Mirian Goldenberg, da UFRJ diz: Se você está sobrecarregada, então, você precisa urgentemente de uma pausa na correria diária. O stress aumenta o risco de doenças do coração e agravadores e outros distúrbios. Para mantê-lo à distância, a psicóloga Ana Maria Rossi, do Rio Grande do Sul, presidente da International Stress Management Association no Brasil, sugere investir no autoconhecimento. Também ajuda estabelecer limites, aprender a relaxar e abrir mão do impulso de carregar o mundo nas costas. Eleger prioridades e delegar tarefas é um bom começo.

8. Apagar o cigarro
Câncer, distúrbios do coração e doenças pulmonares lideram a lista das mais de 50 doenças associadas ao tabaco. Deixar de fumar não é fácil, sobretudo para as mulheres, que estabelecem forte ligação emocional com o cigarro, diz a psicóloga Silvia Cury Ismael, coordenadora do Programa de Assistência Integral ao Fumante do Hospital do Coração, em São Paulo. Passe a comer mais vezes ao dia alimentos não calóricos, como cenouras cortadas em palitos grandes e cristais de gengibre, e aumente a ingestão de água gelada, que diminui a vontade de fumar.

9. Usar protetor solar todo dia
Está aí uma atitude moderna e superinteligente, afirma a dermatologista Renata Domingues, profa. do Hospital da Gamboa, no Rio de Janeiro. O cuidado previne o câncer de pele, além de evitar o aparecimento de manchas e rugas causadas pelo sol. A especialista lembra que os raios ultravioleta também provocam degeneração do colágeno, deixando a pele mais flácida. “Por isso, muitas mulheres de pele clara chegam aos 50 anos com o colo áspero e encarquilhado”, explica ela. Para afastar esses e outros riscos e ainda favorecer a recuperação dos tecidos precocemente envelhecidos pelo excesso de sol, adote um produto com fator de proteção adequado ao seu tom de pele. Aplique-o diariamente no rosto, colo, nas mãos e em outras partes do corpo que ficam mais expostas.

10. Escovar os dentes
Em tempos passados, havia a crença de que bastava escovar os dentes pela manhã, após o almoço e antes de dormir para garantir a saúde bucal. “Mas os hábitos mudaram. Hoje, as pessoas se alimentam mais vezes ao dia e é preciso limpar os resíduos com frequência maior para prevenir cáries e doenças da gengiva”, orienta o dentista Newton Miranda de Carvalho, de Belo Horizonte, secretário-geral da Associação Brasileira de Odontologia. Fora isso, é importante usar fio dental e consultar o dentista a cada seis meses ou sempre que detectar alguma alteração na boca.

11. Controlar o peso
O índice de brasileiros com excesso de peso já chega a 43,4%. Para sair dessa estatística, em vez de seguir dietas da moda ou cometer loucuras como passar um dia inteiro em jejum, que só reforçam o famoso efeito sanfona, é melhor procurar orientação especializada. “Mesmo porque 90% das dietas, incluindo as balanceadas, acabam fracassando”, lembra Lara Natacci. Segundo a nutricionista, outro efeito negativo da mania de fazer regime é o risco de desenvolver transtornos alimentares ou de transformar a comida em consolo para frustrações e dificuldades emocionais. “É preciso estabelecer uma boa relação com o alimento dissociando o prazer de comer da culpa e evitando os excessos – tanto para mais como para menos”, afirma.

12. Fazer checkups
Revisões médicas periódicas detectam cedo o risco de doenças que se instalam silenciosamente (como a hipertensão e o diabetes do tipo 2). Também permitem diagnósticos precoces, evitando complicações, afirma Antônio Carlos Lopes, professor titular de clínica médica da Universidade Federal de São Paulo. Quem faz papanicolau todo ano, por exemplo, diminui em mais de 90% o risco de câncer de colo do útero, e o controle da pressão arterial desde a infância já é recomendação de rotina entre os especialistas. Além da visita semestral ao ginecologista, vale uma consulta anual a um clínico-geral. Ele poderá direcionar os exames às suas necessidades, analisar resultados, ajudá-la a fazer ajustes necessários no seu modo de vida etc.

13. Ficar em silêncio
Ao longo do dia, nos deparamos com tantos estímulos que nossa atenção volta-se apenas para fora. Não temos tempo de parar e olhar para dentro. Mas vale a pena buscar a quietude interior. “Além de trazer autoconhecimento, a introspecção alivia a ansiedade, a insônia e as doenças associadas ao stress”, afirma o clínico-geral Aderson Moreira da Rocha, presidente da Associação Brasileira de Ayurveda, a medicina da Índia. “A mente humana é como um macaco pulando de galho em galho. O silêncio acalma esse macaco”, compara. Para isso, você pode recorrer à prática da meditação ou começar de modo mais simples: vá a um lugar silencioso, feche os olhos, sente-se confortavelmente, com a coluna ereta, e observe a entrada e a saída do ar sem tentar controlar. “Inicie com cinco minutos diários, depois aumente o tempo gradativamente”, orienta. “A paz que se alcança com essa parada é surpreendente".

14. Saborear a vida
Para dar conta de todos os afazeres, vamos nos esquecendo de acrescentar calor, entusiasmo e prazer à rotina. “Aprender a viver também faz parte de uma vida saudável”, afirma o filósofo e jornalista Ciro Marcondes Filho, em O PULSAR DA VIDA (Ed. Paulus). O livro traz sugestões: ser generoso, solidário, ter compaixão; explorar os sentidos, sem querer traduzir as experiências em palavras; praticar o pensamento, mudar as ideias de lugar, arranjar sua cabeça de maneira nova; estar presente física e espiritualmente em todas as situações do seu dia. Diz o autor: “A vida é um episódio só, nossa chance única neste teatro do mundo. Só temos direito a uma apresentação. E ela tem de ser gratificante”.

15. Ter amigos
Quem conta com um ombro para desabafar vive mais, adoece menos e escapa da depressão. Cientistas da National Geographic Society e da Universidade de Minnesota, ambas nos Estados Unidos, comprovaram essa tese ao mapear os hábitos predominantes nas regiões onde vivem os povos mais longevos – Okinawa, no Japão; a ilha de Sardenha, na Itália; Loma Linda, nos Estados Unidos; e a península de Nicoya, na Costa Rica. A conclusão é que, ao lado da alimentação saudável e da atividade física, o lazer e as relações sociais são determinantes para prolongar a vida. Viver rodeado de amigos faz bem à saúde.

Este assunto eu encontrei lá no espaço incrível da Rose Cianci. Dê uma passadinha por .

terça-feira, 28 de julho de 2009

Dieta sem Glúten




Você consegue imaginar a sua vida sem pães, bolos, bolachas, macarrão, coxinhas, quibes, pizzas, cervejas, leite, queijo, iogurte, sorvete, creme de leite? (quando estes alimentos possuírem o glúten em sua composição ou processo de fabricação) Certamente que não. Os celíacos vivem diariamente com esta realidade e são obrigados a ter uma dieta especial, no seu dia-a-dia, com produtos que não contenham glúten.

Sabe aquelas coisas que estão sempre por perto, mas a gente nem nota ou sequer conhece o nome? Com o glúten é assim. Apesar de estar presente em todos os alimentos que levam trigo, centeio, cevada, aveia ou malte, essa proteína é uma desconhecida de grande parte do público. Na verdade, era.

De uma hora para outra, os holofotes se voltaram para esse nutriente graças a uma nova dieta que bane o glúten do cardápio com a promessa de enxugar a silhueta. Há quem suspeite que esse ingrediente, encontrado em pães e massas, seja o novo inimigo da balança — e da saúde. Os especialistas, no entanto, acreditam que isso não passa de mera falácia.



Celebridades como Luciana Gimenez divulgam que já aderiram ao menu sem o ingrediente. Além de laticínios, a apresentadora de tevê restringiu o consumo de trigo para ostentar 6 quilos a menos. Para adicionar mais fermento ao modismo, um livro intitulado Glúten e Obesidade: A Verdade Que Emagrece (Editora R. Racco), da carioca Regina Racco, já vendeu 50 mil exemplares, tornando-se um bestseller. Nele, a professora de ginástica íntima conta ter descoberto por acaso que abolir a substância dos pratos a fazia perder peso.

Quem não pensa só no ponteiro da balança também começa a se questionar: seria melhor evitar o glúten por uma questão de saúde? Afinal, a oferta de produtos sem essa proteína aumenta nas gôndolas dos supermercados. Sem falar em muita gente por aí que anda dizendo que ganhou mais disposição e ficou com um abdômen menos inchado depois de cortar massas e pães do dia-a-dia. Diante de tanta celeuma, SAÚDE! foi averiguar essa história com nutrólogos, nutricionistas e gastroenterologistas.

Os especialistas afirmam sem papas na língua: a doença celíaca é o único problema de saúde que exige a retirada total do glúten da alimentação. “Não existe base científica para condenar esse componente do trigo”, diz Jaime Amaya Farfan, cientista de alimentos da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. “A não ser no caso da doença celíaca, não há evidências de que o glúten seja uma proteína ruim para o organismo de indivíduos saudáveis nem que tenha a ver com a obesidade.”

Esse elo também é contestado pela nutricionista Daniela Margo, de São Paulo. “Inexistem provas de que eliminá-lo reduz a circunferência abdominal”, frisa a especialista. Sua colega Mônica Beyruti, corresponsável pelo Departamento de Nutrição da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, completa: “Ok, se minimizarmos o consumo do glúten, que está presente em muitas fontes de carboidrato, haverá redução de calorias e de peso. Mas isso vale para qualquer tipo de restrição alimentar”.

O que é a doença celíaca?
Abdômen estufado, gases, vômito, diarreia - é esse baita mal-estar que sente o portador do distúrbio. Todo o incômodo vem à tona porque o organismo de quem tem a doença não possui a enzima transglutaminase, que quebra o glúten. Assim, ao ser ingerida, a proteína acaba machucando as paredes do intestino. Num estágio avançado, esse processo permite que substâncias carcinogênicas caiam na corrente sanguínea. Para evitar que tudo isso ocorra, o celíaco deve excluir rigorosamente da dieta todos os alimentos com o nutriente.

“O que está acontecendo com a proteína do trigo é uma onda infundada de difamação”, defende o presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, Edson Credidio. “O glúten só faz mal para quem tem a doença celíaca, assim como o açúcar para os diabéticos”, compara. “Não há sentido em tratá-lo como uma espécie de nova gordura trans, algo que deve ser evitado.”

Não se sabe ao certo o que pode ter disparado essa desconfiança generalizada em relação ao glúten. Talvez a maior divulgação sobre a própria doença celíaca esteja associada a essa confusão. Uma coisa é certa: “Mais indivíduos têm sido diagnosticados com o problema porque os médicos hoje possuem um maior conhecimento sobre os sintomas desse distúrbio”, afirma a nutricionista Veruska Barrios, do Hospital Samaritano, em São Paulo. E o número de celíacos no Brasil está longe de ser insignificante.

Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, que orienta um dos grupos de referência de portadores do mal no país, revelou que há um doente celíaco para cada grupo de 214 paulistanos. “Em Brasília existe um caso para cada 681 habitantes”, estima Karla Lisboa, técnica do Ministério da Saúde. Com o intuito de proteger tantas pessoas sensíveis, a lei brasileira obriga a indústria de alimentos a informar no rótulo de cada produto se ele contém ou não a proteína. Em vez de apenas orientar os celíacos, a informação parece gerar um efeito adverso: desperta a atenção e, ao mesmo tempo, certo temor de quem não tem nada a ver com a doença. Muitos ficam ressabiados, sem saber se devem retirar ou não alimentos com glúten do carrinho de compras.

Muita gente também relata ganhar mais disposição ao deixar de comer biscoitos ou pizza. Coincidência? Provavelmente, não. “Existem várias pessoas com algum grau de doença celíaca e que desconhecem esse fato”, diz Farfan. A gastropediatra Lenora Gandolfi, pesquisadora responsável pelo grupo de celíacos da Universidade de Brasília, observa que até indivíduos que não sofrem com o problema podem ter uma leve intolerância à proteína. Ao removê-la do cardápio, sentem uma melhora na digestão com um efeito adicional: perda de peso. Uma perda que seria observada se tirassem qualquer outro item do cardápio, é bom voltar a frisar.

Lenora Gandolfi, no entanto, alerta: “Os nutricionistas que orientam regimes que restringem o consumo da proteína do trigo têm o dever de afastar primeiro a hipótese de um caso de doença celíaca”. É que entre 4 e 10% dos parentes de primeiro grau dos celíacos também têm a enfermidade e, pior, nem desconfiam disso. “Se não é o caso, seguir uma dieta sem glúten à toa é irresponsabilidade”, opina Lenora.

Sem contar que, após um mês a zero por cento de bolachas e bolos, é muito difícil que um teste sorológico dê positivo para a doença celíaca. Seria necessário voltar a comer pães e refazer o teste depois de seis meses para o resultado ser confiável. Essa recomendação também deveria se estender a médicos que, investigando a origem do mal-estar gastrointestinal de seus pacientes, sugerem suspensões alimentares por tentativa e erro.

No mundo, a maior incidência de doença celíaca foi registrada na Argélia, que possui uma criança com o problema para cada grupo de 18. Os cientistas ainda não sabem dizer se o mal é genético.

De tempos em tempos, uma dieta como anti-qualquer-coisa, que bane de vez algo do cardápio, vira mania. “Essa é uma busca natural do nosso tempo”, interpreta o professor Jaime Farfan. Além do fácil acesso a quase todo tipo de alimento, vivemos numa era paradoxal em que os índices de obesidade galopantes dividem a cena com um padrão estético cada vez mais esguio. É como se o mundo estivesse perdido na busca de uma solução para o excesso de peso. “A ciência contribui com a invenção dessas manias”, analisa Gláucia Pastore, diretora da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp.

“Descobre-se que um ingrediente é capaz de acelerar o metabolismo e pronto: algum oportunista se apropria do resultado, nem sempre corretamente, dizendo que aquilo emagrece.” Mais do que farsa, esses regimes pecam contra a saúde. “Dietas que provocam um desequilíbrio nutricional, como a do Dr. Atkins e, agora, a antiglúten, estão seguindo o caminho errado”, acusa Gláucia. Elas podem até reduzir o peso em um primeiro momento, mas levam à monotonia e às vezes até podem causar sérios prejuízos à saúde.

A saída é variar
Privações desnecessárias, como deixar de comer pão sem uma razão médica para isso, nunca são a melhor opção para afinar a cintura. “Diversificar o menu e aumentar a ingestão de água, frutas, legumes ajuda a perder peso com segurança e a resolver males como a prisão de ventre”, aconselha Luiz Fernando Santos Escouto, pesquisador de alternativas para o glúten do curso de tecnologia em alimentos da Faculdade de Tecnologia, em Marília, no interior paulista. Afinal, a gente não come só para manter a linha, mas também por prazer.

Dá para substituir uma dieta à base de trigo por alternativas igualmente saborosas. Aproveite as orientações de especialistas no assunto. Uma dieta sem glúten requer empenho. Afinal, muitos alimentos - mesmo que não aparentem conter farináceos - podem apresentar esse ingrediente. Quer ver? Queijos fundidos, achocolatados, congelados como almôndegas, sorvetes, molhos, tudo, tudo, tem a marca dessa proteína.

A nutricionista Anna Castilho, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, de São Paulo, frisa ainda que, em restaurantes, o controle do glúten é mais difícil porque não se sabe com garantia quais produtos foram incorporados ao preparo dos alimentos. E uma pitada de glúten sempre pode escapar. "Seja por meio do óleo de fritura utilizado - o cozinheiro apronta alimentos com glúten e depois usa o mesmo óleo para a fritura de alguma preparação sem o ingrediente; seja na utilização da mesma faca para se passar margarina em pão integral e depois em bolacha sem glúten; ou até quando se reutiliza fôrmas polvilhadas com farinha de trigo para os produtos sem glúten, sem que tenham sido bem lavadas".

As opções sem o polêmico aditivo, no entanto, estão crescendo no mercado. Feitas à base de farinha de arroz, mandioca, milho e fécula de batata em sua maioria.

Uma das opções mais interessantes, no entanto, é a quinoa, um cereal rico em aminoácidos, fibras, vitaminas. Outra é o amaranto, um grão nutricionalmente poderoso e que também não contém glúten. Neste caso, no entanto, diferente da quinoa, encontrada em qualquer supermercado, o acesso ainda é difícil e disponível apenas em algumas casas especializadas e de produtos naturais.

Segundo a nutricionista Anna Castilho, o celíaco deve optar pelo macarrão de quinoa ou de arroz integral. No lugar dos molhos e sopas prontas, melhor fazer o seu (sua) em casa (sem usar o trigo para engrossar). Substitua a granola por flocos de milho e, na hora de preparar os croutons, escolha bolachas de arroz.

Para receitas sem glúten: Clique!

Alimentos permitidos incluem arroz, quinoa, batatas, farinha de milho, soja, frutas, vegetais, feijão, tapioca, carnes, peixes e ovos. Lista de alimentos sem glúten.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Os sintomas da gripe AH1N1 (ex-suína)

Gente eu estou gripada a quase três semanas, nem consigo dormir direito de tanto que estou tossindo. Já fui ao médico e estou sendo medicada. Em tempos de gripe A todo e qualquer sintoma de gripe torna-se assustador...

Os sintomas da gripe AH1N1 (ex-suína) são semelhantes aos de uma gripe comum, e incluem febre, tosse, garganta inflamada, dores no corpo, dores de cabeça, calafrios e fadiga. Algumas pessoas infectadas têm relatado diarréia e vômitos. Estes sinais podem também ser causados por muitas outras doenças, logo, apenas a análise dos sintomas não podem diagnosticar a gripe suína, apenas exames laboratoriais.


O paciente com gripe AH1N1 tem:•Febre alta (acima de 38ºC),
•Falta de apetite,
•Dores musculares espalhadas por várias partes do corpo,
•Indisposição e
•Tosse.

Algumas pessoas com a gripe AH1N1 também relataram ter apresentado catarro, dor de garganta, náusea, vômito e diarréia forte.

Como se pode notar, os sintomas são praticamente os mesmos de uma gripe comum. Então neste momento, a melhor maneira de diferenciar as duas doenças é ficar atento a história de exposição da pessoa à regiões de risco.

Considerando que o período de incubação da gripe (tempo até que a pessoa desenvolva os sintomas) seja de 24 a 48 horas, a suspeita de gripe suína é maior se a pessoa apresentar os sintomas acima após ter estado em regiões onde o vírus H1N1 foi confirmado, levando em consideração este período médio de tempo.

No entanto, pelas novas regras do Ministério da Saúde, toda pessoa que apresentar os sintomas acima são aconselhadas a procurar um serviço médico, como os postos de sáude.

Esta orientação deve-se ao fato de que a gripe suína já está sendo transmitida no Brasil de forma sustentada.

O monitoramento e a realização de testes laboratorais somente serão realizados em casos graves. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.

Sintomas de alerta da gripe AH1N1 ou comum:
•Febre acima de 39 ºC
•Tosse com falta de ar
•Grande queda do estado geral

Fonte: Banco de Saúde

sexta-feira, 24 de julho de 2009

De Bem com os Seus Pés



Muitas pessoas se queixam de rachaduras nos pés. Além de proporcionar, muitas vezes, um aspecto desagradável, as rachaduras nos pés são sinais de que está faltando hidratação na pele. Estas feridas, que muitas vezes chegam a sangrar, são portas de entrada para fungos e bactérias. O problema pode ser combatido com hidratação intensa.

Faça um creme, para passar antes de dormir, com metade de vaselina e metade de lanolina. Esses produtos são encontrados facilmente nas farmácias.


De Bem com seus Pés

Pés lindos sem rachaduras é possível sim, porém é necessário um tempo diário para o cuidado dos pés, esta parte tão importante de nosso corpo. Os pés são equipamentos maravilhosos e merecem todo o cuidado. Além de eles possibilitarem ao homem a locomoção, mantém o equilíbrio e distribuem de maneira uniforme o peso do corpo, quando estamos de pé. No entanto, eles estão quase sempre em situação de desconforto, pois ficam escondidos em sapatos fechados, principalmente no inverno. 

1. Cuidados com os pés: A esfoliação é uma maneira natural de diminuir as calosidades e retirar as células mortas dos pés, estas células mortas são alimento as bactérias do pé que causam o famoso chulé, então devemos 1 ou 2 vezes por semana fazer uma esfoliação. A natura trás na linha castanha o creme esfoliante para os pés, que é muito adequado e eficaz. Todos os dias e após a esfoliação devemos hidratar os pés para diminuir as calosidades e para evitar e recuperar as rachaduras nos calcanhares. A Natura em sua linha castanha possui o creme hidratante para os pés castanha que além de hidratar traz uma sensação de conforto e refrescància pois possui em sua formulação cânfora. 

2. Onde comprar: O mercado livre oferece diversos vendedores com ótimos produtos e atendimento. Procure um vendedor com boas qualificações e retire sua dúvidas através do link de perguntas e tenha seu pés como de uma princesa. 

Autor: CAROLINE

Rotina: Checar os níveis de colesterol

Checar os níveis de colesterol deveria ser rotina para prevenir graves doenças cardíacas. Mas a verdade é que uma pesquisa com 2 mil pessoas acima de 18 anos em todo o Brasil constatou que mais da metade da população brasileira (53%) nunca fez o exame de colesterol.

O estudo, realizado por médicos do Conselho Latino-Americano de Cuidados Cardiovasculares e patrocinado pela Schering-Plough, também mostrou um outro problema: a doença não apresenta sintomas. “Ainda assim, a dislipidemia - aumento das gorduras no sangue, que incluem colesterol e triglicérides – é fator de risco para várias doenças cardíacas, como infarto e derrame celebral” alerta o médico José Rocha Faria Neto, um dos cardiologistas do conselho e professor de Cardiologia da PUC do Paraná.



Mas o que faz essa gordura?

O colesterol é um tipo de gordura fabricado pelo corpo e encontrado nas fontes de gordura saturada (carne, leite e seus derivados, ovos e pele de frango). “Nosso organismo precisa dele, mas em níveis baixos. Uma alimentação rica nessa gordura aumenta o colesterol ruim (LDL)”, avisa o médico. Porém, a grande vilã continua sendo a gordura trans. “Ela aumenta o colesterol ruim no sangue e ainda baixa a concentração do bom (HDL)”, esclarece Neto. “Uma dieta com frutas, vegetais, cereais integrais, peixes, azeite de oliva e carne magra e a prática regular de exercícios são mudanças de hábito para reverter o problema e preveni-lo também”.

sábado, 18 de julho de 2009

Receita de Chai

Arrumei uma desculpa para postar esta foto aqui: Falar sobre o Chai. O chai, bebida originária da Índia, ganhou destaque na novela “Caminho das Índias”. Este chá traz uma série de benefícios para o organismo, além de ser gostoso. O ator Rodrigo Lombardi, o Raj da novela, é um que virou fã (eu também).


Servido depois de uma refeição ou como "boas vindas" para uma visita que chega em casa ou no trabalho, o 'chai' equivale ao cafezinho dos brasileiros. O original chá indiano é uma mistura de chá verde com várias especiarias (cardamomo, cravo, canela, feno grego, gengibre, pimenta branca e cúrcuma). Na Índia, é comum tomar 'chai' com leite e açúcar mascavo ou com água.



O chá mais bebido pelo maior produtor mundial de chá preto é… o chá preto (Assam). O chá preto é a única variedade de erva de chá que pode ser fervida, a fervura não amarga o chá nem altera seu sabor: a bebida torna-se mais concentrada, adquirindo uma coloração vermelho escura.

Na Índia o chá preto é temperado para que adquira um forte sabor das especiarias que são fervidas juntos com a erva do chá. Existem diferentes variedades de chai, preparado com adição de diversas especiarias: canela, cravo, cardamomo, gengibre.

A maneira mais popular de beber chá na Índia é o “chai“: primeiro prepara-se o chá própriamente dito, a seguir adiciona-se leite frio adoçado com açúcar, derramando-o à distância para que forme muita espuma.

O chai é vendido nas ruas, nos cafés e até mesmo nos trens - o sistema de transporte mais popular na Índia - pelos Chaiwallahs, que preparam e servem a bebida. Cada um dos Chaiwallahs possui sua receita pessoal de chai, combinando quantidades diferentes de especiarias. Essa receita pessoal é o que garante o sucesso das vendas de um Chaiwallah e a fidelidade de sua clientela.



Chai
1 litro de água mineral
1/2 copo de açúcar refinado no copo fino 1 pau de canela tamanho médio
1/2 copo de gengibre ralado prensado
no copo fino 1/2 copo de leite Ninho em pó
no copo grande 1 colheres de chá preto inglês rasa
3 sementes de cardamomo
Modo de Preparar
1 litro de água;
Separar 100ml de água para diluir bem o leite;
- O restante por para ferver;
Por as sementes de cardamomo no pilão e triturar;
Lavar bem o gengibre e ralar;
Por o açúcar e a canela de pau na panela e levar ao fogo;
Utilizar uma colher de pau para mexer até abrir a canela.
Tome cuidado para não queimar;
Adicionar o gengibre limpo e ralado e o cardamomo.
Misturar bem e deixe até que o gengibre solte um caldo;
Acrescentar a água aquecida;
Deixar ferver em fogo baixo durante 5 minutos. Mexer;
Obs: o leite não deve ser fervido.

O chai é uma bebida indiana muito tradicional, perfumada, picante, feita com chá preto, leite, várias especiarias e adoçada com mel. A coloração é igual ao nosso café com leite. Na Índia, os vendedores de chai e cada família costumam ter a sua receita particular da mistura de temperos. Dentro de um certo limite, cada um pode, na verdade, criar a sua.

É uma excelente bebida para os dias frios e para quem gosta de especiarias. Não recomendo tomar à noite para quem é sensível à cafeína, pode atrapalhar o sono, por ter propriedades estimulantes, regeneradoras e afrodisíacas. Por outro lado, há os vários benefícios à saúde trazidos pelas especiarias e demais ingredientes (canela,pimenta, cardamomo, gengibre, erva doce, chá preto, mel). A canela, o cardamomo, o gengibre e o chá preto combatem problemas de digestão e têm ação anti-inflamatória e antioxidante, o que reflete na beleza da pele. Esses ingredientes também aumentam a disposição. Geralmente as pessoas criam suas próprias versões para o chai que fica muito saboroso se acrescentar cardamomo, canela, gengibre, açafrão, folhas de menta, de anis e cravo.

Receita de Chai com chá preto e leite

Ingredientes:
100 gr de gengibre
25 gr de cravo
40 gr de canela
10 gr de noz-moscada
35 gr de cardamomo
1/2 xícara de leite
açúcar a gosto
2 saquinhos de chá preto

MODO DE FAZER:
Ferva bem o gengibre, cravo, canela, noz-moscada
e o cardamomo na água.
Adicione o chá preto e açúcar a gosto.
Por fim, adicione o leite aquecido à mistura e pronto!

Chai indiano
Ingredientes
1,5 litro de água
20g de gengibre
160g açúcar (cristal ou refinado)
10 cravos
3 paus de canela (de 6cm)
10 sementes de cardamomo
100g leite em pó
8 saches de chá preto

Modo de Preparo
Lave e rale o gengibre, na parte grossa do ralador, em seguida
coloque o gengibre, o açúcar, o cravo e a canela em uma panela
média em fogo médio-alto, mexendo de vez enquando.
Separe 200ml de água do total de 1,5L e dilua o leite em pó.
Coloque o restante da água em uma outra panela em fogo alto para
esquentar.

Tirar as sementes de cardamomo da casca e, em um pilão, amasse-as
até que fiquem em pequenos pedaços, quase como farelo.
Quando o açúcar e o gengibre ficarem com uma textura de melado,
levemente escuro, está na hora de adicionar o cardamomo e em
seguida a água quente. Após alguns minutos adicione o leite em pó
diluído e deixe no fogo até que ferva.

Quando ferver desligue o fogo e adicione os sachês de chá preto,
e deixe descansar por 10 minutos. Pressione levemente com uma
colher os sachês na lateral da panela, afim de liberar todo o
sabor do chá preto, mas muito cuidado para não estourar os
sachês.

Peneire uma vez em uma peneira grossa para remover as partículas
grandes e a canela, e depois para transferir à uma garrafa
térmica passe para uma peneira fina.

Sirva sempre quente. Pode ser armazenado na geladeira por 1 dia,
lembrando que antes de servir, ferva ele por 1 minuto.

O cha surgiu na Índia a milhares de anos porém era usado mais na ayurveda (medicina indiana). Quando os ingleses chegaram à Índia tentaram trazer esse hábito de tomar chá para os indianos mas para eles esse “chá comum” parecia meio sem gosto. Começaram então a acrescentar alguns ingredientes ao chá. Surgiu assim o “masala Chai”. Masala é o nome dado em hindi para as especiarias indianas. Os chás mais famosos são de Assam e Darjeeling. O chai mais comum é o masala chai e que a receita varia de um lugar para outro, de uma casa para outra.



Masala Chai
Ingredientes para 2 pessoas
1 xícara de agua
1 xícara de leite
3 colheres de chá de chá preto
açúcar
1 pedaço pequeno de gengibre ralado
0.5 colher de chá de Assam ou Darjeeling chá
Modo de preparo
Ferva a água.
Acrescente o gengibre ralado.
Acrescente o chá preto e o Assam ou Darjeeling e espere por 10 segundos
ou até que a aguá se torne um pouco amarronzada.
Adicione o leite e deixe ferver até ficar uma cor marrom claro.
Adicione açúcar a gosto.
Sirva. (pode acrescentar, além do gengibre, cardamomo, canela e cravo)

Chai com Leite Condensado

Ingredientes
1 lata de leite condensado
400ml de água
2 canelas em pau
6 cravos
8 sementes de cardamomo
2 anis estrelado

Preparo
Lave anis, os cravos, e a canela em pau, coloque tudo pra ferver em 400 ml de água. Depois de uns 15 minutos fervendo, retire do fogo e coe.
Deixe ficar morno e bata no liquidificador com o leite condensado.
Sirva quente com uma canela pra enfeitar.



Se você prefere a facilidade dos chás em saquinho, podem ser encontradas algumas marcas que fabricam o chai: Tazo Organic Chai, Coffee Bean. A Monin, indústria francesa de xaropes e licores, já disponibiliza no Brasil o Monin Chai Concentrado de Chá, produto que reproduz fielmente o mais famoso entre os chás indianos. Blend de chá verde, canela, cravo da índia, flor de laranjeira e gengibre, o Monin Chai pode ser adicionado ao leite ou à água para fazer 'lattes', chás quentes ou gelados, 'frozens', limonadas e coquetéis. Em São Paulo, o 'chai' como se toma no país de Ghandi já está presente em algumas cafeterias, como na Vanilla Caffè.

Para aquecer e enganar a fome

O chai é uma boa pedida para os dias mais frios. A bebida aquece o corpo, graças à função vasodilatadora da canela. Como leva leite, ela também proporciona saciedade.

— O chai ajuda quem deseja manter a boa forma. Beba à tarde, acompanhado de torradas. Para deixá-lo mais leve, troque o açúcar por adoçante dietético em pó ou mel. Já quem tem intolerância à lactose pode trocar o leite de vaca pelo de soja.

Como a bebida leva chá preto, evite tomar o chai após as 18h. Ela não é indicada para gestantes e pessoas que têm problemas gástricos. O chai original, feito na Índia, é uma mistura de temperos e especiarias em pedacinhos.

Com sabor picante, as especiarias utilizadas fazem bem para a saúde.
— A canela, o cardamomo, o gengibre e o chá preto combatem problemas de digestão e têm ação anti-inflamatória e antioxidante, o que reflete na beleza da pele. Esses ingredientes também aumentam a disposição.



A RECEITA ORIGINAL
Ingredientes
- Canela em pau, sementes de cardamomo, gengibre, cravos da índia
e pimenta do reino em proporções iguais
- 1 litro de água
- Leite a gosto
- Chá preto ou verde a gosto
- Açúcar ou adoçante a gosto
Modo de preparo:
Prepare o chai. Misture uma quantidade semelhante de canela em pau, sementes de cardamomo, gengibre, cravos da índia e pimenta em pedacinhos pequenos. Para fazer o chá, basta acrescentar 11g do chai em um litro de água fervente. Deixe ferver por 20 minutos. Isso garante a extração dos benefícios dos temperos e das raízes. Coe e acrescente o leite, que pode ser quente ou gelado, ou o chá preto ou verde, conforme preferir.
A quantidade varia: quanto mais leite ou chá, menor a concentração das especiarias e mais suave o sabor. Adoce a gosto.