sábado, 5 de julho de 2014

Modulação hormonal Bioidêntica


TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL BIOIDÊNTICA
Video com o Dr. Lair Ribeiro onde é explicado a Modulação hormonal Bioidêntica


Já é bastante sabido que os hormônios que regulam tudo no nosso corpo, após a menopausa e após a andropausa (Equivalente a menopausa nas mulheres) começam a diminuir e isso provoca uma série de problemas, inclusive o envelhecimento.

Para evitar os efeitos indesejáveis desse fenômeno que é a diminuição dos níveis de hormônios no organismo os médicos da década de 80 começaram a receitar a reposição de hormônios.

O raciocínio é simples. Se o corpo para de fabricar os hormônios, pode-se simplesmente repor. Ocorre que os resultados não foram bons. A administração de hormônios sintéticos não se revelaram uma boa opção. Observou-se um aumento do câncer de mama entre as mulheres que passaram a adotar a reposição hormonal, e uma tendência ao aparecimento de câncer. Isso explica-se porque hormônios sintéticos estimulam a capacidade de proliferação celular, desenvolvendo tumores, pois se ligam aos beta e aos alfa.

Isso fez com que a reposição hormonal voltasse a estaca zero. Ninguém mais queria fazer isso, mas os estudos avançaram. Descobriu-se que os hormonios sintéticos não faziam bem, e hoje surge a técnica dos hormônios bio-identicos que são esses sim a chave para reduzir o envelhecimento e rejuvenescer.

A menopausa acomete mulheres na faixa dos 40 a 50 anos e produz vários efeitos desagradáveis.

Noites de insônia, ondas de calor, irritação constante e certo cansaço crônico. Não há dúvida: se isso ocorre depois dos 40 anos, é chegada a hora da menopausa ou climatério, período marcado pela diminuição gradativa da produção dos hormônios femininos no qual a menopausa é apenas um episódio - o da última menstruação. O xis da questão é saber como enfrentar essa fase, e nesse ponto duas correntes antagônicas se defrontam.

Alguns médicos não hesitam em prescrever, e suas pacientes em adotar, a reposição hormonal como forma de evitar os sintomas indesejáveis. Outros só indicam a reposição em casos extremos, após esgotadas outras terapias, por temer efeitos colaterais.

A partir dos 40 anos, em geral, os ciclos começam a ficar irregulares, muito curtos ou longos demais, as chances de uma gestação diminuem e a mulher pode menstruar sem ovular antes dos 48 ou 50 anos - quando o nível de hormônio é tão baixo que se instala a menopausa. Nos cinco anos seguintes, a vagina fica seca e a mulher está mais sujeita a sofrer dor e sangramento. Ocorre a insônia porque a falta de hormônio desregula o centro de vigília e do sono no cérebro. Também ocorrem os fogachos, como os médicos costumam chamar as ondas de calor, e geralmente vem associados de suores, rubor e taquicardia.

O "declínio biológico", é ocasionado pela queda do estrogênio,na mulher e no homem pelo declínio da testosterona o qual é responsável pelos atos de procriar na mulher e no homem pela libido, como também o ato de amamentar ou se relacionar sexualmente, tem papel decisivo na manutenção do equilíbrio de quase todos os órgãos e das funções do corpo: do controle do humor à administração das gorduras, da conservação da elasticidade das paredes dos vasos sanguíneos à saúde do sistema nervoso, da aparência da pele à textura do cabelo. O efeito da queda do hormônio varia em cada caso e existem opções para amenizá-lo.

O tratamento por reposição hormonal.

Muitas mulheres escolhem a reposição hormonal como forma de combater os problemas aqui descritos. Mas a reposição hormonal traz uma série de riscos à saúde, como o sangramento vaginal, aumento de peso, além do aumento de risco de câncer de mama, de útero e mais recentemente as pesquisas apontam para o risco do câncer de pulmão.

Outros estudos têm também indicado que o estrogênio da reposição hormonal pode causar alterações na vesícula e apêndice, como mostra a publicação no Canadian Medical Association Journal, o aumento dos riscos de colecistectomia (cirurgia para a retirada da vesícula biliar) e de apendicectomia (cirurgia para a retirada do apêndice), nas mulheres que estão no climatério e fazem a reposição hormonal.

Estudo mostra que estrógeno não previne doenças do coração

Por muito tempo, pesquisadores acreditaram que mulheres na pós-menopausa - submetidas à terapia de reposição hormonal - acabavam obtendo uma redução no risco de desenvolvimento de doenças das artérias coronárias. No entanto, um estudo realizado em 1998 mostrou o oposto, e os cardiologistas não sabiam explicar o fato. Este trabalho, foi conduzido por Wendy Post e publicado no Cardiovascular Research Journal.

Para surpresa geral, não somente não houve proteção cardíaca para as mulheres que usaram reposição hormonal como houve maior incidência de infarto e morte no primeiro ano de uso, bem como uma incidência três vezes maior de trombo-embolismo venoso e 40% maior de doenças da vesícula biliar ao longo de quatro anos do estudo. Os resultados enganosos das dezenas de estudos prévios foram ocasionados pela constatação agora comprovada: a causa da menor mortalidade nas mulheres que optavam em usar a reposição hormonal era ocasionada por terem um padrão de vida prévio mais saudável, e não pela reposição hormonal em si.

O organismo funciona maravilhosamente até que os níveis hormonais começam a cair. 

Por que tanta polêmica quanto ao uso de hormônios? 

O tema não é dos mais simples porque a maioria de nós teme usar hormônios. Mas o que não sabemos é que o tipo de hormônio disponível no mercado que a muito tempo estamos usando não são iguais aos hormônios endógenos (produzidos pelo organismo humano) são simplesmente parecidos. 


Cada hormônio tem um receptor específico em nosso organismo. Assim como cada fechadura tem um chave específica, mesmo parecendo iguais, uma chave não abre outra porta - eu mesma já tentei abrir carros parecidos com o meu por distração e posso assegurar que não é possível na maioria das vezes. Mas se acaso conseguimos, certamente com o tempo acabará por danificar tanto a chave quanto a fechadura.


Sendo assim é fácil entender porque um hormônio "parecido" usado para "substituir" o endógeno não só impede que o hormônio natural desempenhe suas funções como acaba prejudicando o organismo. 

Estudos mostram que os "hormônios" utilizados na reposição hormonal da menopausa (que é mais estudada) comprovam aumento de risco para câncer de mama e doenças cardiovasculares, mas esses estudos foram realizados com hormônios sintéticos e não com hormônios bioidênticos.

Exatamente por causa disso iniciou-se a produção de hormônios com estrutura molecular idêntica à daqueles produzidos pelo organismo humano. Estamos falando dos "hormônios bioidênticos".

Não pense que porque são produzidos em laboratório eles também podem ser prejudiciais! Uma substância ser produzida em laboratório não é necessariamente ruim assim como uma substância natural não é sempre benéfica. A maioria dos veneno são naturais e matam.

O que caracteriza a bioidentidade é a estrutura molecular idêntica à do hormônio produzido pelo organismo humano. Isso significa que estamos usando uma chave idêntica àquela que originalmente veio com a nossa fechadura, só que é uma réplica feita pelo chaveiro, digo, pelo laboratório. Assim, o hormônio bioidêntico exerce a mesma função do hormônio endógeno e não causa qualquer dano ao organismo, exceto, naturalmente, se for utilizado de forma inadequada, assim como o hormônio endógeno quando produzido excessivamente também causará danos.

Exames precisos e periódicos permitem que mantenhamos as taxas hormonais dentro dos padrões considerados ótimos para o funcionamento do organismo.


A abordagem do assunto Hormônios Bioidênticos, a Terapia de Modulação Hormonal com Hormônios Bioidênticos (TMHB) e outros temas correlatos precisa ser feita de forma séria, ética e profissional com a finalidade de apoiar, esclarecer e informar a população em geral e interessados ou envolvidos neste assunto de alguma forma, baseados em evidências, devidamente fundamentadas e referenciadas cientificamente.

Devemos alertar também que, embora as informações publicadas aqui sejam consultadas em fontes consideradas confiáveis e à disposição até o presente momento, não substituem nenhum tratamento ou orientação de seu médico. Todas as decisões relacionadas à saúde só devem ser tomadas com conhecimento e consentimento do médico.



De acordo com pesquisas recentes, a população mundial continuará crescendo nas próximas décadas e 95 % desse crescimento deverá ocorrer nos países em desenvolvimento.

Com o aumento da expectativa de vida, cresce também o número de pessoas mais idosas, sendo que atualmente para cada grupo de 45 homens que atingem os 85 anos há outro de 100 mulheres que chegam à mesma idade. Isso significa que o número de mulheres com mais de 45 anos deverá exceder os 700 milhões. E no Brasil não será diferente.

A medicina depara-se, portanto, com um desafio: dominar e controlar as consequências decorrentes da idade mais avançada, o que no caso específico da mulher é representado pelo período pré e pós-menopausa.

Uma pesquisa, realizada no Canadá, indicou que as mulheres vêem a fase do climatério e menopausa como uma etapa da vida feliz e cheia de realizações já que, em geral, não têm mais a sobrecarga de cuidar do lar e de filhos pequenos e podem dedicar-se às carreiras profissionais e a si mesmas, como é habitual nos dias de hoje.

A menopausa é o fim da fase reprodutiva da mulher. Mas definitivamente, não é o fim da fase produtiva!

Sendo assim, o desafio é ajudá-la a passar por esse período com saúde e bem-estar, livre dos efeitos incômodos do desequilíbrio hormonal, e ainda mantê-la saudável por muitos anos após a menopausa.

A menopausa ocorre em um período estratégico da vida da mulher, quando a saúde preventiva tem um impacto maior.

Nesse caso, uma ferramenta potencialmente benéfica à disposição é a TERAPIA DE MODULAÇÃO HORMONAL BIOIDÊNTICA (TMHB).

Quando na década de setenta se injetou um vasodilatador no pênis de um paciente queimado provocando ereção, se ultrapassou um longo período de intenso sofrimento para os homens que adoeciam deste transtorno tão ultrajante para o sexo masculino. A partir desta data, não parou mais a pesquisa e como consequência, os avanços nos tratamentos deste distúrbio foram realmente surpreendentes. 

Atualmente, dispomos de um verdadeiro arsenal de sustâncias que propiciam a ereção peniana, tendo apenas casos limitados de resistência, para os quais a medicina reserva tratamentos cirúrgicos consistentes nas próteses penianas. A experiência de todos estes anos nos ensinou também que o desempenho sexual satisfatório não consiste apenas em ter a ereção, seja esta provocada por sustâncias vasodilatadoras ou a prótese, mais num tripé indissolúvel que consiste em VIGOR, DISPOSIÇÃO FÍSICA E PSICOLÓGICA E EREÇÃO. Os portadores de próteses depois de um período aproximado de 10 anos também passam a ter problemas de ereção complementar.

Em paralelo aos avanços médicos relacionados com o distúrbio masculino, também se descobriu que, em igual proporção as mulheres sofriam de distúrbios sexuais, sendo destaque de causa, os efeitos colaterais do uso abundante de estrógenos (hormônios femininos do primeiro ciclo menstrual) em detrimento da progesterona (hormônio do segundo ciclo menstrual). Aliás, cabe mencionar que o incremento dos distúrbios sexuais da mulher teve um forte aumento a partir dos anos 60, no começo dos quais se iniciou o uso da pílula anticoncepcional, muito embora atualmente se tenha criado uma fórmula muito bem equilibrada quanto a sua carga estrogênica ou progestogênica, porém ainda com todos os efeitos colaterais que seu uso implica na fisiologia hormonal da mulher.

Tanto o homem quanto a mulher, em torno dos quarenta anos de idade, passa a ter um decréscimo nas suas taxas de concentração hormonal (hormônios sexuais), salvo um pequeno percentual do sexo masculino que preserva boas concentrações de testosterona até idade mais avançada.

A mulher inicia as primeiras manifestações do fim da idade reprodutiva, isto é, a fase pré-menopáusica, com ciclos menstruais sem ovulação, até a ausência definitiva da menstruação ou fase menopáusica, onde há uma queda substancial dos estrógenos como a quase desaparição total da progesterona. Estes fenômenos todos nos alertam para a presença de distúrbios sexuais, sem excluir, é claro, todos os outros sintomas próprios da menopausa.

Tanto o homem quanto a mulher, em torno dos quarenta anos de idade, passa a ter um decréscimo nas suas taxas de concentração hormonal (hormônios sexuais), salvo um pequeno percentual do sexo masculino que preserva boas concentrações de testosterona até idade mais avançada.

A mulher inicia as primeiras manifestações do fim da idade reprodutiva, isto é, a fase pré-menopáusica, com ciclos menstruais sem ovulação, até a ausência definitiva da menstruação ou fase menopáusica, onde há uma queda substancial dos estrógenos como a quase desaparição total da progesterona. Estes fenômenos todos nos alertam para a presença de distúrbios sexuais, sem excluir, é claro, todos os outros sintomas próprios da menopausa.

Continuando nosso contexto, ainda em função do aumento da população mundial principalmente entre a população mais idosa, dentre os temas médicos em evidência no século 21 estão aqueles relativos ao envelhecimento.

Recentemente, um significativo interesse se desenvolveu sobre a importância da condição conhecida como climatério masculino ou andropausa. Na verdade, o termo andropausa é biologicamente inapropriado, uma vez que, diferentemente das mulheres, nas quais o ciclo reprodutivo encerra-se de forma definitiva na totalidade das mulheres, nos homens este processo não é universal, ocorre em uma parcela da população masculina e quando ocorre as manifestações clínicas são bem mais gradativas e lentas do que nas mulheres.

O termo mais apropriado seria Declínio Androgênico no Homem de Meia–idade.

O Declínio Androgênico afeta cerca de 1 em cada 200 homens e a definição do quadro clinicamente relevante algumas vezes é incerta, portanto, é importante buscar auxílio médico para reconhecer e identificar os sinais e sintomas e determinar a necessidade ou não do tratamento.

Consideramos este alerta fundamental para todos os homens na faixa etária dos 40 aos 65 anos, pois, as mulheres de maneira geral já têm incorporado o hábito da visita no mínimo anual ao seu médico, cabendo a ele a oportunidade de determinar a necessidade ou não de tratamento.O homem, ao contrário, na maioria das vezes não tem o mesmo hábito incorporado e os sintomas poderão ser desprezados ou confundidos com o processo natural de envelhecimento e poderá perder-se uma grande oportunidade para melhorar consideravelmente a qualidade de vida nesta fase.

Para o homem também temos atualmente a opção da TERAPIA DE MODULAÇÃO HORMONAL BIOIDÊNTICA (TMHB).

CONHECENDO E DESMISTIFICANDO OS HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS



Algumas definições e conceitos para esclarecer aspectos fundamentais:

Hormônio Natural:O termo natural diz respeito a uma substância retirada da natureza que não passa por nenhum processo de transformação industrial e pode ser de origem vegetal, animal ou mineral.

Hormônio Sintético:O termo sintético refere-se a uma substância que passou por um processo industrial de síntese, transformação ou modificação em sua estrutura química.Obs.: Desse modo, os termos natural e sintético referem-se à origem ou à fonte de uma substância e não estão relacionados a sua estrutura química.

Hormônio Bioidêntico: O termo bioidêntico refere-se a uma substância cuja estrutura molecular é exatamente idêntica à dos equivalentes produzidos pelo nosso próprio organismo, independentemente da fonte da qual se origina (assim pode ser natural ou sintética).

Alguns exemplos:
HORMÔNIOS BIO-IDÊNTICOS

Estrógenos conjugados (PremarinR) - Substância extraída da urina de éguas prenhes com ação hormonal. É uma substância natural, mas não, bioidêntica, porque refere-se aos hormônios produzidos pelas éguas e não pelos seres humanos.

Acetato de medroxiprogesterona (ProveraR) - Substância obtida por síntese química na indústria. É, portanto, sintética, mas não é bioidêntica.

Isoflavona de soja - Fitohormônio extraído da soja, de origem natural e com alguma atividade hormonal. No entanto, não é bioidêntico aos hormônios humanos.

Estradiol, estrona, estriol, DHEA, pregnenolona, progesterona, testosterona, tiroxina, triiodotireonina - São hormônios bioidênticos aos produzidos pelo organismo humano, independentemente da fonte da qual se originam (natural ou sintética).

Terapia de Modulação Hormonal Bioidêntica (TMHB) - Refere-se ao uso apenas de hormônios bioidênticos, no lugar de substâncias estranhas ao organismo humano.

Considerando que: A atividade de um hormônio é determinada em parte pela sua estrutura química, que possibilita a ligação deste no que chamamos de sítio de ação específico dentro do organismo, como se fosse num sistema de chave-fechadura pode-se concluir que, ao serem utilizadas substâncias quimicamente diferentes, esta ligação fica prejudicada podendo nem ocorrer e estas substâncias podem não exercer o efeito esperado.

Por outro lado, ao utilizarmos hormônios quimicamente iguais aqueles que por variados motivos o organismo humano deixou de produzir ou reduziu a produção, a chance desta ligação ocorrer aumenta consideravelmente e consequentemente aumenta também o efeito hormonal. Assim é possível devolver ao organismo a função do hormônio efetivamente carente.

Ainda seguindo nessa linha de raciocínio, podemos deduzir também, que da mesma forma que uma substância dentro do organismo tem um efeito, também deverá ser transformada e/ou eliminada, e nosso organismo é “programado” para fazer isto com as substâncias que reconhece. A transformação de uma substância não reconhecida como um medicamento ou um hormônio não-bioidentico pode gerar substâncias nocivas e prejudiciais que conferem o que conhecemos por efeitos adversos indesejáveis.

Concluindo:

Podemos assegurar que, a utilização de hormônios totalmente bioidênticos, quando devidamente determinada pelo médico, a necessidade da reposição ou modulação hormonal (termo preferido atualmente), proporciona ao paciente maior eficácia e segurança, com menor incidência de efeitos indesejáveis.

Ressaltamos aqui a absoluta necessidade de acompanhamento médico tanto no caso do climatério quanto no declínio androgênico, o médico é capaz de diagnosticar o quadro através da avaliação do histórico do paciente e de dados familiares, da avaliação de resultados de exames de laboratório e da sua própria experiência e avaliação clínica e decidir pela melhor forma de tratamento avaliando os benefícios e riscos relativos envolvidos em todo e qualquer tipo de intervenção de tratamento.

Obs.: Apresentaremos artigos específicos para demonstrar e aprofundar este assunto.

A EVOLUÇÃO DA TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL (TRH)1943 - Allen W. extraiu uma substância estrogênica, denominada estrógenos conjugados da urina de éguas prenhes, esta substância teve a patente vendida para Ayerst que produziu e lançou o PremarinR1966 - Wilson R . publica o livro: Feminine Forever, onde declarava que as mulheres após a menopausa deixariam de ser efetivamente mulheres a não ser que fizessem uso de reposição hormonal com PremarinR (isso tudo foi um tremendo engano, só muito mais tarde descoberto)1975 - 6 milhões de mulheres tratadas com PremarinR1989 - Uma corrente de médicos nos EUA e Europa começava a questionar a TRH comum na época e buscar opções melhores. Dr. Hargrove JT publicou um estudo comparando a terapia com hormônios bioidênticos e não bioidênticos.1990 - Dr.Wright JV . pesquisa reposição hormonal com a associação de estrógenos de forma a imitar a produção do organismo feminino correspondentes a uma mulher com 30 anos de idade, considerado o auge da produção hormonal feminina.

- Dr.Lee J pesquisa e publica vários livros sobre Progesterona bioidêntica e seus benefícios2002 - WHI - estudo de grande porte publicado pelo JAMA, envolvendo mais de 16.000 mulheres em vários centros médicos nos EUA, em terapia com a TRH convencional que utiliza estrógenos eqüinos e medroxiprogesterona, este estudo foi interrompido devido ao elevado aumento dos riscos inclusive câncer de mamas.

Deste momento em diante a TRH convencional passou a ser discutida nos meios médicos e na maioria dos casos não mais recomendada.

Chegará então a vez dos hormônios bioidênticos que, embora já utilizados nos EUA e na Europa há uma década, após 2002 passaram a ter muito mais visibilidade, sua utilização aumentou e passaram a ser conhecidos em quase todo o mundo, inclusive no Brasil. Surgiram também, como esperado, as controvérsias e discussões, que também serão abordados em artigos específicos.

Com isso, atingimos nosso objetivo de fazer um apanhado geral e esclarecer os pontos chaves, temos certeza que os leitores tanto os profissionais de saúde quanto a população em geral interessados no tema: HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS, encontrarão informações valiosas e fundamentais para melhorar a qualidade de vida das pessoas em geral.
No caso de Homens com disturbios de ereção.

É de vital importância a modulação hormonal, com HORMÔNIOS BIOIDENTICOS, como suporte para atenuar e até corrigir as desordens próprias da idade onde a cognição, a força musculoesquelética, a energia, a vitalidade e o desempenho sexual entre outras aptidões, encontram-se diminuídas.

A correção metabólica é também de vital importância, como mecanismo único de aporte energético celular. Pessoas com excesso de peso ou em franca obesidade, portadoras de dislipidemia (colesterol triglicerídeos alterados), uso de determinados fármacos etc, são pacientes que estão acompanhados também de distúrbios de ereção peniana.

CLÍNICA HIGASHIRio de Janeiro / RJ - Rua Real Grandeza, 108(Real Medical Center) Sala 226 - Botafogo

A Clínica Higashi é formado por médicos e por outros profissionais da área de saúde e serviço, que trabalham unidos como uma grande família, com objetivo principal de transformar a vida das pessoas de forma positiva e global , unindo o avanço e a tradição. 
Foto 2010 - Dr.Tsutomu Higashi (no centro), Dr. Leonardo Higashi ( a esquerda), Dr. Rafael Higashi (a direita). A Clínica Higashi é referência em medicina ortomolecular e tratamento hormonal no envelhecimento.

Reposição hormonal sem riscosDr. Lair Ribeiro
O assunto não é dos mais simples. Sempre se ouviu dizer que, na menopausa, a mulher precisa de estrogênio, quando, na verdade, o hormônio que mais se reduz nessa fase é a progesterona. Até bem pouco tempo também se pensou que o tipo de hormônio disponível no mercado para reposição hormonal fosse igual aos hormônios endógenos (produzidos pelo organismo humano), mas já se sabe que eles são, apenas, parecidos.

Antes de mais nada, vamos entender que a produção de hormônios pelo organismo humano começa a decrescer após determinada idade e que isso, nas mulheres, além de determinar o fim dos ciclos reprodutivos, também produz uma série de sintomas desagradáveis. Estou falando do climatério, período que antecede a menopausa, e da menopausa, propriamente dita. 

Se o organismo funcionava às mil maravilhas até os níveis de hormônios começarem a cair, parece natural que se possa ajudá-lo a continuar mantendo a sua vitalidade, sem sintomas desagradáveis, mediante um suprimento extra de hormônios. Isso é reposição hormonal.

Agora, porque tanta polêmica se, em tese, reposição hormonal é o melhor que se pode fazer para a manutenção da qualidade de vida da mulher? A polêmica é porque, em vez de os laboratórios produzirem hormônios iguais aos produzidos pelo organismo humano, fizeram um produto “parecido”. E “parecido” não é igual. Experimente abrir a porta da sua casa com uma chave muito parecida com a verdadeira: você pode até conseguir, mas vai acabar estragando tanto a chave quanto a fechadura, e, o que é pior, depois você não vai mais conseguir abrir a porta nem com a chave certa. É esse o problema.

O hormônio “parecido” ocupa o lugar do endógeno, prejudica o organismo e acaba, até mesmo, impedindo que o próprio hormônio endógeno desempenhe suas funções. Depois que esses hormônios “parecidos” começaram a ser usados, as mulheres começaram a infartar mais e a ter mais câncer de mama. Coincidência? Não! Grandes e sérios estudos têm sido realizados sistematicamente para verificar os riscos oferecidos pela reposição hormonal, feita com esses hormônios “parecidos”, comprovando que ela tem aumentado os riscos de câncer de mama e de doenças cardiovasculares, entre outras. 

Mas esse problema está em vias de ser solucionado, porque, paralelamente ao pânico instalado com divulgação dos resultados desses estudos, iniciou-se a produção de hormônios com estrutura molecular idêntica à daqueles produzidos pelo organismo humano. Estou falando de “hormônios bioidênticos”. Se você está pensando que, porque são produzidos em laboratório, os “hormônios bioidênticos” também podem ser prejudiciais, engana-se! 

O fato de uma substância ser produzida em laboratório não significa que ela é ruim assim como o fato de ser natural não significa que é boa. Veneno de cobra é natural e mata. No caso dos hormônios, o que caracteriza a bioidentidade é a estrutura molecular idêntica à do hormônio produzido pelo organismo humano. Isso é o bastante. Se você for abrir a porta da sua casa com a chave original, que veio junto com a fechadura, ou com uma idêntica, feita pelo chaveiro da esquina, o efeito será o mesmo: a porta se abrirá, sem danos. Para o nosso organismo, também não interessa onde o hormônio foi produzido, desde que ele seja idêntico ao original. Esse é o ponto que a mulher precisa entender para poder argumentar com o seu médico e evitar expor-se a riscos desnecessários.

fonte

http://filosofiaetecnologia.blogspot.com.br/2012/12/terapia-de-reposicao-hormonal.html

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Dieta da aveia: enxugue 5 kg em 1 mês


A Revista BOA FORMA publicou um cardápio de 1300 calorias que traz a aveia como destaque. É esse cereal que vai ajudá-la a controlar a fome. Elaborado pela nutricionista Luana Grabauskas, do Centro de Nutrição EMEX, em São Paulo, o menu continua prático. Basta você escolher uma opção de cada refeição e elaborar o cardápio da semana.

Cardápio

Café da manhã

Opção 1
• 1 copo (200 ml) de suco verde (bater 1 folha de couve-manteiga, 4 folhas de hortelã, 1 folha de agrião e 1 fatia de abacaxi) + 1 banana amassada com 2 col. (sopa) de aveia e 1 col. (sobremesa) de mel 

Opção 2
• 1 xíc. (chá) de café com leite de soja e adoçante + 1/2 xíc. (chá) de + 1 fatia de pão integral light com 1 col. (sobremesa) de margarina light + 1/2 papaia com 2 col. (sopa) de aveia 

Opção 3
• 1 pote de iogurte desnatado com 2 col. (sopa) de aveia + 1 maçã

Opção 4
• 1 copo (200 ml) de leite de soja batido com 4 morangos picados e 2 col. (sopa) de aveia + 2 torradas integrais light com 1 col. (sopa) de requeijão light 

Opção 5
• 1 pote de iogurte desnatado com 2 col. (sopa) de aveia + 4 cookies integrais light + 1 pera

Lanche da manhã

Opção 1
• 1 fruta (8 morangos ou 1 fatia de melão ou 1 ameixa ou 1 cacho pequeno de uva)

Opção 2
• 1/2 xíc. (chá) de frutas secas

Opção 3
• 1 banana amassada com 2 col. (sopa) de granola light

Opção 4
• 1 copo (200 ml) de suco de fruta natural com adoçante + 2 castanhas-do-pará 

Opção 5
• 4 cookies integrais light + 1 caixinha de água-de-coco

Almoço

Opção 1
• 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes, pepino e cenoura ralada temperada com 1 fio de azeite, sal e limão + 3 col. (sopa) de arroz integral + 2 col. (sopa) de lentilha + 2 col. (sopa) de couve-flor ou abobrinha cozida + 2 fatias de carne magra assada + 1 fruta

Opção 2
• 1 prato (sobremesa) de salada de alface, tomate e cebola temperada com 1 fio de azeite, sal e limão + 3 col. (sopa) de arroz integral + 2 col. (sopa) de grão-de-bico + 2 col. (sopa) de beterraba cozida + 1 omelete feito com 2 ovos, orégano e manjericão + 1 picolé de fruta 

Opção 3
• 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes temperada com 1 fio de azeite, sal e limão + 3 col. (sopa) de arroz integral + 2 col. (sopa) de soja cozida + 2 col. (sopa) de abóbora ou brócolis cozidos + 1 filé de frango, peixe ou carne vermelha grelhado + 1 bombom 

Opção 4
• 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes e cenoura temperada com 1 fi o de azeite, sal e limão + 3 col. (sopa) de arroz integral + 2 col. (sopa) de feijão + 2 col. (sopa) de berinjela cozida + 1 peito ou 1 coxa de frango assado sem pele + 1 bananinha passa ou 1 banana assada com canela

Opção 5
• 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes e tomate temperada com 1 fio de azeite, sal e limão + 3 col. (sopa) de macarrão integral ao sugo ou ao alho e azeite + 3 col. (sopa) de carne magra moída + 2 col. (sopa) de vagem cozida + 3 col. (sopa) de salada de fruta.

Lanche da tarde

Opção 1
• 1 barrinha de cereal light

Opção 2
• 1 xícara de chá de erva-cidreira com adoçante + 2 cookies integrais light

Opção 3
• 1 pote de iogurte desnatado com 2 col. (sopa) de granola light

Opção 4
• 3 amêndoas + 3 damascos secos + 1 caixinha de água-de-coco 

Opção 5
• 1 copo (200 ml) de suco de soja light + 1 fruta

Jantar

Opção 1
• 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes temperada com 1 fio de azeite, sal e limão + 3 col. (sopa) de arroz integral + 2 col. (sopa) de couve-flor ou brócolis cozidos + 1 filé de frango, peixe ou carne vermelha grelhado + 1 tabletinho (25 g) de chocolate amargo ou meio amargo 

Opção 2
• 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes e tomate temperada com 1 fio de azeite, sal e limão + 3 conchas de sopa de mandioquinha com pedaços de frango desfiado + 3 col. (sopa) de salada de fruta 

Opção 3

• Sanduíche com 2 fatias de pão integral light + folhas de rúcula e alface picadas + 1 col. (sopa) de cenoura ralada + 2 col. (sopa) de atum em água com cebola ralada + 1 fatia de abacaxi com 1 folha de hortelã picada 

Opção 4
• 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes e cenoura temperada com 1 fio de azeite, sal e limão + 3 col. (sopa) de arroz integral + 2 col. (sopa) de abobrinha cozida + 1 omelete feita com 1 ovo, tomate e manjericão + 1 maçã assada com canela

Opção 5
• 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes e cenoura temperada com 1 fio de azeite, sal e limão + 3 col. (sopa) de macarrão integral ao molho sugo + 1 coxa ou peito de frango assado + 2 col. (sopa) de berinjela cozida + 1 fatia de melão

Ceia

Opção 1
• 3 damascos secos

Opção 2
• 1 xícara de chá de erva-cidreira com adoçante + 1 cookie integral light

Opção 3
• 1 fatia de melão

Opção 4
• 1 copo (200 ml) de leite à base de soja batido com 1/2 maçã picada

Opção 5
• 1 copo (200 ml) de suco de laranja batido com 1/2 cenoura ralada

Fonte: 

http://boaforma.abril.com.br/dieta/dieta-da-aveia-enxugue-5-kg-em-1-mes/

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Óleo de neem: para que serve e como usar


Com muitas propriedades anti-inflamatórias e antifúngicas, o óleo de neem é indicado para acnes e como repelente natural

Neem (ou nim) é uma árvore de grande porte, nativa da Índia e muito resistente à seca. Ela é conhecida pelas suas propriedades medicinais e terapêuticas, encontradas principalmente em suas sementes, folhas e casca. É muito utilizada na indústria farmacêutica para a fabricação de produtos de higiene e limpeza; e na agropecuária, para a produção de adubos e no controle de pragas. O óleo de neemé o mais famoso dos subprodutos da árvore e apresenta diversos benefícios.

O fruto do neem é uma semente que, quando tem sua casca retirada, apresenta uma amêndoa. O conjunto dessas amêndoas passa por processos de limpeza e remoção da casca e, em seguida, é triturado e prensado a frio - a partir daí é obtido o óleo de neem (também chamado por alguns de óleo de nim).

A torta resultante da prensagem da semente é incorporada em solos com a finalidade de controlar diversos tipos de fungos (também pode ser utilizada como vermífugo na alimentação animal). O óleo obtido é rico em ácidos graxos. Sendo principalmente composto de ácido oleico, linoleico, palmítico, esteárico e araquidônico, o óleo de neem apresenta muitas propriedades.

Como usar óleo de neem

Apenas recentemente os benefícios do óleo de neem vêm sendo descobertos. Ele é bastante conhecido como inseticida orgânico, podendo ser aplicado em plantas para combater pragas e fungos patogênicos.

É um óleo que apresenta ação antifúngica, antibacteriana, antiviral, antisséptica e anti-inflamatória. É por tudo isso que serve como ingrediente nas indústrias farmacêuticas e de produtos de limpeza.

O óleo de neem pode ser usado diretamente tanto no corpo e no cabelo como em plantações e animais - isso porque não é um produto tóxico. Devido às propriedades antifúngicas e antibacterianas, esse óleo serve para combater mais de 200 espécies de insetos, pragas, baratas, traças, pulgas e piolhos.

Quando aplicado nos animais de estimação, afasta pulgas, carrapatos e sarnas, além de proporcionar brilho ao pelo do animalzinho. Basta adicionar um pouco de óleo de neem no xampu e sabonete do pet e banhá-lo normalmente (veja aqui em como dar um banho sustentável no seu pet).

Nas plantações, os efeitos também são eficazes. Um spray de óleo de neemmisturado com água ou hidrolato de citronela pode ser borrifado nas plantas, auxiliando no combate às pragas e insetos que podem vir a prejudicar os vegetais. A mesma mistura pode ser aplicada no corpo para aliviar coceiras e vermelhidões causadas por picadas de insetos - ele também pode ser usado como repelente.

Mas suas aplicações não param por aí! Por possuir muitos ácidos graxos e propriedades anti-inflamatórias e antibacterianas, o óleo de neem é eficaz no tratamento de doenças de pele, como eczema, psoríase, catapora, erupções cutâneas e feridas. Ele ajuda a reduzir a inflamação e acelera a cicatrização da pele danificada. Pode ser aplicado diretamente na pele ou misturado com pomada ou creme (pode potencializar os efeitos).


Para que serve o óleo de neem

Além dos usos já citados, o óleo de neem também serve como um ótimo tratamento para pés e unhas, principalmente no caso de frieiras. O óleo elimina 14 tipos de fungos da pele, acabando com micoses nas unhas, sem contar seu excelente poder de hidratação, reparando rachaduras causadas pelo ressecamento.

Além de proteger a pele de bactérias e infecções, o óleo de neem é hidratante. A presença de vitamina E em sua composição o torna um antioxidante que atua no combate dos radicais livres e na elasticidade, rejuvenescendo a pele e suavizando rugas e linhas de expressão. Devolve o brilho natural, deixando uma aparência jovem e saudável.

Uma de suas melhores aplicações é no combate à acne. Suas propriedades eliminam as bactérias causadoras de cravos e espinhas, eliminando-as e evitando que novas possam surgir. Por isso, se você sofre por conta das acnes, o óleo de neem é uma ótima opção! Faça uma máscara de argila verde e, em seguida, hidrate a pele com o neem - além de reduzir marcas e cicatrizes causadas pelas espinhas, elas também serão tratadas e amenizadas.

Quando diluído e massageado no couro cabeludo, assim como a babosa, o óleodiminui a intensidade de caspas e seborreia, retarda a perda de cabelos e hidrata os fios. O óleo de neem pode ser aplicado puro ou diluído em outros óleos vegetais (ou até em azeite de oliva).
Outras formas curiosas de como usar o óleo de neem:

Pode ser usado no tratamento e cuidados dentários por ter propriedade antisséptica. Quando diluído em água e usado como antisséptico bucal, diminui a frequência de infecções dentárias e problemas nas gengivas e na boca;

Melhora a aparência de objetos enferrujados;

Limpar tapetes e carpetes com misturas à base de óleo de neemelimina e evita o aparecimento de ácaros, que podem causar alergias em pessoas sensíveis;

Ele é um ingrediente comum na fabricação de sabões e sabonetes artesanais.

O óleo de neem é biodegradável e não é bioacumulável, sendo inofensivo ao meio ambiente e a animais de sangue quente. O neem é de fácil manuseio e aplicação. Lembre-se de utilizar o óleo puro e 100% natural, livre de substâncias químicas nocivas à saúde.

Você pode encontrar o óleo de neem puro e outros produtos naturais na Loja eCycle.

FONTE

https://www.ecycle.com.br/2868-oleo-de-neem

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Neem e seus benefícios



O neem é uma planta que traz benefícios medicinais, químicos e industriais, além de gerar renda para famílias que vivem em pequenas propriedades agrícolas

A planta neem (ou nim), conhecida cientificamente como Azadirachta indica, é uma árvore do sudeste da Ásia e do subcontinente indiano. O neem é uma árvore de clima tropical, que pode ser cultivada em regiões quentes e solos bem drenados; ela é resistente à seca, tem crescimento rápido, copa densa e pode alcançar até 20 metros de altura.O neem tem capacidade para suportar condições extremas de calor e poluição da água, melhora a fertilidade do solo e reabilita terras degradadas. Além disso, essa árvore desempenha um papel importante no controle da erosão do solo, da salinização e prevenção contra os efeitos de inundações.

Poluição, extinção de animais, esgotamento dos recursos naturais, catástrofes climáticas e efeito estufa são alguns dos problemas que a humanidade vem enfrentando por conta de sua irresponsabilidade perante o meio ambiente. Com isso, a busca por recursos naturais que sejam renováveis e menos impactantes tem sido uma prática incessante. Uma das mais surpreendentes descobertas é essa árvoreque tem potencial para amenizar danos ambientais e sanitários em âmbito global: o neem, que pode ser usado de várias maneiras em diferentes tipos de produtos.

Atualmente, existem grandes plantações de neem na Nicarágua, Cuba, El Salvador, Chile, Guatemala, Costa Rica, República Dominicana e até na Alemanha e nos Estados Unidos. No Brasil, a planta foi introduzida por Belmiro Pereira das Neves, em 1993, na luta contra o uso de agrotóxicos. Segundo ele, o neem pode ser usado não só na produção de pesticidas, mas também na agricultura familiar, pois a árvoreproduz sombra e frutos. O especialista na árvore neem destaca ainda que o neem também está sendo utilizado em áreas que sofreram processo de desertificação e em projetos de reflorestamento, em substituição ao pinus e ao eucalipto, pois seus frutos atraem os animais.

O neem tem muitos benefícios: sua madeira, prima do mogno, é resistente e sua semente, casca e folhas podem ser utilizadas na fabricação de utensílios, pesticidas, repelentes, fármacos (de função terapêutica), cosméticos, além da vantagem de sua cultura ser considerada de baixo custo.

Os diversos usos do neem

Medicinal

O neem é considerado eficiente na cura e prevenção de várias doenças, segundo artigo publicado pelo departamento de bioquímica da Universidade Estadual de Maringá e as literaturas a respeito dos efeitos farmacológicos e médicos observados no corpo humano pelos extratos das várias partes da planta de neem.

As folhas de neem, solúveis em água, possuem atividades antissépticas, curativas, antiúlcera, anti-inflamatória, hipolipidêmica, que agem no controle dos níveis de colesterol, e são hepatoprotetoras. Tal estudo aponta que os extratos das folhas de neem, aplicados no creme dental, reduzem a placa bacteriana e têm bons efeitos no tratamento de gengivites e periodontites.

Sobre os efeitos do extrato da casca de neem, foram observadas ações gastroprotetoras e inibição da ulceração gástrica. Além disso, alguns estudos apontam o extrato da casca de neem como um forte aliado no tratamento de diabetes. O óleo de neem, por sua vez, tem demonstrado efeitos de anti-infertilidade, sendo usado como espermicida e com atividade antimicrobiana significativa contra patógenos sexualmente transmissíveis.

Os extratos das folhas e sementes de neem também funcionam como repelente natural no uso doméstico, a exemplo da citronela, auxiliando no combate à malária, dengue, podendo também afetar o desenvolvimento do protozoário Trypanosoma cruzi, parasita vetor da doença de chagas.

Indústria de cosméticos

Os benefícios do neem na cosmética vem através de seu óleo, que pode ser utilizado principalmente para a fabricação de sabão, xampu, óleo para os cabelos, tônico capilar e óleo fortalecedor para as unhas. Leia mais na matéria: "Óleo de neem: para que serve e como usar".

Agropecuária

A pasta de neem tem sido empregada, na Índia, nas culturas de arroz e cana-de-açúcar desde 1930, visando o combate à Diatraea saccharalis, considerada uma das principais pragas da cana-de-açúcar e contra o cupim. O neem e seus derivados chegam a afetar mais de 400 espécies de insetos pertencentes às ordens Coleoptera, Deptera, Heteroptera, Homoptera, Hymenoptera, Lepidoptera, Orthoptera, Thysanoptera, Neuroptera, alguns aracnídeos e alguns fungos. Popularmente pode-se dizer que o uso do neem atua contra pernilongo, piolho, pulga e carrapatos. A torta (confira o significado mais abaixo) do neem tem uso variado, como fertilizantes, pesticidas naturais e na produção da ração animal - ela tem função vermífuga.

Benefícios sociais

Por sua alta resistência, a árvore de neem se adapta facilmente a diversas situações. Ela produz muitos frutos e suas folhas são vastamente utilizadas para extração de compostos e aplicáveis a diversos setores, como o farmacêutico, industrial e químico. Em razão de suas várias possibilidades de uso, destaca-se a relevância da árvore neem na zona rural também na geração de emprego e renda ao pequeno agricultor, além dos diversos benefícios descritos.

Química: o motivo de tantos benefícios

Após algumas pesquisas iniciais, em 1963 um cientista indiano examinou a fundo a química dos princípios ativos do neem e descobriu, por meio de uma pesquisa com gafanhotos, um agente inibidor do impulso de ingerir alimentos. Desde então, as pesquisas acerca desse tema se intensificaram. Vários compostos foram isolados e caracterizados - a maioria deles de biogenética semelhante aos liminóides (azadiractina, meliantriol, salanin etc), princípios amargos encontrados também em outras espécies botânicas. De acordo com os dados divulgados pela organização Neem Foundation, as folhas novas da árvore de neem possuem propriedades curativas para feridas e sarna, pois produzem flavonoides, que contêm propriedades antibacterianas e antifúngicas, e nimbosterol. Os liminóides, aponta a mesma organização, afetam a fecundidade em moscas domésticas e podem causar desordem hormonal nos insetos. Veja, a seguir, as principais propriedades químicas das partes do neem:

Folhas

Possuem muitos componentes, incluindo proteínas (7,1%), hidratos de carbono (22,9%), minerais, cálcio, fósforo, vitamina C, caroteno e aminoácidos, como o ácido glutâmico, tirosina, alanina, ácido aspártico, glutamina, cistina e também ácidos graxos.

Flores

Contêm nimbosterol e flavonóides e também produzem material ceroso e ácidos graxos, como beênico (0,7%), araquídico (0,7%), esteárico (8,2%), palmítico(13,6%), oleico (6,5%) e linoleico (8,0%).
Pólen

Contém vários aminoácidos, como o ácido glutâmico, tirosina, arginina, metionina, fenilalanina, isoleucina e ácido aminocapróico.
Casca

Contém taninos - polifenóis que protegem as plantas de ataques de animais herbívoros ou de micro-organismos patogênicos - (12-16%) e não-tanino (8-11%) e também polissacarídeos anti-inflamatório - este é constituído por glicose, frutose e arabinose. Produz ainda um polissacarídeo antitumoral e vários polissacarídeos. O cerne da casca de neem contém cálcio, potássio e sais de ferro.

Madeira

Contém celulose, hemicelulose (14%) e lenhina (14,63%).
Seiva

Contém açúcares livres (glucose, frutose, manose e xilose), aminoácidos (alanina, ácido aminobutírico, arginina, asparagina, ácido aspártico, glicina, norvalina, pralina, etc) e ácidos orgânicos (ácido cítrico, malônico, succínico e fumárico). A seiva do neem também é útil no tratamento de fraqueza e de doenças de pele.
Semente

Possuem elevado teor de lipídios e um grande número de princípios amargos em quantidades consideráveis. O principal elemento descoberto até agora nas sementes de neem é a azadiractina, que é um princípio amargo e mostrou, em estudos, eficácia no combate a 200 espécies de insetos.
Torta

Material restante após a extração do óleo do miolo das sementes de neem, a torta é usada como adubo orgânico e contém muitos nutrientes para as plantas, como nitrogênio (2-3%), fósforo (1%) e potássio (1,4%). Apresenta também ácido tânico (1-1,5%) e tem o maior teor de enxofre, de 1,07-1,36% a mais, que as tortas do petróleo.

A educação a respeito dos efeitos terapêuticos e benefícios do neemainda se mostra incipiente. Mas agora que você já conhece a planta e sabe para que serve, que tal adotar o uso de produtos derivados da espécie, como sabonetes, óleos essenciais, repelentes ou extratos? Espalhe essa ideia e pratique o consumo consciente ao reduzir o uso de químicos sintéticos nocivos, seus impactos sobre a saúde e o meio ambiente.

ATENÇÃO:

Produtos com Neem
aqui

ALERTA: aqui

Ambientalistas alertam contra cultivo do nim 


FONTE

Cará



O cará, de nome científico Dioscorea alata L., é um tubérculo de origem africana, mais especificamente das ilhas de Cabo Verde e São Tomé, sendo bastante confundido com o inhame. O tubérculo foi trazido ao Brasil pelos escravos africanos, se adaptou muito bem ao clima do nosso país e foi classificado pela primeira vez nos escritos do padre José de Anchieta. O cará se apresenta de tamanhos e formatos diferentes, atingindo de 500 gramas a 3 quilos e o seu período de safra vai de março a agosto.

Propriedades e benefícios

O cará é um alimento rico em carboidratos, sendo um alimento altamente energético. Contém uma grande quantidade de vitaminas do Complexo B – B1 (Tiamina), B2 (Riboflavina), B5 (Niacina), B6 (Piridoxina)- e é rico em fibras solúveis. Os nutrientes encontrados no cará fortificam os nervos; estimulam o apetite e o crescimento; e auxilia no processo digestivo.

Na hora de comprar

Ao realizar a compra do cará, escolha aqueles que estiverem firmes, sem partes mofadas ou amolecidas e evite aqueles que estão murchos ou brotados. Se existirem pequenas lesões na casca, estas podem ser retiradas durante o descascamento, sem prejudicar a qualidade interna do alimento.

Dicas de conservação

O cará permanece bem conservado por mais de 15 dias sem necessidade de refrigeração, desde que mantidos em locais secos, escuros, frescos e arejados. Não é recomendado manter o alimento por muito tempo na geladeira, já que o sabor é alterado e a brotação acelera, além de absorver a umidade e amolecer.

Como consumir?

O cará é sempre consumido na forma cozida, após a retirada da casca. Por ter praticamente a mesma textura da batata-inglesa, pode substituí-la em vários pratos como sopas, caldos, purês e refogados. Alguns dos temperos que combinam com o tubérculo são os seguintes: alho, limão, sal, cebola, açafrão, orégano, folhas de louro e pimenta a gosto. O alimento também pode ser usado na forma de pão, bolo, creme, biscoito, pirão, panquecas e tortas. Uma sugestão de consumo, para o café da manhã ou lanche, é a seguinte: basta cozinhar o cará na água e sal, escorrer e, ainda quente, passar margarina ou manteiga sobre as rodelas.


FONTE

https://www.remedio-caseiro.com/beneficios-do-cara-para-o-organismo/

terça-feira, 3 de junho de 2014

Chá de Salsinha para emagrecer e reduzir o inchaço


A salsa melhora a digestão, diminui a retenção de líquido e, por esses motivos, é considerada uma grande aliada no processo de emagrecimento. Emagrecer de forma saudável é o sonho de qualquer pessoa que está numa luta constante contra a balança. Uma dieta equilibrada somada a uma série de exercícios físicos e um bom chá de salsinha parece ser o segredo para tornar essa utopia em realidade. Com as propriedades e os benefícios deste tempero, é possível conseguir uma perda de peso rápida, manter o corpo saudável, se livrar de certas doenças e toxinas que causam mal aos órgãos, e ainda combater a celulite, um problema de beleza muito conhecido e temido por várias mulheres.

As ações do chá de salsinha

A salsinha é muito utilizada nas cozinhas, mas pouca gente sabe as propriedades e os benefícios que ela pode trazer para a saúde humana. Por conter um alto teor de vitamina C, esse tempero auxilia o corpo a evitar algumas doenças, como resfriados. Isso acontece devido a ação fortificante que essa substância tem em relação ao sistema imunológico.

Outras atuações da salsinha estão ligadas ao bom funcionamento e fortalecimento do coração, e o controle da pressão arterial, graças ao ácido fólico presente em sua composição. Rico em ferro, também combate anemias e a fadiga. Já por conter vitamina A, é fundamental para a saúde dos olhos.

Foto: Reprodução/ internet

É considerada anti-inflamatória, por essa razão, consegue eliminar as inflamações das células e consequentemente as celulites. Conhecida também como diurética, a salsinha faz um faxina geral em alguns órgãos, como rins e fígado. Desta forma, ajudam o corpo a excretar substâncias nocivas para a manutenção da saúde.

Além disso, melhora a digestão, diminui a retenção de líquido e, por esses motivos, é considerada uma grande aliada no processo de emagrecimento. A salsa ainda ajuda a tratar dores digestivas, azias e cólicas menstruais. É indicada também para servir como tratamento para gota, artrite e artrose. Casos de mau hálito são resolvidos com o uso do chá feito com a salsinha.

Esse tempero é um poderoso diurético, que ajuda a reduzir o inchaço e diminuir a barriga. A nutricionista Vivian Goldberger desvendou os benefícios da salsinha e montou um cardápio com chá para emagrecer rápido.

Um chá, vários benefícios

1. Hidrata e fortifica. Rico em vitaminas C, B12, K e A, ele aumenta a resistência do sistema imunólogico e evita resfriados. Também ajuda a controlar a pressão arterial, já que contém ácido fólico, responsável por manter o coração forte. A vitamina C e o ferro evitam a anemia e a fadiga.

2. Ação anti-inflamatória e melhora da digestão. A salsinha tem propriedades anti-inflamatórias e age direto na inflamação das células, o que causa a celulite. Por isso, após um mês consumindo o chá, você já consegue perceber uma diminuição dos furinhos e do efeito casca de laranja.

3. Evita mau hálito. O cheirinho ruim que às vezes aparece na boca de quem está de dieta é eliminado com o chá de salsa. Isso porque ele tem uma grande concentração de clorofila, que inibe a produção de bactérias do mau hálito.

4. Faz uma faxina geral no organismo. Por ser um ótimo diurético, melhora o funcionamento dos rins e também do fígado e os ajuda a expulsar toxinas, deixando os órgãos mais limpos e menos sobrecarregados. E mais: esse temperinho combate as doenças cardiovasculares, pois elimina as gorduras por meio da urina.


Como fazer o chá

Para ter o efeito desejado na dieta, a recomendação da nutricionista é consumir quatro copos de chá de salsa (de 250 ml cada um) por dia. Um deles sempre deve ser em jejum: isso ajuda a estimular os rins e eliminar líquidos logo pela manhã. Os outros podem ser consumidos ao longo do dia. Para amenizar o sabor, a dica é adicionar gotas de limão ou adicionar algumas gotas de adoçante.

Ingredientes:
· 5 ramos de salsa
· 1 litro de água

Modo de preparo:
lave a salsinha e retire 5 raminhos. Coloque 1 litro de água em uma chaleira ou panela, adicione a salsa e deixe ferver por 5 minutos. Retire as folhas da salsa do líquido usando uma peneira e está pronto.


Cardápios com o chá de salsinha:

Opção 1

Em jejum
250 ml de chá de salsa

Café da manhã
1 torrada integral com 1 fatia de queijo branco + 1 xíc. (chá) de leite desnatado com café + 1 fruta

Lanche da manhã
250 ml de chá de salsa

Almoço
1 prato (sobremesa) de alface com 2 unidades de tomate-cereja e ½ chuchu cozido temperado com azeite de oliva e uma pitada de sal + 2 col. (sopa) de arroz integral + 1 col. (sopa) de lentilha + 1 bife de fígado médio grelhado + 250 ml de chá de salsa

Lanche da tarde
1 barrinha de cereal light

Jantar
1 prato de sopa de legumes com 1 punhado de croûtons + 100 ml de suco natural

Ceia
250 ml de chá de salsa

Opção 2

Em jejum
250 ml de chá de salsa

Café da manhã
2 biscoitos sem recheio + 1 xíc. (chá) de leite desnatado com achocolatado light + 1 fruta

Lanche da manhã
250 ml de chá de salsa

Almoço
1 prato (sobremesa) de alface com ½ pepino + 1 prato (sobremesa) de macarrão cozido ao sugo com abobrinha e berinjela + 250 ml de chá de salsa

Lanche da tarde
1 punhado de soja tostada

Jantar
1 pão árabe com 1 col. (sopa) de molho de tomate, 1 col. (sopa) de ricota e 2 col. (sopa) de atum + 1 copo de água de coco

Ceia
250 ml de chá de salsa

Opção 3

Em jejum
250 ml de chá de salsa

Café da manhã
1 fatia de pão integral com 1 col. (sobremesa) de requeijão light + 200 ml de suco de laranja sem coar

Lanche da manhã
250 ml de chá de salsa

Almoço
1 pires de brócolis refogado com alho e azeite + 2 col. (sopa) de arroz integral + 1 filé médio de pescada grelhado + 250 ml de chá de salsa

Lanche da tarde
1 pote de iogurte de frutas diet

Jantar
1 batata grande assada e recheada com 1 col. (sopa) de seleta de legumes e 1 col. (sobremesa) de requeijão light + 100 ml de chá gelado de caixinha light

Ceia
250 ml de chá de salsa


FONTE

http://mdemulher.abril.com.br/dieta/cha-de-salsinha-diminui-o-inchaco-e-emagrece-ate-5-kg-em-1-mes/