sábado, 16 de abril de 2016

Coco



Coco é o nome do fruto da palmeira. Existem muitos tipos de palmeiras e, portanto, diversos tipos de cocos, entre eles, os mais conhecidos, a carnaúba, o babaçu, o dendê, a tâmara e o coco-da-baía, o fruto do coqueiro.

Origem controversa

O coqueiro (Cocos nucifera L.), é um membro da Família Arecaceae (família das palmeiras). É a única espécie classificada no gênero Cocos e a palmeira de maior importância econômica. Sua origem é controversa. Enquanto uns afirmam que é originário da Costa Ocidental da América Central e dali disseminou-se pelo Sudeste asiático, outros afirmam que é nativa da Indonésia, da Nova Zelândia ou da Índia. Existe uma teoria de que o coqueiro espalhou-se pelo mundo através das correntes marítimas que levaram os frutos mar afora e estes chegaram às praias, inclusive por aqui, na região litorânea entre a Bahia e o Rio Grande do Norte, onde, até hoje, existem em profusão.

Mas, o mais certo, é que, no Brasil, tenha sido introduzido em 1553, procedente da Ilha de Cabo Verde que, por sua vez, recebeu-os originários da Índia. Da região do Recôncavo Baiano, espalhou-se por toda a costa brasileira, levado, provavelmente, por dispersão natural, através das correntes marítimas.

Na "terra brasilis", o coqueiro não revelou, imediatamente, ao indígena que habitava aquela área, todas as suas potencialidades alimentares. Segundo Câmara Cascudo, pouco mais de 50 anos após sua introdução no País, frei Vicente do Salvador já observava que, por aqui, cultivavam-se em quantidade as grandes palmeiras que dão o coco, mas acrescentava também, que o habitante da terra apenas aproveitava a água e a fina polpa, nutritivas e refrescantes de seu fruto verde, desconhecendo o uso do fruto seco.

Ainda segundo o autor, foi apenas com a chegada dos escravos africanos, especialmente aqueles originários de Moçambique - onde a extração e o aproveitamento do leite de coco já eram práticas comuns, herdadas da longínqua Índia - que iniciou-se a perfeita alquimia que culminou com a criação dos deliciosos e únicos pratos da original culinária afro-brasileira.

O termo "coco" foi criado pelos portugueses no território asiático de Malabar, na viagem de Vasco da Gama à Índia (1497-1498), a partir da associação da aparência do fruto, visto da extremidade, em que o endocarpo e os poros de germinação assemelham-se à face de um "coco" (monstro imaginário com que se assusta as crianças; papão; ogro). Do português, o termo passou ao espanhol, francês e inglês "coco", ao italiano "cocco", ao alemão "Kokos" e aos compostos inglês "coconut" e alemão "Kokosnuss".

Planta Tropical

Sendo por excelência uma planta de clima tropical, encontrou ao longo da costa litorânea da região Nordeste um "habitat" adequado para o seu pleno desenvolvimento. Mas pode também ser cultivado em outras regiões distantes do mar. Gosta de clima quente e úmido. Para o bom desenvolvimento da planta não pode ocorrer falta de água, necessitando cerca de 2000 mm de chuvas bem distribuídas durante o ano. A temperatura média anual não deve ser inferior a 22 graus C, fator muito importante para a floração do coqueiro. Além disso, a planta não tolera ventos fortes e frios e necessita boa insolação. Quanto ao solo, deve ser leve, profundo, permeável e arejado. O pH ideal situa-se na faixa de 6,0 a 6,5. A propagação do coqueiro se dá por meio de sementes que devem ser obtidas de plantas produtivas, de estipe reto e vigoroso; boa distribuição de copa e grande número de folhas e, é claro, livre de pragas e doenças. Os frutos escolhidos devem apresentar tamanho médio, formato arredondado e estarem perfeitamente maduros (11 a 12 meses de idade).

Características do Coqueiro

Planta arbórea perene, o coqueiro tem grande longevidade, podendo viver além dos 150 anos. Palmeira de raiz fasciculada (vai a 1,8m para lados e até 0,6m para baixo), tem um caule indiviso (único) liso, chamado de estipe ou espique, que pode atingir até 30 m de altura e 30 a 50 cm de diâmetro (coqueiro gigante). Há, porém, variedades anãs que não ultrapassam 2 ou 3 metros. As folhas, em tufo de 30/35 unidades, localizam-se na extremidade superior da árvore. São bem verdes, pinadas e arqueadas, largas e compridas - de 3 a 6 metros de comprimento, podendo chegar a ter quase 1 metro de largura (duram de 1 a 2 anos). O coqueiro é uma planta monóica (órgãos masculinos e femininos na mesma planta), produzindo flores unissexuadas em uma inflorescência ramificada em forma de cacho com pequenas e numerosas flores femininas globosas (normalmente, de 12 a 15 inflorescência por ano em intervalos de 24 a 30 dias). Seu fruto é o coco, popularmente conhecido como coco-da-baía.

As variedades de coqueiro

Gigante - também chamado de típico, é predominante, tem grande altura, polinização cruzada, fruto verde, cocos destinados à industrialização. Dos 6 aos 9 anos de idade o coqueiro inicia a produção de frutos, que se estabiliza quando chega aos 12 anos, alcançando uma média de 70 cocos por pé ao ano. Esta é a variedade mais comum em todo o Nordeste brasileiro, região responsável por cerca de 85% da produção nacional e mais de 90% da área plantada, ocupando principalmente os Estados de Alagoas, Sergipe e Bahia.

Anão - representado por tipos com frutos verdes, vermelhos e amarelos, tem auto fecundação e frutos destinados ao consumo da água-de-coco. Não alcança mais do que 10 metros de altura, o que facilita bastante a coleta dos frutos. É mais precoce do que a variedade gigante, iniciando sua frutificação no segundo ano após o plantio, também apresentando maior produtividade, cerca de 200 frutos por pé ao ano. Em compensação, vive apenas 20 anos, ou seja, bem menos tempo do que o centenário coqueiro comum. No Brasil, a variedade anã foi introduzida pelos doutores: Artur Neiva e Miguel Calmon em 1925, quando retornavam de uma viagem ao Oriente estimulados pela precocidade na produção e facilidade de colheita dos frutos.

Híbrido - proveniente do cruzamento natural ou artificial gigante x anão.

O Coco

Botanicamente falando, um coco é um fruto seco simples classificado como drupa fibrosa (não uma noz). A casca tem uma superfície relativamente fina e lisa (exocarpo ou epicarpo - 1) por baixo da qual vem uma espessa capa fibrosa com aproximadamente 5 cm de espessura dependendo da variedade (mesocarpo - 2) ), que envolve um "caroço" interno muito duro (endocarpo lenhoso - 3), popularmente chamado de casquilho ou quenga.

Antes de amadurecer, os frutos estão quase que completamente cheios de líquido esbranquiçado (albume) - a água de coco. A medida que o coco amadurece, a água vai diminuindo e espessando a parte carnosa branca (endosperma sólido), que de início assemelha-se a uma geléia mas que ,quando os frutos estão completamente maduros, chega a 1 cm ou mais. 

Para a germinação do fruto é necessário pequena quantidade de água de coco: um coco seco não germina.

Fases de Amadurecimento

Na primeira fase de amadurecimento do coco, (4 a 5 meses), ocorre o desenvolvimento da amêndoa, da casca, casquilho e a água de coco que enche totalmente seu interior. Na segunda fase (de 6 a 8 meses), a casca e o casquilho se endurecem e engrossam. Na terceira fase, o endosperma (polpa) se desenvolve e amadurece. Em geral, quando o fruto tem uns 160 dias, alcança seu tamanho máximo e começa a formar a amêndoa. Quando tem 220 dias, começa a madurecer o casquilho. O endosperma sólido, está completamente formado em torno de 300 dias e em 12 meses, o casquilho, está completamente maduro, juntamente com o fruto. A casca, que se forma ao mesmo tempo que o embrião, em seu período inicial é tenra e logo se enrijece e escurece. O fruto chega a alcançar o peso médio de 3 a 4 Kg.

A Polpa

A massa albuminosa do coco, a polpa, é rica em proteína e vitaminas e pode ser consumida crua, em seu estado natural, ou processada como gordura vegetal, coco ralado e leite de coco, obtido através da prensagem da polpa ralada. Em todas as suas formas, tem vasta utilização culinária e está presente em pratos salgados e doces da cozinha de muitos países, do Oriente ao Ocidente, como Índia, Indonésia e todo o Sudeste asiático; praticamente toda a África e Brasil, principalmente na culinária baiana.

A água é saborosa, hidratante e considerada um isotônico natural por ser rica em sais minerais. A presença do sódio e potássio em sua composição possibilita a recuperação destes minerais perdidos através da urina e, sobretudo, do suor. Sua composição é semelhante a do soro fisiológico, o que a torna eficiente para hidratar a pele, reduzir o colesterol, combater a desidratação, enjoos e também a retenção de líquidos no organismo.

Propriedades Nutricionais

Alimento completo, o coco é excelente substituto da carne, do queijo, do ovo e do leite, aos quais é superior. É rico em proteínas, gorduras, calorias, sais, hidratos de carbono e vitaminas A, B1, B2, B5 e C.

Propriedades Medicinais

A água de coco tem várias aplicações na terapêutica caseira. A água e o leite de coco são apropriados nos casos de rugas da pele. Prestam-se também como calmantes, diuréticos, anti-térmico, estimulante do apetite, depurativos do sangue, etc.

O coco verde possui as mesmas propriedades do leite materno, segundo experiências realizadas nos Estados Unidos. No Havaí, as mães costumam alimentar os bebês com leite de coco. Uma colherada de coco pela manhã, é excelente remédio contra vermes intestinais. E a polpa age como adstringente nas hemorroidas.

Árvore da Vida

Considerado mundialmente como a "árvore da vida" por seus múltiplos usos e finalidades, o coqueiro é uma rica fonte de alimento e de energia utilizado na habitação, na movelaria, nas indústrias de cosméticos, de margarinas, de sabões e de fibras, e no artesanato. No coqueiro, praticamente tudo é utilizado: raiz, estipe, inflorescência, folhas, palmito e principalmente o fruto que, mediante uma transformação geralmente simples, gera diversos subprodutos ou derivados

Variedade de Usos

O casquilho é utilizado para a produção de carvão, carvão para gasogênio, carvão desodorizante e carvão ativado. O coque metalúrgico, pelo seu alto valor calorífico e baixo teor de cinzas, viabiliza seu uso na ourivesaria, metalurgia e indústria artesanal, em substituição ao carvão mineral.

No processamento industrial, seja para extração de óleo de coco, ou seja para a produção de leite de coco, obtém-se um resíduo de grande importância na alimentação animal - a torta de coco - que pode ser ministrado ao rebanho como fonte de proteínas e energia. Outro subproduto, geralmente desperdiçado pela indústria, é a água do coco seco, que poderia ser utilizada para fornecer açúcares e sais minerais, principalmente potássio. Segundo R. Child, cada litro de água de coco maduro contém, aproximadamente, 20g de extrato seco de sais minerais

Da casca do coco são extraídas fibras de diferentes comprimentos que servem na fabricação de uma diversidade riquíssima de artigos como vestuário, tapetes, sacaria, almofadas, colchões, acolchoados para a indústria automobilística, escovas, pincéis, capachos, passadeiras, tapetes, cordas marítimas, cortiça isolante, cama de animais. Os resíduos de matéria vegetal resultante da extração das fibras das cascas possuem, geralmente, uma grande umidade que, após uma secagem natural e queima podem retornar ao coqueiral em forma de cinzas que contêm, segundo Y. Frémond (1969), 30% em K2O (óxido de potássio). Caso as cascas não sejam queimadas, pode o produtor incorporá-las ao solo como adubo orgânico fornecendo nesse caso, 3,5% em K2O.

Um dos produtos derivados do coco de grande comercialização no mundo inteiro é a copra ou amêndoa do coco, pela facilidade e economia de transporte para países interessados nessa matéria prima. É obtida partindo-se o coco maduro em 3 partes, que são postas a secar. A seguir, retira-se, em fragmentos, a polpa branca, continuando a secagem. Do produto assim obtido, a copra, de odor desagradável, usada, principalmente, para a extração do óleo de coco, empregado como alimento há milhares de anos

Também é empregado como combustível, matéria-prima na fabricação de borracha sintética, margarina, cosméticos, fluidos para freios hidráulicos de aviões, resinas sintéticas, inseticidas e germicidas, agente plastificador de vidros de segurança, adesivo no processamento de lubrificantes, na fabricação de glicerina e, principalmente, nas indústrias de sabões e detergentes que preferem o óleo de copra (polpa seca do coco) pelas suas características próprias como espumante, bactericida, germicida, e, principalmente, por ser biodegradável, portanto, não poluidor do meio ambiente, como acontece com outros tipos de detergentes e saponáceos.

A produção mundial de copra de coco está concentrada em 3 países asiáticos: Filipinas, Indonésia e Índia, que produzem 76%, levando o continente a responder por 85% da produção mundial de copra.

Nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos que ainda dispõem de outras matérias primas para obter óleos comestíveis (soja, algodão, girassol), o óleo de coco é altamente utilizado na fabricação de álcool graças ao teor de ácidos láuricos e ácidos saturados de menor peso molecular. Ele serve, especialmente, na fabricação de detergentes, como os sulfatos de álcool não poluentes, devidos às suas propriedades biodegradáveis. A indústria de plásticos utiliza-se também dos álcoois derivados do óleo de coco.

A inflorescência do coqueiro serve de fonte alternativa para a produção de açúcar, já que, a seiva da inflorescência "Toddy", em estado fresco (não fermentado), contém de 12 a 15% de sacarose, similar ao teor de caldo de cana-de-açúcar usado na preparação do açúcar. Considerando-se, segundo estudos de Frémond, que a colheita gera por planta, aproximadamente, 227 litros de seiva, ou seja, 36 Kg de açúcar nos oito meses de colheita por ano. A quantidade possível de açúcar produzida por hectare vai depender, naturalmente, do espaçamento adotado na plantação.

A seiva que exsuda dos pedúnculos cortados é adocicada e pode ser tomada ao natural, como refresco, ou se deixa fermentar para a fabricação de uma bebida alcoólica, o arrak. Com a seiva, pode-se fazer também o vinagre de palma, além do açúcar, como foi anteriormente mencionado.

Importância econômica

O coqueiro é cultivado em aproximadamente 11,6 milhões de hectares em 86 países localizados na zona intertropical do globo terrestre, Cerca de 96% da produção mundial é proveniente de pequenos agricultores, com áreas de 0,2 a 4 hectares, sendo 70% dessa produção consumida internamente nesses países, constituindo-se na principal fonte de gorduras e proteína. A sua importância, na grande maioria dos países, se deve ao seu papel na produção de óleo, como geradora de divisas e como cultura de subsistência para os pequenos agricultores, fornecendo alimentos, bebidas, combustíveis, ração para animais e abrigo. O coqueiro tem um papel muito importante na sustentabilidade de ecossistemas frágeis.

Os maiores produtores mundiais de coco são as Filipinas, Indonésia, Índia, Sri Lanka e Tailândia. México, Brasil e Venezuela lideram a produção latino-americana. Quase todos os países da América Central cultivam o fruto.

No Brasil

A introdução do coqueiro no Brasil e sua adaptação aos solos arenosos da costa brasileira, permitiram o surgimento de uma classe produtora, ocupando um ecossistema com poucas possibilidades de outras explorações comerciais, cuja cadeia produtiva é muito diversificada e de grande significado social. A cultura do coqueiro está disseminada numa área de 247 mil hectares com uma produção aproximada de 1,1 bilhões de frutos, concentrada no Nordeste do Brasil.

Antes restrita à região Nordeste brasileira, a cultura do coqueiro, nos últimos anos vem se expandindo muito nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e até mesmo Sul, principalmente, do coqueiro anão. Esta expansão se dá não só no litoral, mas também no interior dos Estados; este fato deve-se principalmente ao grande aumento da procura e do consumo da água de coco verde, ou seja, "in natura", comercializada em maior parte na região litorânea e nos grandes centros.

Curiosidade

Em algumas partes do mundo, macacos treinados são usados na colheita do coco. Escolas de treinamentos para macacos ainda existem no sul da Tailândia. Todos os anos são realizadas competições para identificar o mais rápido colhedor.
 
Aqueles fiozinhos que revestem o fruto prometem tratar dores e inflamações em geral. Pesquisadores brasileiros investigam as propriedades terapêuticas dessa fruta.

Há algum tempo, fibra de coco só servia pra fabricar corda, vaso e tapete. Mas isso virou passado. Cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Instituto Vital Brazil, em Niterói (RJ), começaram a estudar o poder terapêutico do material. Em avaliações iniciais, eles descobriram que o produto, graças à sua ação anti-inflamatória, aplacou dores em cobaias.

E isso abriu as portas para testar a casca do coco como um fitoterápico. “O composto tem potencial, mas é preciso fazer pesquisas em seres humanos a fim de comprovar os resultados”, comenta a nutricionista Vanderli Marchiori, presidente da Associação Paulista de Fitoterapia. Agora os extratos da fibra estão em fase de padronização e a ideia é que já, já comecem os experimentos em gente como a gente.

Do coco tudo se aproveita

1. Fibra da casca

Análises recentes começam a destrinchar seu papel anti-inflamatório. Promessa de fitoterápico para os próximos anos.

2. Polpa

Tem muitas fibras e uma gordura um tanto saudável. Pode incrementar diversas receitas.

3. Óleo

Ele não faz milagres e não parece ser um grande emagrecedor. Mas pode compor alguns pratos doces.

4. Água

Hidrata e repõe uma série de sais minerais, como o potássio. É uma boa após a prática de atividade física.

FONTE

http://saude.abril.com.br/alimentacao/anti-inflamatorio-na-casca-do-coco/

terça-feira, 1 de março de 2016

Sinais de intolerância ao glúten que todos ignoram!


Saiba que a grande maioria das pessoas que têm uma intolerância ao glúten, são pessoas a quem ainda não lhe foi diagnosticada, será que você é um deles? Nem sempre o diagnóstico é de reconhecendo fácil, visto que a sensibilidade ao glúten tem sintomas que podem se sobrepor a outros problemas de saúde tornando-se difícil distinguir.

É importante você saber que muitos destes sintomas podem se manifestar logo após as suas refeições e podem desaparecer rapidamente. Em outros casos, os sintomas podem ficar por algumas semanas ou tornaram-se crônicos.

Confira aqui uma lista de 7 sintomas que pode ajudar a diagnosticar uma sensibilidade ao glúten: 
  1. Tonturas ou Vertigens: Se sentir falta de equilíbrio pode ser um sinal de intolerância ao glúten. 
  2. Doenças auto-imunes: Certamente não em todos os casos, mas alguns casos com problemas de tiroidite de Hashimoto, artrite reumatóide, colite ulcerativa, lúpus, escleroderma, esclerose múltipla, psoríase, são doenças onde a taxa intolerância ao glúten é bem alta.
  3. Fadiga Crônica: Se sentir uma fadiga quase constante, confusão mental, e sensação de cansaço, especialmente após as refeições consulte um médico, poderá ser apenas uma intolerância ao glúten. 
  4. Queratose pilar: também conhecido como “pele de galinha” que se manifesta normalmente nas costas dos braços e coxa é o resultado de deficiência de ácidos graxos causados ​​pelo glúten.
  5. Fibromialgia: Algumas pessoas diagnosticadas com fibromialgia e fadigas crônicas realmente têm intolerância ao glúten, mas não percebem isso. Se você foi diagnosticado, considere o glúten como a causa potencial.
  6. Dores de cabeça persistentes: Enxaquecas e dores de cabeça persistentes é outro sinal potencial da sua intolerância ao glúten. Eles também podem ser sinais de desidratação e outras desordens.
  7. Problemas digestivos crônicos: gases, diarreia, inchaço e que persiste aparentemente sem causa é um dos sinais mais evidentes. A obstipação é um sinal comum de intolerância ao glúten em crianças. 
fonte:

http://dicass.org/?p=13300

sábado, 23 de janeiro de 2016

Deficiência de vitamina B12: Uma epidemia silenciosa, com graves consequências


O que todas estas doenças têm em comum? A doença de Alzheimer, demência, declínio cognitivo e perda de memória (coletivamente referidos como “envelhecimento”). A esclerose múltipla (EM) e outras desordens neurológicas. Doença mental (depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose). Doença cardiovascular. Transtornos do aprendizado ou do desenvolvimento em crianças. Desordem do espectro autista. Doença auto-imune e desregulação imune. Câncer. Infertilidade masculina e feminina. Resposta: elas podem imitar todos os sinais e sintomas de uma deficiência de vitamina B12.

A deficiência de vitamina B12 não é uma doença estranha, misteriosa. Pode-se ler sobre ela em cada livro de medicina e as suas causas e efeitos são bem estabelecidos na literatura científica. No entanto, a deficiência de B12 é muito mais comum do que a maioria dos profissionais de saúde e o público em geral percebem. Dados do Tufts University Framingham Offspring Study sugerem que 40 por cento das pessoas com idades entre 26 e 83 anos possuem níveis plasmáticos de vitamina B12 na faixa normal baixa – uma faixa em que muitas pessoas experimentam sintomas neurológicos. Nove por cento tinham uma deficiência clara, e 16 por cento estava “perto da deficiência“.

O MAIS SURPREENDENTE PARA OS PESQUISADORES FOI O FATO DE QUE OS BAIXOS NÍVEIS DE VITAMINA B12 ERAM TÃO COMUNS EM PESSOAS MAIS JOVENS COMO ERAM NOS IDOSOS.

Dito isto, estimou-se que a deficiência de B12 afete cerca de 40% das pessoas com mais de 60 anos de idade. É inteiramente possível que pelo menos alguns dos sintomas que atribuem ao envelhecimento “normal” – tais como perda de memória, declínio cognitivo, diminuição da mobilidade, etc. – sejam, pelo menos, em parte causados pela deficiência de B12.

Porque a deficiência de vitamina B12 é tão sub-diagnosticada?

A deficiência de vitamina B12 é muitas vezes perdida por duas razões. Em primeiro lugar, não é rotineiramente testada pela maioria dos médicos. Em segundo lugar, a extremidade inferior da faixa de referência de laboratório é demasiadamente baixa. É por isso que a maioria dos estudos subestimam os verdadeiros níveis de deficiência. Muitas pessoas com deficiência de vitamina B12 têm os chamados níveis “normais” de B12.

No entanto, é bem estabelecido na literatura científica que as pessoas com níveis de B12 entre 200 pg / ml e 350 pg / mL – níveis considerados “normais” – têm claros sintomas de deficiência de B12. Alguns especialistas em diagnóstico e tratamento da deficiência de B12, sugerem o tratamento de todos os pacientes que sejam sintomáticos e apresentem níveis de vitamina B12 inferior a 450 pg / mL. Eles também recomendam o tratamento de pacientes com B12 normal, mas com nível elevado de ácido metilmalonico urinário (MMA), homocisteína e / ou holotranscobalamina (outros marcadores de deficiência de B12).

No Japão e na Europa, o limite inferior para B12 é entre 500-550 pg / mL, o nível associado com manifestações psicológicas e comportamentais, tais como declínio cognitivo, demência e perda de memória. Alguns especialistas têm especulado que, no Japão, a aceitação de níveis normais mais elevados e a disposição de tratar os níveis que são considerados “normais” nos EUA, explicam as baixas taxas de doença de Alzheimer e demência naquele país.

O que é a vitamina B12 e por que você precisa dela?

A vitamina B12 trabalha em conjunto com o folato na síntese de DNA e das células vermelhas do sangue. Também está envolvida na produção da bainha de mielina em torno dos nervos, e na condução de impulsos nervosos. Você pode pensar no cérebro e no sistema nervoso como um grande emaranhado de fios. A mielina é o isolamento que protege os fios e os ajuda a conduzir as mensagens.

A deficiência grave de B12 em condições como anemia perniciosa (uma condição auto-imune em que o corpo destrói o fator intrínseco, uma proteína necessária para a absorção de B12) costumava ser fatal até que os cientistas descobriram que a morte poderia ser evitada pela alimentação de pacientes com fígado cru (que contém quantidades elevadas de vitamina B12). Mas anemia é a fase final da deficiência de B12. Muito antes da anemia surgir, a deficiência de vitamina B12 provoca vários outros problemas, incluindo fadiga, letargia, fraqueza, perda de memória e problemas neurológicos e psiquiátricos.

A deficiência de vitamina B12 ocorre em quatro fases, começando com a diminuição dos níveis sanguíneos de vitamina (fase I), progredindo para baixas concentrações celulares da vitamina (fase II), um aumento do nível de homocisteína no sangue e uma diminuição da taxa de síntese de DNA (fase III) e, finalmente, a anemia macrocítica (fase IV).
Porque a deficiência de vitamina B12 é tão comum?

A absorção de vitamina B12 é complexa e envolve várias etapas – cada uma das quais pode dar errado. Causas de má absorção de B12 incluem:

disbiose intestinal
intestino permeável e / ou inflamação do intestino
gastrites atróficas ou hipocloridria (baixa acidez estomacal)
anemia perniciosa (condição auto-imune)
medicamentos (especialmente IBP [inibidores da bomba de prótons]e outras drogas de supressão de ácido)
álcool
exposição a óxido nitroso (durante uma cirurgia ou a utilização recreativa)

Isso explica por que a deficiência de B12 pode ocorrer mesmo em pessoas que comem grandes quantidades de B12 contendo produtos de origem animal. Na verdade, muitos dos meus pacientes que são deficientes em vitamina B12 estão seguindo uma dieta low-carb / paleo onde comem carne com frequência.

Em geral, os seguintes grupos estão em maior risco para a deficiência de vitamina B12:

vegetarianos e veganos
pessoas com 60 anos ou mais
pessoas que usam regularmente IBP ou drogas supressoras de ácido
pessoas em uso de medicamentos para diabetes, como a metformina
pessoas com doença de Crohn, colite ulcerativa, doença celíaca ou SII
mulheres com história de infertilidade e aborto

Nota para os vegetarianos e veganos: a vitamina B12 é encontrada somente em produtos de origem animal.

A vitamina B12 é a única vitamina que contém um elemento-traço, o cobalto, razão pela qual ela é chamada de cobalamina. A cobalamina é produzida no intestino de animais. É a única vitamina que não podemos obter a partir de plantas ou luz solar. As plantas não precisam de B12 e, portanto não possuem estoque dela.

Um mito comum entre os vegetarianos e veganos é que é possível obter vitamina B12 a partir de fontes vegetais, como algas, soja fermentada, spirulina e levedura de cerveja. Mas, na realidade, os alimentos vegetais, que se diz conterem B12, contêm na verdade substâncias análogas à B12, chamados cobamidas, que bloqueiam a ingestão e aumentam a necessidade da verdadeira vitamina B12.

ISTO EXPLICA POR QUE OS ESTUDOS DEMONSTRARAM CONSISTENTEMENTE QUE ATÉ 50% DE VEGETARIANOS DE LONGO PRAZO E 80% DOS VEGANOS SÃO DEFICIENTES EM VITAMINA B12.

Os efeitos da deficiência de B12 em crianças são especialmente alarmantes. Estudos têm demonstrado que as crianças iniciadas em um dieta vegana até os 6 anos de idade ainda são deficientes em vitamina B12 até mesmo anos depois que comecem a comer, pelo menos, alguns produtos de origem animal.

Em um estudo, os pesquisadores descobriram:

Uma associação significativa entre o status da cobalamina [b12] e o desempenho em testes que medem a inteligência fluida, habilidade espacial e memória de curto prazo (com as crianças anteriormente veganas marcando mais baixo do que as crianças onívoras em cada caso).

O déficit na inteligência fluida é particularmente preocupante, segundo os pesquisadores, porque:

Ele envolve o raciocínio, a capacidade para resolver problemas complexos, capacidade de pensamento abstrato e a capacidade de aprender. Qualquer defeito nesta área pode ter consequências de longo alcance para o funcionamento individual.

Eu reconheço que existem muitas razões pelas quais as pessoas optam por comer da maneira que elas fazem, e eu respeito o direito das pessoas de fazerem suas próprias escolhas. Sei também que, como todos os pais, vegetarianos e veganos querem o melhor para seus filhos. É por isso que é absolutamente crucial para aqueles que abstêm-se de produtos de origem animal compreenderem que não existem fontes vegetais de vitamina B12 e que todos os veganos e vegetarianos devem suplementar a vitamina B12. Isto é especialmente importante para as crianças vegetarianas ou veganas ou mulheres grávidas, cuja necessidade de B12 é ainda maior do que os adultos.

O tratamento da deficiência de vitamina B12



Uma das coisas mais tristes sobre a epidemia de deficiência de vitamina B12 é que o diagnóstico e o tratamento são relativamente fáceis e baratos – especialmente quando comparado com o tratamento das doenças que a deficiência de vitamina B12 pode causar. Um teste de B12 pode ser realizado por qualquer laboratório, e deve ser coberto pelo seguro. Mesmo para quem não tenha um plano de assistência, o custo deste exame é muito barato.

Como sempre, o tratamento adequado depende do mecanismo subjacente que está causando o problema. Pessoas com anemia perniciosa ou doença intestinal inflamatória como a doença de Crohn são suscetíveis de terem prejudicado a absorção por suas vidas inteiras, e isso, provavelmente, vai exigir injeções de vitamina B12 por tempo indeterminado. Isso também pode ser verdadeiro para aqueles com deficiência de vitamina B12 grave causando sintomas neurológicos.

Alguns estudos recentes têm sugerido que a dose elevada de administração oral ou nasal pode ser tão eficaz quanto as injeções para as pessoas com problemas de má absorção de vitamina B12. No entanto, a maioria dos especialistas ainda recomenda injeções de vitamina B12 para as pessoas com anemia perniciosa e deficiência de B12 avançada envolvendo os sintomas neurológicos.

A cianocobalamina é uma das formas de suplementação de B12 mais frequentemente utilizadas. Mas, provas recentes sugerem que a hidroxicobalamina (frequentemente utilizada na Europa) é superior à cianocobalamina, metilcobalamina e pode ser superior a ambas – especialmente para a doença neurológica.

Estudos japoneses indicam que a metilcobalamina é ainda mais eficaz no tratamento de sequelas neurológicas a deficiência de vitamina B12, e que pode ser melhor absorvido porque evita problemas potenciais em vários ciclos de absorção da vitamina B12. Em cima disso, a metilcobalamina fornece o corpo com grupos metil que desempenham um papel em vários processos biológicos importantes para a saúde global.

SE SUSPEITAR QUE VOCÊ TEM DEFICIÊNCIA DE B12, O PRIMEIRO PASSO É FAZER O TESTE.

Você precisa de uma linha de base precisa para trabalhar. Se você é deficiente B12, o próximo passo é identificar o mecanismo que causa a deficiência. Isso é algo que você provavelmente vai precisar de ajuda com de um médico. Uma vez que o mecanismo é identificado, a forma adequada (injeção, oral, sublingual ou nasal) de suplementação, a dose e a duração do tratamento poderá ser selecionada.

FONTE

http://www.oarquivo.com.br/variedades/qualidade-de-vida/4488-defici%C3%AAncia-de-vitamina-b12-uma-epidemia-silenciosa,-com-graves-consequ%C3%AAncias.html

sábado, 5 de dezembro de 2015

Leite vegetal: 13 receitas fáceis para você fazer em casa


Para veganos e intolerantes ou alérgicos aos leites animais, os leites vegetais são grandes aliados para o consumo ou em receitas. Aprenda a fazê-los em casa


Os leites vegetais são grandes aliados para quem faz uso de dietas que restringem leites de origem animal, como é o caso dos veganos. Quem tem intolerância ou alergia à lactose, ou ainda outro elemento presente nos leites animais, também costuma substituir leites animais pelos vegetais em suas refeições.

Geralmente, existe pouca variedade de leites vegetais disponíveis nos supermercados comuns, e quando são encontrados, apresentam um preço bem elevado. Outra desvantagem dos leites vegetais industrializados é que quase sempre apresentam conservantes, corantes, açúcar e adoçantes, o que faz muitas propriedades desses leites se perderem.

Uma alternativa aos leites vegetais industrializados é fazê-los em casa. O processo para obter leite de diferentes tipos de grãos e cereais é bem parecido. Na maioria das vezes é necessário deixar o grão ou cereal de molho durante algumas horas, bater com água e coar, porém não é regra. Em alguns casos não é necessário nem deixar de molho ou ainda coar, tornando o processo mais prático.


Confira abaixo 13 receitas de diferentes leites vegetais e aprenda a fazer em casa:

1. Leite de soja: dentre os leites vegetais, o leite de soja é o mais mais conhecido. Para fazê-lo basta deixar a soja de molho durante 12 horas, bater no liquidificador com 3 xícaras de água para cada xícara de soja, coar e cozinhar o líquido até a espuma sumir. Com o resíduo do leite, chamado okara, é possível fazer bolos, bolachas e até mesmo adicionar ao suco verde.

2. Leite de amendoim: o leite de amendoim tem sabor similar ao leite de amêndoas, com a vantagem de ser mais econômico. Existem diversas formas de obter esse leite, a depender do gosto de quem irá prepará-lo. Ele pode ser apenas deixado de molho, batido e coado, ou como apresentado na receita, o leite pode ser cozido. Outra opção também é torrar o amendoim antes de deixá-lo de molho. O resíduo do leite é ideal para o preparo de quitutes doces como bolos, bolachas e cookies.

3. Leite de amêndoas: além de ser consumido puro, o leite de amêndoas é ideal para ser utilizado em receitas, já que seu sabor é um dos mais neutros dentre os leites vegetais. Para fazê-lo basta deixar as amêndoas de molho por pelo menos 12 horas, bater no liquidificador utilizando 4 xícaras de água para cada xícara de amêndoas. Se desejar, adicione essência de baunilha.

4. Leite de gergelim: o gergelim é um ótimo alimento para diminuir o colesterol ruim e, além disso, o seu leite apresenta mais cálcio que o leite de vaca. Para preparar o leite de gergelim você pode utilizar o gergelim preto ou bege. Deixe-o de molho de 8 à 12 horas, bata no liquidificador com 3 ou 4 xícaras de água e coe. Com o resíduo do leite é possível fazer uma ricota de gergelim.

5. Leite de linhaça: a linhaça tem a função adstringente, ou seja, é uma ótima aliada na perda de gordura. O uso dessa semente também está associado ao tratamento de problemas na pele como ressecamento, psoríase, acnes e alergias.

Para fazer o leite de linhaça deixe as sementes hidratando em água durante 8 horas. Depois, bata bem no liquidificador a linhaça com água, utilizando 1 copo de água para cada 2 colheres de linhaça. Finalize coando. A dica da autora da receita é também substituir a água por água de coco ou ainda por um chá de sua preferência ao fazer o leite de linhaça.

6. Leite de semente de abóbora: as sementes de abóboras muitas vezes são descartadas para apenas a polpa da abóbora ser consumida. É possível fazer um leite vegetal super nutritivo com essa semente que geralmente vai para o lixo. Para fazer esse leite basta deixar as sementes de molho por 12 horas. Para cada xícara de sementes use 4 xícaras de água, bata no liquidificador e coe.

7. Leite de aveia: a maior vantagem desse leite é o tempo de preparo. Diferente dos demais leites vegetais, a aveia não precisa ser deixada de molho, o leite não é cozido e o preparo é finalizado em poucos minutos. Para cada 2 xícaras de aveia em pó ou em flocos utilize 4 xícaras de água. Bata no liquidificador e coe. O leite dura aproximadamente 3 dias na geladeira.

8. Leite de arroz: o leite de arroz é um dos leites vegetais com textura mais fina. Não é preciso deixar o arroz de molho, mas é preciso cozinhar. Para o preparo utilize 1 litro de água para cada xícara de arroz, que pode ser branco ou integral. Cozinhe por 15 minutos, bata no liquidificador e coe. O resíduo pode ser utilizado em pratos salgados como sopas, caldos e tortas.

9. Leite de castanhas do Pará: o leite de castanhas do Pará é um ótimo substituto para o leite de vaca em pratos salgados. Pode ser usado no molho branco e pode substituir o creme de leite. Para fazê-lo utilize 500ml de água para cada 8 castanhas, bata as castanhas no liquidificador, adicione a água e coe.

10. Leite de castanha de caju: para fazer esse leite utilize 1 litro de água para cada 100g de castanha de caju. Deixe de molho por ao menos 8 horas, bata no liquidificador as castanhas com 300ml de água durante 1 minuto, adicione as demais 700ml de água e bata bem. Coe em um pano bem fino para que não passe nenhum resíduo. Se desejar adicione essência de baunilha.

11. Leite de nozes: as propriedades medicinais das nozes são muitas. Entre elas estão a redução do risco de diabetes e o aumento nos níveis de serotonina, responsáveis pelo bom humor. Para fazer o leite de nozes basta bater 2 copos de água para cada copo de nozes e coar até obter a textura desejada.

12. Leite de girassol e inhame: esse leite é muito energético e ótima fonte de vitamina E. Para prepará-lo deixe as sementes de girassol de molho durante 12 horas. Depois, bata as sementes de girassol com água e um inhame pequeno descascado e picado. O leite pode ser guardado por apenas um dia, na geladeira.

13. Leite de quinoa: o leite de quinoa é rápido e fácil de ser preparado. Utilize 2 xícaras de água para 4 colheres de quinoa. Coloque tudo dentro do liquidificador e deixe de molho durante 15 minutos. Depois bata durante 1 minuto e está pronto. Não é necessário coar.

6 vantagens do consumo de leite vegetal


Para veganos e intolerantes ou alérgicos aos leites animais, sabemos que os leites vegetais são ótimas escolhas. A nutricionista Roseli Ueno Ninomiya informa, porém, que os leites vegetais podem não apresentar proteínas, cálcio e outras propriedades presentes nos leites animais. A nutricionista afirma também que prefere a denominação bebida vegetal: “não é porque é feita de arroz que terá proteínas, ou mesmo as de quinoa tem baixíssima quantidade de proteínas”, informa Roseli.

As bebidas ou leites vegetais, no entanto, podem apresentar várias vantagens e propriedades diferentes em relação aos leites animais. Com a ajuda da nutricionista Roseli Ueno Ninomiya listamos abaixo algumas vantagens do consumo de bebidas vegetais, confira:

1. Podem ser consumidos por qualquer pessoa, desde que a mesma não apresente alergia ao vegetal utilizado para fazer o leite;

2. São ótimas opções de hidratação para se tomar ao longo do dia;

3. Para dietas com restrição de leite animal podem funcionar como substitutos em receitas como bolos, pães, cremes, tortas e outras;

4. Não possuem gorduras saturadas, portanto não aumentam o colesterol ruim;

5. São fontes de minerais como o potássio e vitaminas do complexo B;

6. Dependendo do vegetal utilizado para o preparo são ótimas fontes de fibra.

Seguindo uma alimentação saudável e balanceada, os leites vegetais podem complementar a sua dieta. Lembrando que cada pessoa pode ter necessidades especificas para o consumo de nutrientes diários. Consulte um nutricionista para saber as suas.


fonte

http://www.dicasdemulher.com.br/leite-vegetal/

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Beneficios da Couve-Flor para a saúde


A Couve-flor é um crucíferas vegetal e é uma parte da família Brassicaceae. Suas florzinhas são normalmente consumidas, embora as folhas e caules também podem ser comido. Couve-flor é geralmente cozido no vapor, grelhado para uso em várias cozinhas. Encontrado em vários tamanhos e cores como branco, laranja e roxo; Couve-flor tem uma infinidade de benefícios para oferecer. Vamos dar uma olhada nos benefícios nutricionais da Couve-flor.

Couve-flor é um vegetal baixa energia. Ele fornece apenas cerca de 30 calorias por 100 gramas de seu consumo. Quase 90% da água que ele contém. Além disso, a Couve-flor é rica em carboidratos, fibras alimentares e as vitaminas como a vitamina-B, Vitamina C, Vitamina E e Vitamina K. é os Minerais, tais como Ferro, Cálcio, Potássio, Magnésio e sódio.

Os Benefícios da Couve-Flor

Couve-flor Previne o Câncer: A Couve-flor contém glocosinolates que contém enxofre. Eles são conhecidos por serem úteis como contra o câncer e inibem o crescimento das células cancerígenas.Couve-flor também é rico em antioxidantes, como kaempferol, ácido ferúlico, ácido cinâmico e ácido cafeico. Estes antioxidantes ajuda na restrição do processo de oxidação devido a radicais livres. Pulmão, mama e o câncer de bexiga podem ser combatida por ele.

Couve-flor é Anti-inflamatório: A Couve-flor tem propriedades anti-inflamatórias. Isso é devido à presença de glocosinolates e isotiocianatos. Ele também contém Vitamina K e ômega-3. Além disso, oCouve-flor podem ajudar a reduzir o inchaço e doenças como artrite e doenças intestinais.

Couve-flor Ajuda a Digestão: A Couve-flor é rica em fibras dietéticas, glocosinolates e sulforafano. Estes compostos ajudam a proteger o revestimento do estômago e evitar o crescimento de bactérias nocivas.

Benefícios do Couve-flor Para a Pele: A Couve-flor é rica em antioxidantes e vitamina C. Eles são realmente benéficos para a pele. Portanto, eles podem ajudar a prevenir os radicais livres, evitando assim rugas e pigmentação. Além disso, a Vitamina C também podem ajudar a tornar a pele mais radiante e jovem.

Outros Benefícios da Couve-flor 

Couve-flor é rica em vitamina K, que desempenha um papel importante no desenvolvimento de células ósseas. Ele também ajuda a diminuir a quantidade de sangramento durante a lesões, pois ajuda na coagulação do sangue. 

Couve-flor é recomendado para mulheres grávidas, pois é rica em folatos e vitaminas A e B. Elas podem ajudar no desenvolvimento de feto saudável. 

Couve-flor tem propriedades anti-inflamatórias, assim, pode manter o vaso sanguíneo flexível e eficiente. O sulforafano ainda ajuda em reverter danos nos vasos sanguíneos. Ele também contém alicina, que podem reduzir as chances de ataques cardíacos e derrames.

A Couve-flor Podem ser consumida para aumentar a imunidade. O selênio da Couve-flor podem prevenir várias doenças virais, problemas de frio e outros relacionados com a pele. Manganês também podem ajudar na ativação e formação de enzimas.Assim, como o fósforo que podem fortalecer os ossos. 

Couve-flor pode ajudar na prevenção do resfriado comum devido ao alto teor de vitamina-C. Ele podem ser cozido e consumido como um guisado de alcançar um efeito de aquecimento. 

A Couve-flor podem ajudar na perda de peso, uma vez que fornece poucas calorias, mas grande quantidade de nutrientes. Além disso fibra dietética podem manter uma pessoa saciada.

FONTE

trxonline

sábado, 5 de setembro de 2015

Coenzima Q10


Aprenda os benefícios da Coenzima Q10. A coenzima Q10, cientificamente chamada de Ubiquinona, é uma molécula produzida naturalmente pelo nosso organismo, assemelha-se a uma vitamina e atua fundamentalmente no metabolismo energético. Ultimamente, vem recebendo muita atenção por suas propriedades cardiovasculares.

Comumente chamada de CoQ10, ela é encontrada em todas as células do corpo humano, com altas concentrações no coração e também ajuda na produção de energia. Por ser um potente antioxidante, a coenzima atua diretamente no combate aos radicais livres.

E O QUE SÃO OS RADICAIS LIVRES?

O radical livre é produzido normalmente no nosso organismo, porém, o estilo de vida moderno, a poluição, os raios UV e também o estresse, aumentam a produção destes radicais trazendo sérios problemas de envelhecimento precoce. Além disto, os radicais livres podem causar doenças cardiovasculares e têm relação com o desenvolvimento de câncer.

UTILIZAÇÃO DA COENZIMA Q10 NA ÁREA COSMÉTICA

Por possuir características antioxidantes, esta coenzima geralmente é administrada juntamente com outros ingredientes, para potencializar o efeito antienvelhecimento. Esta propriedade de antienvelhecimento deve-se ao fato da CoQ10 melhorar a síntese de energia das células, aumentando a eficiência da oxigenação. Além de antioxidante, a coenzima Q10 possui função antimicrobiana, inibindo o crescimento de bactérias; e por isso é frequentemente utilizada em produtos anticaspa.

A COENZIMA Q10 AO LONGO DOS ANOS

A partir dos 30 anos de idade, a produção de Q10 pelo nosso organismo vai diminuindo, e estes níveis reduzidos são notados através da fadiga, da falta de força muscular e também pelo envelhecimento precoce.

ONDE A COENZIMA Q10 É ENCONTRADA?

Encontramos a Coenzima Q10 em diversos alimentos, como carne, aves, peixes e ovos. Pequenas quantidades também são encontradas nos cereais, soja, nozes, espinafre e brócolis.

QUAIS OS BENEFÍCIOS DA COENZIMA Q10 NO ORGANISMO
  • Melhora os distúrbios cardiovasculares e atua na prevenção de doenças cardíacas;
  • Tem poderosa ação antioxidante, combatendo e neutralizando os radicais livres no organismo;
  • Com a ação antioxidante da Q10, a pele fica hidratada e mais firme, melhorando o aspecto envelhecido e com rugas;
  • Ajuda a retardar o relógio do envelhecimento;
  • Os cabelos ficam fortes e ainda se forma uma película protetora ao redor dos fios
  • Protege as células e evita doenças degenerativas como o Alzheimer, Parkinson;
  • Amplamente utilizada no tratamento de Fibromialgia;
No Japão, a Coenzima Q10 já é utilizada no tratamento de doenças cardíacas.

COENZIMA Q10 E A NUTRIÇÃO ESPORTIVA

Por ser derivada de gorduras de boa qualidade e ter função cardioprotetora e antioxidante no organismo, é ótima tanto quem pratica atividade física quanto para atletas de alta performance. É encontrada em grande quantidade nas células cardíacas, com a função de aumentar a oferta de oxigênio para o coração, poupando assim, esforços extras durante o exercício, aumentando o aporte de energia e consequentemente a performance na atividade física.

DICAS DE USO

Tomar 1 cápsula por dia próximo a uma grande refeição.

O QUE DIZEM OS ESTUDOS CIENTÍFICOS SOBRE A COENZIMA Q10

“A coenzima Q10 é uma vitamina-símile lipossolúvel, que está presente em praticamente todas as células do organismo e participa dos processos de produção de energia. Por ser essencial a esse processo, órgãos com maior demanda energética (como coração, cérebro, rins e fígado) apresentam maiores concentrações de CoQ10 (Okamoto et al., 1989; Shindo et al., 1994).”

“Os efeitos da administração de CoQ10 em pacientes com diversas doenças degenerativas vêm sendo estudados, como no caso de Mal de Parkinson e outras doenças neurodegenerativas, além de doenças do coração e hipertensão. Além disso, o suplemento de CoQ10 também já foi sugerido para o tratamento de outras doenças, como diabetes (Shing, 1999; Hodgson, 2002), câncer (Sakano, 2006), angina, obesidade e distrofia muscular. A Coenzima Q10 também aumenta a tolerância de idosos e sedentários ao exercício físico e pode corrigir falhas do sistema imunológico senescente.”

“Envelhecimento, maus hábitos alimentares, estresse e infecções afetam a nossa capacidade de fornecer quantidades adequadas de CoQ10 às células. Portanto a suplementação pode ser muito útil (Hojerova 2000). Após os 35 anos de idade, o organismo começa a perder a sua capacidade de sintetizar CoQ10 de alimentos e desenvolve a sua deficiência (Hojerova, 2000). A suplementação se faz importante já que a falta desta coenzima pode causar danos no cérebro e em outros órgãos (Bliznakov, 1999). Além disso, seu uso tópico, atenua rugas e linhas de expressão e diminui o estresse oxidativo da pele (Informe Aparenza, 2007), limpando os radicais livres do corpo humano (Hojerova, 2000).”

fonte

https://bemestarbrasil.com/blogs/news/coenzima-q10-e-seus-beneficios/

B12 é Saúde


Idosos, vegetarianos e vegans deve testar em intervalos regulares a sua oferta B12. Existem vários sintomas de deficiência de vitamina B12, em particular, os pacientes com anemia, demência, esclerose múltipla, fadiga crônica e fibromialgia deve urgentemente avaliar sua dosagem de vitamina B12.

Algumas publicações médicas a consideram “o novo colesterol”, mas a homocisteína ainda é muitas vezes desconhecida pelo público em geral.

A homocisteína é considerada “o novo colesterol” e as consequências do seu desequilíbrio não estão ainda bem estudadas. O assunto é cada vez mais um foco na medicina, uma vez que está relacionado com a patogénese de muitas doenças. Níveis elevados de homocisteína estão associados a danos nos vasos sanguíneos e podem conduzir a desordens como hipertensão arterial, ataques cardíacos ou derrames. (1-2) Além disso, o excesso de homocisteína tem um efeito negativo sobre a saúde das células, o que está associado ao desenvolvimento de Alzheimer ou demência.3 A correlação com a depressão, distúrbios oculares e osteoporose está ainda a ser estudada.

Até agora, apenas cerca de 50 % dos ataques cardíacos e derrames podem ser explicados por fatores de risco. A homocisteína é atualmente uma dos candidatas mais promissoras para preencher a lacuna da outra metade. Atualmente, é estimado que cerca de 10% dos ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais podem ser explicados pelo aumento da homocisteína. (4-5)

Em altas concentrações, a homocisteína danifica as células diretamente, e é por isso apontada como um veneno celular. No entanto, esta definição é enganadora, pois a homocisteína é um produto intermediário necessário e natural do metabolismo. Ela favorece, no entanto, um espessamento do sangue, de modo que a partir das duas perspectivas contribui para um aumento do risco cardiovascular. (6)
A homocisteína e o abastecimento da vitamina B12

Normalmente, a homocisteína, um produto intermediário no metabolismo. Ela fica acumulada nas células do corpo e em outras substâncias, tais como a S-adenosilmetionina (SAM), a qual é a base para a síntese de muitos compostos do organismo. Para a conversão da homocisteína certas etapas metabólicas são necessárias. A vitamina B12 e ácido fólico são centrais no processo – quando existe um desequilíbrio ao nível dessas vitaminas, a homocisteína não pode ser processada. Quando a homocisteína resultante fica acumulada é prejudicial para a saúde.

A homocisteína pode também ser também convertida numa instância no fígado e rins por meio da betaína. Se transiciona para metionina ou é degradada com o auxílio de vitamina B6 para cisteína. Os factores centrais para os níveis de homocisteína são, assim, a vitamina B12, o ácido fólico, a vitamina B6 e a betaína. A vitamina B12 e o ácido fólico são os compostos de maior importância.


A hiper-homocisteinemia como um indicador de deficiência de vitamina B12

Devido á sua relação próxima, os níveis de homocisteína também são usados como indicadores indirectos de deficiência de vitamina B12. Níveis elevados de homocisteína, também chamados de homocisteinemia, indicam uma deficiência de vitamina B12 – mas aqui também a falta de ácido fólico pode ser a causa. Como a determinação de níveis séricos de vitamina B12 é muito confiável, a homocisteína é muitas vezes analisada, a fim de interpretar os resultados. Os valores relevantes para os níveis de homocisteína diagnóstico é medido no sangue, aqui é um resumo do actual interpretação dos valores.



Interpretação 

Valores da homocisteína µmol/L


Valores normais 

< 8 -10


Valores elevados 

10 – 12


Valores críticos 

> 12

Os níveis de homocisteína: riscos para idosos e vegans

Níveis elevados de homocisteína são encontrados frequentemente em pessoas idosas ou vegans. A causa é muitas vezes a falta de vitamina B12. Enquanto a dieta vegetariana naturalmente contém pequenas quantidades de vitamina B12, os problemas de absorção da vitamina podem causar deficiência em idosos. Os indivíduos mais velhos têm cerca de 40-60 % de homocisteína a mais.
Contribuem para o risco de níveis elevados de homocisteína um elevado consumo de álcool e de café, a utilização de drogas e condições como doenças do estômago, intestinos e fígado. Detalhes podem ser encontrados nos artigos sobre a deficiência de vitamina B12.
Homocisteína – apenas um indicador?

A avaliação dos níveis de homocisteína como fator de risco é por vezes discutido. O professor Norbert Fuchs defende que a homocisteína não seria um agente de doença, mas apenas um representante da deficiência de nutrientes. É essa falta de nutrientes que constitui o problema real, e nem sempre a própria homocisteína. (7) A homocisteína demostra apenas que existe uma perturbação na transferência do grupo metilo, que tem uma importância significativa na construção e regeneração de novas estruturas celulares na hematopoiese em cardio-metabolismo vascular e síntese de neurotransmissores.

Envolvida nesta subida das substâncias de ligação, betaína, vitamina B6, vitamina B12 (metilcobalamina), ácido fólico (metil-THF) e SAM todos têm uma ligação muito mais directa para a homocisteína os sintomas e, por conseguinte, foram atribuídos a a causa subjacente. A redução da homocisteína é, portanto, muito pouco visível, mas os nutrientes necessários para ser controlado e otimizado são.
A homocisteína e o nivelamento das vitaminas

Se a homocisteína é apenas um indicador ou uma substância nociva, ainda está por definir. De qualquer forma, a melhor prevenção contra níveis elevados de homocisteína e deficiências de nutrientes é a ingestão de vitaminas. 

Além das preparações de vitamina B12 habituais, existem também suplementos especificamente combinados que são adaptados para a redução da homocisteína, e que contêm todos os nutrientes relevantes. Se tais suplementos são realmente úteis, pode ser detectado com um simples exame de sangue. Vegans e idosos, em particular, deveriam se focar em seu abastecimento de vitamina B12. A frequência da deficiência de vitamina B12 é elevada, e tal pode ser evitada com a ingestão de suplementos básicos da vitamina.

Referências

FONTE

http://www.vitamina-b12.net/deficiencia/

http://www.vitamina-b12.net/homocisteina/

http://www.vitamina-b12.net/quem-somos/

http://www.vitamina-b12.net/doenca/

http://www.vitamina-b12.net/alimentos/

Autor: Dr. Jörg Schweikart

sábado, 1 de agosto de 2015

10 Benefícios do Açafrão – Para Que Serve e Propriedades


O açafrão, especiaria consumida mundialmente, é também uma fonte rica em nutrientes benéficos para o corpo e cérebro. Para que serve esse ingrediente? Ele costuma ser utilizado para aliviar sintomas de diversos problemas de saúde, como a asma, coqueluche, insônia, câncer, aterosclerose, depressão e doença de Alzheimer. Também é consumido pelas mulheres para suavizar o desconforto menstrual e os sintomas da TPM, uma vez que reduz o nível de cortisol e o estresse e aumenta o nível de estrogênio. Já os homens podem ingerir para prevenir a ejaculação precoce e infertilidade.

Além de conter alfa e betacaroteno, dois potentes antioxidantes naturais, o açafrão possui ainda o alfa-crocin, carotenoide responsável pela coloração dourada da especiaria, que protege as células nervosas e promove a regeneração dos nervos.

Entre os diversos benefícios do açafrão estão sua ação antisséptica, digestiva, anti-inflamatória, antioxidante, antidepressiva e anticancerígena, atuando principalmente na prevenção. É ainda uma grande fonte de minerais e rico em Vitamina A, ácido fólico, riboflavina e Vitamina C, essenciais para uma boa saúde.

Benefícios do Açafrão

Conheça abaixo para que serve o açafrão e sua propriedades.

1. Perda de peso

A perda de peso está entre os principais benefícios do açafrão, uma vez que possui habilidade de aumentar a serotonina no cérebro, hormônio que tem influência direta em nosso apetite. Uma descoberta mostrou que ao ingerir o açafrão, as pessoas sentiam menos fome. A própria influência do extrato em problemas emocionais tem seu reflexo no maior bem estar, o que consequentemente alivia a vontade de comer, que geralmente está ligada a algum descontrole emocional.

2. Ossos e massa muscular

O açafrão também ajuda a desenvolver ossos saudáveis e fortes e um bom tônus muscular, como resultado de seu alto nível de magnésio, que aumenta a absorção de cálcio nos ossos e assegura o bom funcionamento dos músculos e do coração.

3. Antidepressivo

Como já vimos, uma das propriedades do açafrão é ajudar na produção de serotonina, que ajuda a elevar o humor. Isso ajuda a levar o sangue para o cérebro e na redução da depressão e apreensão, melhorando o humor. É comprovado que o extrato proporciona a sensação de bem-estar.

4. Antioxidante

Os danos oxidativos estão associados ao envelhecimento e a várias doenças. Envolvem radicais livres, moléculas altamente reativas com elétrons desemparelhados. Os antioxidantes do açafrão protegem o organismo dos radicais livres e seus danos, neutralizando-os graças à sua estrutura química, e ainda estimula os mecanismos antioxidantes do próprio organismo.

5. Para os olhos

Os carotenoides encontrados no açafrão ajudam na proteção dos olhos. Eles atuam contra doenças como a degeneração macular e catarata. Além disso, também ajudam na proteção dos raios solares nocivos e na regulação do ácido graxo das membranas celulares, tornando os olhos fortes e com uma proteção maior.

6. Para o Coração

As propriedades do açafrão antioxidantes ajudam na redução do colesterol e triglicérides no organismo, evitando problemas circulatórios. Também ajuda a bombear de oxigênio, tornando o sistema circulatório mais eficiente.

7. Na prevenção do câncer

Os carotenoides do açafrão, crocin e safranal, possuem propriedades que podem ajudar a inibir o crescimento de tumores no organismo. As substâncias mostraram serem benéficas na proteção contra os câncer de cólon, fígado e do ovário.

8. Para a memória

O açafrão auxilia na memória, através de seus ativos antioxidantes, crocin e crocetina, que ajudam a manter longe doenças como Alzheimer e Parkinson. O alimento também reduz os estresses celulares, protegendo o sistema nervoso central e melhora os processos de aprendizagem.

9. Para a Pele

As propriedades do açafrão antibacterianas podem ser muito benéficas à pele. O extrato é capaz de reduzir a acne, sendo aplicado diretamente sobre a área afetada. Ele age ainda como um esfoliante natural e pode ajudar na remoção de células mortas. Além disso, ao ser aplicado junto com o leite, pode clarear a pele ou remover pigmentos.

10. Prevenção de Artrite

A redução da erosão óssea ainda faz parte dos benefícios do açafrão, além deste ajudar na cura de dores e inchaço nas articulações. Pode ser ingerido para prevenção de artrite por seus benefícios anti-inflamatórios.

Contraindicação e efeitos colaterais

Ainda que seja uma substância natural, é necessário ter atenção na dosagem e observar os possíveis efeitos colaterais, ainda que não atinja a maioria dos consumidores. A ingestão de grandes quantidades não é indicada a mulheres grávidas, pois tem efeito abortivo.

Entre os problemas que podem afetar alguns indivíduos, a tontura é provavelmente o mais comum. Outros sintomas são a tosse, asma, insônia, azia e pele ressecada. Além disso, embora o alívio da TPM seja um dos benefícios do açafrão para as mulheres, pode também resultar em cólicas menstruais para algumas.

Dosagem

A dosagem recomendada no tratamento de depressão leve a moderada e da síndrome pré-menstrual é de 30mg diárias divididas em 2 doses. Já a melhora na capacidade antioxidante foi demonstrada em pacientes com doença da artéria coronária utilizando extrato de açafrão de 50mg duas vezes ao dia.

Doses de 1,5g diárias são ainda consideradas seguras. Efeitos tóxicos foram registrados em dosagens de 5g. A quantidade de 20g já é considerada letal e 10g, abortiva.