sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Jejum Intermitente: o que é?!



**Minha despedida das "gordices" está demorando. Sempre que recupero minha lucidez prometo não dar trela as recaídas... Li o texto abaixo e vou recomeçar o JI**

Jejum intermitente (Intermitent Fasting) é uma prática que consiste em passar intervalos (definidos em horas) sem alimentação, alternando com períodos de alimentação normal. Bastante comum entre os praticantes de dietas de restrição de carboidratos (low carb) e paleo, o jejum intermitente (JI) tem despertado cada vez mais interesse e ganhou muita popularidade de 2016 em diante. O motivo é justo: o jejum, antes condenado, virou o jogo e a ciência já o associa ao rápido emagrecimento, auxílio no ganho de massa muscular e à renovação celular, dentre outros benefícios.

Outro dia cheguei da faculdade à noite, por volta de 22:30, e me lembrei que minha última refeição tinha sido às 6:30h da manhã. E mais: eu poderia ficar sem comer até o outro dia tranquilamente. Para quem ainda não faz isso, pode parecer um absurdo. Mas pode acreditar, é natural e simples. Podemos pular refeições se não tivermos tempo ou fome. Às vezes nem lembramos. E isso dá uma liberdade enorme! Não sou escravo de ter que ficar comendo de 3 em 3 horas. Se estou num local que não ofereça algo interessante para meu corpo, eu simplesmente não como. E isso realmente maximiza a velocidade do emagrecimento e me mantém em um nível de disposição acima do normal!“

Este comentário acima é meu, recorrente nas minhas explicações sobre o JI. Claro que não basta começar a definir janelas de jejum e abusar da sua força de vontade para cumpri-las (a não ser que você seja um monge ou um samurai, :D). No meu caso, como fiz uma adaptação low carb de alguns dias e escolho bem os alimentos das janelas sem jejum, consigo levar sem fome, sofrimento ou qualquer incômodo. E é isso que vou te explicar neste artigo. Se quiser antes conhecer como foi tudo isso na minha vida, deixo link abaixo:

Obeso, hipertenso e pré-diabético aos 36 anos… Clique aqui e leia sobre como a dieta low carb com jejum intermitente me tiraram dessa situação, em apenas 3 meses, em que perdi mais de 20 kg.

O que você verá neste artigo sobre Jejum Intermitente

Nos próximos parágrafos, você saberá exatamente como colocar os jejuns intermitentes em prática sem depender muito da força de vontade e sem se arriscar. Você verá que não basta apenas definir janelas (horários fixos) de alimentação e de jejum e começar a se esforçar para cumpri-las. No texto, você irá entender exatamente:Jejum intermitente: um estudo prático para você tirar proveito desta prática cada vez mais comum no meio low carb e paleo.

Por que o jejum intermitente está se tornando tão popular entre as pessoas que buscam ganho de massa muscular e emagrecimento acelerado, principalmente entre os praticantes de low carb e paleo.

Os impressionantes benefícios do jejum intermitente (que renderam até um Prêmio Nobel de Medicina em 2016).

As maneiras naturais, indicadas (e mais simples) para começar a praticar os jejuns, sem passar fome, sofrimento e sem se arriscar com a falta de nutrientes.

Os dois erros que muitas pessoas cometem no início e acabam por desistir dos jejuns intermitentes.

Apesar de muitas vezes mal compreendido e principalmente divulgado de maneira equivocada (ou mal intencionada) pela grande mídia, a prática do jejum intermitente (itermitent fasting) é baseada em fundamentação científica sólida e consistente, além de fazer muito sentido do ponto de vista evolutivo.

O que o Jejum Intermitente não é

Jejum intermitente não é uma dieta. É uma prática geralmente usada para acelerar resultados em alguns tipos de dieta, desde que realizada com consciência.

Jejum intermitente não é SENTIR FOME. Se durante o período da janela de jejum a fome apertar, algo certamente está errado. Sugiro parar, avaliar e planejar novamente.

Jejum intermitente não é algo para sentir fraqueza ou falta de energia. Pelo contrário: durante os períodos de jejum (consciente), é mais comum aumento da disposição e energia.

Jejum intermitente não é cortar nutrientes. Pelo contrário: É priorizar densidade nutricional e colher os benefícios durante os jejuns. Explico melhor sobre a isso no final do artigo.

Princípios do Jejum Intermitente


Jejum intermitente: gordura é o estoque de combustível. Nosso corpo precisa se adaptar, aumentando o conjunto de enzimas queimadoras de gordura em nosso sangue.

Gordura: o combustível prioritário nos jejuns intermitentes

Gordura corporal é energia armazenada. Se você têm comida, não há motivos para seu corpo usar a reserva de gordura. Em períodos sem comida, a gordura corporal será utilizada. Nossa espécie evoluiu assim.

As duas maneiras de começar Jejum Intermitente

Maneira sofrida: Fazer sem preparar o organismo com corte de carboidratos (low carb)

É possível começar hoje mesmo com a sua dieta normal? Sim! Muitas pessoas ainda fazem assim. Dá resultado? Sim, elas emagrecem. Porém, sinceramente, não recomendo. Fazendo sem adaptar antes o corpo com alguns dias em low carb (explico melhor como isso funciona mais adiante), torna-se um processo forçado e muitas vezes sofrido… ou seja, insustentável com o passar do tempo. Será necessária uma força de vontade acima da média e este é, sem dúvidas, o erro mais comuns que identifico nos praticantes de Jejum intermitente nas redes sociais.

Maneira tranquila: Fazer a Lipo-Adaptação, através da redução de carboidratos

Ao ficar um tempo (geralmente 3 a 10 dias) adaptando o corpo com baixos níveis de carboidratos (low carb), antes do primeiro jejum mais prolongado (processo denominado lipo-adaptação), o corpo trabalhará melhor com a queima de gordura. Menos fome, menos sofrimento e a tendência será fazer dos jejuns intermitentes um hábito saudável e definitivo (veja benefícios logo abaixo). Isso é ser sustentável. Portanto, low carb é altamente indicado para a prática do jejum intermitente. O diagrama abaixo permite observar como o consumo de carboidratos está altamente relacionado com a fome.


Os carboidratos aumentam a glicemia, que provoca picos de insulina. Estes picos provocam a fome e dificultam a prática do jejum intermitente

Jejum intermitente (JI) e low carb

Como vimos acima, é importante estar adaptado em low carb antes de iniciar o primeiro intervalo de jejum intermitente. Isso eu chamo de jejum intermitente consciente. Não se deve passar fome. Não se deve sentir fraqueza, tontura ou qualquer tipo de mal-estar. Seu corpo é o principal “termômetro”. Afinal, para isso, as enzimas “queimadoras de gordura” devem estar dominantes, em relação às “queimadoras de carboidratos” no nosso sangue.

Se você está tendo o primeiro contato com este tipo de dieta (low carb, dieta paleo, etc) através deste artigo, sugiro que leia o artigo abaixo, de maneira a entender low carb e praticar os seus jejuns intermitentes sem passar fome:

IMPORTANTE:
1) Se você não tem tempo para estudar e quer começar a aplicar low carbe jejum intermitente logo, recomendo que siga um programa de emagrecimento passo a passo. A mídia tem dado muito destaque para o programa Código Emagrecer de Vez. Pensando nisso, fiz uma avaliação completa do programa para que você possa decidir se vale a pena pra você: (CLIQUE AQUI antes de pensar em entrar). O Código é um passo a passo centrado em Jejum intermitente, low carb e alimentação forte (um outro nome para paleo).

2) Se quer iniciar um estudo aprofundado e mais teórico, desde as raízes… entendenda a forma mais saudável de se fazer low carb, este nosso artigo (link abaixo) é indicado para começar a entender paleo, low carb, jejum intermitente e suas relações:

Resumindo o ponto-chave do Jejum Intermitente:

Para se sentir bem durante o período do jejum intermitente, o conjunto enzimático predominante no seu corpo deve estar favorecendo a queima da gordura, e não dos carboidratos. É o que chamamos de lipo-adaptação.

Essa adaptação (lipo-adaptação) leva um tempo que varia de pessoa para pessoa. Geralmente, entre 3 e 10 dias em low carb (de preferência priorizando alimentos não processados – naturais). Atletas costumam levar mais tempo.

Como saber se já está lipo-adaptado para começar os jejuns intermitentes?

O principal sinal é a redução drástica da fome. Você sente que poderia pular uma refeição de maneira natural e tranquila (sem forçar para isso).

Faça um teste prático. Eu, por exemplo, se decido preparar um omelete com 2 ovos pela manhã, realmente não penso em comer nada por muitas horas. Na hora do almoço, poderia prorrogá-lo para o final da tarde tranquilamente se quisesse. Este é o melhor sinal de que pode começar períodos em Jejum intermitente. Sugiro começar com 1 ou dois períodos de 12 horas dentro de uma semana. Se isso for muito fácil pra você, aumente a janela de jejum para um protocolo com maior tempo em jejum (veja os benefícios e explicações logo abaixo no artigo).

Outra boa forma de se testar para começar é simplesmente pulando o café da manhã e avaliando se isso foi um sacrifício para você (eu comecei assim). Lembre-se: ao dormir, já estamos fazendo jejum e é fácil e conveniente estender o tempo desta janela sem alimentos ao acordar. Sugiro um café e uma água com gás, por exemplo, que não quebram o jejum.

Fome ou vontade de comer?

Algumas pessoas confundem fome com vontade de comer. Às vezes, uma maneira de diferenciar é imaginar se você comeria algo que não gosta muito ou mesmo com um gosto neutro (clara de ovo?) para você naquele momento. Se a resposta for “Sim”, você está com fome. Seria melhor continuar em low carb por mais alguns dias antes de começar com os jejuns intermitentes.

Outros sinais que está adaptado com low carb

Outro sinal é o aumento da disposição. Menos preguiça ao despertar. Alguns sentem um “bolo”, ou “nó” no fundo da garganta. Uma sensação de satisfação, sem “peso” no estômago. Algumas pessoas também sentem hálito forte.

Outro sinal frequente é o aumento do rendimento dos treinos físicos. Vontade de fazer mais atividade física, mesmo em estado de jejum. Se sentir desânimo ou preguiça ao fazer atividade física em jejum, provavelmente você ainda precisará de alguns dias em low carb para adaptação antes do primeiro jejum prolongado.

Benefícios do Jejum Intermitente



Benefícios do jejum intermitente vão muito além do emagrecimento

Quando comecei a escrever este artigo, imaginei que o mais difícil seria convencer as pessoas que comer de poucas em poucas horas – 3 em 3 horas, por exemplo (rito “sagrado” para alguns) é o pior a ser feito. Convencer que praticar jejum intermitente seria saudável e traria benefícios diversos, por mais que a mídia predominante afirmasse (e afirma) o contrário.

Seria bem difícil, até o surgimento de estudos de alta qualidade (ensaios clínicos prospectivos e randomizados) que mostram os benefícios do jejum intermitente, além do Premio Nobel de Medicina de 2016, sobre autofagia, estado altamente relacionado com o estado de jejum. Abaixo cito os benefícios e logo em seguida, a parte prática! Veja só:

Premio Nobel de Medicina, Autofagia e Jejum intermitente

O médico Yoshinori Ohsumi foi laureado com o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, em 2016, pelas suas descobertas da autofagia como um processo fundamental para a vida.

Mas o que é autofagia?

Simplificando bastante, é um estado de renovação celular. Partes ruins das células são consumidas e renovadas. Neste estado, provocado em situações de jejum, por exemplo, há um aumento nas taxas do hormônio do crescimento (GH), que auxilia no ganho de massa magra e em idosos, previne a osteoporose e perda muscular. Este estado é altamente estimulado nos jejuns intermitentes.

Não deixe de ler esta minha análise/opinião sobre o Código Emagrecer de Vez(programa passo a passo para emagrecimento com low carb e jejum intermitente).

Outros Benefícios (provados) do jejum intermitente:

Dentre outras consequências, sempre publicadas em pesquisas de alta qualidade, o médico especialista, Jason Fung, expert em jejum intermitente e autor de livros que são referências na área, cita:

Rápido Emagrecimento;
Controle de diabetes tipo 2, reduzindo a glicemia e os picos de insulina;
Prevenção da perda de massa muscular: durante jejuns mais longos, aumento do hormônio do crescimento (GH). Isso é ainda mais importante em pessoas na terceira idade:
Com o avanço da idade, as taxas deste hormônio (GH) caem;
O Jejum intermitente prolongado substitui (repõe) o hormônio do crescimento;
Ocorre o aumento da densidade dos ossos e maior crescimento dos músculos;
Prevenção da osteoporose e sarcopenia (perda de músculos com a velhice) – desaceleração do envelhecimento;



Jejum intermitente auxilia no ganho de massa muscular

Autofagia: lixo sub-celular é removido e células são renovadas, com ação do hormônio do crescimento (GH), como citado acima. Este é um dos motivos da popularidade do jejum intermitente para ganho de massa muscular.

Como começar o Jejum Intermitente sem passar fome (Na prática!)

Os protocolos mais populares dos Jejuns Intermitentes

Você deve ter percebido que a melhor maneira de começar com o Jejum é a maneira natural. Não há sofrimento e nem fome. Sugiro começar com um protocolo de 12 horas (protocolo 12/12) e, quando isso for tranquilo, usar o protocolo de 16 horas (protocolo 16/8, conforme explico abaixo). Em pouco tempo, será bem fácil alguns jejuns de 24 horas ou mais.

O protocolo 12/12 significa que você terá uma janela de 12 horas em jejum. Poderá beber água, chá ou café sem problemas. Nada adoçado (nem açúcar, nem adoçante). As demais 12 horas do dia será a janela de alimentação. Priorize sempre alimentos low carb e paleo (naturais, sem processamento industrial, com boa carga de nutrientes).

Seguindo o mesmo raciocínio, no protocolo 16/8, você terá 16 horas de jejum e poderá se alimentar durante 8 horas. É o protocolo mais comum. Traz ótimos resultados e é fácil de implementar na prática, pois o tempo dormindo conta como jejum. Veja na seção a seguir, como foi isso no meu dia a dia.

O início do Jejum: Jantar

No início, após passar 2 semanas em low carb, eu já tinha total controle da minha fome. Assim, poderia escolher o que e quando comer. Por volta das 20h eu fazia uma boa refeição, priorizando densidade nutricional e sem medo das gorduras naturais. Pulava o café da manhã e almoçava por volta de 12h. Isso dá um total de 16h em jejum (protocolo 16/8). As 8 horas restantes do dia era a janela de alimentação, onde eu inseria o almoço e o jantar, novamente às 20h. E o que eu comia?

Costumo jantar fígado acebolado, bifes com ovos e saladas diversas, carnes assadas (com gordura) – se ainda não perdeu o medo das gorduras naturais, leia este artigo do blog, omeletes bem preparados. Para dar uma ideia, seguem algumas fotos das minhas refeições noturnas:

Jejum intermitente e low carb: facilitando as coisas. 

Omeletes são sempre boas refeições nas janelas de alimentação
dos protocolos de jejum intermitente 

X-tudo (sem pão). Ovos, queijo, bacon artesanal, hambúrguer caseiro,
saladas, cebola e o que mais gostar no cardápio paleo low carb

Lembre-se: coma até se sentir satisfeito! Não contabilize calorias ou porções. Comida de verdade deve ser comida (e não evitada!).

Interrompendo o jejum (desjejum): Almoço low carb

Considero o almoço a refeição mais importante (para mim) e, consequentemente, mais forte do dia. No início, almoçava por volta de 12h, o que dava, portanto, 16 horas de Jejum.

Abaixo, nas fotos, exemplos de coisas que eu gosto de almoçar: ovos com molho de tomate, berinjela recheada com carne moída, saladas diversas regadas com um bom azeite, couve-flor, brócolis, carnes (sem problemas se forem mais gordas). Esse mito da gordura animal já exploramos bastante por aqui no blog.

Low carb: nas pausas do Jejum Intermitente 

Outra opção para as pausas do Jejum Intermitente (low carb e paleo) 

O reinício do Jejum intermitente: jantar

Do jantar para o almoço, foram 16 horas. Sem fome. Tranquilo mesmo. A partir do almoço, a próxima refeição será o jantar (aquele que falamos acima), 8 horas depois (um pequeno jejum que também contribui nos resultados).

Seja com 2, 3 ou 4 refeições na janela de alimentação do protocolo de jejum que você escolher, repare a importância da densidade nutricional. Alimentos naturais, sem processamento industrial. Abuse das verduras, ovos, carnes. Seja paleo.

Segunda fase: um Jejum de 24 horas

Uma boa forma de iniciar e se adaptar é fazendo o protocolo 16/8 por alguns dias, até começar a sentir que pode pular uma das duas refeições, naturalmente, sem sofrimento caprichando no final da janela de jejum, fazendo, assim, 24 horas de Jejum e, em seguida, voltando ao padrão normal de 2 refeições por dia (16/8 ou até mesmo 12/12).

Eu sugiro que faça um ou dois jejuns de 24 horas por semana, e o restante dos dias seguindo com almoço e jantar fartos, sempre low carb (LCHF) e com comida de verdade (paleo).

E o café da manhã?

Não vejo motivos para que você quebre o jejum no café da manhã. Como opinei acima, eu prefiro, se for o caso, beber um café e uma água com gás.

A perda acelerada de gordura corporal nos estados de jejum provoca uma corrida das pessoas e da mídia de forma às vezes irresponsável. Se você quer colocar tudo em prática rapidamente, sugiro que considere um programa já estruturado, passo a passo, baseado em low carb e jejum intermitente. Para que decida se vale a pena, eu fiz uma Avaliação completa do Código Emagrecer De Vez (CLIQUE AQUI para ler).

02 Erros Comuns ao Iniciar o Jejum Intermitente

Erro 01: Jejum Intermitente não é adaptação para low carb

Vejo diversas pessoas cometendo um erro grave e inverter a ideia. Jejum intermitente não deve ser uma técnica para que seu corpo se adapte à dieta low carb. É justamente o contrário disso! Você deve se adaptar à low carb ANTES. Com a certeza desta situação, inicie e colher os benefícios citados do Jejum Intermitente. Perceba que vão muito além da perda de peso.

Erro 02: Jejuns sem Densidade Nutricional (O mais importante)

Considero este erro o mais grave e o único ponto em que você poderia arriscar a sua saúde. A janela de alimentação do Jejum deve ser rica em nutrientes. Pães, massas, grãos não são, nem de longe, alimentos ideais para as janelas de alimentação (entre-jejuns). Carnes, ovos e verduras… (muitas verduras!) devem ter máxima prioridade. Atenção para frutas mais doces. Elas podem provocar picos de insulina e despertar fome indesejada no meio do seu jejum. Não se preocupe com os nutrientes das frutas, pois as saladas contemplam de sobra, com a vantagem da ausência do açúcar.

Jejum intermitente: Outras Estratégias Prontas

As possibilidades são muitas. Sugiro que antes de mais nada, busque segurança e convicção. Isso vale para qualquer prática capaz de promover mudança de vida. Low carb, Jejum Intermitente e densidade nutricional certamente são um trio poderoso neste sentido. É emagrecimento saudável. Tire suas próprias conclusões e tenha por base a verdadeira ciência. Caso não tenha tempo ou disposição para estes estudos, insisto: O Programa de Emagrecimento passo a passo Código Emagrecer de Vez é estruturado tendo como base estes três pilares: low carb, Jejum Intermitente e densidade nutricional. Vale a pena conhecer.

fonte

http://saudeprimal.com.br/index.php/jejum-intermitente-pratica-low-carb/

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Benefícios do Trevo Vermelho Para Saúde


O Trevo vermelho é uma erva selvagem e membro da família das leguminosas. O trevo vermelho é uma fonte com muitos nutrientes, incluindo o Cálcio, o Cromo, o Magnésio, a Niacina, o Fósforo, o Potássio, a Tiamina e a Vitamina C. Então, vamos conhecer quais são os 6 benefícios do trevo vermelho para saúde:

Benefícios do Trevo Vermelho

Na Prevenção de Câncer: O Trevo vermelho contém isoflavonas, uma substância semelhante ao estrogênio. Estudos da Universidade de “Maryland Medical Center” mostraram que as isoflavonas podem impedir as células cancerígenas de se desenvolver e até mesmo matar certos tipos de câncer, incluindo o de próstata e câncer endometrial. Além disso, Em 2010, Isso foi mostrado em um estudo japonês que isoflavonas foram associado à uma diminuição do risco de câncer de pulmão em não fumantes.
É importante observar que os investigadores acreditam que as isoflavonas poderão também contribuir para certos tipos de crescimento do câncer. Pacientes com câncer de mama são desencorajados a usar o trevo vermelho, porém necessitam de mais estudos sobre isso.
Para a Saúde do Coração: As isoflavonas encontradas no trevo vermelho pode ajudar a aumentar o bom colesterol HDL, reduzindo o colesterol LDL ruim. O trevo vermelho também ajuda no fortalecimentos das artérias e ajudam na qualidades para diluir o sangue, os quais ajudam a prevenir ataques cardíacos e doenças cardiovasculares.

Para Saúde Óssea: O Trevo Vermelho pode ajudar a prevenir a osteoporose, especialmente em mulheres na menopausa. A perda de estrogênio no corpo está ligado ao desenvolvimento de osteoporose. Além disso, o trevo vermelho contém fitoestrogênios, que imitam estrogênio natural produzido no corpo feminino.

Para A menopausa: O trevo vermelho contém fitoestrogênios, nomeadamente isoflavonas, que atuam de forma semelhante ao estrogênio produzido naturalmente no organismo feminino. Estes phytoestrongens pode ajudar a conter muitos dos efeitos colaterais experimentados durante a menopausa, incluindo suores noturnos, afrontamentos, e enfraquecimento dos ossos.
Para Saúde da Pele: Os cremes de Trevos vermelhos foram utilizados com sucesso para tratar doenças da pele tais como eczema, psoríase, e outros tipos de pruridos.
Para Saúde Respiratória: O Trevo Vermelho pode ser útil no tratamento de condições respiratórias como a asma, bronquite e tosse. Pode beneficiar o câncer de pulmão e aliviar os sintomas de outras doenças pulmonares. No entanto, e preciso de mais evidência científica para confirmar a ligação entre o trevo vermelho e aliviar os sintomas de doenças respiratórias.



FONTE

http://www.saudedica.com.br/os-6-beneficios-do-trevo-vermelho-para-saude/

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Beta-criptoxantina


A beta-criptoxantina – uma excelente fonte de vitamina A para o organismo, também conhecida pelo nome de criptoxantina, é um pigmento natural que encontramos nomeadamente em certas frutas e legumes. Encontramo-la, por exemplo, na tangerina, na laranja ou na papaia. Desconhecida durante muito tempo, a beta-criptoxantina suscitou recentemente o interesse dos investigadores nos quatros cantos do mundo. Com efeito, este pigmento apresenta uma estrutura próxima do betacaroteno, um outro pigmento natural que conhecemos frequentemente por existir nas cenouras.

Amplamente documentado na literatura científica, o betacaroteno deve igualmente a sua reputação às suas propriedades antioxidantes e ao seu papel de precursor da vitamina A. A sua ação é muito importante dado que a vitamina A está envolvida em inúmeras funções do organismo. É por esta razão que a semelhança entre a beta-criptoxantina e o betacaroteno é atualmente muito estudada e apresenta um grande interesse preventivo e terapêutico.

A beta-criptoxantina – um potente carotenóide

Além de apresentarem uma estrutura química próxima, a beta-criptoxantina e o betacaroteno fazem parte da mesma família de moléculas. Produzidas naturalmente por inúmeros vegetais, estas substâncias são conhecidas pela sua ação na fotossíntese e pelo seu papel corante.

Na realidade, os carotenóides são pigmentos naturais responsáveis pela cor vermelha, laranja, amarela ou verde de determinadas frutas e legumes, bem como de determinadas plantas e algas. Por isso, consumimos regularmente carotenóides. Conseguimos denominar mais de meia centena. A respectiva assimilação revela-se aliás particularmente interessante, com vários efeitos protetores para o organismo. Contudo, estas substâncias não têm todas as mesmas propriedades, a mesma biodisponibilidade nem a mesma eficácia. A este título distinguimos nomeadamente duas sub famílias; os carotenos representados pelo betacaroteno e a sub família das xantofilas, à qual pertence a beta-criptoxantina. Entre estas sub famílias, a beta-criptoxantina constitui um potente carotenóide com benefícios inegáveis para o bom funcionamento do organismo. 

Um forte poder antioxidante

Os carotenóides são conhecidos pelas suas propriedades antioxidantes, fonte do interesse preventivo e terapêutico do betacaroteno e da beta-criptoxantina. Com efeito, o seu poder antioxidante permite combater o stress oxidativo e os danos causados pelos radicais livres. Este efeito protetor é deveras importante, dado que o stress oxidativo está envolvido no surgimento de certas doenças e no processo de envelhecimento celular. 

Um precursor da vitamina A

Além do seu poder antioxidante, determinados carotenóides são precursores da vitamina A. Também denominados provitaminas A, estes últimos representam cerca de 10% dos carotenóides, nomeadamente o betacaroteno e a beta-criptoxantina. Na verdade, o papel de provitamina A da beta-criptoxantina foi confirmado por vários estudos recentes, cujos resultados foram publicados na revista Journal of the Science and Food Agriculture em 2005 bem como na revista Nutrition Reviews em 20161,2. Os investigadores mostraram assim que a beta-criptoxantina é transformada no organismo em retinol, que é uma das três formas da vitamina A. 

Uma fonte interessante de vitamina A

Atuando como um precursor, a beta-criptoxantina representa uma excelente fonte de vitamina A. Esta ação é muito benéfica, dado que a vitamina A contribui para o bom funcionamento do organismo através de inúmeros mecanismos de ação1,3. A vitamina A é conhecida, nomeadamente, por desempenhar um papel crucial na visão, no processo de desenvolvimento embrionário, na regulação do sistema imunitário para a defesa do organismo, no crescimento das células, bem como na renovação de determinados tecidos como a pele ou a mucosa intestinal.

O interesse preventivo e terapêutico da beta-criptoxantina

A beta-criptoxantina foi objecto de inúmeros estudos científicos em virtude do seu interesse terapêutico. Com efeito, o seu poder antioxidante permite combater determinadas agressões e limitar os respectivos danos. Além disso, a sua transformação em retinol permite contribuir para a manutenção dos níveis de vitamina A no organismo. Além destas funções, a beta-criptoxantina poderia estar envolvida em outros mecanismos de ação, como sugerem alguns investigadores. É-lhe atribuído, entre outros, um interesse na prevenção de determinadas patologias como as doenças degenerativas, a osteoporose ou ainda certas formas de cancro2. 

O papel da beta-criptoxantina na homeostasia óssea

Recentemente, várias equipas de investigação têm vindo a interessar-se pelo papel da beta-criptoxantina na homeostasia óssea. Esta última constitui o equilíbrio entre a formação de novas estruturas ósseas pelas células específicas osteoblastos e a reabsorção das estruturas ósseas antigas pelos osteoclastos. Com a idade, este equilíbrio pode ser perturbado e alterado. Este desequilíbrio pode levar a uma diminuição da formação óssea e a um aumento da reabsorção óssea. Por outras palavras, esta perturbação da homeostasia óssea fragiliza a saúde óssea. Este fenômeno é acentuado com o aparecimento da osteoporose, uma doença que implica uma alteração da estrutura óssea e uma diminuição da densidade óssea. Fragilizados, os ossos ficam então mais susceptíveis a sofrer fraturas.

Para lutar contra esta problemática ligada à idade, os investigadores focaram-se no interesse da beta-criptoxantina para a saúde óssea. As conclusões a que chegaram foram publicadas em 2012 no Journal of Biomedical Science revelaram que a utilização in vitro de beta-criptoxantina permitia estimular os osteoblastos envolvidos na formação óssea e inibir os osteoclastos responsáveis pela reabsorção óssea4. Observaram-se resultados semelhantes aquando da administração de beta-criptoxantina a determinados ratos5,6. Os investigadores concluíram verificar-se uma diminuição da perda óssea e um efeito inibidor nos osteoclastos. Por conseguinte, a beta-criptoxantina poderia permitir preservar o capital ósseo lutando contra os efeitos ligados à idade. Estas conclusões abrem igualmente perspectivas interessantes para a prevenção da osteoporose. 

A beta-criptoxantina, uma nova esperança na prevenção de determinados cancrosParalelamente aos resultados sobre a saúde óssea, outros investigadores focaram-se no interesse da beta-criptoxantina para a prevenção de determinados cancros. Estudos recentes publicados nas revistas Clinical Cancer Research e Food Chemistryrevelaram resultados favoráveis para a utilização da beta-criptoxantina no tratamento do cancro do estômago e do cancro do cólon.

Na verdade, os investigadores concluíram que a criptoxantina poderia diminuir a proliferação de células cancerosas nos tecidos humanos do sistema digestivo. Um outro estudo publicado na Cancer Epidemiology, Biomarkers & Preventionmostra que esta molécula poderia estar também associada a uma diminuição do risco de desenvolvimento do cancro do pulmão. Envolvendo mais de 60 000 homens e mulheres por um período de 5 anos, este estudo evidencia que uma alimentação rica em beta-criptoxantina poderia estar associada a uma redução significativa do risco de surgimento de um cancro do pulmão.

Esta conclusão é igualmente apresentada num outro estudo publicado na revista International Journal of Cancer. Nesta publicação, os investigadores apresentam o mecanismo de ação da beta-criptoxantina e a sua ação contra a proliferação das células cancerosas pulmonares. Estes estudos fazem pensar que a beta-criptoxantina poderia ser um agente quimio-preventivo contra determinadas formas de cancro.

Um aporte ideal em beta-criptoxantinaApesar de a beta-criptoxantina ainda não ter revelado todos os seus segredos, os investigadores atribuem-lhe já inúmeras atividades no organismo. Tudo leva a pensar que ela irá rapidamente tornar-se tão célebre como o betacaroteno. Muito apreciado, este último foi aliás objecto de uma fórmula na forma de complemento alimentar, como a fórmula Carottol™ do catálogo Supersmart. Da mesma forma, a beta-criptoxantina é agora proposta na forma de suplemento nutricional para tirar partido das suas propriedades antioxidantes, do seu papel de precursor da vitamina A, bem como das suas ações no organismo. 

A beta-criptoxantina presente na natureza

À semelhança de inúmeros carotenóides, a beta-criptoxantina pode encontrar-se em muitos vegetais. Foi identificada em certas plantas, mas também em frutas e legumes como a tangerina, a laranja, o pimento vermelho, o caqui, a abóbora, a papaia ou ainda as maçãs. Além dos vegetais, a beta-criptoxantina está igualmente presente em outros organismos vivos. Foi detectada, por exemplo, no soro de sangue bovino, na gema de ovo ou ainda na manteiga. 

Um extracto natural de beta-criptoxantina na forma de complemento alimentar

Para usufruir dos efeitos da beta-criptoxantina, esta foi extraída de uma variedade de tangerina de origem japonesa para ser integrada numa fórmula de complemento alimentar. Conhecida como a tangerina satsuma, ou Citrus unshiu, esta variedade foi selecionada pelo seu teor significativo em beta-criptoxantina. A extração a partir deste fruto permite propor uma fórmula ideal em beta-criptoxantina. 

Apesar de ser estudada há poucos anos, a beta-criptoxantina revela um potencial excepcional. Apresenta inúmeros benefícios em comum com o betacaroteno, cujos efeitos no organismo foram evidenciados inúmeras vezes. Apresenta-se assim como uma provitamina A com um forte poder antioxidante. Graças às suas propriedades, a beta-criptoxantina suscita o interesse da comunidade científica, que lhe atribui inúmeras ações no organismo. Estudada atualmente em todo o mundo, a beta-criptoxantina abre inúmeras perspectivas para a prevenção e o tratamento de várias doenças.

fonte

http://www.nutranews.org/sujet.pl?id=1352&langue_id=7

sábado, 3 de dezembro de 2016

Benefícios do Infravermelho Longo para nossa saúde


O infravermelho longo é uma energia imperceptível, visualmente, mas, podemos senti-la pelo calor. É emitida pelos raios solares, no início das manhãs e nos finais de tarde.

Nas últimas décadas, pesquisadores japoneses, chineses e clínicas médicas, desenvolveram completas e extensas pesquisas científicas sobre o uso do infravermelho longo em tratamentos médicos, reportando muitas descobertas surpreendentes. No Japão existe uma sociedade composta por médicos e terapeutas dedicados à pesquisa dos efeitos dos raios infravermelhos longos na saúde, com diversas pesquisas publicadas.

Os raios infravermelhos são divididos em 03 (três) categorias de comprimento de onda: curta, média e infravermelho longo, que são medidos em mícrons ou micrômetros. Os raios infravermelhos longos oferecem a maioria dos benefícios de saúde, porque são capazes de penetrar de 05 (cinco) a 07 (sete) cm no corpo, aumentando suavemente a temperatura da superfície do corpo.

A energia dos raios infravermelhos longos, ativada pelo calor, é absorvida pelas células humanas em um processo conhecido como "ressonância" ou "ressonância absorção". Nos Estados Unidos e Europa os raios infravermelhos longos são usados por médicos, quiropráticos, terapeutas e acupunturistas no tratamento de artrite, dores, músculos, lesões, tendões e ligamentos, promovendo a cura mais rápida do corpo.


ATIVIDADES FÍSICAS

Aumentam o rendimento das atividades físicas; os raios infravermelhos longos aliviam a tensão nervosa e relaxam os músculos, reduzem a dor em terminações nervosas, aquecendo as fibras musculares; melhoram o equilíbrio da pressão arterial, glicemia e nutrientes nas células, resultando em músculos com maior força, vitalidade e estabilidade. Melhoram o desempenho físico e reduzem o estresse.

Os raios infravermelhos longos estimulam muitos nervos do cérebro, induzindo à produção de vários hormônios, entre eles os que influenciam no desempenho físico. Como consequência, aumentam a eficiência em todas as atividades esportivas e físicas do ser humano, atuando no equilíbrio bioenergético corpóreo.

CANSAÇO, FADIGA MUSCULAR

Eliminam a fadiga. A maior causa da fadiga física é devida à inatividade das moléculas de água do corpo. A ineficiência na mobilidade dos fluidos do corpo afeta a circulação sanguínea, o suprimento de oxigênio e o metabolismo como um todo. Devido às propriedades dos raios infravermelhos longos de ativar e estimular as moléculas de água, o metabolismo é acelerado, eliminando a fadiga. Estudo realizado em esportistas demonstra os efeitos de redução do ácido láctico. A eliminação do excesso de ácido láctico combate as cãibras.

CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA

Os raios infravermelhos longos atuam ativando a circulação sanguínea, dilatando os vasos capilares e artérias, produzindo um aumento do fluxo sanguíneo nas extremidades, diminuindo a acidez do sangue, auxiliando na regeneração e oxigenação.

COLESTEROL

As moléculas de gordura desprendem-se das veias e artérias, pela ação dos raios infravermelhos longos, caem na corrente sanguínea e são eliminadas através da urina, diminuindo, assim, as taxas de colesterol.

CORAÇÃO

O calor dos infravermelhos longos reforçam o sistema cardiovascular, auxiliando na normalização da frequência cardíaca e aumentos de saída cardíaca, diminuindo a pressão de sangue na diástole. A NASA concluiu, nos anos 80, que a utilização dos raios infravermelhos longos, na estimulação da função cardiovascular, é a maneira ideal de manter o condicionamento cardiovascular dos astronautas em longos voos no espaço.

DOENÇAS

Os raios infravermelhos longos veem trazendo excelentes resultados em casos como: artrite, artrose, cólicas menstruais, asma infantil; facilitam a entrada de glicose nas células, atuando como auxiliares nos casos de diabetes; previnem e combatem o estresse, normalizam a pressão arterial, auxiliam nos casos de fibromialgia, entre muitos outros.

DORES

Os raios infravermelhos longos aliviam dores musculares, dores nas costas, na coluna vertebral, nas mãos, nos braços, nos joelhos. Diminuem as dores relacionadas às articulações.

FUNÇÕES E SISTEMAS

Os raios infravermelhos longos ativam as principais funções corporais promovendo a capacitação de cada sistema (nervoso, respiratório, endócrino, circulatório, digestivo) e o equilíbrio entre eles.

HORMÔNIOS

Os raios infravermelhos longos são essenciais para regular os níveis hormonais como a melatonina, o hormônio derivado de serotonina, que desempenha um importante papel na suspensão, envelhecimento e reprodução; cortisona, um hormônio esteroide natural, que é usado no tratamento da artrite reumatoide, insuficiência renal, certas alergias e gota; e testosterona, o andrógeno natural mais potente.

Da mesma forma que as plantas precisam de luz para o processo de fotossíntese, animais necessitam de energia radiante para enviar impulsos eletroquímicos para a glândula pineal e hipófise, para a produção de hormônios saudáveis que são enviados a todas as células do corpo. Os raios infravermelhos longos, portanto, são essenciais para o perfeito funcionamento de todo o nosso sistema endócrino e, também, para a conquista e manutenção da saúde ideal.

INFLAMAÇÕES

Diminuem infecções, inflamações. aliviam dores e febres; aceleram a cicatrização.

METABOLISMO

A incidência dos raios infravermelhos longos sobre o corpo faz que as atividades celulares sejam revigoradas, resultando em melhora do metabolismo; acelera a taxa de crescimento, pois a estimulação das células e dos nervos, e o subsequente incremento no metabolismo (pela ação dos raios infravermelhos longos) podem influenciar na taxa de crescimento dos organismos vivos.

NERVOS

Melhora a comunicação entre as células nervosas.

OSSOS

Fortalece os ossos; colabora nos tratamentos osteoarticulares; fortalece a concentração de cálcio intracelular, como auxiliar no tratamento da osteoartrite e osteoporose. O calor dos raios infravermelhos longos promovem o crescimento ósseo, sendo benéfico para a prevenção da osteoporose.

PELE

Melhora a elasticidade da pele; melhora a atividade das células da pele (mais saúde, menos celulite).

Os benefícios na beleza física - Devido ao fato dos raios infravermelhos longos estimularem os capilares, células, tecidos e melhorarem o metabolismo, a pessoa poderá sentir a sua pele com mais elasticidade, firmeza e maciez.

Penetração profunda - Os raios infravermelhos longos alcançam os tecidos subcutâneos do corpo através de sua habilidade de penetração profunda, gerando um aquecimento molecular e ativando os tecidos vivos.

PESO

Com a melhora do metabolismo é natural a tendência a se perder peso, para quem está acima do peso, e a se ganhar peso, para quem está abaixo do peso.

PREVENÇÃO

Cerca de 80% (oitenta por cento) das doenças são provenientes da má circulação sanguínea. Os raios infravermelhos longos criam uma onda chamada "energia vital", desintoxicando as células, ativando a circulação sanguínea e aumentando a imunidade do organismo, prevenindo muitas doenças e auxiliando nos tratamentos de saúde.

REGENERAÇÃO

Promovem a renovação celular, acelerando o processo, alimentando o tecido danificado; ativam o crescimento e o desenvolvimento das células vivas em seres humanos; melhoram a comunicação intracelular, eliminam toxinas pela quebra de ligações intermoleculares da água; diminuem radicais livres, retardando o envelhecimento das células; aceleram a recuperação nos processos traumáticos e pós-operatórios.

Com o aumento do calor emitido e por terem um efeito positivo sobre os fibroblastos (tecido conjuntivo - células necessárias para a reparação), promovem a reconstrução do tecido lesado e aumentam o crescimento das células, síntese de ADN e proteínas necessárias durante a reparação de tecidos e regeneração. Isso é excelente para reparo de queimaduras, cicatrizes e problemas de pele.

O corpo humano constitui-se em torno de 70% (setenta por cento) de água e, quando não existe a presença suficiente de raios infravermelhos, forma-se no organismo grandes grupos de moléculas de água, formando uma estrutura chamada CACHOS (clusters), que é quando a água, ao envelhecer, se aglomera, onde uma molécula se une a outra. Isso é desfavorável às células, pois permite que toxinas se acumulem em seu interior.

No entanto, quando os raios infravermelhos longos incidem sobre os clusters, as moléculas de água vibram e quebram a cadeia molecular H2O+H2O, ativando as moléculas de água separadas em nosso corpo, proporcionando melhor circulação, permitindo que as células assimilem todas as substâncias necessárias, eliminando as toxinas do organismo.

Estruturas que possuem tamanho maior que da água pura, são conhecidas como polimerização ou envelhecimento. Quando os raios infravermelhos longos emitem a energia para o organismo, favorecem a quebra dos CACHOS, energizando e rejuvenescendo cada molécula do organismo.

RETENÇÃO DE LÍQUIDOS

Atuam de forma eficiente contra a retenção de líquidos.

SEGURANÇA

A utilização dos raios infravermelhos longos é segura, eficaz e não intoxica, pois eles conteem as propriedades térmicas naturais da luz do sol.

Segundo pesquisas, o uso dos raios infravermelhos longos ainda é o único antídoto contra a radiação ultravioleta excessiva, provocada por longos períodos de exposição ao sol.

SISTEMA IMUNOLÓGICO

Melhoram o desempenho do sistema imunológico, aumentando a imunidade do organismo, equilibrando o metabolismo naturalmente. Aumentam a energia vital do organismo. Os raios infravermelhos longos expandem e aceleram taxas metabólicas celulares, estimulam a atividade de mitocôndrias, acionando atividade enzimática, promovendo o combate a muitos agentes patogênicos: bactérias, vírus, fungos e parasitas.

A energia dos raios infravermelhos longos fortalece o sistema imunológico pela estimulação e aumento da produção de células brancas do sangue (leucócitos) pela medula óssea e eliminação de células T pelo timo. Reforça a resistência do organismo às doenças infecciosas, aumentando a produção de linfócitos e neutrófilos e reduzindo a frequência de constipações e infecções respiratórias.

SONO

Melhoram a qualidade do sono, possibilitando um sono profundo e reparador (noites e dias melhores); colaboram para a diminuição da ansiedade durante o dia.

TOXINAS E RADICAIS LIVRES

Ajudando o corpo na eliminação de toxinas, radicais livres e resíduos metabólicos através de suores, os raios infravermelhos longos auxiliam na desintoxicação das células. O tratamento terapêutico com os raios infravermelhos longos ajuda os capilares entupidos a dissolver as toxinas no sangue; é útil em programas de desintoxicação, porque promove a eliminação de gorduras, ácido láctico, ácido úrico, ácidos gordos livres, excessos de sódio associados a hipertensão, produtos químicos, venenos, carcinogênicos, metais pesados e toxinas do sangue via urina e transpiração. 

Ativando glândulas sebáceas e glândulas de suor, também auxilia o organismo a livrar-se, através da pele, ao invés dos rins, de materiais cosméticos acumulados. Além disso, pesquisadores japoneses informaram que o uso dos raios infravermelhos longos é antídoto contra os efeitos negativos tóxicos do calor emitido por fontes eletromagnéticas, como: computadores, celulares e outros.

Fontes:

Universidade de Tóquio

Coghill Research Laboratories - Lower Race

Facultad de Medicina de Múrcia - Espanha

Universidade do Colorado de Boulder

Equipe Médica do Hospital de San Antonio de Oporto - Portugal

Universidade Federal da Itália

Hospital Pediátrico da Universidade Estadual de Medicina de LVIV - Rússia

Clayton's Electrotherapy

domingo, 27 de novembro de 2016

Dieta Cetogênica


Dieta Cetogênica: nova aposta para quem já tentou quase tudo e não consegue emagrecer. Se você acha que sabe tudo que funciona (ou não) para emagrecer, prepare-se para uma notícia inesperada. A novidade para superar os quilinhos persistentes: consumir gordura, muita gordura! Entenda como funciona a dieta cetogênica.

(Por Eliane Contreras - Imagem:Du Borsatto).

Quantas pessoas você conhece com a sorte de comer o que quer sem engordar ou de emagrecer com facilidade? Com certeza, poucas! A maioria de nós trava uma verdadeira batalha para vencer 3 ou 4 quilos na balança e, depois, continua na luta para não voltar a ganhar o que perdeu. E a genética nem sempre é a culpada. Descobertas recentes da ciência revelaram que muitas vezes o problema está na gordura – não no excesso, mas (pasme!) na economia dela no prato. Prova de que o controle de peso tem mais a ver com a bioquímica do nosso organismo do que com a nossa força de vontade (ufa!).

Troca de combustível

Não basta um fio a mais de azeite na salada. Para emagrecer sem sacrifício, você precisa consumir muito mais que os 30% de gordura recomendados na tradicional pirâmide alimentar. Ela deve representar 50% ou mais da refeição. Loucura? Não é o que os estudiosos na área de emagrecimento dizem – um deles, o especialista americano em nutrição e ciência Shawn Wells, que apresentou uma das palestras mais concorridas no Arnold Conference Brasil 2016 (evento técnico-científico em nutrição esportiva e treinamento), realizado no Rio de Janeiro. Ele afirmou que as dietas cetogênicas (generosas em gordura e mínimas em carboidrato) provocam uma mudança expressiva no nosso metabolismo. 

Pense no seu organismo como um carro flex: “A escassez no fornecimento de carboidrato força o fígado a quebrar a gordura (a do prato e a do corpo) em substâncias cetônicas – componentes solúveis que são usados para obtenção de energia”, explica o médico nutrólogo Mohamad Barakat, de São Paulo. Traduzindo: “O corpo se adapta a receber e a trabalhar com a fonte de energia certa: a gordura”, explica a nutricionista clínica, esportiva e ortomolecular Isabella Correia, do Rio de Janeiro. Essa mudança no comportamento da queima de gordura, segundo Wells, tende a reduzir os níveis de gordura corporal até três vezes mais rápido, além de favorecer o aumento da massa muscular e desacelerar o envelhecimento.

Cardápio radical
Quem já seguiu Atkins e Dukan sabe que são dietas que também induzem o corpo ao estado de cetose. Mas, para isso, priorizam as proteínas, o que nem sempre é bom. “Em excesso, esse nutriente engorda, além de acidificar o pH do sangue”, afirma Isabella, que trabalha com 10% de carboidrato e até 75% de gordura. Mas nem pense em fazer isso sozinha! Os cardápios sem nada de massas e grãos devem ser prescritos e acompanhados por um nutricionista, endocrinologista ou nutrólogo. Você ainda tem que realizar exames de sangue (para monitorar as taxas de colesterol) e testes frequentes de bioimpedância (revela a perda de massa gorda e magra), além de tomar polivitamínico, principalmente de vitamina D. E, mesmo assim, corre o risco de enfrentar efeitos colaterais desagradáveis, comuns nos primeiros dias. Só para citar alguns: dor de cabeça, prisão de ventre, mau hálito e fraqueza – quem malha deve até dar um tempo no exercício ou pegar bem mais leve.

Secar 3 ou 4 quilos já deixaria você feliz? Então a redução de carboidrato pode ser menos drástica. Um cardápio com 25% desse nutriente, 50% de gordura e o restante de proteína também é cetogênico e mais seguro para você seguir por conta própria. De qualquer maneira, respeite os sinais do seu corpo e limite essa fase a duas semanas, no máximo. Depois disso, acrescente um pouco mais de carboidrato ao dia a dia. 

Sem medo da gordura
Por muito tempo ela foi considerada a inimiga número 1 do corpo sequinho. Mas a ciência provou que a gordura faz mais do que desempenhar um papel importante numa alimentação saudável. “É um nutriente indispensável para quem quer perder peso porque sacia com facilidade”, afirma o nutricionista Luciano Bruno, de Piracicaba (SP). Não é só isso: “As gorduras boas (mono e poli-insaturadas), como o azeite de oliva, estimulam a produção de substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias no organismo – o primeiro passo para promover uma mudança no tamanho das nossas células de gordura”, complementa o nutricionista. E olha que maravilha: “Essas aliadas ajudam a desligar no cérebro os centros de desejo por doces e outros carboidratos refinados”. É por isso que você pode comer abacate (a fruta e o óleo), castanhas e sementes de abóbora e girassol sem medo de ser feliz!

E a gordura saturada pode? Aqui, a opinião dos especialistas fica dividida: alguns dos entrevistados nesta reportagem privilegiam a gordura boa e permitem uma quantidade moderada da saturada (presente em óleos, lácteos integrais e carnes gordas); outros liberam qualquer tipo desse nutriente. “Vários estudos mostram que a versão saturada não interfere na saúde do coração e favorece a produção de hormônios”, diz Isabella Correia. Mas, assim como todos os especialistas, ela proíbe a gordura trans (encontrada em biscoito recheado, sorvete e bolo pronto) e recomenda evitar os embutidos – quase sempre ricos em sódio, corantes e conservantes. Bacon? “Só o artesanal, desde que livre de açúcar (sim, o bacon industrializado tem açúcar)”, diz Isabella. Fora esses detalhes, a gordura deixou de ser o monstrinho da dieta. 

Não corte muitas calorias
As dietas cetogênicas dispensam você da obrigação de contar calorias. Aliás, elas alertam para comer (mais gordura do que carboidrato, não esqueça!) até saciar a fome e, assim, evitar o efeito rebote dos cardápios hipocalóricos. Consumir menos do que você gasta sem dúvida emagrece. Porém, passados alguns dias, esse ritmo muda. “O corpo preserva ao máximo a gordura estocada para se defender das refeições mirradas”, avisa o nutricionista Luciano Bruno. A partir disso, enxugar o que ainda falta se transforma numa missão quase impossível. Sem falar que você fica faminta, fraca, mal-humorada e sem ânimo para dar continuidade ao plano de emagrecer e se manter magra. Esse tipo de dieta também induz a erros básicos: trocar um punhado de nozes por uma latinha de refrigerante light, por exemplo. Ok, você economiza calorias, mas deixa de oferecer nutrientes importantes para que tudo no seu organismo funcione bem, inclusive o metabolismo. E, como você já viu, a gordura dos alimentos (mais calórica que o carboidrato e a proteína) está envolvida nisso. 

Só carboidrato do bem
Sim, a gordura é a estrela do momento, mas o tipo do carboidrato conta. “As opções de baixo índice glicêmico (IG) evitam picos de insulina – hormônio que, circulando em excesso no sangue, reforça os estoques de gordura”, explica a nutricionista Isabella Vorccaro, do Rio de Janeiro. A insulina também aprisiona a glicose dentro das células de gordura. Resultado: falta combustível para os músculos e o cérebro, que emite mensagens de fome e ordena o organismo a reduzir o ritmo do metabolismo – a pior combinação para quem quer emagrecer. Então esqueça as massas (mesmo as integrais), os sucos açucarados e até mesmo as frutas. Numa primeira fase, as dietas cetogênicas liberam de 10 a 25% de carboidrato e apenas aqueles vindos das verduras e dos legumes. É a etapa mais restritiva e demora de acordo com a resposta de cada pessoa: algumas começam a usar a gordura como fonte de energia (estado de cetose) no quarto ou quinto dia, outras demoram semanas. Quando chegar ao peso desejado, você tem direito a uma quantidade mais generosa (não mais que 40%) de carboidrato de baixo IG.

As raízes, como o inhame e o cará, são as principais representantes desse grupo (veja outras opções na lista ao lado, organziada por Isabella Vorccaro). E a batata-doce? Também pode, mas em menor quantidade. À medida que seu corpo sinalizar que os grãos e as massas (integrais, de preferência) estão liberados, vá em frente com parcimônia, e a vida toda. Outra estratégia que deve virar um hábito: começar a refeição com fibras (folhas e legumes), além de preservar um bom espaço no prato para a gordura. Parece ser o segredo para o seu organismo continuar com a chavinha virada para o modo queimador de gordura! 

Cardápio da Dieta Cetogênica
Alguns cardápios cetogênicos restringem muito o carboidrato. Mas, para que você possa ter uma ideia do menu e seguir com segurança em casa, a nutricionista Isabella Correia montou um dia com uma porção maior desse nutriente (tem até um pouco de fruta!).

CAFÉ DA MANHà
1 copo (300 ml) de suco verde: bata 1 folha de couve orgânica com folhas de hortelã fresca, suco de 1 limão, 1 rodela de gengibre e 1/2 maçã + 2 ovos mexidos com 1 col.(sopa) de ghee (manteiga clarificada) + 1 xícara de café puro, batido com 1 col. (sopa) de óleo de coco ou com leite vegetal (coco, castanha-do-pará, castanha de caju).

LANCHE DA MANHÃ (se você tiver fome)
1 punhado (20 g) de oleaginosas (castanha-do-pará, castanha de caju, amêndoa, noz).

ALMOÇO
1 posta (150 g) de salmão ou frango (coxa e sobrecoxa), de preferência regada com azeite extravirgem ou óleo de coco + vegetais low carb (baixo IG) à vontade (folhas verdes em geral, abobrinha, acelga, repolho roxo, berinjela, brócolis, chuchu, rabanete)

LANCHE DA TARDE
1 porção de fruta low carb (baixo IG): maçã, morango, amora, mirtilo

JANTAR
1 filé (150 g) de carne vermelha (contrafilé, picanha) grelhado Vegetais low carb (baixo IG) à vontade, regados com azeite extravirgem.

FONTE

http://boaforma.abril.com.br/dieta/dieta-cetogenica-nova-aposta-para-quem-ja-tentou-quase-tudo-e-nao-consegue-emagrecer/

sábado, 26 de novembro de 2016

Erva-de-são-cristóvão


A erva-de-são-cristóvão é originária da América do Norte. Ela cresce igualmente em outras regiões de clima temperado, como a Europa. Esta planta pode alcançar mais de dois metros de altura. A planta gosta de terras úmidas e mais escondidas da luz solar. Em geral, as flores aparecem em meados do verão. 

Observações

– A erva-de-são-cristóvão pode ser uma alternativa concreta aos tratamentos de reposição hormonal (TRH), na menopausa e durante a pré-menopausa. Em geral, a erva-de-são-cristóvão aparenta provocar menos efeitos colaterais que os TRH. Esta planta é particularmente indicada para diminuir as ondas de calor da menopausa.

– Todavia, os estudos clínicos que demonstram a eficácia da erva-de-são-cristóvão são por vezes contraditórios, algumas pesquisas provam a sua eficácia e outras afirmam o contrário.

– A erva-de-são-cristóvão era uma planta utilizada pelos ameríndios, tais como os Cherokee, na cura de diferentes doenças.

– Um estudo publicado em 21 de junho de 2016, na revista especializada JAMA, mostrou que a utilização de plantas medicinais como soja, cimicífuga, trevo vermelho, determinadas plantas da medicina tradicional chinesa ou moléculas provenientes de plantas como as isoflavonas que são fitoestrógenas estava associado a uma modesta diminuição na frequência de ondas de calor e de falta de lubrificação vaginal em mulheres na menopausa. Em contrapartida, o efeito dessas plantas ou remédios naturais na sudorese noturna era insignificante, segundo os pesquisadores.

Este trabalho de pesquisa realizado notadamente pela Erasmus University Medical Center, em Roterdã (Países Baixos), analisou mais de 60 pesquisas publicadas sobre este tema, totalizando mais de 6.00 mulheres.


Nomes

Nome em português: Erva-de-São-Cristóvão, Cimicífuga
Nome binomial: Cimicifuga racemosa, Actaea racemosa
Nome francês: Cimicifuga, actée à grappes, cimicifuge, cytise, cimicifuga racemosa, herbe aux punaises, cohosh noir
Nome inglês: black cohosh
Nome alemão: Traubensilberkerze
Nome italiano: cimicifuga

Família
Ranunculaceae (Ranunculáceas)

Constituintes
Glucosídeos triterpênicos (p.ex. acteína).

Partes utilizadas
Rizoma, raíz.

Efeitos

Favorece a produção de estrógenos, anti-reumático, estimula a menstruação, antidepressivo.
Indicações

– Alternativa à terapia hormonal de substituição (THS) em caso de distúrbios e sintomas ligados à menopausa ou à pré-menopausa, tipicamente em caso de ondas de calor.

– Em caso de síndrome pré-menstrual ou dismenorréia (dores menstruais).

– Leve depressão

– Artrite (efeito possível)

Black Cohosh - (Cimicifuga Racemosa)

Nativa de zonas temperadas do hemisfério Norte: Estados Unidos, Europa, Norte da Ásia, e partes do Ártico e Sibéria. Conhecida popularmente nessas regiões como Black Cohosh, ou simplesmente preta por ser dessa cor sua raiz medicinal.

INGREDIENTES ATIVOS
triterpênicos e flavonóides

USO TRADICIONAL
Os índios norte-americanos ferviam a raiz e com a infusão tratavam problemas variados das mulheres relacionados com a menstruação e a menopausa.

EFEITO ESTUDADO
Alivia as ondas de calor, principalmente, mas também atua sobre a atrofia vaginal e a depressão. Em estudo feito na Alemanha, onde a planta é particularmente pesquisada, o extrato de cimicifuga diminuiu os sintomas da menopausa de 80% de 629 pacientes que tomaram a substância, depois de 6 a 8 semanas de uso. Em outro estudo alemão menor, feito com 60 pacientes, sua eficiência em estados de ansiedade e depressivos mostrou-se superior a do calmante Diazepan, em doses de 12 mg por dia.

O uso da Cimicifuga racemosa também é recomendado para mulheres que não podem fazer uso da TRH por causa do risco de desenvolver câncer de seio ou do endométrio ou melanoma maligno. Estudos com cultura de células de tumor in vitro demostraram que ela inibe a proliferação celular. Ensaios feitos com ratos que ingeriram aproximadamente 90 vezes a dose ideal durante seis meses demonstraram o mesmo resultado.

EFEITOS COLATERAIS
Podem ocorrer perturbações leves no trato gastrontestinal (dor abdominal ou náusea) bem como tonturas e dores de cabeça quando usada em altas doses.

CONTRA INDICAÇÕES
Não deve ser usada por mulheres grávidas ou que estão amamentando.



fonte


sábado, 12 de novembro de 2016

Benefícios da Vitamina B9


Os Benefícios da Vitamina B9 ou Ácido Fólico, são diversos, pois ela possui uma grande quantidade de nutrientes essenciais para saúde geral do corpo. Alem disso, os benefícios de vitamina B9ou ácido fólico para saúde incluem a prevenção de distúrbios do coração, acidente vascular cerebral, câncer e defeitos de nascimento durante a gravidez. Ela também ajuda a construir músculos, realce celular, formação de hemoglobina e até mesmo proporciona alívio de distúrbios mentais e emocionais.

A vitamina B9 (ácido fólico) pertence à família de vitaminas solúveis em água. É essencial incluir esta vitamina em seu plano de dieta de rotina. O corpo humano é capaz de preparar esta vitamina essencial e é então armazenada no fígado. A necessidade diária do corpo humano utiliza uma parte desta vitamina armazenada e o valor excedente é lançado para fora do corpo através da excreção. Ele executa algumas das funções mais vitais do corpo, incluindo tudo de formação RBC para a produção de energia.

Os sintomas de deficiência de vitamina B9 incluem anemia, perda de memória, restrição do crescimento do cérebro e nervos, paranoia, fraqueza, pele rachaduras e uma ferida na língua. Além dos mencionados acima, uma deficiência de vitamina B9 também pode levar a problemas graves, como palpitações cardíacas, defeitos de nascimento, osteoporose, câncer de intestino e leucopenia. Além disso, a esterilidade e a infertilidade são também relatadas em pacientes que são deficientes nesta vitamina.

Importantes fontes de vitamina B9, a fim de tornar a sua dieta rica em vitamina B9 ou ácido fólico, deve-se incluir alimentos como fígado e rim. Outras grandes fontes dessa vitamina são vegetais verdes, queijo e cogumelos. Feijão, legumes, levedura de cerveja e couve-flor são algumas outras ricas fontes de vitamina B9. Laranjas, bananas, ervilhas, marrom arroz e lentilhas também podem ser listados sob este tema.

Tornou-se muito claro que a vitamina B9 é um tesouro de benefícios para o corpo humano e é uma grande fonte de melhoria da saúde global. Aqui estão alguns dos benefícios de vitamina para saúde mais elaborado para avaliar adequadamente o seu significado:

Então confira. Os 10 Benefícios da Vitamina B9 ou Ácido Fólico Para Saúde.

Benefícios da Vitamina B9 Para Distúrbios Cardíacos

A vitamina B9 é uma ferramenta importante para melhorar o funcionamento do coração humano. Fá-lo através da remoção de homocisteína, que é uma das principais causas de ataques cardíacos em idades precoces. Ele controla o nível de deposição de colesterol no coração humano, assegurando assim que o nosso sistema cardiovascular é salvo de vários distúrbios.

Benefícios da Vitamina B9 Para o AVC

Além de causar ataques cardíacos, a homocisteína também é responsável por causar acidentes vasculares cerebrais, que são eventos fatais no cérebro. Além disso, a grande quantidade de homocisteína no corpo também pode levar ao enfraquecimento dos ossos, aumentando assim a probabilidade de fraturas frequentes. A vitamina B9, como mencionado antes, ajuda a controlar a quantidade deste produto químico no organismo e reduz o receio de sofrer um acidente vascular cerebral.

Benefícios da Vitamina B9 Para o Câncer

A vitamina B9 é considerada como um componente essencial para a redução da ocorrência de câncer no corpo humano. Ela ajuda a eliminar as chances de câncer de várias formas, incluindo o câncer do colo do útero, do cólon e pulmão. Assim, recomenda-se pelos médicos incluir esta vitamina em quantidades suficientes em sua dieta diária.

Benefícios da Vitamina B9 Para Gravidez e Parto

A vitamina B9 é um recurso confiável para limitar defeitos durante a gravidez e o nascimento de uma criança. É uma situação comum que as mulheres grávidas que mantêm uma dieta deficiente desta vitamina são muito menos propensas a entregar uma criança saudável. Os defeitos de nascimento causados por sua deficiência incluem defeitos do tubo neural. Assim, a vitamina B9 efetivamente melhora as chances de dar à luz uma criança saudável e feliz.

Benefícios da Vitamina B9 Para Músculos em Construção

A vitamina B9 é considerada como um componente de construção do músculo, uma vez que ajuda no crescimento e manutenção dos tecidos musculares.

Benefícios da Vitamina B9 Para Aperfeiçoamento Celular

A vitamina B9 é um elemento essencial na formação dos glóbulos vermelhos. Além disso, esta vitamina é um contribuinte significativo para a construção e reparação de células da pele no corpo humano. As células encontradas no intestino pequeno de revestimento também são fabricadas a partir desta vitamina. A vitamina B9, também é responsável por substituir as células velhas por novas, mantendo nosso corpo fresco e novo.

Vitamina B9 Para a Coenzima

A vitamina B9 é considerada como uma coenzima, o que funciona de forma eficaz em associação com enzimas que realizam as atividades mais desejável e importante do corpo, como a síntese de ADN.

Benefícios da Vitamina B9 Para Formação de Hemoglobina

A vitamina B9 é responsável por melhorar o nível de hemoglobina no corpo humano. A hemoglobina é uma componente essencial que ajuda na transferência de oxigênio para as células de órgãos e sistemas que necessitam para funcionar corretamente. Isto pode aumentar os níveis de energia e eficiência metabólica.

Vitamina B9 Para Transtornos Mentais e Emocionais

A vitamina B9 é útil no tratamento de vários distúrbios mentais e emocionais. Por exemplo, é útil no tratamento de ansiedade e depressão, que são dois dos problemas de saúde mental mais comuns sofridos por pessoas no mundo moderno de hoje.

FONTE

http://www.saudedica.com.br/os-10-beneficios-da-vitamina-b9-ou-acido-folico-para-saude/

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Malhação íntima



Exercícios que vão ajudar a sua vida sexual

Você sabia que, quanto mais tonificada for a musculatura genital, maior a possibilidade de atingir o orgasmo? Médicos recomendam a fisioterapia ginecológica para o pós-parto, contra dificuldades ou apenas como pimenta boa… A fisioterapeuta Melissa Braz indica três exercícios que podem ser feitos para o início de um trabalho de fortalecimento pélvico.

1. Contração perineal lenta
Sente-se bem acomodada sobre os ísquios (ossinhos da região glútea), com as costas eretas e apoiadas, os joelhos flexionados e os pés no chão. Inspire pelo nariz e, durante a expiração, contraia os músculos perineais como se estivesse interrompendo o jato urinário, tentando permanecer com a contração durante toda a expiração. É importante não trancar o ar e não contrair o bumbum nem as coxas, isolando somente a musculatura perineal. Pode-se iniciar com contrações de três segundos.

2. Contração perineal rápida
Na posição que desejar, faça dez contrações rápidas da região perineal, de cerca de um segundo cada uma. Depois, repouse o dobro do tempo. Esse exercício aumenta a lubrificação vaginal e pode ser feito no início do ato sexual, com essa finalidade, ou durante a penetração.

3. Báscula pélvica
Levante-se, deixe os joelhos levemente dobrados e coloque as mãos na cintura. inspire, puxando o ar pelo nariz, e faça o movimento de projetar a pelve para a frente, como se quisesse esconder o bumbum. Ao expirar, soltando o ar pela boca, leve a pelve para trás, “arrebitando” os glúteos.

FONTE


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Pipoca de Sagu


Já viram a nova moda gastronômica da internet? PIPOCA DE SAGU! Já vou logo contando, é crocante como pipoca de milho, mas não tem o mesmo gosto. O sagu é feito de mandioca, macaxeira, aipim …. O modo de fazer é bem parecido com o da pipoca de milho, porém com algumas ressalvas.
– Usa-se uma quantidade menor de óleo.
– Tem que ser feita em quantidade pequenas, em uma panela de fundo grosso, para não queimar.
– O sabor fica por conta do tempero, e este deve ser adicionado antes de estourar.

Ingredientes:
1/2 xícara de sagu de mandioca cru
1 colher de sopa de óleo
Sal a gosto
Temperinhos a gosto

Modo de Preparo:
1. Separe todos os ingredientes.
2. Em uma panela de preferência de fundo grosso, aqueça o óleo e, quando estiver bem quente, adicione o sagu, o sal e os temperos.
3. Mexa para que tudo se misture. Abaixe o fogo.
4. Assim que começar a estourar, tampe a panela e continue mexendo (se sua panela não for uma pipoqueira segure a tampa com um pano e chacoalhe).
5. Quando o intervalo de estouro do sagu ficar maior que 3 segundos, desligue fogo e continue mexendo até o barulho terminar.
6.Transfira a pipoca de sagu para uma tigela e se delicie.



fonte

http://www.muitoalemdacozinha.com/2016/10/27/pipoca-de-sagu/