Está sofrendo com a falta de memória para aprender algo novo? Conheça duas ervas milagrosas. Os conhecimentos ancestrais, de nossos tataravós, transmitidos de geração para geração têm uma sabedoria incrível Em algum momento da história da humanidade, passamos a valorizar apenas a tecnologia farmacêutica e fomos deixando de lado aqueles segredinhos de nossas avós que em muitos momentos da nossa infância operou verdadeiros milagres no corpo e na alma.
De uns tempos para cá, temos visto algum movimento para resgatar a sabedoria natural das ervas. E o melhor é observarmos que a ciência cada vez mais recorre ao conhecimento natural. E quanto mais nos aprofundamos, mais descobrimos quantos benefícios essas ervas oferecem.
Você sabia que para melhorar a memória e o aprendizado, existem duas ervas super potentes? Uma Universidade nos Estados Unidos descobriu que algumas ervas são altamente antioxidantes e por isso ajudam no antienvelhecimento. E não são ervas exóticas, não. Confira:
Hortelã: essa erva tão conhecida é antioxidante, tem vitamina A e vitaminas complexo B, com efeito benéfico para os olhos e para a pele, para prevenir infecções, ajudam no metabolismo da glicose no sangue e são essenciais para o sistema nervoso, ajudando a prevenir doenças do envelhecimento como por exemplo, Alzheimer. Ela pode ser consumida fresca, na salada, na sopa, nos temperos, nos sucos e água e no tradicional chazinho de hortelã.
Alecrim: rico em vitamina A e K, que além de ser bom para os olhos e a pele, ajudam na coagulação sanguínea e a fixar o cálcio nos ossos. Do complexo B, é rico em B1 E B2, que agem no metabolismo da glicose, e são fundamentais para a formação da chamada bainha de mielina, que cobre as fibras nervosas e permite a comunicação entre os nervos
A ABTA (Associação Brasileira da Técnica Alexander) é a primeira associação dos profissionais da Técnica Alexander na América Latina e tem como missão estabelecer e manter os requisitos essenciais ao ensino e preservação da Técnica Alexander.Leia mais AQUI
A Técnica Alexander tem como objetivo principal uma reeducação psicomotora, ensinando como corpo e mente podem funcionar juntos no desempenho de todas as atividades diárias ajudando a detectar e a reduzir o excesso de tensão promovendo harmonia e bem estar.
A Técnica Alexander responde a uma demanda que existe em todas as pessoas: viver com menos esforço e maior liberdade, tanto de movimento quanto de pensamento.
É um método de reeducação prático e simples, aplicado a mais de 100 anos em vários países de mundo. Não é um tratamento e não deve ser identificado com técnicas de relaxamento, massagem ou expressão corporal.
É uma prática que resulta em um melhor funcionamento dos reflexos naturais do organismo Isso traz diversos benefícios para a saúde como a prevenção de problemas posturais e dores musculares, maior liberdade de movimento através do aperfeiçoamento da coordenação e equilíbrio do corpo, respiração mais livre, além de bem-estar físico e mental.
Em recente pesquisa desenvolvida na Inglaterra e publicada no British Medical Journal em agosto de 2008 ficou provado que aulas de Técnica Alexander provêm um significante e importante benefício de longo prazo para portadores de dor nas costas crônica. Constatou-se uma grande redução de número de dias com dores e um significante aperfeiçoamento no funcionamento e qualidade de vida dos participantes da pesquisa. O Dr. Paul Little, que conduziu a pesquisa no Southampton University, disse "é um significante passo a frente na gerência de longo prazo sobre dor nas costas".
Como é ensinada
Através de atividades cotidianas como falar, andar, sentar e levantar de uma cadeira, o professor, com suas mãos, guia e orienta gentilmente o aluno a desfazer tensões e a encorajar o funcionamento dos reflexos naturais do organismo. Desta forma um equilíbrio pode ser encontrado entre o tônus muscular para o suporte do corpo e o relaxamento necessário para movimentos, respiração e circulação mais livres; dando condições ao aluno de responder aos problemas do cotidiano com menos estresse e com mais liberdade de escolha. Não há contra-indicação ou limite de idade.
Quem foi F. M. Alexander
"A maioria das pessoas cai em um hábito mecânico de pensamento tão facilmente como elas caem em um hábito mecânico corporal que é a conseqüência imediata" F. M. Alexander
Frederick Matthias Alexander (1869-1955) foi um homem a frente do seu tempo. No final do século XIX desenvolveu um trabalho revolucionário sobre o desenvolvimento do ser humano, trabalho este que, ao longo dos anos, atraiu diversas personalidades da ciência, da educação e das artes. Podemos dizer que Alexander foi um pioneiro no ocidente a desenvolver um trabalho em que o homem é visto como unidade psico-física. Alexander acreditava que seu trabalho serviria para as gerações futuras como um instrumento de aperfeiçoamento do ser humano, através de uma educação integral em que os aspectos físicos, emocionais e mentais estariam envolvidos.
Este trabalho se iniciou quando, em sua juventude, Alexander tornou-se um renomado ator shakespeareano na Austrália e Nova Zelândia e seus recitais tornaram-se populares. Sua saúde, que já era frágil desde a infância, foi piorando em função de suas constantes apresentações teatrais: problemas respiratórios e rouquidão foram se tornando uma constante. Sem sucesso com os médicos e sem saber como solucionar esses problemas, Alexander iniciou uma pesquisa usando a si mesmo como objeto de observação. Percebeu, então, que o modo como usava o seu corpo e pensamento afetava diretamente o funcionamento geral do organismo -- seus problemas de voz e respiração eram apenas conseqüências de um desequilíbrio total de seu corpo. A partir daí, desenvolveu uma prática com base na unidade psico-física do Homem, hoje chamada de Técnica Alexander.
Alexander, aconselhado por diversos médicos da Austrália, mudou-se para a Inglaterra em 1904 onde teria mais chance de expandir o potencial de seu trabalho. Ao longo dos anos obteve apoio de várias personalidades de sua época,como: o escritor Aldous Huxley, o dramaturgo George Bernard Shaw, o prêmio Nobel em fisiologia Sir Charles Sherrington, o antropólogo Raymond Dart, o filósofo e educador John Dewey entre outros.
No ano de 1930 iniciou o primeiro curso de formação para professores, no que mais tarde ficou conhecido como Técnica Alexander, e continuou ensinando a sua Técnica até 1955, ano de sua morte.
Ao longo de sua vida escreveu quatro livros:
- Man's Supreme Inheritance, 1910
- Constructive Concious Control of the Individual, 1923
- The Use of the Self (O Uso de si Mesmo), 1932
- The Universal Constant in Living,1943
"É agora possível conceber um tipo de educação totalmente novo que influencie toda a extensão das atividades humanas, desde a fisiológica, passando pela intelectual, moral e prática, até a espiritual – uma educação que, por ensinar a crianças e adultos o uso correto de si mesmos, iria preservá-los da maioria das doenças e dos maus hábitos que os afligem hoje em dia; uma educação cujo treinamento na inibição e no controle conscientes forneceria a homens e mulheres meios psico-físicos de comportar-se racional e moralmente; uma educação que, em suas mais altas esferas, tornaria possível a experiência da realidade absoluta." Aldous Huxley, escritor
Atualmente, mesmo sendo desconhecido do grande público no Brasil, seu trabalho vem sendo aplicado em diferentes instituições de ensino ao redor do mundo. Diversas terapias, processos de auto-conhecimento e técnicas corporais existentes hoje tiveram a influência dos princípios desenvolvidos por Alexander. Quando se entra em contato com esta técnica de trabalho é muito comum a surpresa sobre o pioneirismo, a simplicidade e a atualidade do trabalho.
"Essa estória de percepção, de inteligência, e de persistência, mostrada por um homem sem formação médica, é um dos verdadeiros épicos da pesquisa e prática médicas."
"...este método científico básico ainda é menosprezado com demasiada freqüência pelos que se deixam cegar pelo fascínio do aparato técnico. Um pouco mais de atenção ao corpo como um todo e à unidade corpo e mente poderia ampliar substancialmente o campo da pesquisa médica."
O resultado do exame preventivo indica inflamação, e agora?
Muitas pacientes se assustam ao abrir o resultado do exame de Papanicolau e deparar com um termo específico: inflamação. Questionam por qual motivo o útero está "inflamado" e se isso tem relação com as queixas que eventualmente apresentam. Antes de tudo é preciso esclarecer que queixas, como coceiras, corrimentos e odor desagradável não têm relação com o processo inflamatório ao qual o resultado do exame se refere.
Mas, então o que significa o termo inflamação? No organismo humano, a resposta inflamatória ou inflamação tem uma série de funções. A mais conhecida é a de estimular ou ativar o sistema imunológico quando o organismo é invadido por micro-organismos oportunistas e nocivos, como bactérias, vírus e fungos.
Outra função importante da inflamação é atuar no processo de cicatrização, mecanismo de reparação do organismo. A cicatrização ocorre quando há uma resposta inflamatória no local da lesão, e essa resposta resulta na produção do novo tecido que recobrirá o local lesionado.
Sabe-se que existem diversos fatores que estimulam a resposta inflamatória na cavidade vaginal. Os mais frequentes são os mecânicos e os hormonais. Na relação sexual, o atrito entre o pênis e a vagina provoca fissuras ou lesões microscópicas nas paredes vaginais. Para cicatriza-las, existe a mediação da resposta inflamatória.
O outro motivo é hormonal e diz respeito à atuação da progesterona no organismo feminino. Este hormônio tem sua produção aumentada na segunda fase do ciclo menstrual e deixa a mucosa da vagina mais delgada e por isso, mais delicada. Este fato, aliado a outros mecanismos de regulação da flora vaginal, resulta em uma inflamação local.
Diante do exposto acima, enfatiza-se que a inflamação vaginal, causada pelos fatores naturais mencionados, não provoca sintomas irritativos locais. Melhor dizendo, faz parte do funcionamento natural da vagina e devido a isso, não necessita de tratamento. Portanto, se o seu resultado de prevenção indica inflamação e há ausência de infecções sintomáticas locais, não se preocupe, pois este resultado é normal.
Referências
1 – D. Ayres de Campos et al. Células inflamatórias na citologia cervicovaginal: um achado tradutor de infecção? Acta Médica Portuguesa, 1997, 10:637-641.
Venho assistindo os vídeos do Dr Juliano e da Drª Carolina Pimentel (Pimed). Gostei. Principalmente, porque os vídeos trazem orientações que já sigo e que fazem parte da minha rotina diária... como o café sem açúcar, hábito este que adotei há mais de dez anos,mas confesso que sempre "escorrego" em algumas outras "gordices". Esta semana, indo para o meu trabalho, passei por uma experiência complicada. Perdi a direção do meu carro que derrapou na areia. Não acelerei nem freei, mas instintivamente, acabei virando o volante muito rápido para a direita e depois para a esquerda. Não consegui manter o carro em linha reta. Estava sem controle, parecia não ter contato com o solo. Sai da estrada indo para o terreno ainda mais irregular do canavial. Resultado: O carro acabou capotando, virou três vezes e parou com os pneus para cima. Tirei o cinto e tentei sair do carro. A porta não abria. Sai sozinha, pela porta do passageiro. O carro estava destruído. Um motorista parou para me ajudar. Alguns canavieiros que trabalhavam ali por perto também vieram me socorrer.Não me machuquei. Eu estava bem, sem qualquer ferimento, então ajudei eles a desvirarem o meu carro. Tiramos alguns objetos de dentro do carro. Bolsa, papéis, uniforme. Minha garrafa de café intacta por fora, mas esmiuçada por dentro. Cenoura, batata, carne.. espalhadas pelo carro, tupperwares vazias.
"...eram apenas duas pequenas porções, mas espalharam-se pelo carro como se fossem muito mais"
Estava aproximadamente, a 300 metros do meu trabalho. As pessoas que viram o acidenteligaram para o Corpo de Bombeiros (que chegou rapidamente). Logo, meus amigos e colegas de serviço também chegaram até o local do acidente e me ajudaram chamando o guincho e me orientando quanto as providencias imediatas em relação ao conserto do carro e quanto a me certificar que, realmente, eu estava bem física e emocionalmente. O que constatamos lá mesmo no local do acidente: o pneu dianteiro, do lado do passageiro, furou. Quebrei uma unha. Fiquei com uma pequena marca do cinto de segurança no pescoço. Meu carro não tinha seguro. Minha mãe e irmãos me deram grande apoio e passaram o resto do dia comigo, me auxiliando 100% em tudo que precisei para deixar o conserto do meu carro encaminhado. E, meu irmão deixou o carro dele comigo até que o meu fique pronto. Sei que foi me dado nova oportunidade de continuar por aqui... Dentre todas as promessas e resoluções que se faz quando se vê a morte de pertinho resolvi adotar, de vez, uma alimentação saudável. =D
Cortar os carboidratos pode ter vários benefícios impressionantes. Mas quais são os melhores alimentos low carb?
Para quem ainda não sabe, pesquisas mostram que reduzir o consumo de carboidratos pode reduzir significativa os níveis de fome. Isso tende a levar à perda de peso “automática”, sem a necessidade de contagem de calorias. Pelo menos 23 estudos mostraram que dietas de baixo teor de carboidratos geralmente causam mais perda de peso do que dietas de baixo teor de gordura, às vezes até 2-3 vezes mais.
Cortar carboidratos também pode ter inúmeros outros benefícios para a saúde metabólica. Isso inclui uma redução no nível de açúcar no sangue, pressão arterial e triglicérides, entre outros.
Felizmente, comer low carb não precisa ser complicado. Basta basear sua dieta em torno de alimentos de verdade que são baixos em carboidratos. Confira os melhores alimentos low carb. Não deixe de ler e compartilhar.
Melhores alimentos low carb
Entenda quais são os melhores alimentos pobres em carboidratos. No entanto, tenha em mente que alguns desses alimentos são ricos em fibras, por isso, às vezes, a quantidade de carboidratos digestíveis (“líquido”) é ainda menor.
1. Ovos
Os ovos estão entre os alimentos mais saudáveis e mais nutritivos do planeta. Eles são carregados com todos os tipos de nutrientes, incluindo importantes nutrientes cerebrais e compostos que podem melhorar a saúde ocular. Carboidratos: quase zero.
2. Carnes
Todos os tipos de carne estão perto de zero carboidrato. Uma exceção são os órgão, como o fígado, que é cerca de 5% carboidratos.
3. Carne de vaca
Carne é altamente saciante e rica em nutrientes importantes como ferro e B12. Existem dezenas de diferentes tipos de carne bovina, de bife a carne moída. Carboidratos: zero.
4. Cordeiro
Como carne de vaca, a carne de cordeiro contém inúmeros nutrientes benéficos, incluindo ferro e B12. O cordeiro é frequentemente alimentado com erva, e tende a ser rico em um ácido gordo benéfico chamado ácido linoleico conjugado. Carboidratos: zero.
5. Frango
A galinha é uma das carnes mais populares do mundo. É rica em muitos nutrientes benéficos, e uma excelente fonte de proteína. Carboidratos: zero.
6. Carne de porco, incluindo bacon
A carne de porco é um outro tipo delicioso de carne, e o bacon é um alimento favorito de muitas pessoas em low-carb.
Bacon é uma carne processada,no entanto, é geralmente aceitável comer quantidades moderadas de bacon em uma dieta baixa em carboidratos. Basta comprar o seu bacon localmente, sem ingredientes artificiais, e certifique-se de não queimar seu bacon ao cozinhá-lo. Carboidratos: zero. Mas leia o rótulo e evite bacon que é curado com açúcar.
Outras carnes com baixo teor de carboidratos:
Peru;
Vitela;
Carne de veado.
7. Peixe e frutos do mar
Peixes e outros frutos do mar tendem a ser incrivelmente nutritivos e saudáveis. Eles são particularmente ricos em B12, iodo e ácidos graxos omega-3, nutrientes que muitas pessoas não recebem o suficiente na alimentação. Como a carne, praticamente todos os peixes e frutos do mar contém nenhum carboidrato.
Salmão
O Salmão É Um Alimento Low Carb
O salmão está entre os tipos mais populares de peixes entre indivíduos que procuram melhorar a saúde, por uma boa razão. Ele é um tipo de peixe gordo, o que significa que contém quantidades significativas de gorduras saudáveis para o coração, neste caso os ácidos graxos omega-3. Salmão também é rico em B12, iodo, e contém uma quantidade significativa de vitamina D3. Carboidratos: zero.
Truta
Como o salmão, a truta é um tipo de peixe gordo que é rico em ácidos graxos omega-3 e outros nutrientes importantes. Carboidratos: zero.
8. Sardinha
Sardinhas são peixes oleosos que são geralmente comidos quase inteiros, com ossos e tudo. Sardinhas estão entre os alimentos mais nutritivos, e contêm quase todos os nutrientes que o corpo humano precisa. Carboidratos: zero.
9. Crustáceos
É uma pena que o marisco raramente faz parte da alimentação das pessoas. Entretanto, estão entre os alimentos mais nutritivos do mundo, e contêm pequenas quantidades de carboidratos. Carboidratos: 4-5 gramas de carboidratos a cada 100 gramas de marisco.
Outros peixes e frutos do mar low carb:
Camarão;
Lagosta;
Arenque;
Atum;
Bacalhau;
Linguado.
Legumes
A maioria dos vegetais são baixos em carboidratos. Folhas verdes e vegetais crucíferos são particularmente baixos, com a maioria dos carboidratos neles consistindo de fibra. Por outro lado, legumes com amido, como batatas, são ricos em carboidratos.
10. Brócolis
O brócolis é um vegetal crucífero saboroso que pode ser comido cru ou cozido. É rico em vitamina C, vitamina K e fibra, e também contém compostos que ajudam a combater o câncer. Carboidratos: 7 gramas a cada 100 gramas.
11. Tomates
Os tomates são tecnicamente frutas, mas são geralmente consumidos como legumes. Eles são ricos em vitamina C e potássio. Carboidratos: 4 gramas a cada 100 gramas.
12. Cebolas
Cebola É Um Alimento Low Carb
As cebolas são deliciosas e adicionam sabor às receitas. Elas são ricos em fibras, antioxidantes e vários compostos anti-inflamatórios. Carboidratos: 9 gramas a cada 100 gramas.
13. Couve de Bruxelas
As couves-de-bruxelas são vegetais altamente nutritivos, relacionados ao brócolis e à couve. São muito ricos em vitamina C e vitamina K, e contêm inúmeros compostos de plantas benéficas. Carboidratos: 7 gramas a cada 100 gramas.
14. Couve-flor
A couve-flor é um vegetal saboroso e versátil que pode ser usado para fazer todos os tipos de coisas interessantes na cozinha. É rico em vitamina C, vitamina K e folato. Carboidratos: 5 gramas a cada 100 gramas.
15. Couve
A couve é um vegetal muito popular entre os indivíduos saudáveis. É carregado com fibra, vitamina C, vitamina K e antioxidantes. Por isso, possui inúmeros benefícios para a saúde. Carboidratos: 10 gramas a cada 100 gramas.
16. Berinjela
Berinjela é outra fruta que é comumente consumida como um vegetal. Ela possui usos interessantes na alimentação e é rica em fibras. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas.
17. Pepino
Pepino é um vegetal popular com um sabor suave. Consiste principalmente de água, com uma pequena quantidade de vitamina K. Carboidratos: 4 gramas a cada 100 gramas.
18. Pimentões
Os pimentões são muito ricos em fibra, vitamina C e antioxidantes. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas.
19. Aspargo
Aspargo é um vegetal rico em fibra, vitamina C, folato, vitamina K e antioxidantes. Também é muito rico em proteínas em comparação com a maioria dos vegetais. Carboidratos: 2 gramas a cada 100 gramas.
Outros legumes de baixo teor de carboidratos
Aipo;
Espinafre;
Abobrinha;
Acelga;
Repolho.
Com a exceção de vegetais de raiz amiláceos, praticamente todos os vegetais são pobres em carboidratos.
Frutas
As frutas são saudáveis, mas nem sempre são indicadas para uma alimentação low carb. Isso porque a maioria das frutas tendem a ser ricas em carboidratos em relação aos vegetais. No entanto, isso não se aplica a frutas gordurosas como abacates ou azeitonas. Frutas com baixo teor de açúcar, como morangos, também são excelentes.
20. Abacate
O abacate é um tipo único de fruta. Em vez de ser rico em carboidratos, ele é rico em gorduras saudáveis. Os abacates também são extremamente ricos em fibras e potássio, e contém quantidades decentes de todos os tipos de outros nutrientes. Carboidratos: 8,5 gramas a cada 100 gramas. Tenha em mente que a maioria (cerca de 78%) dos carboidratos no abacate são fibras.
21. Azeitonas
A azeitona é outra fruta deliciosa com alto teor de gordura. É muito rica em ferro e cobre, e contém vitamina E. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas.
22. Morangos
Morango É Uma Fruta Low Carb
Morangos estão entre as frutas mais pobres em carboidratos. Eles são muito ricos em vitamina C, manganês e vários antioxidantes. Carboidratos: 8 gramas a cada 100 gramas.
23. Damascos
Cada damasco contém pouco carboidrato, mas muita vitamina C e potássio. Carboidratos: 11 gramas a cada 100 gramas.
Outros frutos low carb:
Limões;
Kiwi;
Laranjas;
Framboesas.
Nozes e sementes
Nozes e sementes são muito populares em dietas de baixo teor de carboidratos. Eles são ricos em gordura, fibras, proteínas e vários micronutrientes.
24. Amêndoas
Amêndoas são incrivelmente saborosas. Elas são ricas em fibra, vitamina E e estão entre as melhores fontes do mundo de magnésio. Além disso, as amêndoas podem ajudar promover a perda de peso. Carboidratos: 22 gramas a cada 100 gramas.
25. Nozes
As nozes são ricas em ácido graxo omega-3. Carboidratos: 14 gramas a cada 100 gramas.
Gorduras e óleos
Existem muitas gorduras e óleos saudáveis que são aceitáveis em uma alimentação low carb e baseada em alimentos de verdade. Apenas certifique-se de evitar óleos vegetais refinados como óleo de soja, óleo de milho e outros.
26. Manteiga
Uma vez demonizada pelo alto teor de gordura saturada, estudos têm mostrado que a manteiga é na verdade um alimento saudável quando consumido sem exageros. Carboidratos: zero.
26. Azeite Extra Virgem
O azeite virgem é outro exemplo de gordura saudável. É rico em antioxidantes poderosos e compostos anti-inflamatórios, e tem benefícios impressionantes para a saúde cardiovascular. Carboidratos: zero.
28. Óleo de coco
Óleo de coco é uma gordura muito saudável, carregado com ácidos graxos de cadeia média que têm poderosos efeitos benéficos sobre o metabolismo. O consumo de óleo de coco pode reduzir o apetite e aumentar a queima de gordura. Carboidratos: zero.
Bebidas
A maioria de bebidas sem adição de açúcar são perfeitamente aceitáveis na alimentação low carb.
29. Água
A água, óbvio, é a melhor opção de bebida, não importa qual é o estilo de alimentação que você segue. Carboidratos: zero.
30. Café
O café é uma das melhores fontes de antioxidantes na dieta, beber café diminui o risco de várias doenças graves, incluindo diabetes tipo 2, doença de Parkinson e Alzheimer. Apenas certifique-se de não adicionar nada insalubre ao seu café, como açúcar. Carboidratos: zero.
31. Chá
Chá, especialmente chá verde, possui vários tipos de benefícios de saúde impressionantes. Também pode aumentar a queima de gordura ligeiramente. Carboidratos: zero.
Outros
32. Ervas, especiarias e condimentos
Há uma infinita variedade de deliciosas ervas, especiarias e condimentos que você pode comer. A maioria deles é muito baixa em carboidratos, como sal, pimenta, alho, gengibre, canela, mostarda e orégano. Como você pode perceber, a alimentação low carb se baseia em alimentos saudáveis e de verdade.
O ácido oleico é mais conhecido como ômega 9 e é um ácido graxo monoinsaturado, estando presente na gordura da maioria dos alimentos. Quer aprender mais sobre ele? Então vem conferir! Para Que Serve o Ácido Oleico? Onde podemos Encontra-lo?
Excelentes perguntas, não é mesmo? Então, o ácido oleico é um ótimo substituto das gorduras saturadas quando alguém decide começar uma dieta saudável. Encontramos ele no abacate, nas sementes, nos óleos vegetais prensados a frio como o de cártamo, o de amêndoas e o de girassol, e também nas nozes.
Ele também é muito utilizado em temperos prontos para fazer assados, em manteigas, em queijos, em doces, em sorvetes e até mesmo nos refrigerantes!
5 Benefícios do Ácido Oleico Para a Saúde
Que tal conhecer 7 vantagens maravilhosas que o consumo do ácido oleico pode trazer para a sua saúde? Veja a lista a seguir:
1 – Ajuda no Controle do Diabetes
Em um estudo desenvolvido na Universidade de Oxford pesquisadores irlandeses descobriram que quando um paciente aposta em uma dieta rica em ácido oleicoseus níveis de glicose no sangue melhoram muito, assim como também melhora a sua sensibilidade à insulina e a circulação do seu sangue como um todo. Sendo assim, pessoas que tem diabetes ou que estão na fase de pré-diabetes podem se beneficiar do consumo de ácido oleico para controlar a doença de uma vez por todas!
2 – Melhora as Funções Cerebrais
Em pesquisa recente constatou-se que quanto mais gordura monoinsaturada no sangue (no caso de ácido oleico) mais extrovertida e aberta é a pessoa, ou seja, entende-se que os níveis de gordura positiva presentes no cérebro garantem a qualidade das funções cerebrais.
3 – Ajuda na Comunicação Cerebral
Talvez você nunca tenha ouvido falar da mielina, mas ela é uma cobertura que serve para cobrir os nervos, que são enfim as ramificações dos nossos neurônicos. Sua composição é feita basicamente de gordura e proteína, sendo que o ácido oleico é a gordura mais comum encontrada nela. A mielina é muito importante justamente porque o invólucro que ela faz ao redor dos nervos é o que permite a sua comunicação e se ela for danificada o cérebro começa a sofrer na execução de suas funções!
4 – Garante o Metabolismo do Coração
O ácido oleico se associa ao armazenamento de energia do coração, o que permite que esse órgão funcione de maneira saudável e natural, justamente porque conta com esse depósito de gordura, que é o seu principal combustível. Sabe-se que pessoas e animais que sofrem de insuficiência cardíaca não são capazes de processar e armazenar a gordura adequadamente, o que atrapalha a eficiência do coração.
5 – Ácido Oleico Ajuda na Queima de Gordura
O ácido oleico também tem a capacidade de normalizar a queima da gordura no organismo, de acordo com muitos estudos. Esse óleo aumenta a quantidade de genes envolvidos na queima de gordura, fazendo com que ela seja usada para as funções do organismo, o que invariavelmente acaba acelerando a perda de peso e resultando em emagrecimento!
A falta de vitamina B12, assim como de muitos outros nutrientes, pode provocar queda de cabelo. No entanto, a principal causa de perda dos fios é emocional e o controle de quadros de estresse e ansiedade costuma ser a melhor forma de interromper casos de queda de cabelo não provocados por doenças.
Diversas pesquisas mostram que cabelo e auto-imagem estão intimamente ligados. Se você está percebendo uma perda de cabelo anormal e prolongada, então você deve visitar o seu médico. Se você está curiosa sobre as causas da perda de cabelo, aqui estão 10 causas da perda de cabelo em mulheres, e como tratá-las.
1. Carências Nutricionais
Um dos sintomas da deficiência de vitamina D é a perda de cabelo. Para aumentar a sua produção de vitamina D, tome mais sol mas sem exagero por favor. A falta de exposição aos raios solares leva à deficiência desta vitamina. No entanto, se não for possível, complete com suplemento de vitamina D. As deficiências do aminoácido lisina, de cobre , vitamina B12, ferro, biotina e zinco, também podem causar a perda de cabelo. Além disso, o consumo adequado de proteínas é fundamental para que o corpo possa dispor dos aminoácidos necessários para a formação de queratina e consequentemente cabelos.
2. Desequilíbrio hormonal ligado ao estilo de vida e envelhecimento
Os níveis de alguns hormônios a partir dos 30 anos pode acarretar a perda de cabelo. A diminuição de estrógenos, progesterona e hormônio do crescimento pode acelerar esta queda.
O hormônio do crescimento é diretamente ligado ao estilo de vida. Pessoas com excesso de peso, sedentárias, fumantes,que ingerem grandes quantidades de carboidratos refinados e que dormem mal, possivelmente terão níveis mais baixo deste hormônio. Portanto, o estilo de vida está intimamente ligado com a qualidade do seu cabelo.
Outros problemas hormonais que podem causar queda de cabelo em mulheres:
Problemas de tireoide – A tireoide influencia o ciclo de crescimento do cabelo. Mas, quando alguém tem um problema de tireoide, perda de cabelo não é o único sintoma. Outros sintomas incluem ganho ou perda de peso, sensibilidade ao frio ou calor, e as mudanças na frequência cardíaca.
SOP – Na síndrome dos ovários policísticos (SOP) ocorre um desequilíbrio hormonal elevando os níveis de andrógenos acima do normal. Isso faz com que o cabelo a cresça no rosto e no corpo, enquanto o cabelo na cabeça cresce mais fino. A SOP também pode levar a problemas de ovulação, acne e ganho de peso.
Gravidez – Os fios de cabelo ficam mais grossos durante a gravidez, devido aos altos níveis de hormônios que mantêm os cabelos e evitam que caiam como eles normalmente fariam. Mas depois que o bebê nasce, os hormônios voltam ao normal e estes fios caem. O cabelo volta ao normal, embora isso possa levar até dois anos.
Anticoncepcionais – Um dos efeitos colaterais da pílula é a perda de cabelo por causar o afinamento dos fios de cabelo, especialmente em mulheres com história familiar de perda de cabelo. Outras drogas associadas à perda de cabelo são medicamentos para o tratamento da hipertensão arterial, doenças cardíacas, artrite e depressão.
Estresse extremo / Fadiga Adrenal Crônica ou Aguda
Estresse agudo ou crônico com alterações no cortisol para cima ou para baixo pode causar a perda de cabelo, podendo durar por vários meses. É importante sabermos como relaxar e descansar. Minimizando o estresse você vai reduzir suas chances de experimentar a perda de cabelo. Você pode tentar técnicas de meditação, relaxamento, banho de aromaterapia ou procurar ajuda profissional.
Tanto cortisol alto ( fadiga adrenal aguda) como baixo ( fadiga adrenal crõnica) podem levar a queda de cabelo. A melhor forma de avaliar a liberação de cortisol é pela análise deste hormônio na saliva ao acordar. Idealmente ele deve estar próximo ao limite superior da normalidade. Lembrando que o uso de pílulas anticoncepcionais aumentam falsamente o cortisol quando se faz a dosagem no sangue.
4. Produtos para cabelo com agentes químicos tóxicos
O Lauril Sulfato de Sódio (LSS) é encontrado em quase todos os shampoos disponíveis nas lojas. Além de ter efeitos tóxicos sobre o sistema imunológico, o LSS corrói os folículos capilares e impede o crescimento do cabelo. Há shampoos disponíveis feitos a partir de ingredientes naturais que não contêm LSS. Vá devagar com a tintura de cabelo também. O excesso de tratamento pode levar à perda de cabelo devido aos produtos químicos tóxicos encontrados nas tinturas e produtos para os cabelos.
5. Perda de peso extrema e dietas radicais
Você pode perder peso com uma dieta radical, mas você também pode perder seu cabelo! Se você perder mais de 10% do peso em 1 mês, a chance de perder cabelo por deficiência nutricional aumenta muito. No entanto, o cabelo deve voltar a crescer depois que você voltar a comer uma dieta saudável e equilibrada. Se a sua dieta é deficiente em vitamina A, zinco ou proteína, você estará mais propensa a perder cabelos.
6. Penteados apertados
Embora trancinhas pareçam legais, tenha em mente que quando você tirá-las, uma quantidade considerável de cabelo pode cair também. Se você usar o cabelo puxado para cima com força ou usar rolos, isto pode levar à perda de cabelo. Portanto, relaxe e deixe o seu cabelo para baixo, para ele voltar a crescer.
7. Efeitos colaterais dos tratamentos de câncer
É sabido que tanto a quimioterapia e terapia de radiação provoca uma dramática perda de cabelo. Enquanto o tratamento mata as células cancerosas, também prejudica os folículos pilosos. No entanto, a perda de cabelo é geralmente de curta duração e o cabelo cresce novamente após o fim do tratamento.
8. Condições médicas
Algumas condições médicas podem causar queda de cabelo. Por exemplo:
Psoríase do couro cabeludo – Psoríase do couro cabeludo, quando grave, pode causar um aumento na queda de cabelo. No entanto, o crescimento do cabelo pode se recuperar após um tratamento eficaz. Embora a psoríase do couro cabeludo seja difícil de tratar, há muitos tratamentos que são eficazes.
Alopécia Areata – Esta é uma doença auto-imune que faz com que o cabelo caia para fora dos folículos. Isto é devido ao próprio sistema imune do corpo, que, por engano, ataca folículos pilosos saudáveis. Normalmente, o dano não é permanente e os cabelos voltam a crescer de seis meses a um ano. É somente em casos raros que as pessoas podem perder todo o cabelo em sua cabeça e os pelos do corpo.
A foliculite – foliculite aparece com anéis de inflamação em torno da abertura do folículo piloso. Quando a foliculite avança o cabelo muitas vezes cai. Na foliculite grave, pode haver destruição permanentemente dos folículos pilosos, deixando pequenas áreas calvas. Alguns antibióticos tópicos como a bacitracina, micitracina, ou neomicina podem ser utilizados para tratar a foliculite leve. Para infecções mais graves, antibióticos orais são indicados, tais como eritromicina.
Micose – A micose faz com que o cabelo caia e forme manchas circulares pruriginosas. Áreas calvas ficam escamosas e vermelhas. O fungo é contagioso por contato direto. Alguns tipos de infecções micóticas se resolvem por conta própria e por isso não é necessário tratamento. Se o tratamento for necessário, a griseofulvina pode ser utilizada.
Dermatite seborreica – É uma condição da pele, mas a perda de cabelo temporária pode ocorrer se a dermatite for localizada sobre o couro cabeludo. A dermatite escamosa aparece, às vezes oleosa e inflamada. Ele também pode produzir pruridos e dor ao toque. Alguns dermatologistas prescrevem antibióticos para controlar a flora da pele, o que pode reduzir a inflamação. A inflamação pode ser tratada por um creme ou loção corticosteroide para controlar a resposta imune. Dermatite seborreica pode ser muito persistente uma vez que ocorre por isso, é importante que o tratamento seja continuado, mesmo quando os sintomas tenham passado, a fim de impedi-lo de retornar.
Doenças auto imunes como Lupus
9. Envelhecimento
À medida que envelhecemos, a taxa na qual o cabelo cresce, fica mais lenta. Fios de cabelo ficam menores e têm menos pigmento, o cabelo se torna mais fino e cinza o que tende a piorar com a ausência de inúmeros hormônios com estrogênios, progesterona, testosterona e hormônio do crescimento , má absorção de vitaminas do complexo B e D, carências nutricionais em função da diminuição do apetite que é secundária a queda do metabolismo basal que diminui com a perda de massa muscular ao envelhecermos. Ou seja , todos fatores podem ser prevenidos com a devida suplementação de vitaminas e hormônios.
10. Genética
Perda de cabelo hereditária afeta cerca de 30 milhões de mulheres americanas, de acordo com a Academia de Dermatologia América. Embora ocorra principalmente na casa dos 50 ou 60 anos, isso pode acontecer a qualquer momento, mesmo durante a adolescência. Quando perceber os primeiros sintomas, procure seu médico!
Como preparar água alcalina e quais são os seus benefícios?
Você já ouviu falar na água alcalina? Saiba do que se trata e entenda quais benefícios ela pode oferecer para a nossa saúde neste artigo
A água alcalina é um tipo de água ionizada que atua como um potente e natural antioxidante, com a capacidade de ajudar o organismo a eliminar resíduos ácidos que o processo natural de digestão produz.
Este tipo de água tem um ORP negativo, um antioxidante muito potente que, graças à produção de íons hidroxilas, favorece a produção de oxigênio, ajudando a combater os radicais livres e corrigindo, por sua vez, o balanceamento de ácido/base do corpo, regenerando as células e combatendo diferentes sinais do envelhecimento.
A água alcalina funciona como um antiácido natural que ajuda a neutralizar os níveis de acidez no corpo, prevenindo o desenvolvimento de muitas doenças e combatendo problemas comuns como o refluxo ácido.
Como preparar uma água alcalina?
Em geral é recomendável comprar tabletes para adicionar à água e dessa forma obter uma água alcalinizada. A outra opção é comprar máquinas que transformam a água da torneira em alcalina. Porém, este tipo de método costuma ser pouco acessível para a maioria das pessoas, por isso queremos compartilhar três truques caseiros para preparar uma água alcalina. Confira:
Primeiro método
Uma forma de alcalinizar a água é usando dois recipientes. Um deles encheremos com água e depois colocaremos essa água no outro recipiente vazio até uma boa altura. Quando a água cai ela forma bolhas, e isso permite gerar um bom nível de alcalinidade depois de repetir o processo por oito ou mais vezes. A água que usaremos deve ter um pH de 7,2 e este método nos permitirá aumentar esse pH em pelo menos 5 décimos, que ainda que não seja muito, é bom para alcalinizar o corpo.
Segundo método
O segundo método para obter água alcalina caseira é ferver a água durante 5 minutos. Depois disso, a água passará de um pH de 7,5 para um de 8,4, o que efetivamente alcalinizará nosso corpo. Alguns dizem que é preciso tomar quente, mas o fato é que quando esfria ela continua conservando a alcalinidade.
Terceiro método
O último método caseiro que podemos fazer para alcalinizar a água é adicionar meia colher de chá de bicarbonato de sódio em um copo de água. Com isso a água passará de um pH de 7,2 para um de 7,9. Considere que para ser considerada alcalina a água deve superar um pH de 7,3, e a partir dali quando mais subir, mais alcalina será (ainda que, obviamente não devamos nos exceder).
Quais são os benefícios de tomar água alcalina?
Contribui para a boa digestão
Tomar água alcalina promove a eliminação de toxinas e evita que voltem a se acumular. Desta maneira, ela se encarrega da eliminação de rejeitos de nosso organismo e previne diferentes doenças. É recomendável para os casos de diarreia crônica, para a indigestão, as doenças do estômago e intestino e a prisão de ventre. Além disso, favorece a digestão dos alimentos e neutraliza a hiperacidez gástrica, origem das gastrites e úlceras duodenais.
Previne doenças
O consumo de água alcalina pode prevenir doenças frequentes como a diabetes, asma bronquial, dermatite, hepatite, artrite crônica reumática, colesterol alto, síndrome de Meniere, insônia, obesidade, dores nas costas, neuralgias, doenças do climatério, disenteria crônica, entre outras.
Previne o envelhecimento precoce
O acúmulo de toxinas em nosso organismo faz com que se reduza a regeneração celular, o que por sua vez causa o envelhecimento precoce. A água alcalina, ao promover a eliminação dessas toxinas e rejeitos, promove uma boa oxigenação das células e previne o envelhecimento. Além disso, também combate os radicais livres, que são causadores de doenças e do envelhecimento precoce.
Combate a retenção de líquidos
Tomar água alcalina com frequência nos ajuda a purificar nosso corpo, fazendo uma desintoxicação eficaz para eliminar todos os resíduos ácidos, rejeitos e toxinas que afetam a saúde de nosso organismo e causam problemas como a retenção de líquidos. Ao promover um equilíbrio do pH de nosso corpo, as células não terão a necessidade de reter líquidos para lutar contra a acidose, e colocarão o metabolismo para funcionar.
Previne a osteoporose
Beber água mineral alcalina promove a eliminação de resíduos sólidos como o ácido úrico e os nefrólitos através da urina, ajudando a prevenir os problemas como a osteoporose, já que sua ação permite liberar o cálcio que estava preso em ditos resíduos, devolvendo o pH alcalino ao nosso sangue.