terça-feira, 30 de junho de 2009

O coração sente, o corpo dói

Como reconhecer, tratar e prevenir a fibromialgia e doenças associadas,que impõem um sofrimento real a pessoas aparentemente saudáveis

Sumário

Introdução: Uma luz no fim do túnel. A fibromialgia é uma doença real, debilitante, que provoca um sofrimento intenso agravado pela incompreensão. Mas é possível superá-la.

1. Fibromialgia? Que doença é essa? Quem são os maiores atingidos e de que forma ela prejudica a qualidade de vida. Conheça melhor a síndrome que parece vir do nada.

2. Os principais sintomas. Dores persistentes, fadiga e distúrbios do sono encabeçam a lista, que inclui também formigamento e depressão. Saiba reconhecer esses indícios.

3. De onde vem tanta dor. O que acontece no sistema nervoso central e periférico para amplificar a dor: o excesso de substância P, a falta de serotonina e outras alterações.

4. Quais são os gatilhos. Predisposição genética, estresse físico e emocional, acidentes, cirurgias, ataques virais, o que pode desencadear a fibromialgia?

5. O peso das emoções. Como a história de vida e o estresse de todo dia contribuem para o aparecimento, a manutenção e o agravamento das dores e outras queixas.

6. Dá para prevenir? Alimentação saudável, exercícios físicos, combate ao tabagismo. O que fazer para se proteger, sobretudo se tiver casos na família.

7. Diagnóstico acertado. Exames de última geração não identificam a fibromialgia, apenas excluem outras suspeitas. A tarefa cabe a um médico experiente.

8. Doenças que se confundem. Osteoartrose e artrite estão entre as enfermidades que apresentam sintomas semelhantes aos da fibromialgia ou atacam ao mesmo tempo.

9. Você não está louco.O diagnóstico traz alívio. Após peregrinar por consultórios e agüentar até a desconfiança da família, finalmente a pessoa descobre o que tem.

10. Princípios do tratamento. Um pacote de medidas que englobam medicamentos, exercícios físicos e coadjuvantes e variam conforme o caso, traz de volta o bem-estar.

11. As armas químicas. As principais indicações dos diversos remédios usados no tratamento da fibromialgia e as últimas novidades dos laboratórios.

12. Exercícios, na medida certa. Se não for personalizada e muito bem orientada, a prática regular de atividade física pode piorar o quadro, em vez de fazer bem.

13. Muito além da fisioterapia. Isolados, os choquinhos, fornos e ultra-som pouco adiantam. O treinamento físico é o mais importante para a recuperação.

14. Acupuntura e outros métodos complementares. Saiba o que realmente funciona e o que ainda não tem comprovação científica para não perder tempo, nem dinheiro.

15.O valor da psicoterapia. A terapia cognitivo-comportamental ajuda a administrar o estresse, reorganizar sua vida e até mesmo vencer a dor.

16. O que você pode fazer para se ajudar.Sugestões úteis para aliviar os sintomas e outros cuidados que diminuem a dor, melhoram o sono e auxiliam a recuperação

17. O dia seguinte. Quanto tempo demora para os remédios fazerem efeito? É possível se livrar de todas as queixas? Existe cura para fibromialgia?

18. Mitos e verdades. O que é verdadeiro e o que é falso do que se ouve falar por aí...

19. Teste: será que você tem fibromialgia? Para ajudá-lo a reconhecer a síndrome, de preferência o quanto antes.

20. Daqui pra frente. Chegou a hora de cuidar melhor de si!!!

“Todo mundo é capaz de suportar uma dor, com exceção de quem a sente.”
William Shakespeare, dramaturgo inglês (1564-1616)


Uma luz no fim do túnel

“O meu sonho de consumo é passar 24 horas sem dor em 46 anos de vida”.
Vera, portadora de fibromialgia

Insuportável para quem tem. Incompreensível para quem acompanha de fora. A fibromialgia é uma doença real, debilitante, que provoca dores persistentes e generalizadas pelo corpo -- se além delas você sentir um cansaço desproporcional ao esforço feito, não dormir bem, tiver enxaqueca, sensação de formigamento nos braços e/ou nas pernas, além de uma irritabilidade inexplicável, atenção, você é um sério candidato! Embora não mate, deforme, nem enlouqueça o portador, ela prejudica (e muito!) sua qualidade de vida.

As dores físicas são agravadas por uma outra dor, a da incompreensão. O contato com pacientes e familiares me fez perceber o quanto a falta de informações e de um diagnóstico confiável intensifica seu sofrimento. Uma historiadora que chamarei de Paula, autora de uma significativa produção intelectual, procurou-me apresentando todos os sintomas de fibromialgia e extremamente ofendida com o médico que atribuíra suas dores à “ falta de tanque”. Outra paciente, Beatriz, após reclamar de suas muitas dores, ouviu de um médico o seguinte comentário: “É sinal de que você está viva. De que tem perna, braço...” Se um profissional da saúde, que seria o encarregado de tratar esse mal-estar, reage com tamanha incompreensão, o que esperar das demais pessoas? A solidão e a carência desses pacientes influenciaram minha trajetória profissional.

Quando optei pela reumatologia, uma especialidade médica desconhecida por boa parte da população, inclusive mães de reumatologistas[1], meu objetivo era contribuir para aliviar a dor das pessoas. À medida em que fui me familiarizando com as doenças que afetam as articulações e estruturas anexas – músculos, tendões, ligamentos, cartilagens e ossos – e conhecendo as histórias dos pacientes, eu me deparei com um grupo de sofredores absolutamente infelizes, na sua maioria mulheres, que peregrinavam por consultórios médicos sem obter o esperado alívio para as suas queixas.

Como em geral tinham uma aparência saudável e manifestavam sintomas pouco esclarecedores, eram orientados a fazer dezenas de exames. Todos davam resultados normais ou traziam algum achado que não esclarecia suas queixas, o que era decepcionante para o paciente. Infelizmente, há dores cujas causas não são descobertas por métodos de diagnóstico por imagem, mesmo os de última geração. Nenhum exame substitui o ato médico bem realizado.

A prescrição quase sempre se resumia a antiinflamatórios. Depois de tomarem vários, indicados por médicos, farmacêuticos ou até vizinhos, sem sucesso, e passarem por diversos especialistas (clínico gerais, ortopedistas, neurologistas e até psiquiatras), esses pacientes começavam a achar que sofriam de uma doença rara, grave ou de alguma forma de loucura, o que potencializava suas dores. Resultado: chegavam ao meu consultório desiludidos, desacreditados pelas famílias, que não levavam a sério aquelas dores não comprovadas por exames, e sem perspectiva de se livrarem do seu tormento.

Decidida a ajudá-los, resolvi ir à luta. Comecei a estudar a fundo as síndromes dolorosas. Além de apresentar sintomas variados, a fibromialgia pode se associar a outras doenças, o que torna o diagnóstico ainda mais complexo. Disposta a elucidar as diversas partes desse quebra-cabeça, passei a freqüentar congressos médicos internacionais sobre dor, além dos eventos na área de reumatologia. Queria aprender mais a respeito dos mecanismos envolvidos na transmissão e percepção dos estímulos dolorosos, que estão em desarranjo nos portadores de fibromialgia. Mergulhei nos livros de farmacologia (parte da medicina que estuda os medicamentos) a fim de conhecer o arsenal terapêutico disponível para tratamento das dores crônicas. Seria preciso dominar bem cada um desses fármacos, seus benefícios e efeitos colaterais, para achar a combinação exata, capaz de cobrir as diversas queixas trazidas pelos pacientes.

Enquanto isso, fui percebendo que a medicação era apenas uma parte da história. O tratamento consiste num pacote de medidas. Exercícios físicos e técnicas de autocontrole, por exemplo, são fundamentais para a recuperação, desde que bem orientados. Acupuntura também é um excelente coadjuvante, descobri numa pesquisa que realizei para a minha tese de doutorado. O mais importante, no entanto, é ouvir o paciente. Sobretudo no caso dessa síndrome, que tem um forte componente emocional, cuja origem pode estar em tempos bem anteriores às manifestações dolorosas, até mesmo na infância.

Nos últimos anos, atendi centenas de portadores de fibromialgia no consultório, na Escola Paulista de Medicina e no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Essa experiência me autoriza a afirmar que praticamente não existe dor intratável. O que existe é dor mal diagnosticada, mal tratada ou pacientes que não querem ser tratados. Sempre digo que uma pessoa tem que querer e poder se tratar. Portanto, se você (ou alguém que você ama) ainda não achou o alívio desejado, não desista!

Na maioria dos casos, só de saber que tem uma doença real, após anos de dúvidas e sofrimentos, o paciente já apresenta uma melhora considerável no seu quadro. Essa constatação me animou a escrever esse livro, destinado a portadores de fibromialgia, familiares e a todas as pessoas interessadas em conhecer melhor a síndrome. Meu objetivo é orientar para que possam identificar seus sintomas e buscar a ajuda de um reumatologista, que é o especialista capacitado a diagnosticar e tratar a fibromialgia.

A educação, apoiada em dados atualizados e evidências científicas, é o primeiro passo para a recuperação, possibilita a adoção de medidas preventivas e melhora a qualidade de vida. Acredite: é possível viver bem com a síndrome e apesar dela. Nas próximas páginas você vai descobrir como.

Evelin Goldenberg
Inverno de 2004

Capítulo 1., Fibromialgia? Que doença é essa?

“Doutora, você é a minha última esperança!”. Mal entrou no consultório, Mariângela[2], 50 anos, professora universitária, foi logo contando sua história. “Eu já estive em todos os médicos, tomei todos os remédios, fiz cirurgia e nada. Depois de ver uma entrevista sua na TV, eu me ‘diagnostiquei’ com fibromialgia. Se você não puder me ajudar, nem sei mais o que vou fazer”. Em seguida, depositou sobre a mesa uma sacola de shopping center repleta de exames normais ou que não esclareciam suas queixas. Havia ressonância magnética, tomografia, ultra-som, raios X, dosagens sangüíneas. Passou a me mostrar um por um. Pedi que guardasse tudo e me dissesse qual era o seu problema.

Tudo começou com uma dor no pescoço, que ela atribuiu a uma noite maldormida. Como a dor persistia, foi a um ortopedista, que solicitou uma radiografia e prescreveu antiinflamatórios. Não adiantou. Depois, apareceu uma dor no ombro. Mariângela foi a outro médico, que suspeitou de bursite e implantou um tratamento que não produziu resultado. Apenas no ombro, foram feitas cinco infiltrações. Pouco tempo depois, surgiram dores na coluna. Ela procurou outro profissional e mais outro, depois outro, trinta médicos no total. Em geral, solicitavam exames de imagem, que davam todos normais. Começaram a desconfiar de que o seu mal era psicológico. Enquanto isso, as dores progrediam. O décimo médico resolveu tratar a hérnia de disco flagrada numa ressonância magnética.

Mariângela estava convencida de que a hérnia era a responsável pelo seu mal-estar. Afinal, tinha que haver uma explicação palpável para seus anos de sofrimento. Aquele exame alterado era a justificativa da qual ela precisava para si mesma e para os familiares. Só que o tratamento instituído não surtiu efeito. Nem poderia, porque a presença da hérnia não esclarecia os sintomas que, a essa altura, ela já manifestava: dores no corpo inteiro, cansaço excessivo, sono de má qualidade, dores de cabeça.

O fato é que muita gente pode ter hérnia, sem que isso traga prejuízo. Estudos científicos revelam que 30% das pessoas que não têm queixas de dor nas costas e se submetem a uma ressonância nuclear magnética da coluna terão no laudo protusões ou hérnias discais. No caso de Mariângela, o sofisticado método de imagem colaborou para mais um erro no diagnóstico. É importante salientar que laudos de exames só têm valor se corresponderem às queixas e aos achados do exame físico do paciente. Se isso não for levado em conta, corremos o risco de tratar resultados de exames e não pessoas.

Mariângela fez dez, vinte, trinta sessões de fisioterapia, incluindo TENS (choquinhos), ondas curtas, ultra-som e RPG (Reeducação Postural Global), sem melhora. Tomou tantos antiinflamatórios que seu estômago já começava a protestar. Passou por uma cirurgia da coluna, mas as dores pareciam cada dia piores.

Quando veio ao meu consultório, relatou uma dor descomunal e já exibia sinais claros de depressão. Chorava muito e dizia: “Acho que não vou melhorar nunca”. Tinha engordado bastante e sua auto-estima estava por um fio. Não queria mais ir ao cinema, ao teatro, e faltava muito ao trabalho. Achava que sofria de alguma doença grave, talvez um câncer ósseo ou algum tipo severo de artrite que deformaria seus ossos e a colocaria numa cadeira de rodas. Contou que o marido dizia que “era tudo da cabeça dela”. Afinal, já tinha feito todos os exames, inclusive ressonância magnética, múltiplos tratamentos e até cirurgia e nem assim parava de reclamar ... Não era possível que tanta dor viesse do nada.

E, realmente, não vem. Mariângela é portadora de fibromialgia, uma síndrome de amplificação dolorosa, não inflamatória, que atinge de 2 a 5% da população. Parece pouco, mas se usarmos como referência as estimativas do IBGE para a população em junho de 2004, 178 milhões de brasileiros, ela ataca algo entre 3,5 a 8,9 milhões de pessoas no país. Estima-se que um em cada 50 americanos sofrem de fibromialgia. Cerca de 14 a 20% dos pacientes que procuram reumatologistas apresentam o quadro.

Democrática, a fibromialgia aparece em todas as classes sociais. O principal alvo são as mulheres: entre 80% e 90% dos portadores pertencem ao sexo feminino. Mas os homens que desenvolvem a síndrome também sofrem bastante, queixam-se de sintomas graves e alguns resistem à idéia de ter uma enfermidade considerada preferencialmente feminina.

O pico de incidência é entre 30 e 60 anos, mas também pode aparecer em crianças e adolescentes (a prevalência não foi determinada), como também em idosos, embora outras síndromes degenerativas, como o bico de papagaio, sejam mais comuns na maturidade. Nada impede, porém, que a pessoa atravesse décadas sem o diagnóstico e a fibromialgia só venha a ser detectada após os 60 anos.

Frente a frente com o “fantasma”

O nome fibromialgia nasceu da junção de três termos: o latim fibra (ou tecido fibroso), o prefixo grego mio, que diz respeito aos músculos, e algia, originário do grego algos, que significa dor. Refere-se à presença crônica de dor músculo-esquelética difusa, incluindo um segmento da coluna e múltiplos pontos dolorosos, conhecidos por tender points. Ou seja, dói o corpo todo, sobretudo os músculos, as articulações e os tecidos moles, que são as estruturas que suportam as articulações, como os tendões e os ligamentos, e a miofascia (tecido conectivo e gordura que envolvem os músculos). Por isso, a fibromialgia é classificada como reumatismo das partes moles, em comparação aos clássicos reumatismos inflamatórios/degenerativos, entre eles, a osteoartrose (popular bico de papagaio) e as artrites, que danificam as articulações.

A dor difusa é entendida como uma sensibilidade dolorosa acima e abaixo da cintura, do lado direito e esquerdo do corpo e um segmento da coluna. A intensidade é variável. Enquanto alguns pacientes mencionam dores leves, outros descrevem tamanha sensibilidade que até um carinho dói. Às vezes, a dor é percebida como uma sensação de peso numa parte do corpo, outras vezes, compara-se a um forte aperto, uma queimação, um ardor.

Ao contrário do que se pode supor, a síndrome não é uma invenção moderna. Alguns relatos bíblicos já foram interpretados como indícios de fibromialgia. “Ó vos todos, que passeis pelo caminho, olhai e julgai se existe dor igual à dor que me atormenta a mim que o Senhor feriu no dia de sua ardente cólera. Até aos meus ossos lançou ele do alto um fogo que os devora... Eu ando amargurado o dia inteiro”, escreveu o profeta Jeremias nas suas Lamentações (1, 12-13)

No entanto, a primeira descrição oficial data de 1816. O cientista Balfor foi o pioneiro a localizar os pontos dolorosos. Após a virada do século (1904), o médico inglês William Gowers usou o termo fibrosite para designar os sintomas que hoje são atribuídos à fibromialgia.

Nas décadas seguintes, foram publicados trabalhos com dados conflitantes. Até que o Colégio Americano de Reumatologia (ACR) resolveu patrocinar um estudo realizado em vários centros médicos dos Estados Unidos e do Canadá. A finalidade era estabelecer critérios para homogeneizar a classificação da Síndrome da Fibromialgia. A definição válida atualmente é produto dessa iniciativa, cujos resultados foram divulgados em 1990.

O termo fibromialgia se refere à presença de dor difusa pelo corpo por mais de três meses, além de 11 pontos dolorosos à palpação, feita com o polegar ou o indicador. Há mais de 600 músculos no corpo humano e teoricamente todos podem conter um tender point, mas os cientistas elegeram 18 pontos dolorosos para o diagnóstico da fibromialgia. (veja ilustração na página ao lado)

Convém acrescentar que os 11 pontos sensíveis constituem apenas um critério para diagnóstico e padronização das pesquisas científicas. Logo, se você apresentar 9 ou 10 pontos dolorosos, somados aos demais sintomas, pode ser considerado um candidato à síndrome. Destaco, ainda, que a presença de outros distúrbios concomitantes não exclui o diagnóstico de fibromialgia. Aliás, é comum ela se associar a outras enfermidades, entre as quais, artrite reumatóide, osteoartrose, lúpus eritematoso sistêmico, doenças da tireóide etc. Às vezes, ela é a responsável pela dor ou um fator agravante da queixa original e, se não identificada, pode levar ao insucesso do tratamento.

Finalmente, a fibromialgia é considerada uma síndrome, não uma doença, porque se caracteriza por um conjunto de sintomas e sinais, que além da dor pode incluir, formigamento, fadiga, irritabilidade, enxaqueca, cólon irritável, pernas inquietas e distúrbios do sono. Logo, a forma como ela se manifesta varia de um portador a outro e cada caso requer um tratamento diferente.

Fora o sofrimento, a pior conseqüência é a perda da qualidade de vida. As dores e os demais sintomas atrapalham as atividades diárias, limitam os contatos sociais e podem, inclusive, levar ao rompimento dos laços familiares. Fizemos uma pesquisa na Universidade Federal de São Paulo para avaliar o nível de satisfação sexual de 20

Os pontos dolorosos

Conheça os nove pares de pontos dolorosos (tender points) empregados nos critérios de classificação para fibromialgia estabelecidos em 1990 pelo Colégio Americano de Reumatologia (American College of Rheumatology – ACR):

· NUCA (parte superior, subocipital);

· LATERAL DO PESCOÇO (no nível do ligamento transverso da quinta e sexta vértebras cervicais);

· MÚSCULO TRAPÉZIO (fica entre o pescoço e o ombro);

· FACE LATERAL DO OMBRO (músculo supra-espinhoso);

· SEGUNDA COSTELA (na junção da cartilagem entre a costela e o osso esterno);

· COTOVELO (no epicôndilo lateral);

· NÁDEGAS (quadrante superior e externo do músculo glúteo médio);

· QUADRIL (grande trocânter: região do osso fêmur)

· JOELHO (na gordura da face interna)

portadoras de fibromialgia entre 18 e 45 anos. Elas foram comparadas a 20 mulheres sem a síndrome e que ainda não tinham entrado na menopausa. Os dados preliminares apontaram uma menor capacidade de atingir o orgasmo nas pacientes. Vale lembrar que a satisfação sexual é um fator determinante da qualidade de vida. Um estudo anterior, publicado em 1999, também sugeriu uma diminuição na função sexual de mulheres portadoras de fibromialgia. As causas, porém, não foram definidas. Talvez seja em decorrência da dor, da fadiga, da depressão ou da insatisfação com o parceiro.

Trabalhos compararam o impacto de várias doenças na qualidade de vida dos portadores. A fibromialgia foi considerada pior do que a AIDS e o câncer de próstata e equivalente à doença pulmonar obstrutiva (enfisema que obriga o uso de bombinha para respirar).

“À dor que limita e empobrece a qualidade de vida, soma-se a dor moral que uma enfermidade desconhecida produz, a dor de uma sociedade que despreza e ignora, a dor de não sentir-se acreditado”, afirma o manifesto da Fundação de Portadores de Fibromialgia e Síndrome da Fadiga Crônica da Espanha, distribuído naquele país em 2004 por ocasião do Dia Mundial da Fibromialgia, 12 de maio.

Voltando à paciente Mariângela, muito sofrimento teria sido poupado se seu diagnóstico tivesse sido feito precocemente por meio de um exame clínico criterioso que levasse em conta seus sintomas físicos e sua história emocional. Afinal, a dor também pode ser desencadeada por um estresse: um trauma de infância, um problema com o marido, dificuldades do dia-a-dia. Não estou afirmando que a fibromialgia é uma condição psiquiátrica. Mas, sem dúvida, fatores psicológicos podem contribuir para o início, a manutenção e a piora da crise.

Neste caso específico, a paciente tinha um pai alcoólatra. Desde cedo precisou trabalhar, mas nunca conseguiu apoio da família. Arrumou um namorado do qual engravidou, mas ele não assumiu a criança. Foi quando teve início a dor no pescoço. A filha desenvolveu um aneurisma cerebral. Fez a cirurgia e está curada. A dor de Mariângela é fruto dessa história. Nem todas as pessoas que enfrentam essa seqüência de situações estressantes manifestam a fibromialgia ou qualquer outra doença, mas para algumas, geneticamente predispostas, elas servem de gatilho.

Ao final do atendimento, essa paciente me disse que estava feliz porque teve 1 hora para ser ouvida e examinada, diferentemente do que aconteceu outras vezes, em que as consultas duravam 15 minutos e se resumiam por vezes a pedidos de exames. Pude perceber que a conversa valeu mais do que o remédio. Pior do que a dor, era o descrédito que notava por parte dos familiares e de alguns médicos.

Hoje, Mariângela toma medicamentos para estabilizar o humor e reduzir a sensação dolorosa e pratica exercícios físicos com orientação adequada. Quando algum fato tumultua sua rotina, por exemplo, a recente morte do cachorro dado pela filha, ela recorre aos analgésicos até se estabilizar novamente. Em um ano, melhorou tanto que parece outra pessoa.


http://www.clinicagoldenberg.com.br/coracao.asp?areaid=1

Síndrome do Túnel do Carpo

Compressão do nervo do punho

Muito comum entre mulheres na faixa de 35 a 60 anos, a Síndrome do Túnel do Carpo é uma doença que ocorre quando o nervo que passa na região do punho (nervo mediano) fica submetido à compressão. Os resultados são incômodos como dormência e formigamento nas mãos, principalmente nas extremidades dos dedos e que pioram durante a noite.

Como o quadro tende a ser progressivo, merece toda atenção. Nos casos mais avançados pode haver perda de força para segurar objetos com a mão. Segurar volante do carro, amarrar calçados ou descascar frutas e legumes pode ficar impossível caso o diagnóstico não seja descoberto a tempo. Pessoas que se dedicam a trabalhos manuais com movimentos repetidos ou tem associação com alterações hormonais como menopausa e gravidez (geralmente desaparece ao fim da gravidez) são mais propensas a desenvolver o problema.

A comprovação da compressão do nervo é feito através de um exame chamado eletroneuromiografia, capaz de constatar um atraso na condução de estímulo elétrico pelo nervo mediano ao punho. O tratamento varia de imobilizações específicas a cirurgias, nos casos mais graves.

No entanto, o melhor remédio é prevenir, fazendo intervalos durante a digitação, diversificando os trabalhos e mantendo uma postura adequada, por exemplo.

Equipe Bem Star

Chá Verde: Planta do bem



Muito mais do que os efeitos desintoxicantes, aceleradores do metabolismo e queimadores de gordura atribuídos ao chá verde, uma pesquisa acaba de revelar que a planta possui um componente capaz de combater a artrite reumatóide. A substância, conhecida como Epigalocatequina 3 Galato, inibe a produção de moléculas que estimulam a inflamação e o desgaste das articulações em pessoas com a doença.

Para quem pretende saborear esta bebida que, apesar de amarga, vale o sacrifício, é importante reservar alguns cuidados. Recomenda-se guardá-lo bem acondicionado em local fresco e seco e, na hora do preparo, passar água fervente no bule e nas xícaras. Especialistas aconselham que a água esteja um pouco abaixo da fervura e, de preferência, nada de acrescentar açúcar. Preparar a bebida é simples: faça uma infusão com uma colher de sopa rasa da erva para cada xícara de água "quase" fervente. Ele pode ser misturado a outros chás como o capim-limão, por exemplo.

Estímulo maior é saber que o chá verde possui ainda outros benefícios. Consumi-lo regularmente ajuda a prevenir alguns tipos de câncer, artrose, aterosclerose e outras doenças degenerativas. E ainda: por conter manganês, potássio, ácido fólico e as vitaminas C, K, B1 e B2, ajuda a prevenir doenças cardíacas e circulatórias. Sem contar que diminui as taxas do LDL (colesterol que faz mal à saúde) e fortalece as artérias e veias.

FONTE
Equipe Bem Star

Nozes, castanhas e amêndoas ativam a queima de gordura


Nozes, castanhas e amêndoas ativam a queima de gordura. E não são só elas: outras oleaginosas também são muito indicadas para quem quer perder peso

por Fernanda Bosnich

As também chamadas “amêndoas” estão sendo progressivamente valorizadas por agregar saúde à alimentação. Entre as mais conhecidas e consumidas no Brasil estão: castanha-do-pará, noz, amêndoa, castanha de caju e avelã.

Como o próprio nome revela, o fruto oleaginoso possui abundância de óleo, e, apesar de ser pequeno, suas características são bastante expressivas: é saudável, nutritivo... e um tanto calórico! Porém, os especialistas garantem que o consumo moderado não só é permitido, como indicado.

Na medida certa

Como acontece com todos os alimentos, a recomendação é que elas não sejam ingeridas em excesso. Por outro lado, deixando-as fora do cardápio, você abre mão de grandes parceiras na busca do peso ideal. Quando aliadas a uma dieta, as oleaginosas auxiliam no emagrecimento, já que são ricas em gorduras monoinsaturadas, responsáveis por equilibrar o nível de açúcar no sangue e ativar o metabolismo da queima de gorduras.

“O segredo está na quantidade. Comer três a quatro unidades de uma delas por dia é o suficiente para usufruir de todos os benefícios sem prejudicar o regime”, afirma a nutricionista Vivian Talarico.

Na hora de levá-las para casa, dê preferência as que vêm com a casca, pois é dessa forma que seus nutrientes são preservados. De acordo com a nutricionista Cláudia Cristina Szego, da Prime Nutrition, de São Paulo, outra dica é conservá-las na geladeira, evitando assim a oxidação.

Veja a seguir as principais características

Em geral, as frutas oleaginosas apresentam as mesmas propriedades: combatem o envelhecimento celular, previnem diversas doenças e contêm um tipo de gordura saudável, a monoinsaturada, responsável por efeitos como a diminuição do LDL (colesterol ruim) e o aumento do HDL (colesterol bom)

NOZ
Ótima fonte de energia; potássio; proteína vegetal e vitamina E, que tem ação antioxidante, além de proteger contra doenças do coração. Também é rica em ácido elágico, que pode inibir o crescimento de células cancerígenas.

AMÊNDOA
Fonte de proteína, fibras e ferro, além de conter mais cálcio que o leite

AVELÃ
Rica em potássio, proteína, vitamina E, fibras e cobre

CASTANHA-DO-PARÁ
Fornece selênio, mineral antioxidante que atua no equilíbrio da tireóide e do magnésio. Contém ômega 3, gordura que previne doenças do coração.

CASTANHA DE CAJU
Possui proteínas, é rica em aminoácidos essenciais, aumenta os níveis de HDL (bom colesterol)

Segundo Vivian, a noz pecan é semelhante àquela que conhecemos, tanto na aparência (só tem a casca mais lisinha) quanto no sabor. “A principal diferença está no nome original: a pecan é chamada Carya illinoinesis e a noz tradicional, Juglans”, ensina.

Cuidado com as calorias!

Veja o valor energético por 100 gramas

Amêndoa 647 calorias
Avelã 725 calorias
Castanha-do-pará 683 calorias
Castanha de caju 505 calorias
Noz 698 calorias

FONTE
 UOL

Barriga Chapada Amanhã!

Barriga Murchinha!

Um cardápio que você faz em um dia e no outro já está com o abdômen mais murchinho, para desfilar sem medo de ser feliz

Quer aumentar sua segurança com o corpo e a auto-estima, e ainda permitir que aquele jeans, que só entra no sufoco, suba mais fácil ou que o biquíni entre sem dramas? É só apostar na dieta de emergência (de apenas 1 dia!) que a nutricionista Camila Pinto da clínica Nutriclube/PR, montou aqui. Faça e depois confira o seu abdômen murchinho já no dia seguinte. O melhor é que esse regime dá um tremendo estímulo para controlar a boquinha nervosa durante as férias.

Resultado Amanhã

O efeito visível desse menu acontece de um dia para o outro por vários fatores:

1. A quantidade de alimentos no prato diminui e soma 900 calorias por dia. "Com isso, o corpo automaticamente desincha e a barriga dá uma encolhidinha", garante a nutricionista.

2. O cardápio sugerido é rico em água e fibras. ''Essa dupla estimula o bom funcionamento intestinal, o que é superimportante já que a prisão de ventre provoca gases que aumentam o diâmetro abdominal, fazendo a pessoa se sentir barriguda'', diz Camila.

3. O sal é bastante reduzido, afinal ele é o vilão responsável por fazer o organismo reter líquidos e deixá-la inchada.

4. Refrigerantes ficam de fora, pois também provocam gases.

Seguindo à risca

A proposta da dieta é tentadora, mas nada de dar de ombros à recomendação da nutricionista e segui-la por mais de um dia, ok? Caso contrário, você pode colocar sua saúde em risco! Por outro lado, também não vale comemorar o sucesso do regime comendo pastel e caldo de cana no dia seguinte. Senão, adivinha quem vai reaparecer com força total?

CAFÉ DA MANHÃ

01 pote de iogurte natural batido com 02 colheres de aveia em flocos e 01 porção de fruta (banana/maçã/goiaba...)

LANCHE DA MANHÃ

01 cx. de água de coco

ALMOÇO E JANTAR

01 prato de verduras temperadas com limão e sal/ 01 pires de legumes crus ou cozidos al dente temperados com 01 colher(sopa) de azeite de oliva ou 03 castanhas ou nozes moidas/ 01 filé de peixe grelhado ou 02 fatias de queijo branco/ ou 02 ovos cozidos ou 03 colheres (sopa)de atum/ 01 taça de gelatina.

LANCHE DA TARDE

150 ml de leite batido com duas porções de frutas (mamão/ banana/ morango/ ameixas secas ou damascos...)


FONTE

Resultado Amanhã

Perfil Sempre Magrinho

Não adianta diminuir o abdômen rápido e no outro dia descuidar da alimentação, certo? Para compensar o esforço e ajudá-la a eliminar até 6 Kg em 1 mês, a nutricionista Camila Pinto elaborou este cardápio de 1.100 calorias diárias:

Café da manhã

Opção 1
1 xíc. (chá) de leite desnatado com café
2 torradas integrais
2 pontas de faca de geléia light

Opção 2
1 copo (200 ml) de suco light
1 fatia de pão de fôrma integral
1 col. (sopa) de queijo cottage
2 fatias finas de peito de peru

Opção 3
1 pote de iogurte light com 3 col. (sopa) de granola sem açúcar
1 fruta pequena

Opção 4
1 copo (200 ml) de leite desnatado batido com ½ banana, ¼ de papaia,
1 col. (sopa) de aveia em flocos e 1 col. (chá) de mel

Opção 5
1 barra de cereal light
1 caixinha de suco com soja light
1 fruta pequena
Lanche da manhã

Opção 1
1 fruta pequena

Opção 2
3 frutas secas

Opção 3
1 caixinha de água-de-coco

Opção 4
1 frasco de leite fermentado

Opção 5
1 caixinha de suco light

Almoço

Opção 1
1 prato (sobrem.) de verduras
1 pires (chá) de legumes cozidos temperados com 1 col. (chá) de azeite, vinagre e sal
3 col. (sopa) de arroz integral
1 filé médio de frango grelhado
1 taça de gelatina light

Opção 2
½ prato raso de verduras
½ prato raso de espaguete al dente com molho de tomate e manjericão
1 col. (chá) de queijo ralado

Opção 3
1 pires (chá) de brócolis refogado
1 batata média cozida
1 posta média de peixe grelhado
1 taça de gelatina light

Opção 4
1 prato (sobrem.) de agrião com 3 rodelas de beterraba cozida
1 sobrecoxa de frango ensopada ou assada sem pele
3 col. (sopa) de polenta

Opção 5
1 prato raso de verduras
3 col. (sopa) de salada de feijão branco com molho vinagrete
1 bife médio de alcatra grelhado
1 taça de gelatina light

Lanche da tarde

Opção 1
1 caixinha de suco light

Opção 2
3 frutas secas

Opção 3
1 fruta

Opção 4
1 caixinha de água-de-coco

Opção 5
1 copo pequeno (180 ml) de suco de abacaxi

Jantar

Opção 1
omelete feita com 1 ovo inteiro, 1 clara, 1 tomate, 1 fatia de queijo branco e 1 pires (chá) de escarola
1 fatia de pão de fôrma integral torrado

Opção 2
salada feita com 1 tipo de verdura, legumes variados, 1 tipo de carboidrato (pode ser 4 col. (sopa) de milho, 1 fatia de pão cortada em cubos ou 1 pires (chá) de macarrão al dente), 1 tipo de proteína (2 fatias de queijo minas, 4 fatias de peito de peru, 3 fatias de presunto magro, 3 col. (sopa) de atum light, 2 ovos cozidos ou 1 filé de peito de frango desfiado) Tempere com 1 col. (chá) de azeite e sal

Opção 3
1 prato de sopa de legumes com um pouquinho de macarrão e 1 filé de peito de frango desfiado ou 1 pires (chá) de músculo picado

Opção 4
1 prato (sobrem.) de alface e 1 tomate
1 pão francês sem miolo
1 bife médio grelhado

Opção 5
1 prato (sobrem.) de verduras
1 pires (chá) de legumes temperados com 1 col. (chá) de azeite, vinagre e sal
1 filé médio de frango grelhado
2 col. (sopa) de arroz

Ginástica com a Solange Frazão


Solange Frazão ensina a afinar malhando só 15 minutos por dia
Falta de tempo não é mais desculpa! Solange Frazão ensina você a perder 3 kg por mês, com exercícios simples e rápidos para diminuir e tonificar barriga, culote, pernas e bumbum
Por Vladimir Maluf

Para quem não é muito fã de exercícios físicos, essa série é ideal. A apresentadora de TV e personal trainer, Solange Frazão, que sabe tudo quando o assunto é manter a forma, ensina você a eliminar 3 kg por mês com malhação. Os seis exercícios que ela mostra ajudam você a emagrecer sem flacidez, nas regiões mais críticas do corpo: barriga, culote, pernas e bumbum. Além disso, ela dá as dicas preciosas de quem passou dos 40 anos com um corpo invejável. Essa atividade surte mais efeito se for aliada a 30 minutos de caminhada e uma dieta saudável.

Programa

Para fazer os exercícios, você vai precisar de um colchonete, pesinhos e caneleiras, de dois quilos cada. Conforme for progredindo, o peso e o número de repetições podem ser aumentados. Com isso, você fortalece as regiões trabalhadas e reduz medidas sem flacidez

Truques da Solange

São atitudes fáceis que podem ser incluídas à sua rotina. Logo você vai se habituar e nem vai sentir que está queimando calorias extras. Veja:

- Tome chá verde três vezes ao dia

- Beba 3 litros de água por dia

- Desça do ônibus dois ou três pontos antes

- Suba e desça um lance de escada por três vezes

- Troque os elevadores pela escadaria

- Pare de usar o controle remoto dos aparelhos

- Faça pequenas compras a pé (padaria, mercado, feira)

- Aproveite o final de semana para fazer uma caminhada mais longa

- Escolha passeios que promovam a atividade física, como andar no parque com as crianças em lugar de ficar duas horas sentada no cinema

- Use mel ao invés de açúcar

- Evite comprar/usar equipamentos que estimulam o ócio, como vidro elétrico no carro, por exemplo. Compre os de manivela. Além de serem mais baratos, você movimenta o braço!

1. Agachamento aberto - interno de coxa

Com os pés na posição "dez para as duas" (como os ponteiros do relógio), separe as pernas, alinhando os joelhos às pontas dos pés. Desça agachando até as pernas formarem um ângulo de 90 graus e volte à posição inicial

2. Agachamento fechado - anterior da coxa

Separe as pernas na posição paralela (pés e pernas direcionados para frente), e alinhe os joelhos em direção às ponta dos pés. Abaixe até as pernas formarem um ângulo de 90 graus e retorne.

3. Glúteo médio - Bumbum

Sobre 4 apoios (cotovelos e joelhos), flexione a perna direita. Eleve essa perna até a altura do tronco e desça, cruzando sobre a perna esquerda. Repita do outro lado.

4. Glúteo lateral - culote

Deitada de lado, com a cabeça apoiada na mão e a perna que está em contato com o solo flexionada a 90 graus. Eleve e abaixe a perna que está do lado de cima do corpo flexionada em ângulo de 90 graus, apontando o pé para o chão. Faça o mesmo do outro lado.

5. Abdominal superior

Deitada de costas, braços flexionados apoiando a cabeça sobre as mãos, pernas flexionadas, plantas dos pés no solo. Encolha o abdômen, eleve o tronco e a cabeça enquanto expira, e depois contraia inspirando na descida. Repita de 15 a 20 vezes.

6. Abdominal inferior

Deitada de costas, braços flexionados, cabeça apoiada sobre as palmas das mãos, no solo. Plantas dos pés apoiadas no chão, pernas flexionadas. Eleve o tronco e a cabeça, tentando encostar o cotovelo direito no joelho esquerdo (cruzando) durante cinco vezes, estendendo a perna no retorno do exercício. Repita com a outra perna.

7. Tríceps testa

Deitada de costas, pernas flexionadas, braços estendidos na frente do corpo, segurando dois halteres. Flexione os dois braços até a altura da testa e recomece o movimento

FONTE

solangefrazao

Escolhas Saudáveis

Escolhas Saudáveis

Você é daquelas que adoram encher o carrinho do supermercado com produtos que têm poucas calorias? Essa atitude é muito boa, mas para lutar contra os quilinhos extras existem alguns alimentos que ajudam você a perder peso sem precisar mudar tanto a alimentação. É isso mesmo! Várias pesquisas comprovam o poder de alguns itens saudáveis na sua dieta. Confira a seguir 11 aliados que você pode levar à mesa sem medo de engordar.

:: Coma ovos no café-da-manhã
Eles são cheios de proteínas. Por isso, você se sente saciada por mais tempo. Para comprovar isso, pesquisadores de uma universidade dos Estados Unidos realizaram um estudo com 30 mulheres acima do peso. Aquelas que comeram até dois ovos cozidos no café-da-manhã ingeriram menos comida durante as 36 horas seguintes.

:: Bota feijão no prato!
Provavelmente, você nunca ouviu falar da colecistoquinina (CCK). Esse hormônio, produzido pelo organismo, inibe naturalmente o apetite. Segundo um estudo norte-americano, para obter mais CCK basta ingerir feijão. A pesquisa mostrou que o nível desse hormônio no sangue é duas vezes maior em pessoas que consomem a leguminosa em relação àquelas que comem apenas arroz.

:: Tempere com pimenta
O consumo regular de pimenta-vermelha pode ajudar você a perder peso. Em um estudo japonês, 13 mulheres que ingeriram pimenta-vermelha no café-da-manhã – pense numa omelete muito bem temperada – comeram menos do que estavam acostumadas na hora do almoço. Segundo os cientistas, o ingrediente mágico pode ser a capsaicina, uma substância que é encontrada nas pimentas e diminui o apetite.

:: Salada em primeiro lugar
Você se enche de comida no almoço? Para controlar essa gula, comece a refeição pela salada. Um estudo norte-americano realizado com 42 mulheres revelou: aquelas que comem um pratão de salada na entrada consomem muito menos massa depois. Segundo os pesquisadores, o segredo é o grande volume que a salada ocupa no estômago, que fica saciado com mais rapidez.

:: Amendoim contra a vontade de comer
Apesar de ser bastante calórico, esse alimento pode ajudar você a perder peso. De acordo com um estudo norte-americano, ingerir 500 calorias de amendoim (cerca de três mãos cheias) por dia ajuda a pessoa a consumir menos comida. Além disso, ele contribui para acelerar o metabolismo - ou seja, a pessoa queima calorias mesmo quando está em repouso.

:: Mais fibra, menos apetite
Se você comer uma tigela de cereais no café-da-manhã, vai ter mais facilidade para controlar o apetite durante o dia. Para comprovar isso, pesquisadores americanos colocaram 14 voluntários diante de uma mesa de bufê. Aqueles que consumiram cereais com fibras ingeriram menos alimentos depois.

:: Chá verde queima gorduras
Os antioxidantes presentes nessa bebida aceleram o metabolismo, auxiliando o organismo a queimar gorduras. Um estudo japonês realizado com 35 homens comprovou que quem ingere a bebida regularmente apresenta queda nos níveis de LDL, o chamado “colesterol ruim”.

:: Abuse da pêra
Essa fruta tem muita fibra. Por isso, diminui os níveis de açúcar do sangue e faz você beliscar muito menos entre as refeições. Isso foi confirmado por um estudo brasileiro realizado com mulheres gordinhas. Aquelas que consumiram três pêras pequenas por dia perderam mais peso do que as que ingeriram o mesmo tanto de calorias em biscoitos.

:: Coloque azeite na salada
De acordo com um estudo australiano, a gordura monossaturada do azeite ajuda a queimar calorias. Isso porque a ingestão da substância acelera o metabolismo. Então, basta consumir um pouco de azeite na salada ou no pãozinho do aperitivo.

:: Uma pitada de canela
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indica o consumo de algumas pitadas de canela durante o dia. Isso ajuda a controlar os níveis de insulina no sangue. Por tabela, também afasta a fome.

:: Vinagre para saciar a fome
Pesquisadores suecos fizeram uma descoberta estranha: quem consome vinagre se sente muito mais saciado. Isso porque o ácido acético do vinagre diminui a velocidade com que a comida passa do estômago para o intestino. Por isso, você tem aquela sensação de “estar cheia” por mais tempo.


Autor: Lorena Verli

Própolis Contra a Dengue

Segundo um pesquisador de Florianópolis, basta tomar algumas gotas diárias para que o mosquito nem se aproxime! Ninguém divulga porquê não há interesse, a própolis é barata e não enriquece ninguém, as indústrias farmacêuticas ganham fortunas com remédios para amenizar os sintomas da dengue, a Johnson ganha fortunas vendendo o Off, que é repelente de insetos...

Biólogo explica como usar Própolis contra Dengue
Publicado em 02/04/07.
O biólogo Gilvan Barbosa Gama, de Florianópolis, explica como usar a própolis contra a dengue.
Segundo ele, a própolis exala na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B) que repelem os insetos.

Composição da Própolis
A própolis é uma cera produzida pelas abelhas a partir cascas, resinas e botões de flores.
Sua composição: além das vitaminas do complexo B, C, H e O, a própolis também possui em sua composição a Flavonóides, galangia, resinas com bálsamo, cera e pólen.

Uso Preventivo
A tintura de Própolis na prevenção aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma:

Adultos: de 30 a 40 gotas diluídas em água (ausente de cloro). Um copo a cada 6hs.

Crianças: crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a critério).

Uso com a Dengue Instalada (TRATAMENTO RADICAL)

Adultos: tomar 7,5ml do extrato de própolis diluído em água (sem cloro). 1/2 copo na crise febril, ou seja, quando a febre se mostrar mais elevada. A partir daí, repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.

Crianças:- crianças de 0 a 3 anos: 1,5 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade da água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.

- crianças de 3 a 6 anos: 3,0 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa.
A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.

- crianças de 6 a 10 anos: 5,0ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTÍSSIMAS

Gilvan alerta, para não esquecer de fazer o teste ALÉRGICO para ver se quem vai tomar a própolis não é alérgico a ela. É muito rara esta sensibilidade mas pode ocorrer. Caso queira trocar a água sem cloro pela água de coco, é uma excelente pedida.

Fonte: aqui

O Inhame Contra a Dengue


O INHAME E A DENGUE
Aí abaixo tem ótimas receitas, mas INHAME cozido ou assado, quentinho com manteiga... vai super bem no café da manhã!

DENGUE
Infecção virótica que faz doer o corpo inteiro, especialmente as juntas, e dá muita febre; deixa a pessoa fora de combate por algum tempo mas raramente mata. É transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e A. albopictus, que se infectam sugando sangue de algum humano ou macaco infectado nos três primeiros dias da febre. Depois de 8 a 11 dias> de incubação, o mosquito começa a transmitir vírus infectantes a humanos no almoço e macacos no jantar - eles saem nas minúsculas gotinhas de saliva que o mosquito usa como anticoagulante durante a picada. Atualmente se diz que há quatro variedades de dengue; quem teve uma pode ter as outras três.

O TRATAMENTO MÉDICO é paliativo - descanso, muita água, banhos mornos, compressas de batata crua ou tofu na cabeça para puxar o calor.>
O TRATAMENTO NATURAL é comer inhame. Comer inhame em vez de batata, duas ou três vezes por semana, previne contra dengue. Em situações de epidemia, comer um inhame por dia é mais que bastante - em sopa, purê, ensopadinho, pastinha com alho ou qualquer das outras receitas que você> encontra em www.correcotia.com/inhame.
Mesmo já estando com dengue, comer inhame - ou tomar o elixir de inhame,> vendido em qualquer farmácia - costuma acelerar muito a recuperação.> Também é importante usar o inhame depois da dengue, para eliminar os resíduos do sangue que tornam mais dramática a recaída.> >

O INHAME LIMPA O SANGUE
É um dos alimentos medicinais mais eficientes que se conhece: faz muitas impurezas do sangue saírem através da pele, dos rins, dos intestinos. No começo do século já se usava elixir de inhame para tratar sífilis.

FORTALECE O SISTEMA IMUNOLÓGICO
Os médicos orientais recomendam comer inhame para fortificar os gânglios linfáticos, que são os postos avançados de defesa do sistema imunológico. Curioso que a forma do inhame seja tão semelhante à dos gânglios...

EVITA MALÁRIA, DENGUE, FEBRE AMARELA
A presença do inhame no sangue permite uma reação imediata à invasão do mosquito, neutralizando o agente causador da doença antes que ele se espalhe pelo corpo. Aldeias inteiras morreram de malária depois que as roças de inhame foram substituídas por outros plantios.

É MAIS PODEROSO QUE A BATATA
E tem a vantagem de ser nativo, enquanto a semente da batata é importada. Inhame dá com fartura em qualquer lugar úmido. Em vez de apodrecer na cesta, como a batata, ele brota e produz mais inhames.> Nas mulheres aumenta a fertilidade porque contém fitoestrógenos, hormônios vegetais, importantes na menopausa e após.

Marronzinho por fora, com a pele variando de roxo a branco. Existem ainda o inhame do norte e o cará, maiores e mais lisos, que são muito bons para comer mas não têm o mesmo poder curativo do inhaminho (também chamado de inhame chinês).

A FOLHA PARECE COM A TAIOBA
É da mesma família; ao contrário do que se pensa, a folha do inhame também serve para comer, cozida ou refogada. Às vezes pica muito, como a taioba.

OS OUTROS NOMES DO INHAME
Em latim, infelizmente, é colocasia esculenta. Na África e na América do> Norte se chama taro , na América Central é ñame ou otoe, na França é igname, na Índia albi, no Japão sato-imo, no Caribe malanga ou yautia.> E cará, em inglês, é yam .
COMA E AME!

- CRUSalada de inhame = Rale e tempere com sal marinho e limão ou com molho de soja. É muito forte. Um leproso que se escondeu no mato e só tinha inhame cru para comer ficou inteiramente curado depois de alguns meses. (Se der coceira> nas mãos na hora de descascar, passe um pouco de óleo ou lave com água bem salgada.)> .

Vitamina com inhame
Ponha no liquidificador um inhame, uma cenoura, alguns ramos de salsa (ou outra folhinha verde, como coentro ou hortelã) e o suco de duas laranjas, com mais água se desejar. Tudo cru. Dá para dois copos.>

- DE CUSCUZEIRA
Cozido no vapor = Ponha alguns inhames com casca e tudo na parte superior da cuscuzeira, ou numa peneira sobre uma panela com água fervendo, e tampe. Depois de meia hora espete com o garfo para ver se estão macios. Nessa altura a> casca solta com muita facilidade, basta puxar que sai inteirinha. É aí que o inhame tem o sabor mais simples e gostoso.

Purê de inhame = Depois de cozinhar os inhames no vapor ou na água, solte a casca e amasse com um garfo; junte um pouquinho de manteiga e de sal marinho, ou molho de soja, e misture bem. Só precisa ir ao fogo de novo se for para esquentar.

Pastinhas de inhame = São ótimas para passar no pão e substituem muito bem as pastas de queijo nas festas. A base é um purê de inhames cozidos e amassados, ao qual se acrescentam azeite ou manteiga, folhas verdes picadinhas> (salsinha, manjericão, coentro, cebolinha) ou orégano; uma beterraba cozida e batida no liquidificador com inhame e um tantinho de água vai produzir uma pasta rosada; inhame batido com azeite, alho, água e sal faz uma delícia de molho tipo maionese. Use a criatividade e ofereça aos amigos uma coisa nova de cada vez!

- DE FRIGIDEIRA
Inhame sauté = Depois de cozidos e descascados, corte os inhames em rodelas ou pedaços;> esquente manteiga ou azeite numa frigideira; ponha os inhames, e sobre eles bastante folhas verdes picadinhas (salsa ou cebolinha ou manjericão ou coentro ou orégano ou...); umas pitadinhas de sal marinho; mexa> rapidamente, baixe o fogo e deixe grudar um pouquinho no fundo para ficar crocante.> .> Inhame frito> É muito mais gostoso do que batata. Faça exatamente como faz com ela:> corte em rodelas finas ou palitos, frite em óleo bem quente e deixe escorrer sobre um papel que absorva a gordura.

Pizza de frigideira = Rale inhames crus, misture com farinha de arroz ou de milho, tempere a gosto; achate a massa numa frigideira antiaderente e deixe assar dez minutos de um lado, dez do outro. Com alguma prática dá para fazer isso> numa chapa bem quente, levemente untada. O ponto da massa não deve ser nem seco nem aguado.

- DE PANELA
Inhoque de inhame = Faça exatamente como faz inhoque de batata: cozinhe os inhames, descasque, amasse com farinha de trigo e uma pitada de sal marinho até a massa ficar com a consistência do lóbulo da orelha. Enrole em> cordões, corte, ponha para cozinhar de pouco em pouco numa panela com> água fervendo. Quando os inhoques subirem é que estarão cozidos. Se puder, substitua parte da farinha de trigo comum por outra que seja integral. E o molho? Ao gosto do freguês...

Engrossando o caldo
Cozinhe um ou dois inhames junto com o feijão, que eles desmancham e o> caldo fica bem grosso.

- DE FORNO
Bolinhos de inhame = Cozinhe, descasque e amasse ligeiramente os inhames com um pouco de cebola ralada, cebolinha verde picadinha ou alho-porró em fatias fininhas, umas pitadas de cominho e outras de sal; junte farinha de> trigo para dar liga, pincele com gema de ovo e asse no forno até a superfície secar. Ou frite.

Forminhas de inhame = Descasque e rale os inhames crus na parte mais fina do ralador, para obter uma papa líquida. Junte fubá de milho ou farinha de arroz integral (que se faz tostando o arroz e batendo aos pouquinhos no liquidificador) até conseguir uma consistência boa, mas ainda úmida.> Tempere a seu gosto: com sementes de cominho ou de erva-doce, umas pitadinhas de sal, talvez um queijo ralado ou uma azeitona. Unte forminhas, encha com a massa e ponha em forno bem quente durante cinqüenta minutos.

Pizza de sardinha = Cozinhe, descasque e amasse os inhames; unte um tabuleiro, achate com as> mãos bocados do inhame amassado e vá cobrindo com eles o fundo e os lados do tabuleiro. Asse quinze minutos em forno alto. Numa panela, refogue bastante cebola e ponha por cima sardinhas frescas pequenas, abertas, sem espinha, temperadas com alho socado, sal e limão. Deixe cozinhar com tampa por quinze minutos. Tire a massa do forno, despeje o recheio, enfeite com rodelas de tomate ou de pimentão, pique bastante> cheiro-verde e espalhe por cima. Leve novamente ao forno por mais dez minutos. Como variação desta receita, você pode não assar a massa antes de colocar o recheio; pode também reservar parte da massa> para tampar a pizza, que aí vira um pastelão.

Bolo salgado de inhame = Deixe de molho duas xícaras de triguilho durante duas ou três horas e esprema; junte a duas xícaras de inhame cozido e duas de farinha de arroz. À parte, refogue alguns legumes com um pouco de tempero, mas não> deixe cozinhar. Tire do fogo e misture à massa. Ponha numa fôrma untada, espalhe queijo ralado por cima e leve ao forno alto por quinze minutos; aí ponha a chama em ponto médio e deixe mais quinze minutos.> Cheirou, está pronto. Acrescente ovos cozidos se quiser um prato mais forte.

Torta de inhame em camadas = Cozinhe, descasque e amasse os inhames; cozinhe e amasse a terça parte> de abóbora; refogue uma verdura picadinha tipo espinafre, acelga, agrião, chicória, folhas de nabo ou de cenoura, etc. Unte um pirex com manteiga, ponha uma camada de inhame e sobre ela uma de abóbora; outra de inhame e sobre ela a verdura refogada; mais uma de inhame.> Pincele ou não com ovo, enfeite com rodelas de cebola, leve ao forno para secar durante 20 minutos.

- SOPAS
Sopa de inhame com misso = O misso, que é desintoxicante, é um alimento tradicional japonês muito> usado como tempero, feito de soja fermentada com cereais e sal. Vem> em forma de pasta. É muito rico em enzimas, proteínas e vitamina B12,> devido ao seu processo de fermentação. Limpa o pulmão dos fumantes,> restaura a flora intestinal, e acima de tudo dá um gosto todo especial à> sopa. Portanto cozinhe os inhames descascados com o mesmo tanto de água, uma> ou duas folhinhas de louro e alguns dentes de alho> inteiros.> Depois bata no liquidificador para obter um creme fino. Acrescente o> missô, na base de uma colher de chá cheia por pessoa, ou dissolva com> um pouco d'água numa tigelinha e deixe que cada um se sirva como quiser.> (Algumas pessoas vão preferir sal.) Cebolinha verde picada,> por cima, combina muito.
Creme de inhame com agrião = Faça como na receita anterior; depois de bater no liquidificador devolva> ao fogo, ponha sal se for o caso, espere ferver e junte um bom punhado> de agrião cru, lavado e cortado. Deixe cozinhar um minuto, apague o fogo> e sirva. Com misso, se não tiver posto sal.

- INHAME DOCE
Torta de inhame com abacaxi = Cozinhe os inhames, descasque, amasse e forre com essa massa uma> assadeira untada; espalhe por cima uma compota de abacaxi feita com> sementinhas de erva-doce e cravo-da-índia, quase sem água, pois o> abacaxi solta caldo. Leve ao forno quente durante meia hora.> Substitua por outra compota, se desejar.

Bolo doce de inhame = Misture duas xícaras de inhame cozido com duas de aveia em flocos e duas> de farinha de arroz integral (toste o arroz, bata no liquidificador em> pequenas porções); meio litro de suco de laranja (ou outro líquido doce,> como chá de estévia, ou leite de coco adoçado com melado); uma colher de> sopa de manteiga, se quiser; umas pitadas de noz-moscada e canela em pó;> frutas secas e castanhas picadas, ou banana madura em rodelas. A> consistência da massa deve ser pastosa, nem aguada nem dura. Unte uma> fôrma e leve ao forno quente durante meia hora, mais ou menos, mantendo> a chama alta durante quinze minutos e baixando então para um ponto> médio. Você sabe que o bolo está no ponto quando cheira. A partir daí> ele vai secando, e quanto mais tempo ficar no calor, mais firme será sua> consistência. Se quiser um bolo mais fofo, junte uma colherinha de café> de bicarbonato de sódio dissolvida em suco de laranja no final do> preparo da massa. Esse bolo dá um ótimo panetone quando leva frutas> cristalizadas e é assado em fôrma alta.

Biscoitos de inhame = A massa é a mesma do bolo. Unte um tabuleiro e despeje com a colher> pequenas porções. Asse em forno alto até chegar ao ponto desejado.> Como todo biscoito que leva aveia, este também só endurece depois que> esfria.

Mousse de inhame com ameixa = Ponha no liquidificador uma parte de inhames cozidos com uma parte de> ameixas-pretas, sem caroço, cozidas com canela; aproveite a calda> para bater a massa. Repita a receita usando maçãs ou bananas em compota> em vez de ameixas. Para fazer a compota, não é necessário adoçar, pois> essas frutas já têm bastante açúcar natural. Basta que estejam bem> maduras. Leva-se ao fogo baixo, em panela tampada, com uma pitadinha de> sal e só um dedinho de água. Quanto mais cozinharem, mais doces ficam.>

Desintoxique seu organismo

Uma dieta simples vai deixar você mais leve e bem disposto para encarar a semana
por Alexandre Gajardoni

Desintoxicar o organismo na segunda-feira depois de um sábado e domingo de excessos à mesa vai deixar você mais leve (literalmente) e bem disposto para encarar a semana.

A dieta é simples: até o meio-dia, coma somente frutas.  Esse é o período para eliminar as impurezas.

No almoço e no jantar, que deve acontecer antes das 8 da noite,  dê preferência a alimentos crus, verduras diversas e tubérculos,  como cenoura, beterraba e nabo.

Após esse horário, trate de fechar a boca e deixe que seu corpo assimile os nutrientes.

As dicas são da atriz Tânia Alves, que há 15 anos segue a linha higienista difundida pela americana Natural Health Association, em seu SPA Maria Bonita, em Friburgo, no Rio de Janeiro.  "Recomendo adotar esse programa regularmente, como estilo de vida", diz a atriz.

Salada verde
Salada verde com tomate ao molho de manjericão mantém a cabeça no maior sossego. É o que garante a nutricionista Tereza Cristina Braga Ferreira, do Praia do Forte EcoResort e Thalasso Spa, no litoral baiano.

Na receita que ela sugere entram folhas como a alface, conhecida por suas propriedades calmantes. Sem falar no tomate, cheio de vitaminas B6 e C — substâncias que ajudam a aplacar a irritação.  Tome nota:
Ingredientes
1 pé de alface crespa
• Meio maço de espinafre
• 2 tomates cortados em quadradinhos
• 2 colheres de sopa de azeite
• 2 colheres de sopa de água
• 1 colher de sopa de vinagre branco ou suco de limão
• Folhas de manjericão trituradas
• Sal a gosto

Modo de preparo Rende 4 porções
Lave bem as folhas de alface e espinafre. Arrume-as em um prato próprio para servir. Divida com as mãos as folhas de alface. Decore com o tomate. Misture o azeite, o vinagre, a água, o sal e o manjericão em um tigela à parte e regue a salada.