A cada dia que passa, fica mais famoso entre os jovens o consumo de Chá Quebra Pedra.
Isso porque a alimentação de hoje em dia é repleta de sal, e esse sal se acumula em nossos rins, formando as pedras nos rins, ou cálculos renais. A quebra pedra vem justamente combater esse mal, auxiliando o organismo a quebrar e expelir essas pedras. Mas funciona mesmo o consumo de quebra pedra, chá? Sim, seu consumo nessa forma é o mais inidicado, até por auxiliar no aumento da ingestão de liquidos, muito necessária durante o estado agudo do cálculo renal.
A quebra pedra é uma planta conhecida principalmente pelos benefícios do chá quebra pedra. As raíes dessa planta são reconhecidas por possuirem derivados flavônicos, triterpenóides e esteróide estradiol que têm ação diurética, antibacteriana, hipoglicemiante, antiespamódica, hepatoprotetora, anticancerígena, litolítica, colagoga. Por esse e outros motivos é tão interessante analisar a importância do chá quebra pedra para nossa saúde.
O chá quebra pedra ou erva pombinha, arrebenta pedra ou saxifraga é indicado para prevenir a formação de cálculo renal. Além disso, a sabedoria popular nos ensina ainda que o chá quebra pedra soluciona diversos outros problemas de saúde que afligem o nosso dia-a-dia, tais como nefrites, cistites, pielites, hepatite do tipo “B” e hidropsia. O modo como fazer o chá quebra pedra e como tomar o chá quebra pedra é muito simples, rápido e prático.
Tome o chá quebra pedra e sinta as virtudes que ele possuí atuando em seu corpo evitando cálculo renal que causa dores e transtornos com tratamentos que podem chegar até em cirurgia.
Mas para que serve exatamente o chá quebra pedra? Cálculo Renal é uma resposta muito adequada.
Benefícios da Quebra Pedra
Mas será que a quebra pedra realmente ajuda mesmo a dissolver os cálculos renais? Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) investigaram as propriedades medicinais do chá de quebra pedra. Ao final do estudo, eles comprovaram que a erva é eficaz para prevenir a formação de pedra nos rins. No entanto, não ficou comprovado que ela seja capaz de quebrar ou dissolver os cálculos.
Dessa forma, o ideal é tomar o chá antes que as pedras nos rins apareçam. Veja como preparar o chá de quebra pedra:
Você vai precisar de:
■2 colheres de sopa de quebra-pedra seca
■Um litro de água
Modo de Preparo:
Ferva a água e acrescente o quebra pedra. Tape a panela e deixe por cinco minutos.
Posologia
Beba o chá de quebra-pedra durante todo o dia em pequenas quantidades.
Outras dicas
O quebra-pedra relaxa os ureteres, possui uma ação analgésica e diurética, facilitando a eliminação dos cálculos, geralmente sem dor ou sangramento. Além disso aumenta a filtração glomerular e a excreção do ácido úrico. Este mesmo chá também pode ser usado, combate à hepatite B, como analgésico ou aintespasmódico.
Recentemente o quebra-pedra virou notícia devido ao fato de ter saído uma patente americana do uso desta planta para hepatite do tipo B. Os trabalhos mostraram que neste caso, o fitoterápico deveria ser empregado através de injeções ou de cápsulas entéricas, pois os sucos digestivos inativam os princípios ativos da planta no estômago.
O quebra-pedra pode ser utilizado para problema renal na forma de chá, extrato fluido, tintura ou cápsula. O chá é o mais indicado pois acaba forçando a pessoa a beber mais líquido, auxiliando a eliminação da pedra pela própria pressão da urina. Pode-se empregar de 30 a 40 g de planta fresca ou 10 a 20 g de planta seca em um litro de água. Prepare o chá de manhã e vai bebendo durante o dia. Pode potencializar os efeitos entrando com outras plantas, como folhas de abacate, chapéu-de-couro, panacéia, caninha-do-brejo, entre outras.
Recomendamos o uso do quebra-pedra durante umas três semana e suspender durante uma semana, e ir repetindo desta forma até melhorar os sintomas, mas normalmente em 2 ou 3 dias o problema já está sanado.
Sucos cítricos também são ótimos aliados contra a formação dos dolorosos cálculos renais.
Foi-se o tempo em que os esportistas tinham que malhar com roupas grossas e pesadas, como aquelas camisetas de ar retrô que a Seleção usou até os anos 70. Hoje, o algodão foi praticamente substituído pelos fios sintéticos, como o poliéster e a poliamida, mais leves e arejados. Há também nas lojas uma série de tecidos inteligentes que ajudam desde a controlar o suor até evitar lesões e aumentar a performance no esporte. “Esses tecidos ainda são mais caros, mas a tendência é se popularizarem”, afirma Michelle Carvalho, consultora do Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil (Cetiqt) do Senai. Conheça algumas das principais tecnologias já disponíveis no mercado e para que práticas físicas são indicadas.
Por um fio
Os principais tecidos hi-tech e suas promessas aos esportistas
Absorção de suor
No mercado, levam nomes como Dri-fit, Climalite e Gore-Tex. Esses tecidos fazem o suor ir para fora da roupa, mantendo-a seca e leve. O Dri-fit tem uma camada das chamadas fibras hidrofóbicas, que não absorvem água. O Gore-Tex possui microporos que permitem a saída das gotas de suor. Já o Climalite, além de jogar o suor para fora, tem telinhas para ventilação em locais estratégicos, como debaixo do braço. Bom para: exercícios aeróbicos em geral, como pedalar e correr.
Controle de odor
São conhecidos como antimicrobianos. Uma camada de íons de prata inibe a proliferação de bactérias, que provocam mau cheiro. Bom para: exercícios aeróbicos em geral.
Proteção solar
Normalmente identificados como tecidos Proteção UV. São revestidos com uma camada de dióxido de titânio, substância usada nos protetores solares para o corpo, com FPS 50, absorvendo 98% dos raios e reduzindo em 20 vezes a exposição da pele. Bom para: esportes ao ar livre.
Contra fadigas e lesões
Há dois principais tipos: os tecidos de compressão e o Emana (veja ao lado). Os primeiros levam uma dose extra de elastano, que mantém o músculo levemente comprimido, aumentando a circulação do sangue e, com isso, a potência. Estudos mostram que a compressão muscular deixa você de 10% a 20% mais forte em esportes que exigem arranque ou impulso. O elastano também retém calor, mantendo o músculo aquecido e evitando cãibras, fadiga e lesões. Bom para: basquete, atletismo e corrida.
Seu nome científico é Helianthus annus - o que explica sua imponência e porte majestoso: a palavra Helianthus significa "flor do sol". Além de bonita, a planta é utilíssima, pois do girassol tudo é aproveitado - desde as sementes, até as flores e os ramos.
Semente de girassol é aliada da saúde do coração. Este alimento tem altos teores de ácidos graxos que ajudam a controlar os níveis de colesterol. As sementes de girassol são uma excelente fonte de vitamina E que é um poderoso antioxidante.
A vitamina E viaja por todo o corpo neutralizando os radicais livres, protegendo o organismo contra as gorduras “más”, promovendo a desintoxicação celular, e ajudando a baixar os níveis de colesterol. A vitamina E tem um alto poder anti-inflamatório pelo que é também uma importante ajuda no controle da asma, da osteoartrite e da artrite reumatóide. Um quarto de xícara de sementes de girassol proporciona 90,5% do valor diário necessário de vitamina E.
As sementes de girassol são ricas em fitoesteróides; os fitoesteróides são compostos encontrados em plantas, que têm uma estrutura química muito semelhante ao colesterol “bom”, e que, quando presentes na dieta alimentar em quantidades suficientes, podem ajudar a reduzir os níveis de colesterol “mau” no sangue, a aumentar a resposta imunológica e a diminuir o risco de contrair alguns tipos de cancro.
A alimentação representa 20% do nível de colesterol, cuja alteração se relaciona a problemas cardiovasculares. Alguns alimentos, como a semente de girassol, podem ajudar a controlá-los. "A semente de girassol contém elevado teor do ácido graxo poliinsaturado linoléico (ômega 6) e do ácido graxo monoinsaturado oléico (ômega 9), nutrientes essenciais ao organismo, ou seja, não produzidos pelo corpo. Por isso, precisamos extraí-los da alimentação", afirma Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde.
O alimento é, também, excelente fonte de vitamina E – com ação antioxidante, é outra substância importante na prevenção de doenças do coração, além de proteger a pele da radiação ultravioleta, evitando o envelhecimento precoce. Reduz, ainda, o risco de câncer de pele, de cólon, bexiga e de próstata e protege a membrana celular e os neurônios, evitando a oxidação da molécula do colesterol, ajudando no seu controle e na prevenção de aterosclerose. A vitamina tem um significativo efeito antiinflamatório, sendo benéfica em casos de osteoartrite e artrite reumatóide.
A semente é rica em fitoesteróis, compostos encontrados em plantas com estrutura química semelhante a do colesterol, que, se ingeridos em quantidades suficientes, podem reduzir os níveis sanguíneos de LDL e diminuem o risco de câncer. Fonte de selênio, mineral de ação antioxidante que inibe a proliferação de células cancerosas e induz à morte de células cancerígenas.
Rica em fibras, a semente auxilia na prevenção da constipação intestinal e causa saciedade. Por isso, pode auxiliar no emagrecimento, já que auxilia na redução do apetite. Também é fonte de magnésio - mineral que mantêm os nervos relaxados e é importante para a formação óssea. Contém cobre que é fundamental para a função das enzimas envolvidas na ligação do colágeno com elastina, proporcionando resistência e flexibilidade nos ossos e articulações.
O magnésio existente nas sementes de girasssol é óptimo para relaxar os nervos, logo ajuda na descontracção muscular e dos vasos sanguíneos.
As sementes de girassol são uma boa fonte de magnésio.
Numerosos estudos têm vindo a demonstrar que o magnésio ajuda a reduzir as crises de asma, a hipertensão arterial, ajuda a evitar dores de cabeça e enxaquecas e reduz os riscos de ataques cardíacos e de derrames.
O magnésio também é necessário para manter os ossos saudáveis e para a produção de energia. Cerca de dois terços do magnésio existente no corpo humano está nos ossos; uma parte na nossa estruturação física, outra na superfície dos ossos onde fica armazenado para ser utilizado por todo o organismo, conforme for necessário.
Assim, tanto o cálcio como o magnésio dos ossos, ajudam a regular tanto o tônus muscular como o sistema nervoso. Em muitas células nervosas, o magnésio atua como um bloqueador natural dos canais de cálcio, impedindo que o cálcio chegue demasiadamente rápido às células nervosas ativando o nervo; ao bloquear a entrada do cálcio, o magnésio mantém os nervos relaxados, logo descomprimindo a pressão nos vasos sanguíneos e promovendo a descontração dos músculos.
Se a nossa alimentação for pobre em magnésio, no entanto, o cálcio pode entrar livremente nas células nervosas tornando-as super-ativas o que leva ao envio de muitas “mensagens” provocando contracções excessivas. Doses insuficientes de magnésio podem contribuir para hipertensão arterial, espasmos musculares (incluindo os espasmos do músculo do coração, ou os espasmos das vias aéreas – um dos sintomas da asma -), enxaqueca, cãibras musculares, tensão, dor e fadiga.
Um quarto de xícara de sementes de girassol proporciona 31,9% do valor diário necessário de magnésio.
As sementes de girassol são também ricas em selênio; este mineral, fundamental para uma boa saúde, ajuda a melhorar a desintoxicação do organismo e tem uma acção preventiva a nível cancerígeno.
As sementes de girassol apresentam ainda algumas propriedades anti-cancerígenas. Num estudo efectuado em animais, em laboratório, verificou-se que as sementes de girassol ajudam a proteger o organismo do desenvolvimento de tumores cancerígenos; o teor de selênio no organismo é inversamente proporcional ao aparecimento de câncer, isto é, quanto maior for o teor de selênio, menor é o risco de contrair câncer.
Tem-se verificado que o Selênio ajuda a reparar danos do DNA, o que ajuda a inibir a proliferação das células cancerosas, e a induzir a auto-destruição das células mortas ou doentes.
Além disso, o selênio faz parte do princípo ativo de muitas proteínas, incluindo a glutationa peroxidase, que é particularmente importante para a proteção contra o câncer. Os enzimas antioxidantes juntamente com a glutationa peroxidase são utilizados pelo fígado para desintoxicar uma grande variedade de moléculas tóxicas.
Quando os níveis de glutationa peroxidase são muito baixos, as moléculas tóxicas não são eliminadas e causam danos em toda a estrutura celular com a qual entram em contato, danificando o DNA celular e promovendo o desenvolvimento de células cancerosas.
A sua riqueza em selênio é outra das razões por que as sementes de girassol são um bom alimento. Um quarto de copo de sementes de girassol fornece 30,6% do valor diário necessário de selênio.
Como consumir
Sementes de Girassol: podem ser consumidas torradas, como aperitivos ou adicionadas a receitas de pães, bolos, cookies, farofas. Também podem ser adicionadas às saladas ou aos ovos mexidos. Polvilhe as sementes em cereais quentes ou frios.
Óleo de Girassol: De sabor suave, pode ser utilizado no preparo dos alimentos e adicionado em saladas, cozidos, conservas.
O girassol (Helianthus annuus) é uma planta anual da família das Asteraceae.
É caracterizada por possuir grandes inflorescências do tipo capítulo - com aproximadamente 30 cm de diâmetro - cujo caule pode atingir até 3 metros de altura e apresenta filotaxia do tipo oposta cruzada, notável por "olhar" para o Sol, comportamento vegetal conhecido como heliotropismo.
Os girassóis são plantas originárias da América do Norte cultivada pelos povos indígenas para alimentação, foram domesticadas por volta do ano 1000 a.C. Francisco Pizarro encontrou diversos objetos incas e imagens moldadas em ouro que fazem referência aos girassóis como seu deus do Sol. O Girassol recebe esse nome porque sua flor acompanha a trajetória do sol, do nascente ao poente.
O girassol é uma flor simbólica que significa fama, sucesso, sorte e felicidade.
Na Hungria, acredita-se que a semente do girassol cura infertilidade, e sementes colocadas na beira da janela, em uma casa onde exista uma mulher grávida, o filho será homem.
Na Espanha, para se ter sorte são necessários onze girassóis.
A flor pode ser considerada a planta-símbolo do Novo Milênio.
O girassol é um símbolo da páscoa, apesar de poucas pessoas saberem. Girassol é um dos símbolos pascais menos conhecidos em algumas regiões. É, porém, muito rico em conteúdo: assim como para sobreviver a planta precisa ter sua corola voltada para o sol, do nascente ao poente, segundo os cristãos, os seres humanos devem estar voltados para o Sol-Cristo garantindo a luz e a felicidade.
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Dos seus frutos, popularmente chamados sementes, é extraído o óleo de girassol que é comestível. A produção mundial ultrapassa 20 milhões de toneladas anuais de grão.
A semente também é usada na alimentação de pássaros em cativeiro além de ser uma das mais utilizadas na alimentação viva.
A sua flor é comercializada como flor de corte. Existem dois grupos de variedades importantes: uniflor com haste única e uma flor terminal; multiflor com flores menores que com ramos desde a base que são mais utilizadas na confecção de bouquet.
A semente do girassol tem sido utilizada no Brasil na produção de biodiesel.
Tem sido também uma boa alternativa para alimentação de gado, em substituição a outros grãos.
As suas folhas podem inibir o crescimento de plantas daninhas através do fenômeno alelopatia.
É difícil encontrar uma pessoa que não goste de goiaba, pois é uma fruta bastante saudável e saborosa. Por seu cheiro inconfundível é muito fácil de ser identificada, e ainda pode ser encontrada em qualquer época do ano. Mas, o que muita gente não sabe são os benefícios que a goiaba vermelha oferece para a redução do colesterol ruim, LDL e também da pressão sanguínea. Esses benefícios ocorrem por conta da fruta ser fonte de Licopeno e também fibras solúveis, as quais têm a capacidade de se prender aos ácidos biliares impedindo a absorção de gorduras.
Para se ter idéia do poder da goiaba, comece a consumir diariamente ao menos um pedaço da fruta, pois estará ajudando a diminuir consideravelmente os níveis de pressão arterial, triglicérides e também de colesterol. Além de tudo isso a fruta ainda é riquíssima em vitamina C e muito pouco calórica, por isso deve ser incluída no cardápio de toda a família. Juntamente com uma alimentação equilibrada e a pratica de atividades físicas, a ingestão de goiaba pode auxiliar na prevenção de doenças cardíacas. E já que contem pouquíssimas calorias é ideal para ser consumida durante a dieta emagrecedora.
Goiaba é o fruto da goiabeira, árvore da espécie Psidium guajava, da família Myrtaceae, originária da América tropical. Ocorre sobretudo no Brasil e nas Antilhas. De polpa branca, rosada ou vermelha, a goiaba é uma fruta suculenta, perfumada e bastante apreciada pelos consumidores brasileiros. Originária da América tropical, possivelmente na área formada entre o México e o Peru, os relatos de sua presença em terras brasileiras datam de 1587.
A goiabeira é fácil de ser encontrada no fundo de quintal de residências e até em praças e jardins públicos. A fruta é consumida in natura, mas também é usada para fazer geléias, compotas, sucos, sorvetes e doces. Mais recentemente, ainda virou ingrediente para um molho agridoce industrializado similar a um catchup.
A palavra "goiaba" originou-se do termo aruaque para a fruta, guaiaba. Quando for comprar escolha a goiaba com casca firme e sem buraquinhos. A fruta é rica em vitamina A, que garante uma boa visão e deixa a pele mais bonita. A goiaba também tem cálcio, fundamental para a formação dos ossos e dentes, e potássio, que ajuda a equilibrar a água no nosso organismo. “A deficiência deste mineral é facilmente observada hoje, com sintomas de fraqueza muscular, intestino preso e ressecamento de pele”, explica Caroline Matos, nutricionista.
Ela não é indicada para quem tem diverticulite, uma inflamação no intestino. Para quem tem prisão de ventre, não é interessante consumir diariamente. É na casca onde esta a maior concentração de fibras. “Para quem não gosta de comer a casca da goiaba, a gente pode bater um suco. Para cada dois copos de água, você usa uma goiaba inteira”, sugere Caroline. A fruta ainda tem pectina, uma fibra solúvel que ajuda no controle dos níveis de açúcar no sangue. Uma goiaba média tem cerca de 80 a 100 calorias. A quantidade de vitamina C da goiaba é três vezes maior que o que o nosso organismo precisa diariamente. Por isso, se você comer meia goiaba grande, por dia, já suficiente.
Só as goiabas vermelhas têm licopeno, uma substância que protege a pele contra os raios ultravioletas, previne contra o câncer de próstata e aumenta a imunidade do organismo. Segundo a nutricionista, a fruta é uma opção para quem não gosta de tomate. “A gente sempre relaciona o licopeno com o tomate, mas a goiaba também tem e duas vezes mais da quantidade que a gente precisa”. Por ter licopeno e ser bem menos ácida do que o tomate, a goiaba vermelha está sendo usada para fazer catchup. Aprenda a receita do chef Renato Lobato.
RECEITA DO CATCHUP DE GOIABA Ingredientes:
- 1 kg de goiaba vermelha sem casca e sem sementes
- 1 cebola média cortada em quatro
- 2 dentes de alho médios amassados
- 1/2 copo de suco de laranja
- 1 folha de louro
- 1 colher de sobremesa de sal
- 3 colheres de sopa de shoyu
- 1 colher de café de canela em pó
- 2 colheres de sopa de extrato de tomate
- 1 pacotinho de adoçante em pó
Modo de preparo:
Em uma panela grande, coloque a goiaba, a cebola, o alho, o suco de laranja e deixe refogar. Acrescente o restante dos ingredientes e deixe em fogo brando. Cozinhe por 45 minutos mexendo sempre. Retire do fogo e deixe esfriar. Bata a mistura no liquidificador e leve novamente ao fogo para apurar na consistência de catchup. Sirva da mesma forma que o tradicional (Rendimento: 500 ml - Valor Cal/porção: 30 kcal / 1 colher de sopa).
O fruto é constituído de uma baga, carnoso, casca verde, amarelada ou roxa, com superfície irregular, de cerca de oito centímetros de diâmetro. Em seu interior, há uma polpa rosada, branca ou dourada, contendo dezenas de pequenas sementes duras, mas que podem ser ingeridas sem problemas. Somente as variedades de polpas brancas e vermelhas são comercializadas. As quatro sépalas da flor estão normalmente presentes em uma das extremidades da goiaba.
Existem duas variedades: a branca, de casca esverdeada e interior amarelo-esverdeado pálido e a vermelha, de casca amarelada e interior rosado.
Algumas moscas utilizam a goiaba para depósito de seus ovos. As larvas dessas moscas são popularmente chamadas de bicho-da-goiaba. Elas são postas quando estão dentro do ovo. A mosca que é conhecida como "mosca das frutas " coloca o seu ovo em cima da goiaba e a larva vai entrando e danifanificando o fruto.
As goiabas são consumidas principalmente in natura ou em forma de doce, chamado goiabada. Compotas, geleias e sucos também são comuns. São muito ricas em vitamina C, com de 180 a trezentas miligramas de vitamina por cem gramas de fruta (mais do que a laranja ou o limão). A goiaba tem quatro vezes mais vitamina C do que a laranja. Ela também ajuda a controlar o nível de açúcar no sangue.
A goiaba não é ácida e, assim, pode substituir o tomate na confecção de molhos salgados e agridoces, sobretudo no caso de pessoas com restrições à acidez deste último. De um modo geral, não tem muito açúcar e possui quase nenhuma gordura, sendo indicada para qualquer tipo de dieta. De preferência, deve ser comida crua. É contra-indicada apenas para pessoas que tenham o aparelho digestivo delicado ou com problemas intestinais.
Usos
Essa fruta é utilizada em diferentes produtos derivados, tais como goiabadas, doces, compotas, sucos, sorvetes e molhos salgados e agridoces. Conhecida por ter muita vitamina C, apresentando a goiaba vermelha níveis dessa vitamina de 4 a 5 vezes superiores aos da laranja, possui quantidades razoáveis de vitaminas A e do complexo B, além de sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.
Uso medicinal
Em etnofarmacologia é usada para diarréias na infância. O chá, em bochechos e gargarejos, é usado para inflamações da boca e da garganta ou em lavagens de úlceras e na leucorréia.
As folhas têm óleo volátil rico em sesquiterpeno, entre eles o bisaboleno, além do dietoximetano e dietoxetano que dão o aroma dos frutos. O principal componente do óleo das sementes é o ácido linolêico.
O extrato aquoso do "olho" (broto) da goiabeira tem intensa atividade contra salmonela, serratia e staphylococcus, grandes responsáveis pela diarréias de origem microbiana. A atividade é mais forte na variedade de polpa vermelha, e mais fraca nas folhas adultas e casca.
Produção no Brasil
No Brasil, o maior produtor mundial de goiabas vermelhas, são produzidas frutas para a indústria (variedades "paluma" e "rica", entre outras) e para consumo in natura (variedades "sassaoka" e "pedro sato", entre outras), com a maior parte da produção concentrada no estado de São Paulo e no entorno do rio São Francisco (Nordeste), na região das cidades Petrolina e Juazeiro.
As goiabas do tipo Paluma, rica em licopeno, substância que combate os radicais livres, inibindo o desenvolvimento de alguns tipos de câncer, entre eles o de próstata - teve as primeiras mudas plantadas em 2003.
Um estudo científico recente realizado pela Unicamp, de São Paulo, sobre goiabas vermelhas brasileiras, mostra que a variedade Paluma é a que tem a coloração mais intensa. Essa constatação conduziu o trabalho para análise do teor de licopeno. A conclusão da pesquisa indicou 8,5 mg de licopeno por 100g da fruta. Portanto, 3 mg a mais do que o observado nos maiores teores encontrados em todas as outras variedades de goiabas vermelhas.
“Essa variedade tem um teor alto de licopeno, muito importante para prevenir diversos tipos de câncer, principalmente o de próstata. O licopeno é reconhecidamente uma substância que tem trazido um grande avanço no combate a esse tipo de doença”, explicou a nutricionista do Hospital Santa Mônica, Denise Sathler.
De acordo com ela, a goiaba é um alimento muito saudável, com propriedades funcionais bioativas. “A goiaba dispõe de licopeno, aliada as vitaminas A, B1, B2, B6, C, E, fibras, niacina e zinco, o que contribui para o conceito de fruta completa”, observou.
Segundo o engenheiro agrônomo da Cristalcoop, Rossini Brito Pereira, a produção do pólo da goiaba está distribuída pelos municípios de Pedro Canário, Conceição da Barra, Montanha, Pinheiros e Boa Esperança.
“Ao todo são cerca de 100 produtores. Inicialmente, serão colhidos 60 hectares da fruta. A importância do pólo está na geração de emprego e renda para a região Norte, que apresenta um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDHs) do Estado”, contou.
As vantagens
– Tem sabor forte e pode ser consumida fresca, em conserva ou como geléia. É rica em sais minerais como o cálcio, fósforo e ferro;
– Tem alto teor de vitamina C, o que a torna eficaz no combate às infecções e hemorragias;
– É ótima para o fortalecimento dos ossos e dentes e cicatrização de cortes e queimaduras;
– Rica em vitamina A, é excelente para a vista, saúde da pele e mucosas;
– A goiaba é também rica em vitamina B1, por isso ajuda na regularização do sistema nervoso e aparelho digestivo;
– É recomendada também para prevenir o câncer e doenças cardíacas, pois é rica em licopeno, um carotenóide indicado para combater os radicais livres;
– A goiaba não é ácida e, assim, pode substituir o tomate na confecção de molhos salgados e agridoces, sobretudo para pessoas com restrições à acidez do tomate;
As mulheres que desejam conquistar o corpo perfeito, em geral, recorrem à dieta em primeiro lugar para enxugar a silhueta. Mas depois de mandar os quilinhos a mais embora, o que fazer com a pele flácida que sobrou e continua a render medidas extras? Vale lembrar que associar a reeducação alimentar à prática de exercícios é o melhor caminho para emagrecer com saúde e ainda evitar a flacidez nos locais onde a concentração de gordura era maior. No entanto, se mesmo depois de você reduzir as porções do prato e passar horas na academia as peles a mais insistirem em atrapalhar os resultados na fita métrica, é o momento de recorrer a tratamentos e produtos específicos para combater o problema. Confira as dicas e fique em forma neste verão. Alimentos amigos da aparência Todos os alimentos que compõem o cardápio diário influenciam a sua aparência. Assim, fazer escolhas inteligentes na hora das refeições faz toda a diferença para manter o corpo enxuto. A dieta para evitar a flacidez deve ser equilibrada, rica em frutas, verduras, proteínas e opções com baixo índice glicêmico. Gorduras saturadas e o excesso de açúcar presente em alimentos com nível de glicemia maior que 50 (massas, doces e abacate, por exemplo) devem ficar de fora da rotina, pois eles favorecem a inflamação das células, que leva ao aspecto flácido. No caso das frutas, prefira as de cor laranja e vermelha, como morango e acerola, que são ricas em vitamina C. Essa substância é considerada antioxidante e ajuda a combater os radicais livres, que também tiram a firmeza da pele. Nutrientes como as vitaminas C e E, carotenóides e selênio também possuem essa característica e podem ser encontrados em vegetais verdes, frutas cítricas, tomate, saladas em folhas, grãos integrais, leite e em fontes de proteína magra, como o peixe. Outro item fundamental que não pode faltar na sua geladeira é a gelatina, de preferência as versões light, que possuem menos açúcar. Rica em colágeno, ela contribui para o fortalecimento dos tecidos, favorecendo um emagrecimento que não deixa excessos. Ela pode ser incluída nas sobremesas e lanches. Quem quiser aumentar a eficácia do alimento pode investir nas opções hidrolisadas, com 85% a mais da substância, ou em nutricosméticos. Diga adeus ao sedentarismo Praticar atividade física é fundamental para combater a flacidez. Exercícios de força, resistência ou alongamento, praticados principalmente em academias, são a melhor alternativa para quem quer deixar a pele firme. Assim, aposte em aulas de musculação, body pump e ginástica localizada, que enrijecem os músculos. Quem não gosta desse tipo de malhação pode recorrer a duas outras opções para evitar o “efeito gelatina”. A primeira é a hidroginástica, que ameniza o problema, pois a água se reflete em um peso extra ao corpo, garantindo o fortalecimento dos tecidos. Além disso, o esporte ainda possui menor impacto e risco de lesões. A segunda é dança, principalmente em aulas com alternância de ritmos. É preciso variar o estilo de música para conquistar melhores resultados, indo do street jazz e do axé para o tango e o flamenco, por exemplo. Tratamentos eficazes Se as mudanças na alimentação e a prática de exercícios físicos não conseguiram eliminar a flacidez no abdome ou no bumbum, você ainda pode recorrer às clínicas estéticas para eliminar o problema com maior rapidez. A associação de carboxiterapia e corrente russa é um dos exemplos de tratamento eficaz contra a pele flácida. O primeiro consiste no uso de injeções de gás carbônico em camadas mais profundas da área tratada, estimulando a circulação sanguínea e a produção de colágeno. O procedimento é indolor e deixa a região lisa e firme. O segundo utilizada eletrodos, que são ligados à pele dando pequenos choques para fortalecer os músculos. Os dois tipos de sessões só podem ser feitos em clínicas de estética, com intervalos de pelo menos uma semana. Os eletrodos também são usados no procedimento Phydias, com o mesmo resultado. Outro tratamento comum para o problema são os raios infravermelhos, que levam à contração muscular, com efeito parecido ao da carboxiterapia. Para conquistar resultados eficazes, é preciso investir em pelo menos dez sessões de até meia hora. Os benefícios começam a aparecer depois de dois meses. As clínicas estéticas também costumam oferecer sessões com o Accent, que é feito com um aparelho emissor de ultrassom. Durante a sessão a pele é aquecida, quebrando as moléculas de gordura e renovando as fibras de colágeno. Ela também auxilia a desintoxicar e melhorar a circulação sanguínea e linfática do corpo. Esse mesmo efeito é proporcionado pelo Espectra, mas em tempo menor. O Freeze é uma das alternativas mais recentes dos centros de estéticos para acabar com a flacidez. Seu diferencial está no uso da radiofrequência e de pulsos eletromagnéticos para estimular a síntese de colágeno e firmar a pele, amenizando o problema. Cápsulas contra a pele flácida Quem prefere apostar em tratamentos por via oral pode investir nas cápsulas de carcinina ou silício. A primeira é feita de um aminoácido que impede a desintegração do colágeno, garantindo a firmeza dos músculos. Você deve consumir 100 miligramas por dia da substância, que também é conhecida como glycoxil. Porém, se você necessita intensificar a produção da substância no corpo, a dica é experimentar as cápsulas de silício, que possuem a capacidade de enrijecer a pele. Nesse caso, deve ser ingerida uma pílula de 300 miligramas diariamente. Cremes poderosos Há ainda a possibilidade de investir em cremes capazes de promover o enrijecimento dos tecidos. Na hora de escolher os produtos, prefira aqueles com fórmulas ricas em DMAE e manteiga de karité. O DMAE possui a propriedade de reduzir a retenção de líquidos e eliminar as toxinas que inflamam as células e levam à flacidez. Já a manteiga de karité atua no estímulo da síntese de colágeno, além de ser encontrada com facilidade. É possível também investir em alternativas com silício, outro mineral que favorece o fortalecimento da musculatura. Com essas dicas, com certeza você vai ficar livre do efeito gelatina e causar inveja por onde desfilar a boa forma. FONTE http://todaela.uol.com.br/estetica/dicas-para-acabar-com-a-flacidez
O pão é uma excelente fonte de energia! Nutricionalmente pertence ao grupo dos cereais e é um fornecedor nato de minerais (sódio e potássio), vitaminas do complexo B (B1, B2, B5), fibras e hidratos de carbono (amido) de absorção lenta. Não é por acaso que este alimento está na mesa na primeira refeição e ao longo do dia. Esta composição ajuda a regularizar os níveis de açúcar (glicemia) no sangue, auxilia o trânsito intestinal e garante a sensação de saciedade prolongada.
O pão, alimento muito importante na nossa alimentação, é adaptado às exigências do organismo. Um pão normal com 60 gramas tem apenas 140 calorias, cerca de 10 por cento de proteínas. O pão de forma tem um valor de gordura muito superior, enquanto que o pão de trigo tem menos. O pão de mistura possui mais quantidade de fibras.
Hoje, devido ao grande intercâmbio cultural, conhece-se uma infinidade de tipos de pães. Cada povo, cada região do mundo, tem seu pão típico. Está cada vez mais comum encontrar nas prateleiras de mercados e padarias uma variedade enorme detipos de pão: o pãozinho branco, o integral, pão de centeio escuro e claro, pão branco, preto, com flocos de cereais, pão de legumes, de batata, de iogurte, de linhaça, de grãos, de canela etc. A variedade é imensa, do leve e macio pão branco, passando pelas nuanças das misturas de grãos, ao pesado pão preto (pumpernickel) com consistência de tijolo!
Os povos pré-históricos provavelmente iniciaram a produzir pão há cerca de 10.000 anos atrás. Inicialmente, na antiga Mesopotâmia, as pessoas utilizavam pedras para moer os grãos, misturando com água e então coziam a mistura sobre o fogo. Os arqueologistas encontraram pão nas ruínas de um vilarejo a beira de um lago da Suíça, onde habitavam pessoas cerca de 4.000 anos atrás. Uma cesta de pão que foi assada há 3.500 anos foi encontrada no local onde havia sido enterrada, em uma tumba em Tebas, no Egito.
O pão começou a ser industrializado somente no século XIX, quando surgem as primeiras máquinas hidráulicas e depois com os equipamentos elétricos. Foi também nessa época que o pão chegou ao Brasil, de acordo com Gilberto Freyre, antropólogo e sociólogo brasileiro. Hoje, o pão é um alimento muito recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
A OMS recomenda o consumo de 50 kg de pão por ano, para cada pessoa! Haja pão... A importância deste alimento remonta à Idade Média, quando constituía o centro da culinária em quase todo o mundo. Nada mais gratificante na culinária do que preparar pães, desde os primeiros passos da receita - dissolver o fermento, ver a massa crescer - até saírem do forno, com seu cheiro característico, a chave de ouro de um processo que é, passo a passo, muito interessante.
O homem começou a assar pães pelo menos 6.000 anos antes de Cristo nascer, na chamada Nova Idade da Pedra. Eram justamente pedras os objetos usados para esmagar as sementes, produzindo uma farinha crua que, misturada com água, se transformava em massa. A massa arredondada era cozida em cima de uma pedra colocada diretamente sobre o fogo. O resultado era um pão duro, de textura bem bem diferente da que conhecemos hoje.
Dizem que a descoberta de que a massa de pão podia crescer aconteceu por mero acaso - um egípcio esquecido deixou um pouco de massa crua fora do fogo e, quando se lembrou e foi ver, ela tinha fermentado. E assim os egípcios foram os primeiros a assar pães com textura fina. Ele se tornaram especialistas em cultivar trigo, que vendiam aos gregos - estes, com o tempo, se transformaram nos mestres padeiros de seu tempo.
Os romanos por sua vez, aprenderam com os gregos a arte de fazer pão, e gostaram do ofício - tanto que, segundo consta, no ano 100 a.C. havia 258 padeiros em Roma. De lá para cá, o pão conquistou o mundo e os métodos de fabricação se sofisticaram, até chegar à automatização e à produção em massa do século XX.
No Egito, o pão era o alimento básico. Segundo Heródoto, era amassado com os pés, e normalmente feito de cevada ou espelta, espécies de trigo de qualidade inferior. Os pães preparados com trigo de qualidade superior eram destinados apenas aos ricos. Com o pão no Egito também se pagavam salários: um dia de trabalho valia três pães e dois cântaros de cerveja.
Os judeus também fabricavam seus pães na mesma época, porém não utilizavam fermentos por acreditarem que a fermentação era uma forma de putrefação e impureza. A Jeová só ofereciam pão ázimo, sem fermento, o único que consomem até hoje na Páscoa.
Na Europa o pão chegou através dos gregos. O pão romano era feito em casa, pelas mulheres, tendo passado, posteriormente, a ser fabricado em padarias públicas, surgindo, então, os primeiros padeiros. Isto teria acontecido, segundo o filósofo romano Plínio, o Antigo, depois da conquista da Macedônia, em 168 a.C.
Na Antiguidade, os deuses - e os mortos - egípcios, gregos e romanos eram honrados com oferendas de animais, flores em massa de pão. Era comum, ainda, entre egípcios e romanos, a distribuição de pães aos soldados, como complemento do soldo, tendo perdurado este costume na Idade Média.
O PÃO NA IDADE MÉDIA
Com a queda do Império Romano e da organização por ele imposta ao mundo, as padarias européias desapareceram, retornando o fabrico doméstico do pão na maior parte da Europa. O senhor feudal permitia apenas o uso do moinho e dos fornos. Voltou a se consumir, pela comodidade no fabrico, o pão ázimo, sem fermento e achatado, que acompanhava outros alimentos, como a carne e sopas.
Nessa época, somente os castelos e conventos possuíam padarias. Os métodos de fabrico de pães eram incipientes e, apesar das limitações na produção, as corporações de padeiros já tinham alguma força. No século XVII, a França se tornou o centro de fabricação de pães de luxo, com a introdução dos modernos processos de panificação, apesar de desde o século XII já ser habitual o consumo de mais de vinte variedades de pães naquele país. Depois, a primazia no fabrico de pão passou a Viena, Áustria.
A invenção de novos processos de moagem da farinha contribuiu muito para a indústria de panificação. Os grãos de trigo, inicialmente, eram triturados em moinhos de pedra manuais, que evoluíram para o de pedra movido por animais e depois para os movidos pela água e, finalmente, pelos moinhos de vento. Apenas em 1784 apareceram os moinhos movidos a vapor. Em 1881 ocorre a invenção dos cilindros, que muito aprimorou a produção de pães.
O PÃO NO BRASIL
Conforme escreveu o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre, o Brasil conheceu o pão no século XIX. Antes do pão, o que se usava, em tempos coloniais, era o biju de tapioca no almoço e no jantar a farofa, o pirão escaldado ou a massa de farinha de mandioca feita no caldo de peixe ou de carne.
Um cronista francês, L.F. Tollenare, viajando pelo interior pernambucano em 1816, registrou também que não era comum o uso do pão, sendo, por outro lado, prodigiosa a cultura do trigo principalmente em Campina Grande, Paraíba. Outras informações de viajantes estrangeiros em 1839 dão conta do completo desconhecimento da existência de pão pelos moradores do sertão nordestino, havendo até uma curiosa história a esse respeito.
Contam que um matuto resolveu satisfazer sua curiosidade com relação ao pão, considerado finíssima iguaria. Vindo a Aracati, cidade cearense, próxima de Fortaleza, entrou em uma padaria, encheu o chapéu de pães e sentou-se à sombra de uma árvore. Pôs-se então a descascá-los, como se fossem bananas ou laranjas, comendo-os em seguida. Não gostando do paladar atirou-os fora, exclamando frustado: "Isto não serve para nada."
No início, a fabricação de pão, no Brasil, obedecia a uma espécie de ritual próprio, com cerimônias, cruzes nas massas, ensalmos para crescer, afofar e dourar a crosta, principalmente quando eram assados em casa. A atividade da panificação no Brasil se expandiu com os imigrantes italianos.
Os pioneiros da indústria de panificação surgiram em Minas Gerais. Nos grandes centros proliferaram as padarias típicas, sendo que na cidade de São Paulo até hoje existem, em alguns bairros, como por exemplo no Bixiga, padarias que fabricam pães italianos muito apreciados. Passado tanto tempo, o cheiro do pão quentinho, que acabou de ser assado, ao se espalhar pela casa, ainda dá ao ambiente uma sensação de aconchego, de reunião, de família - tão apreciado que hoje em dia é vendido até em spray, para perfumar os cômodos.
Cuidado ao esquentar o leite. Não deixe ferver, pois o fermento morrerá ser for dissolvido em leite quente demais. "Morrer", aqui, é o termo certo, já que o fermento biológico é composto de células vivas. Antes de começar a preparar a receita, verifique os ingredientes e utensílios - uma fôrma pequena demais pode estragar todo o trabalho.
Por fim, só faça pão no dia em que estiver realmente com disposição. Pão não comporta falta de calma - a pressa impede que se espere os minutos exatos de seu crescimento. Há sempre alguma coisa inerente que nos satisfaz, no ato de assar um pão - alguma coisa, provavelmente, relacionada aos 8.000 anos de tradição que ele traz consigo.
Segue abaixo uma lista de tipos de pães, seguida por uma apresentação do termo "pão" em expressões do cotidiano: pão árabe pão ázimo pão branco pão careca pão com chouriço pão da alma pão de açúcar pão de ajunta pão de centeio pão de forma pão de leite pão de mel pão de minuto pão de munição pão de queijo pão de saluga ou saruga pão francês pão integral pão italiano pão português pão preto pão ralado pão saloio pão sírio pão sovado pão sueco...
HISTÓRIA DO SANDUICHE
Uma das maiores invenções da humanidade não foi a roda, o avião ou o raio laser, mas o sanduíche. Ele nasceu quando o quarto Conde de Sandwittch, ainda no século XVIII, em vez de enfrentar a preguiça de um jantar formal, ordenou a seu criado que fizesse "qualquer coisa"simples e rápida. Ele queria matar a fome sem abandonar o que estava fazendo - dizem que jogava cartas. Quase em pânico, o criado apanhou duas fatias de pão e enfiou entre elas um naco de presunto. O Conde nunca mais jantou - só comeu sanduíches.
De lá para cá, as pessoas ficaram muito mais ocupadas que o nobre inglês e a criação do criado virou mania universal.
Atraente pelo visual, simples, o sanduíche viu passar dois séculos incorporando à sua fórmula básica tudo o que se possa imaginar de comestível. Até que, neste final de século, um fanático exagerado não se sabe bem onde executou a maior das variações em torno da obra do Conde e seu criado: o sanduíche de metro.
Um sanduíche de metro não é coisa para poucas bocas. É para seduzir, impressionar, divertir - ou seja, tudo que se espera de um ilustre convidado de uma festa ... informal. Assim é porque ele permanece simples e rápido, tal qual desejado o velho Conde.
Por esses atributos, atrai muito os jovens ou pessoas de espírito jovem, extrovertidas. Além disso, por sua própria natureza, requer senso de grupo, o dosar, o repartir, impõe o solidário, em vez do solitário. As grandiosas proporções dessa reinvenção - onde quer que tenha sido criada - e todas as demais exigências que cercam sua feitura parecem indicá-la, sob medida, para a padaria brasileira.
Enfim, só a padaria pode dar ao sanduíche de metro suas condições essenciais: o frescor, a sensação de produto artesanal, exclusivo, feito segundo a escolha pessoal do cliente.
TIPOS DE PÃES
Apesar de o pão fazer parte da alimentação diária de quase todos os brasileiros, poucos sabem os tipos de pães que geralmente são comercializados e que vão para as suas mesas diariamente. Independente dos nomes usados nas diferentes regiões do país, alguns tipos de pão são iguais em todas elas. Fique atento as diferenças e conheça os principais pães que fazem parte da nossa alimentação diária.
O pão branco, rico em hidratos de carbono completos como o amido, é um dos que possuem menor teor de gordura e contém proteínas provenientes do grão de trigo, além de vitaminas e minerais.
O pão Integral é ideal para quem está seguindo uma dieta para perder peso, pois o seu preparo é feito com cereais que não são refinados, e por conservar diversas propriedades que são perdidas na preparação do pão “tradicional”.
Já o pão de centeio é aquele que contém menos proteínas e gorduras que o pão de trigo, mas por outro lado posui mais hidratos de carbono e fibras.
O pão de forma também possui em sua composição nutrientes fundamentais como os hidratos de carbono, especialmente o amido, mas apesar de conter mais proteínas que o pão comum, também possui mais gorduras.
O pão-de-leite é nutritivo e rico em hidratos de carbono, mas o seu consumo deve ser controlado uma vez que este tipo de pão contém uma quantidade considerável de gordura e açúcar.
O pão torrado possui uma maior variedade de ingredientes, razão pela qual o mesmo possui um elevado valor energético, mesmo possuindo mais açúcares e gordura.
O pão de Viena, preparado da mesma forma que o pão normal, porém com uma massa mais fina, possui entre os seus ingredientes açúcar e o leite.
O pão de glúten, ideal para quem sofre com Diabetes, é feito com uma farinha de trigo enriquecida e está presente numa proporção nunca inferior a 30% do glúten seco.
O Pão especial é feito com ou sem mistura de farinhas de vários cereais e pode- lhe ser adicionado gérmen de trigo, sementes comestíveis (linhaça e girassol), passas, nozes, leite, gorduras ou ovos. O pão também recebe esta designação quando é fabricado com farinhas enriquecidas ou outros ingredientes que aumentem o seu valor nutritivo, ou, ainda, quando não contém sal.
Um exemplo de pão especial é o Prokorn. Um pão escuro, com baixas calorias, feito de trigo com cereais e sementes, rico em cálcio, ferro e fibras. A origem deste pão, é produto de um trabalho efectuado por uma equipa de médicos holandeses com preocupações na procura de um pão cada vez mais benéfico.
VOCÊ SABIA?
**Dia 16 de outubro é o dia internacional de um dos alimentos mais primitivos e saborosos do mundo: o pão. A riqueza de variedades e papéis que um pão pode incorporar o torna um alimento tão sofisticado e, ao mesmo tempo, tão trivial. É o supra sumo da culinária, é o rei da mesa, o maestro da orquestra gastronômica.
**Na Alemanha, o pão é sem duvida o alimento básico. Viajando pelo país, podemos encontrar em toda a Alemanha cerca de 400 qualidades de pão diferentes e cerca de 1200 variedades de pães.