sexta-feira, 1 de julho de 2011

Vitamina D no combate a Doenças Autoimunes




Vitamina D

A vitamina D é uma denominação genérica para os diversos compostos que possuem a propriedade de prevenir e curar o raquitistmo – os mais importantes são o calciferol (ergosterol ou vitamina D2) e o colecalciferol (vitamina D3).

Ela é importante no processo de absorção de cálcio e fósforo do intestino, mineralização, crescimento e reparo dos ossos.

Nos seres humanos, a vitamina D3 é formada na pele, pela ação dos raios ultravioletas da luz solar sobre um elemento (7-deidrocolesterol) presente na epiderme. 

Deficiência de vitamina D:


Nível de cálcio e fósforo no sangue decresce, causando problemas nos ossos – raquitismo nas crianças e osteomalácia (mineralização deficiente dos ossos) nos adultos.

Excesso de vitamina D:

O consumo de altas doses (10 vezes o valor diário recomendado) por vários meses pode causar toxicidade, resultando em nível alto de cálcio no sangue. Pode ocorrer depósito de cálcio pelo organismo, principalmente no rim.


Fontes: 

A vitamina D é encontrada em pequenas quantidades em alimentos animais na forma de colecalciferol (D3). Nenhum vegetal, fruta ou grão contém vitamina D em quantidade detectável. O mesmo acontece com carnes e peixes com baixo teor de gordura.

A vitamina D é estocada no fígado, o que faz com que este órgão seja boa fonte. É encontrada em pequenas quantidades na manteiga, nata, gema de ovo e fígado e em grande quantidade no óleo de fígado de peixes como lambari, bacalhau, arenque e atum. Tanto o leite materno como o de vaca são fontes pobres desta vitamina.

Óleo de peixe - 400 miligramas por colher de chá. 

Gema de ovo - 20 miligramas por unidade

Salmão fresco -100 a 250 miligramas por 100 gramas.

Sardinha e atum - 200-300 miligramas por 100 gramas

Leite de soja - 200 miligramas (um copo ) 

Veja como o sol, principal fonte de vitamina D, pode ajudá-lo a combater o câncer, o diabete e os problemas cardíacos - A gente não cansa de ouvir e ler que a receita para uma vida longa e cheia de saúde deve incluir uma alimentação equilibrada, a prática regular de atividade física, sono em dia e cuca fresca... 

Hoje, porém, muito cientista sério acrescentaria a essa lista banhos de sol diários. Nem muito extensos nem muito curtos: bastam 15 minutos para que os raios solares ativem no organismo a produção de uma substância capaz de fortalecer os ossos, deixar as defesas em ponto de bala, preservar a massa cinzenta e garantir que o coração bata forte por anos a fio. 

Trata-se da vitamina D, uma substância que, com tantas qualidades elencadas nos tempos muito recentes, tem despertado o interesse de pesquisadores de várias áreas - de nutricionistas a bioquímicos.

Boas doses de vitamina D são, ainda, sinônimo de peito forte. Isso porque ela controla as contrações do músculo cardíaco, vitais para o bombeamento de sangue. Sem contar que, em níveis desejáveis, mantém a pressão arterial em dia. A razão é simples: inibe lá nos rins a síntese de renina, uma enzima envolvida na secreção de um hormônio que faz a pressão disparar.

Por falar em hormônio, a insulina, que bota o açúcar para dentro das células, é mais uma substância que depende da ação adequada da vitamina D. “Ela estimula o pâncreas a produzi-la”, diz Lígia Martini. De quebra, a vitamina torna a insulina mais sensível ao açúcar. Assim, taxas reduzidas podem estar relacionadas à síndrome metabólica, que engloba hipertensão, obesidade, colesterol ruim elevado e resistência insulínica. 

No caso do câncer, desconfia-se que a vitamina D regule genes vinculados à proliferação celular na mama, no cólon e na próstata. Esse batalhão genético se encarrega de outra missão: induzir o suicídio de células malignas, a apoptose. “A vitamina também comanda genes que inibem a angiogênese, a formação de vasos que alimentam o tumor”, diz Marianna. Ou seja, age contra o câncer em várias frentes. “Em muitos casos, mulheres com câncer de mama apresentam uma dosagem deficiente de vitamina D”, revela a oncologista Maria Aparecida Koike Folgueira, da USP. E talvez não seja mera coincidência. 

O mesmo déficit pode estar por trás de problemas como o Parkinson, que provoca tremores involuntários. Esse elo foi verificado por cientistas da Universidade Emory, nos Estados Unidos. Os portadores do mal tinham uma carência acentuada do nutriente. “A hipótese é que a vitamina D ofereça uma maior proteção aos neurônios ameaçados pelo Parkinson”, conta a neurologista Marly de Albuquerque, da Universidade Federal de São Paulo. 

A falta do nutriente talvez se explique pelo fato de a população se expor cada vez menos ao sol, até mesmo no Brasil. Foi o que mostrou um trabalho da nutricionista Marianna Unger. O estudo avaliou 619 indivíduos considerados saudáveis. “Cerca de 80% deles tinham níveis insuficientes de vitamina D após o inverno”, diz a pesquisadora. “Depois do verão, a proporção de indivíduos com carência caiu para 39,6%, índice muito elevado para um país ensolarado como o nosso.” 

Importante: o medo do câncer de pele não pode servir como desculpa para evitar os raios solares. “Os protetores não impedem que tenhamos uma quantidade adequada de vitamina D”, afirma o dermatologista Marcus Maia, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que demonstrou isso em um trabalho finalista do III Prêmio SAÚDE!, promovido pela Editora Abril. Fica o recado: tem que tomar sol! Sua saúde vai agradecer.


No corpo todo 

Quando foi descoberta, no início do século passado, a vitamina D só era vinculada à saúde dos ossos. Mas hoje os cientistas sabem que há receptores para essa molécula em 31 áreas do corpo humano (veja a lista completa abaixo). E, quando a natureza cria receptores para determinada molécula, é sinal de que ela é realmente importante para a célula

As 31 áreas em que ela atua

• Cartilagens 

• Células produtoras de insulina 

• Cérebro 

• Coração 

• Desenvolvimento do embrião 

• Estômago 

• Fígado 

• Folículo capilar 

• Formação da placenta 

• Funcionamento da musculatura 

• Glândula supra-renal 

• Hipófise 

• Inibidores do câncer 

• Intestino 

• Mamas 

• Medula óssea 

• Ossos 

• Ovários 

• Paratireóide 

• Parótida 

• Pele 

• Próstata 

• Pulmões 

• Retina 

• Rins 

• Sistema imunológico 

• Tecido adiposo 

• Testículos 

• Timo 

• Tireóide 

• Útero 
Depois dos 50… 

...A vitamina D se torna ainda mais fundamental. Isso porque a partir dessa idade os ossos tendem a se desmineralizar em um ritmo acelerado, aumentando o risco de osteoporose. Além disso, o corpo perde massa muscular, o que favorece a ocorrência de quedas e até de certa dificuldade de locomoção. “O problema é que nessa idade a pele tem uma menor capacidade de síntese da vitamina”, diz Rodolfo Herberto Schneider, geriatra da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Por isso, muitos especialistas preconizam doses mais elevadas da substância, prescrevendo, de acordo com o caso, até mesmo a suplementação.

A vitamina D acelera o metabolismo abdominal

Altos índices de vitamina D no organismo

aceleram o metabolismo, reduzem a barriga

e ainda fazem bem à saúde

Que a vitamina D é fundamental para a saúde dos ossos e dos dentes, já se sabia. A substância também está relacionada à prevenção de várias doenças, como diabetes do tipo 1, mal de Parkinson e depressão. A essa lista, soma-se agora uma novidade: o nutriente ajuda a evitar e a combater a obesidade. Uma pesquisa recente da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas com índices mais elevados de vitamina D no organismo afinam com maior facilidade, principalmente, a região abdominal.

Como o nutriente atua na perda da barriga

1. A vitamina D promove o metabolismo da gordura, cortando a produção do hormônio da paratireoide, o que acelera a quebra da gordura pelo fígado. 
2. Depois, a vitamina D seca as gordurinhas - a substância ativa os receptores nas células adiposas, inibindo o seu crescimento. 
3. A supervitamina também reduz o apetite, pois aumenta a quantidade de leptina, hormônio que envia sinais de saciedade ao cérebro. 
4. Por fim, o nutriente ativa a força dos músculos - ele facilita a redução do excesso de gordura no tecido muscular, fator ligado ao aumento da força. 

Além de emagrecer, a vitamina D faz bem à saúde

Além de ajudar na perda de peso, bons níveis do nutriente no organismo mantêm a saúde em dia. Confira alguns benefícios da substância: 

1. Imunidade turbinada 

A vitamina D tem o poder de estimular a atividade das células de defesa no momento em que elas precisam entrar em ação.

2. Maior resistência a vírus 

De acordo com um recente estudo da Escola de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, pessoas com altos níveis de vitamina D ficam menos doentes do que as que têm índices baixos. E, quando as vitaminadas adoecem, se recuperam muito mais rápido. Isso porque o nutriente ordena as células brancas a fabricar um tipo de proteína que acaba com a infecção.

3. Sem mal de Parkinson 

Segundo um estudo publicado em julho na revista Archives of Neurology, a vitamina D tem uma ação protetora sobre o cérebro: ela regula os níveis de cálcio, melhora o trabalho dos neurônios e desintoxica as células, diminuindo o risco de desenvolver a doença.

4. Câncer reduzido 

A vitamina D tem influência em muitos dos genes responsáveis pelo crescimento e pela sobrevivência das células malignas. Ela também induz o suicídio das células cancerígenas, chamada de apoptose. Estima-se que o risco de desenvolver câncer de mama caia de 30 a 50% e o de cólon, 50%.

5. Coração mais forte 

Quem tem deficiência em vitamina D, dizem os especialistas, corre um risco 80% maior de entupimento das artérias. Além disso, a substância regula mais de 200 genes e controla as contrações do músculo cardíaco. Os pesquisadores também acreditam que o nutriente esteja relacionado a uma pressão arterial saudável.

6. Amiga da longevidade 

Taxas insuficientes de vitamina D aumentam o risco de morte das mais variadas causas em 26%, em comparação aos indivíduos com altos índices da molécula.

7. Longe do diabetes 

Como a vitamina D estimula a produção de insulina, acredita-se que baixos níveis da substância estejam ligados ao diabetes. Uma nova pesquisa mostrou que as crianças com carência no nutriente têm uma chance 200 vezes maior de desenvolver o diabetes do tipo 1. 

Fundamental para a saúde, a vitamina D pode prevenir inúmeras doenças, inclusive as autoimunes e neurodegenerativas.

Em 1995, foram registrados mais de oito milhões de casos de doenças autoimunes, e nos Estados Unidos, um em cada 31 americanos tinha alguma deficiência de vitamina D.

Em 2010, o número de casos saltou para 30 milhões e um em cada 10 americanos possui essas enfermidades. Ficar exposto ao sol, em média, 20 minutos por dia, é essencial para adquirir essa vitamina. 

Segundo o neurologista e professor do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Cícero Coimbra, que conduz importantes estudos sobre o tema, a maneira mais fácil e eficaz de adquirir essa rica vitamina é tomar sol no início da manhã ou no final da tarde, quando os raios ultravioletas não estão tão fortes.

"É importante ter em mente que o resultado não é o mesmo com o sol do meio-dia, que provoca câncer de pele", orienta o médico. O especialista acrescenta que a quantidade de sol necessária para repor a vitamina depende da idade, da cor da pele e da quantidade de roupa – o ideal é vestir roupas leves, como bermuda e camiseta. 

Existem outras formas de garantir a substância. Alimentos como óleo de peixes, laticínios, gema de ovo, azeite de oliva, cereais integrais e frutas secas têm doses de vitamina D. Suplementos também são uma opção, mas só devem ser consumidos sob orientação médica.

Atualmente, a dose administrada pelos médicos é de 200 UI por dia, quando, na verdade, o ideal seriam 10.000 UI diários, ou seja, 50 vezes mais, segundo o especialista. 

Com o apoio de empresas como a Unimed ABC, por exemplo, Coimbra realiza pesquisas sobre os benefícios da vitamina D nos casos de esclerose múltipla. O especialista afirma que, além da esclerose múltipla, a substância pode prevenir doenças como 17 variedades de câncer, derrame, hipertensão, espondilite, artrite, vitiligo, diabetes, depressão, osteoporose, psicológicas, entre muitas outras. 

"Durante as pesquisas sobre esclerose múltipla, pude perceber que existem três coisas que tornam obrigatória a correção da deficiência. A maioria das pessoas que tem o problema está com níveis de vitamina D inferiores aos da avaliação normal; quanto mais baixo for o nível de vitamina D, mais grave é a doença, e a documentação de no mínimo 5 mil UI de vitamina D já provoca redução de mais de 50% das crises", finaliza Cícero. 

*Cícero Galli Coimbra é graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, especialista em medicina interna e neurologia pela mesma instituição, e em neurologia pediátrica pelo Jackson Memorial Hospital da Universidade de Miami, EUA. É mestre e doutor em Neurologia pela Unifesp e pós-doutorado pela Universidade de Lund, Suécia. Hoje, atua como Professor Livre Docente do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Unifesp, onde dirige o Laboratório de Fisiopatologia Clínica e Experimental. Atua na área de Medicina (Neurologia e Clínica Médica), com ênfase em doenças neurodegenerativas e autoimunes. 

FONTE

MINHA VIDA

SAUDE ABRIL

O SOBRETUDO

Carboidratos e Medicamentos Podem Atrapalhar o Desempenho Sexual


Vira e mexe e acabamos esbarrando na máxima: "Você é o que você come". Mesmo que isso não seja traduzido ao pé da letra, não tem como negar: a forma como nos alimentamos sempre vai refletir no nosso dia a dia, inclusive na vida sexual.

Prova disso foi relatada recentemente em reportagem de um jornal inglês. Segundo a matéria, comer muito pão e outros carboidratos refinados, por exemplo, pode atrapalhar o desempenho sexual.

Uma das causas do problema seria que os alimentos refinados liberam açúcar mais rapidamente que os integrais. Essa quantidade maior de açúcar é associada à queda de energia, o que significa que não haverá energia para o sexo. Além disso, o açúcar engorda e aumenta o nível de estrogênio no corpo, o que diminui a libido.

Algumas bebidas também podem ser um problema: o quinino da água tônica, por exemplo, baixou os níveis de testosterona em ratos, de acordo com pesquisadores da University of Lagos, na Nigéria. Em outro estudo foi constatada uma baixa concentração de espermas relacionada ao uso da substância.

Já alguns remédios para pressão arterial reduziriam a libido por interferir na frequência cardíaca e o fluxo sanguíneo. Os analgésicos à base de opiáceos como codeína e morfina podem suprimir a atividade no hipotálamo — área do cérebro envolvida no controle dos níveis de hormônio. Cerca de 68% das mulheres que tomaram o remédio por muito tempo tiveram diminuição de relações sexuais.

No caso dos analgésicos, os pesquisadores ingleses aconselham o consumo de medicamentos à base de paracetamol e ibuprofeno.

Depois de tentar ioga, relaxamentos e até uma daquelas lutas que lhe rendem uns belos hematomas pelo corpo, você resolve apelar para as famosas pílulas para pôr um fim à ansiedade. Afinal, nada mais embaraçoso do que ter chiliques pelo trabalho. Mas, como tudo tem seu preço, o remedinho "salvador" pode vir abraçado a uma queda significativa na libido, dificultando até mesmo aquele tão buscado ápice - o bem-vindo orgasmo.

Os efeitos colaterais das medicações psicotrópicas podem variar de uma leve perda de lubrificação na mulher, até a dificuldade de ereção no homem. "No entanto, é importante frisar que a vida sexual está na cabeça da mulher e do homem. Ela tem um peso maior na qualidade do relacionamento e da abertura do casal", salienta Mauro Haidar, ginecologista chefe do Setor de Climatério da Unifesp.

O profissional alerta ainda que quando a medicação resulta em uma queda brusca na qualidade de vida da mulher, por exemplo, a paciente tende a parar com os comprimidos. Mas, para toda regra há sempre uma exceção. "Tomei fluoxetina por oito meses. Nos dois primeiros minha libido era inexistente, mas não parei de tomar o remédio, pois optei em tratar minha depressão", comenta a jornalista Tatiana, 31 anos.

Infelizmente, a lista de medicações que têm o poder de prejudicar seu apetite na cama, vai muito além dos antidepressivos e afins. Até aquele inocente remédio para gripe pode colocar uma mulher de castigo - e com uma bela cinta de castidade.

Confira abaixo uma lista de medicamentos que podem interferir na sua vida sexual, cortando a libido ou mesmo impedindo que você chegue ao orgasmo.
  • Ansiolíticos
Uso: os conhecidos tranquilizantes são usados para diminuir a ansiedade e a tensão.

Efeitos colaterais: como agem diretamente no sistema nervoso central, essas drogas têm o efeito de "desacelerar seus nervos", e, com isso, diminuem também a libido. "A mulher fica mais calma e, assim, acaba tendo seu desejo sexual reduzido", comenta a ginecologista Silvana Chedid.
  • Antidepressivos
Uso: agem inibindo a recaptação da serotonina e são indicados para casos de depressão, transtorno obsessivo-compulsivo e bulimia nervosa.

Efeitos colaterais: "Ao alterar os neurotransmissores, esses medicamentos afetam o desejo e a resposta sexual da pessoa", alerta a ginecologista Camila Cambiaghi. Assim, a libido acaba tendo uma redução drástica no paciente.
  • Anticoncepcional
Uso: os comprimidos podem ser uma combinação dos hormônios estrógeno e progestágeno (similar à progesterona), ou ainda apenas de progestágeno - no caso das minipílulas. É um dos métodos anticoncepcionais mais comuns.

Efeitos colaterais: como a pílula bloqueia a ovulação, ela acaba diminuindo a libido da mulher, já que muitas têm um aumento do apetite sexual nessa época. "Mas ela pode ainda diminuir a lubrificação da mucosa vaginal, causando desconforto na hora da relação sexual", explica Silvana.

  • Anti-hipertensivos

Uso: atuam no aparelho cardiovascular, com o intuito de controlar a pressão arterial elevada. Entre eles estão o nadolol, metazolona, atenolol e captopril.

Efeitos colaterais: "Esses medicamentos causam disfunção sexual em cerca de 25% das mulheres que o usam", comenta a ginecologista Camila. Mas os problemas mais severos recaem sobre a vida sexual masculina, já que o remédio pode causar impotência sexual e dificuldade de ereção.

  • Anti-histamínicos e antigripais

Uso: os antialérgicos e os antigripais são indicados para pôr um fim na coriza, febres, mal-estar e alergias.

Efeitos colaterais: ao mesmo tempo que esses remédios acabam com o muco e a coriza (típicos de processos alérgicos e gripais), eles também podem diminuir a lubrificação vaginal. "Mas essas drogas têm uso contido, de curto prazo, então dificilmente há problemas", salienta o médico Haidar.
  • Remédios
Remédios para a pressão arterial podem reduzir a libido e causar disfunção erétil "porque reduzem a frequência cardíaca e o fluxo sanguíneo e o sangue muitas vezes não chega aos genitais", explica o cardiologista Graham Jackson, da Guy's & St Thomas's Hospital.

Os piores são os betabloqueadores como propranolol e atenolol, de acordo com uma revisão publicada este mês na International Journal of Clinical Practice. O relatório diz que pacientes tratados com um novo tipo de betabloqueador chamado nebivolol melhoraram a função erétil em 69%.

Para quem trata de calvície, atenção: a finasterida, também conhecida como o remédio Propecia, pode causar longos períodos de baixa libido. Uma pesquisa do professor Michael Irwig, da George Washington University, mostrou que 94% dos homens que tomavam a droga desenvolveram baixo desejo sexual; 92% sofreram de disfunção erétil e 69% tiveram dificuldades de orgasmo.

Já os analgésicos à base de opiáceos como codeína e morfina podem suprimir a atividade no hipotálamo - área do cérebro envolvida no controle dos níveis de hormônio. Cerca de 95% dos homens e 68% das mulheres que tomaram o remédio por muito tempo tiveram diminuição de relações sexuais.

- Se você está preocupado com isso fique com analgésicos à base de paracetamol e ibuprofeno - diz Neal Patel, da Royal Pharmaceutical Society.

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Em dia News


Cirurgia reduz flacidez e medidas, mas a dieta continua


Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados em agosto do ano passado, pelo menos 60% da população adulta no Brasil sofre com excesso de peso ou obesidade. O problema é considerado a epidemia do século XXI pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e a busca por tratamentos para emagrecer ou melhorar a estética aumenta a cada dia. "Existem várias técnicas cirúrgicas para remover o excesso de gordura e elas são indicadas de acordo com cada caso", aponta o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco.

O excesso de gordura faz com que a pele fique flácida e os músculos abdominais se afastem – processo chamado de diástase -, alterando a aparência natural do abdômen. Para remover o excesso de pele é indicada a realização da abdominoplastia, cirurgia plástica que corrige a flacidez e a diástase. "Se não houver um processo de emagrecimento antes de realizar a abdominoplastia, é preciso fazer outro tipo de intervenção cirúrgica que reduza a quantidade de gordura localizada na região abdominal", explica.

Além de retirar a pele que está sobrando, a abdominoplastia aproxima os músculos do abdômen através de pontos cirúrgicos, formando uma espécie de ‘costura’, unindo as partes afastadas. "A barriga fica com um aspecto mais definido e a pele mais esticada, proporcionando uma silhueta mais bonita, uma cintura mais acentuada e aumentando a autoestima, principalmente das mulheres", ressalta.

A técnica promete bons resultados, mas exige uma dieta balanceada e atividades físicas. Caso contrário, no futuro, será preciso 'retoques' na cirurgia realizada.

O procedimento consiste em fazer uma incisão pouco acima da área pélvica - de preferência em um local onde a cicatriz fique escondida por roupas íntimas e de banho -, então a pele em excesso é retirada e é feita a junção dos músculos. A duração depende da extensão da área e da complexidade e pode levar de duas a três horas. "Para evitar o acúmulo de fluídos são colocados pequenos drenos e após a cirurgia é recomendado o uso de cintas elásticas e evitar esforços por no mínino quinze dias", acrescenta.

O médico alerta que para manter os resultados é imprescindível cuidar da alimentação e fazer exercícios físicos, evitando o acúmulo de gordura e o aumento da circunferência da cintura. "O paciente deve ter em mente que a cirurgia apenas corrige as imperfeições da pele, mas não evita o ganho de peso. Em alguns casos é recomendado acompanhamento psicológico para garantir a manutenção dos resultados", observa.

No caso das mulheres também é recomendado engravidar antes de recorrer à abdominoplastia, caso contrário o abdômen conquistado através da cirurgia pode sofrer alterações e serão necessárias outras intervenções. "Depois da abdominoplastia o abdômen permanece firme por muito tempo. Mesmo assim, os efeitos da idade podem aparecer após um longo período e se novamente houver insatisfação é possível fazer outra cirurgia", esclarece.


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BONDE

Para evitar rugas e manter a pele mais bonita



Considerado um cartão de visita, o rosto das pessoas é uma parte do corpo com mais evidência e, por isso, é também a que mais fica exposta ao sol, ao vento e a poluição. Segundo o dermatologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Maurício Sato ao iniciar o processo de envelhecimento, com o passar dos anos, as manchas e linhas de expressão também podem aparecer. "O envelhecimento da pele começa por volta dos 25 anos de idade", aponta.



É nesse período que, principalmente, as mulheres procuram por algo que retarde esse processo. E, é aí que entram os produtos. "São produtos que atuam em quatro características principais de envelhecimento da pele: a alteração (da textura e cor), rugas, sulcos e flacidez", enumera Sato.



De acordo com o dermatologista, os anti-idades ou também chamados de antissinais são indicados para os indícios de envelhecimento específicos da pele. "Numa pele manchada pela exposição crônica ao sol o produto tem como função o clareamento e não tratamento de rugas e flacidez", esclarece.



O médico ressalta que as indústrias de cosméticos produzem os cremes de acordo com as faixas etárias dos clientes: 25 a 30 anos, 30 a 40 anos e 40 e acima de 50 anos. "Uma paciente de 25 anos dificilmente terá flacidez na face. Por isso, o produto deverá ter apenas filtro solar associados a antioxidantes, que têm poder preventivo", salienta. "Já uma pele com acima de 50 anos é necessário associação de creme e procedimentos dermatológicos como, por exemplo, para as manchas o plaser-luz pulsada, para as rugas de expressão, o botox e os sulcos, o preenchimentos", ressalta o dermatologista.



Os produtos industrializados, explica Sato, atendem as principais queixas da população e a uma demanda maior. "Já os cremes manipulados tem a vantagem de tratar a queixa dermatológica de cada paciente especificamente. Assim, há a possibilidade de utilizar maior concentração de algum componente, por exemplo, os ácidos", esclarece. Porém, o dermatologista avisa que o tempo de validade dos manipulados é menor. "Em geral, no nosso receituário há prescrição de produtos industrializados e manipulados", conta.

  • Grão de café

De acordo com o dermatologista, embora, os cremes apresentem uma função de rejuvenescimento da pele, uma alimentação balanceada também pode desempenhar um papel importante na estética facial. "O grão do café e o açaí, por exemplo, possuem substâncias antioxidantes que agem na prevenção e no tratamento da alteração da cor da pele causadas pelo sol", aponta.



Sato também destaca os alimentos que possuem concentração de vitamina C e principalmente a vitamina E com outros procedimentos de prevenção. "A combinação de alimentos saudáveis, proteção solar e o uso de cremes preventivos ou procedimentos estéticos determinam o sucesso de qualquer tratamento dermatológico", lembra o dermatologista.



Você não precisa esperar a chegada dos "enta" para se prevenir contra as indesejáveis rugas e pés de galinha na região dos olhos. Depois dos 25 já é hora de começar. Veja o que fazer com as dicas do cirurgião plástico ocular André Borba.

  • - Proteção contra o sol:
a partir dos 20 anos, o uso diário de protetor solar ou creme com fator de proteção solar é indispensável para o rosto. Já existe no mercado o primeiro protetor solar exclusivo para a pele mais fina das pálpebras.
  • - Adeus ao cigarro:
parar de fumar é fundamental. O hábito aumenta em até cinco vezes as chances de envelhecimento precoce da pele. E, novamente, tudo começa pela região dos olhos.
  • - Hidratação facial:
depois de um dia de trabalho e exposição aos fatores nocivos como o sol, o frio e a poluição, o hidratante facial é fundamental. Use a partir dos 20 anos diariamente.
  • - Cremes:
a partir dos 25 anos é hora de optar pelos cremes com substâncias ativas no rejuvenescimento ao redor dos olhos. Dependendo do tipo de pele, usar ácido retinoico, glicólico e kójico. O uso noturno já é indicado.
  • - Cuide das sobrancelhas:
evite a cera quente que aumenta as chances de pálpebras caídas no futuro. Por causa do trauma, as pálpebras ficam mais flácidas precocemente e pigmentadas.
  • - Peelings:
a indicação é a partir dos 25 anos. Peles foto envelhecidas e com manchas vão rejuvenescer com a técnica. Ao favorecer certa esfoliação, o peeling estimula a elastina e o colágeno, melhorando a aparência da pele.
  • - Toxina botulínica:
indicação é a partir dos 30 anos, dependendo do paciente. A toxina ameniza as rugas dinâmicas. Deve haver cuidado na hora de aplicar, tanto em relação à quantidade quanto ao local.
  • - Preenchimentos:
indicados nos casos onde há depressão ou rugas profundas nas regiões glabelar (sobrancelhas) e sulco-naso labial (nariz e boca). Realizado com ácido hialurônico ou PMMA (polimetil metacrilato), entre outros.


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terça-feira, 28 de junho de 2011

Gengibre Acelera o Metabolismo


Turbine seu sistema imunológico e acelere a perca de peso tomando 03 xícaras de chá de gengibre ao dia... O chá de gengibre poderá ajudar na sua dieta, pois estimula a digestão, alivia a constipação e é um tônico cardíaco. Ele trata a obesidade, pois ajuda acelerar o metabolismo e queima calorias.

Como fazer o chá de gengibre
  • Aqueça ½ litro de água; não precisa ferver. (O gengibre perde as propriedades em água muito quente). Despeje o líquido sobre 2 colheres (sopa) do gengibre cru, ralado ou esmagado.
  • Tampe e deixe em repouso por cerca de dez minutos.O gengibre é bastante indicado para programas de desintoxicação do organismo, além de ser considerado um poderoso anti-inflamatório, anticoagulante, antioxidante e antibactericida.
O gengibre é utilizado para tratamento de náuseas, vômito, dor de cabeça, congestão do peito, cólera, gripe, diarreia, dor de estômago, reumatismo e doenças nervosas. Essa planta é um excelente remédio para inflamação da garganta, asma, bronquite, além de ser excelente no combate ao câncer.

O gengibre pode ser utilizado como antibiótico, além de possuir componentes que tratam a depressão. Os extratos de gengibre estimulam os centros vasomotor e respiratório.

O gengibre é uma planta herbácea com muitos benefícios à saúde. Como planta medicinal, o gengibre é uma das mais antigas e populares do mundo. Suas propriedades terapêuticas são resultado da ação de várias substâncias, especialmente do óleo essencial, que contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona.

O gengibre (Zingiber officinale) é uma planta herbácea da família das Zingiberaceae, originária da ilha de Java, da Índia e da China, de onde se difundiu pelas regiões tropicais do mundo. Outro nome conhecido no norte do Brasil, principalmente pelos indígenas é Mangarataia ou mangaratiá.

É conhecido na Europa desde tempos muito remotos, para onde foi levado por meio das Cruzadas. Em Portugal existe registo da sua presença desde o reinado de D. João III (1521-1557).

No Brasil, o gengibre chegou menos de um século após o descobrimento. Naturalistas que visitavam o país (colônia, naquela época) achavam que se tratava de uma planta nativa, pois era comum encontrá-la em estado silvestre. Hoje, o gengibre é cultivado principalmente na faixa litorânea do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e no sul de São Paulo, em razão das condições de clima e de solo mais adequadas. Trata-se de uma planta perene da Família das Zingiberáceas, que pode atingir mais de 1 m de altura. As folhas verde-escuras nascem a partir de um caule duro, grosso e subterrâneo (rizoma). As flores são tubulares, amarelo-claro e surgem em espigas eretas.

Como planta medicinal o gengibre é uma das mais antigas e populares do mundo. Suas propriedades terapêuticas são resultado da ação de várias substâncias, especialmente do óleo essencial que contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona.

Popularmente, o chá de gengibre, feito com pedaços do rizoma fresco fervido em água, é usado no tratamento contra gripes, tosse, resfriado e até ressaca. Banhos e compressas quentes de gengibre são indicados para aliviar os sintomas de gota, artrite, dores de cabeça e na coluna, além de diminuir a congestão nasal, cólicas menstruais e previne o câncer(cancro) de intestino e ovário.

Desde a Antiguidade, o gengibre é utilizado na fabricação de xaropes para combater a dor de garganta. Sua ação antisséptica pode ser a responsável por essa fama, tanto que muitos locutores e cantores revelam que entre os seus segredos para cuidar bem da voz está o hábito de mastigar lentamente um pedacinho de gengibre. No entanto, esse hábito (mascar gengibre e em seguida cantar ou falar, enfim, fazer uso da voz) é contra-indicado visto que o gengibre possui também propriedades anestésicas e esta "anestesia tópica" diminui o controle da emissão vocal, favorecendo o aparecimento de abusos vocais.

Recentemente, o programa de TV americano Myth Busters (no Brasil conhecido como "Os Caçadores de Mito") comprovou sua eficácia como uma solução natural para enjoos e tonturas. No programa, dois voluntários foram submetidos ao teste de girar vendados em uma cadeira desenvolvida pela NASA para testar astronautas. Ambos permaneceram durante cerca de 40 minutos sem sentir qualquer tipo de náusea. Este teste foi realizado nos mesmos voluntários diversas vezes utilizando outros medicamentos naturais. Por todas as vezes os voluntários permaneceram na cadeira uma média de 4 minutos antes de "vomitarem".

No Japão, massagens com óleo de gengibre são tratamentos tradicionais e famosos para problemas de coluna e articulações. Na fitoterapia chinesa, a raiz do gengibre é chamada de "Gan Jiang" e apresenta as propriedades acre e quente. Sua ação mais importante é a de aquecer o baço e o estômago, expelindo o frio. É usada contra a perda de apetite, membros frios, diarréia, vômitos e dor abdominal. Aquece os pulmões e transforma as secreções. A medicina ayurvédica reconheceu a ação dessa planta sobre o sistema digestivo, tornando-a oficialmente indicada para evitar enjoos e náuseas, confirmando alguns dos seus usos populares, onde o gengibre é indicado na digestão de alimentos gordurosos.

Os rizomas da planta, as partes subterrâneas e comestíveis, são os responsáveis pela propagação vegetativa. A produção no Brasil é pequena e quase totalmente absorvida pelo mercado externo. Para o cultivo, o solo ideal deve ser argilo-arenoso, fértil e de boa drenagem. A cultura necessita de muita água, mas não suporta encharcamento. De acordo com os técnicos do Instituto Agronômico do Paraná, o plantio deve ser feito no início da estação das chuvas.

O gengibre prefere solos com pH entre 5,5 e 6,0 e a correção com calcário deve ser feita no mínimo três meses antes do plantio. Os sulcos de plantio precisam ter cerca de 15 centímetros de profundidade e a distância recomendada entre os rizomas é de 5 a 8 centímetros. Depois de plantados, os rizomas são cobertos com uma camada de 10 centímetros de terra.

Embora resistente, o gengibre necessita de alguns tratos culturais: a chamada "amontoa" (o rizoma cresce para cima, portanto, é preciso cobri-lo periodicamente com terra), a irrigação e o controle de pragas. O ciclo da planta varia de sete a dez meses. Os rizomas estão no ponto de colheita quando as folhas começam a amarelar.


O gengibre tem ação bactericida, é desintoxicante e acredita-se também que possua poder afrodisíaco. Suas propriedades afrodisíacas e estimulantes são conhecidas há séculos. Na medicina chinesa tradicional, por sua reconhecida ação na circulação sanguínea, ele é utilizado contra a disfunção erétil. Além disso, o óleo de gengibre também é utilizado para massagear o abdômen, provocando calor ao corpo e excitando os órgãos sexuais.

O gengibre possui sabor picante e pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces e em diversas formas: fresco, seco, em conserva ou cristalizado. O que não é recomendado é substituir um pelo outro nas receitas, pois seus sabores são muito distintos: o gengibre seco é mais aromático e tem sabor mais suave.

O gengibre fresco é amplamente utilizado na China, no Japão, na Indonésia, na Índia e na Tailândia. No Japão costuma-se usar o suco (do gengibre espremido) para temperar frango e as conservas "beni shouga", feitas com os rizomas jovens, que são consumidas puras ou com sushi. Já o gengibre cristalizado é um dos confeitos mais consumidos no Sudeste Asiático.

O seu caule subterrâneo é utilizado como especiaria desde a antiguidade, na culinária e na preparação de medicamentos.

Graças ao seu alto poder bactericida, tem-se comprovado que o consumo desta planta em estado cru por cerca de 30 dias (pode-se moer e acrescentar adoçante, mel, etc.) elimina de vez a bactéria Helicobacter pylori existente em casos de gastrite ou úlceras.

FONTE


quinta-feira, 16 de junho de 2011

Dente-de-leão



Dente-de-leão é o nome vulgar de uma planta medicinal também conhecida como amor-de-homem, amargosa, alface-de-cão ou salada-de-toupeira. As crianças conhecem esta planta pela designação o-teu-pai-é-careca? um jogo infantil que mostraria se o pai de outra criança, a quem se faz a pergunta, seria careca ou não, depois de soprar os frutos desta planta que, ao serem levados pelo vento, deixam uma base semelhante a uma cabeça careca.

Na forma de salada ou chá, o dente-de-leão é ótimo depurativo do sangue. Natural de Portugal, o dente-de-leão é encontrado em todo o mundo. Pode parecer uma planta simples, mas tem várias funções medicinais. Possui alto teor de potássio e atua nas células nervosas e musculares. Protege contra a pressão alta e derrame cerebral. Exerce papel essencial nos casos de contração muscular, condução nervosa e hipertensão. É benéfico no tratamento do câncer. O látex de sua haste, rico em vitamina A, é excelente para a visão.

O dente-de-leão é um laxante suave, não irritante, útil em caso de atonia intestinal. Seu efeito laxante e depurativo traz bom resultado em casos de eczemas, furúnculos e especialmente no combate à celulites.



Utilizações:
Raiz

■purificador do sangue
■reumatismo
■diurético
■laxante
■facilitar a digestão
■estimular o apetite
■obstipação

O consumo do chá de dente-de-leão ajuda a aumentar a produção de bílis sendo adequado para o tratamento de problemas de fígado e vesícula.

Folhas

■hipertensão
■deficiência cardíaca.
Preparação:

Junte 2 colheres de sopa de raízes ou de folhas picadas num 1 litro de água. Ferva durante 3 minutos, tampe até ficar frio. Coe e tome ao longo do dia.

A planta inteira é usada como diurético, purificador do sangue, laxativo e para facilitar a digestão e estimular o apetite; pode também ser utilizado em casos de obstipação. Além disso, contribui para aumentar a produção de bílis por isso é adequado para os problemas de fígado e vesícula biliar. A raiz é indicada para reumatismo. Faz-se óleo de massagem, também para artrite. Também é conhecida como um ótimo emagrecedor quando tomado(chá) 3 vezes ao dia.

Usos do dente de leão na culinária

O dente de leão tem vários usos culinários. Suas folhas podem ser comidas cozidas ou cruas de várias formas, como em sopas ou saladas. Geralmente as folhas mais jovens são comidas cruas em saladas, enquanto as mais maduras são cozinhadas. As folhas do dente de leão são ricas em Vitaminas A e C, ferro e cálcio, sendo que possuem mais ferro e cálcio do que o espinafre. As flores podem ser usadas para fazer vinho de dente de leão.


FONTE

WIKIPÉDIA

CORPO SAUDÁVEL

Erva Baleeira, o antiinflamatório natural do Brasil


Planta usada pelos índios brasileiros há mais de 500 anos é base do medicamento ACHEFLAN com pesquisa e desenvolvimento 100% nacional

Tradicionalmente usada na medicina popular dos caiçaras brasileiros como cicatrizante e, principalmente, como antiinflamatório natural no tratamento de artrites, contusões, dor muscular, reumatismo, etc.. a Erva Baleeira – Cordia verbenacea – é uma planta arbustiva perene (cujas folhas não caem) que atinge até 3 metros de altura.

Erva baleeira, salicina, maria milagrosa, catinga preta, baleeira-cambará, camaradinha, caraminha, caramoneira do brejo ou, em inglês, black sage.

Como saber o porquê desses nomes ou quem primeiro teve a idéia de colocar esta erva numa garrafa com medidas iguais de água e álcool, deixar descansar por sete dias e depois esfregar a infusão em partes doloridas do corpo? “Ainda há muita sabedoria popular mascarada. Talvez os povos antigos tivessem um sentido mais apurado para as plantas aromáticas”, especulava o pesquisador Pedro Melillo de Magalhães, enquanto uma colheitadeira cortava os ramos de Cordia verbenaceae em parte dos 12 hectares cultivados no Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) da Unicamp, próximo a Paulínia...

As principais características para identificação da Cordia são suas folhas de coloração verde escura com margens dentadas e flores brancas pequenas, dispostas em espigas laterais que dão origem a frutos pequenos, arredondados e de cor vermelho-escuro.

As folhas da Erva Baleeira, quando masseradas, exalam um cheiro forte e singular proveniente do seu óleo essêncial, que é a fonte da sua ação medicinal.

"Origem e história"

Nativa da Mata Atlântica brasileira, a Erva Baleeira é encontrada em quase todo o litoral, porém é mais comum no litoral-sul de São Paulo – região de Iguape – e no litoral de Santa Catarina.

Os nomes populares da Erva Baleeira são normalmente associados à sua ação medicinal ou mesmo ao forte cheiro do seu óleo essencial, dentre eles: Maria milagrosa, Catinga preta, Baleeira-cambará, Maria pretinha, Catinga de Barão, Catinga de Mulata e Salicilina.

O uso da Erva Baleeira remete aos índios originais da Mata Atlântica e foi incorporado pelos colonizadores que chegaram na região litorânea do Brasil.

Com o tempo, esses colonizadores perderam o ímpeto da conquista colonial e se instalaram na costa. A miscigenação desses portugueses com povos indígenas das regiões litorâneas de São Paulo (tupinambás) originou os caiçaras que conhecemos hoje.

Foram as raízes culturais e o conhecimento tradicional desses brasileiros que trouxeram para o presente o uso de preparos caseiros como pomadas e compressas com as folhas da Cordia para tratamento de males diversos.


"Fitoquímica e ação farmacológica"

Extração por arraste a vapor
Os ativos da Cordia verbenacia são obtidos pela extração do óleo essencial das folhas maduras através de arraste a vapor.

Fórmula Estrutural do alfa-humuleno
Dentre os compostos do óleo essencial, o principal é o alfa-humuleno, um poderoso antiinflamatório que atua bloqueando a enzima Ciclo-oxigenase 2 (responsável pela produção de prostaglandinas, substâncias responsáveis por inflamações e seus sintomas).

O mecanismo de ação do alfa-humuleno extraído da Cordia é o mesmo de antiinflamatórios e analgésicos produzidos pela indústria farmacêutica, como o diclofenaco, com a vantagem de não existirem efeitos colaterais relacionados ao uso tópico da Erva Baleeira relatados até o momento.

"Na Fitoterapia”
O uso fitoterápico da Cordia engloba casos como:
- artrite
- contusões, torções e fraturas
- dor muscular
- problemas na coluna
- ferimentos
- inflamações em geral
- reumatismo

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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Rosa Mosqueta, óleo de poder de regeneração de cicatrizes da pele


O óleo de rosa mosqueta está se tornando um dos principais aliados da beleza natural devido ao seu grande poder de regeneração de cicatrizes da pele, manchas, estrias e rugas. O óleo de rosa mosqueta atenua cicatrizes e quelóides.

ROSA MOSQUETA: A “Rosa Mosqueta", é um termo cada vez mais usado na boca dos entendidos de cosméticos e da medicina natural, está se tornando um dos principais aliados da beleza natural devido ao seu alto poder de regeneração de pele.

Muitas mulheres estão comprando o óleo de Rosa Mosqueta à eliminação e prevenção de rugas, cicatrizes, manchas e estrias.

Durante a gravidez, muitas mulheres também estão usando o óleo de Rosa Mosqueta para evitar estrias.A rosa mosqueta (Rosa rubiginosa affinis) é uma planta silvestre de origem oriental que cresce em clima frio e chuvoso.

Esta planta é conhecida na Europa por muitos séculos, no entanto são nos Andes daAmérica do Sul (especialmente no lado chileno), onde se encontra a principal habitação da rosa mosqueta.

Os nativos Araucanos usavam esta planta para usos múltiplos. As sementes são a fonte para a extracção do "Óleo de Rosa Mosqueta" tão valorizado pela indústria de cosméticos.

Óleo de Rosa Mosqueta

O óleo de Rosa Mosqueta, a principal fonte para fins cosméticos, é extraído das sementes do fruto da Rosa Mosqueta. Este óleo contém altos níveis de ácidos graxos poliinsaturados, linoléico, ácido oléico e linolênico. Esta riqueza em ácidos graxos essenciais confere um poder de regeneração dos tecidos da pele e crescimento celular (base do seu poder de beleza humana).

A fama do óleo de Rosa Mosqueta vem do estudo, realizado na década de 80 pela Universidade de Concepción, no Chile, e recentemente em universidades europeias (Itália, Alemanha), onde se encontrou a assombrosa propriedade cicatrizante do óleo da Rosa Mosqueta em 180 pacientes com cicatrizes de vários tipos. Este grande poder regenerativo tem despertado o interesse na indústria de cosméticos e os milhões de adeptos encontrados nesta planta (rosa mosqueta) para o seu grande aliado na beleza natural.Benefícios do Óleo de Rosa Mosqueta.

O óleo de Rosa Mosqueta é utilizado como um dos mais potentes regeneradores naturais da pele que existem na natureza, sem causar efeitos colaterais, em absoluto. A Rosa Mosqueta é um grande aliado para:
A cútis: O uso contínuo do óleo de Rosa Mosqueta gera várias ações positivas na beleza da cútis: rejuvenescimento, ação anti-rugas, antibolsas e antiolheiras.

As vitaminas e nutriente que contém a Rosa mosqueta ajuda na luta contra o envelhecimento da pele, alisando as pálpebras, e suavizando a tonificação da pele.

O Corpo: A bela composição do óleo de Rosa Mosqueta é responsável pela sua asção hidratante na pele, proporcionando maciez e suavidade à pele do corpo. Este óleo pode também ser usado para tratar problemas de pele, tais como estrias e cicatrizes. Durante a gravidez, normalmente é comprado esse óleo para evitar a formação de estrias.

As Mãos e Articulações: O óleo de Rosa Mosqueta é um excelente hidratante para as mãos, que tendem a perder a textura com a passagem do tempo.

O óleo de Rosa Mosqueta é usado também para cotovelos, joelhos e calcanhares, evitando a tendência natural à secura dessas partes do corpo.

Modo de Uso:

O óleo de Rosa mosqueta e seus derivados são normalmente utilizados em aplicações para a pele de um a três aplicações por dia, com massagem circular para garantir que a pele absorva.

Os resultados deste poderoso óleo serão observados a partir de 4 a 8 semanas de tratamento contínuo.

Resumos dos Benefícios Rosa Mosqueta:

1. O óleo de Rosa Mosqueta regenera e nutre a pele, eliminando visivelmente rugas e manchas da pele
2. É utilizado para tratamento de queimaduras ou pós-cirurgia.
3. Hidrata e proporciona suavidade e frescor para a pele.
4. Retarda o envelhecimento da pele.
5. Também é usado para combater eczemas e psoríase; elimina sardas.
6. Um excelente cicatrizante.
7. O único caso onde não se recomenda o óleo de Rosa Mosqueta é para pele oleosa ou acne (devido à natureza desse óleo)

FONTE

INKA NATURA