segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Low Pressure Fitness



Também conhecida como a Técnica da Barriga Negativa ou Ginástica Abdominal Hipopressiva, trata-se de um método que tonifica e reduz medidas, diminuindo as pressões sobre a cavidade abdominal e pélvica.


Com a prática do LPF, conseguimos uma ativação involuntária da musculatura do pavimento pélvico e da faixa abdominal, sendo muito utilizado para tonificar o CORE e consequentemente uma melhora notável da postura.

O Low Pressure Fitness se realiza através de um ritmo respiratório específico e controlado, combinado com posturas isométricas e uma sucção do abdômen em apneia , adaptado as necessidades de cada indivíduo.


Caso você tenha algum desejo de dar uma ‘chapada’ no seu Abdômen, você não pode deixar de conhecer o método europeu baseado em técnicas hipopressivas, chamado de LPF – Low Pressure Fitness.

Barriga negativa: o que tem a ver com o método Low Pressure Fitness?

Esse método está disponível em todas as unidades da rede e é uma das novidades que a Cia Athletica traz. Deixe a preguiça de lado e vá com tudo nesse verão! #verãosempreguiça

Também conhecida como a técnica da Barriga Negativa, trata-se de um método que tonifica o abdômen e reduz as medidas de forma rápida, eficaz e saudável.

O LPF é realizado através de um ritmo respiratório específico e controlado, combinado com posturas isométricas e uma sucção do abdômen em apneia onde se adapta as necessidades de cada indivíduo.

A aula tem duração de 30 minutos, composta por sequência de posturas em pé, ajoelhada, sentada e deitada. É dividida em 3 níveis, onde o grau de dificuldade das posturas vão se intensificando conforme as etapas.Barriga negativa : exercícios de Low Pressure Fitness

O nível 1, teoricamente o mais simples, é muito democrático e pode ser praticado por qualquer pessoa de qualquer idade (com exceção das gestantes).
Barriga negativa: Low Pressure Fitness

O grande diferencial do método está na melhora do tônus de base (ou tônus de repouso) que significa a firmeza do seu músculo quando você está relaxado.

O que se trabalha muito hoje em dia na musculação é o tônus de esforço, mais conhecido como, treino de hipertrofia.

Para os praticantes de musculação o LPF também funciona como um ótimo aliado na busca de uma musculatura mais tonificada!

O método LPF, como já mencionado acima, é conhecido como a técnica da barriga negativa, mas além desse diferencial incrível para seu abdômen, o método traz outros vários benefícios:


OS BENEFÍCIOS

Além de ‘chapar’ sua barriga, o LPF tonifica todos os músculos do corpo e traz diversos benefícios:

Tonifica o assoalho pélvico A sucção do abdômen em apneia provoca uma contração involuntária de toda musculatura do assoalho pélvico estimulando a musculatura mais interna da mulher. 

Melhora da postura A técnica trabalha em uma maior estabilidade do CORE

Diminui dores de coluna O Low Pressure Fitness ajuda a dissipar as tensões musculares

Ativação do metabolismo basal Toda prática respiratória é realizada em isometria que envolve grandes grupos musculares

Controle dos problemas de incontinência urinária A sucção abdominal durante a prática do LPF reposiciona os órgãos internos, entre eles a bexiga.

Ótimo para a circulação Ajuda a melhorar a a vascularização por descongestionamento pélvico e linfático, evitando desde modo, pernas inchadas e pesadas.

Melhora o funcionamento do intestino O movimento do diafragma faz pressão no intestino, estimulando o processo de digestão.

Acelera a recuperação pós-parto Os exercícios do LPF reduzem a diástase abdominal e aceleram o processo de recuperação da faixa abdominal da mulher

Combate à insônia O método trabalha e consegue reduzir a ansiedade

Melhora o desempenho sexual O LPF ajuda a aumentar a força contrátil do períneo nas mulheres

Aumento da capacidade cardiorrespiratória Excelente para intensificar o desempenho de atletas.

FONTE

http://www.lpfbrasil.com.br/

http://www.ciaathletica.com.br/blog/a-cia-athletica/modalidades/lpf-barriga-negativa-para-o-verao/

Itens para ter em casa que vão lhe ajudar a manter-se firme no low carb


Para aumentar as suas chances de manter-se firme no propósito de emagrecer ou simplesmente manter um corpo saudável, você precisa de boas opções de alimentos práticos estocados. Hoje vou dar dicas de itens matadores que não faltam nunca lá em casa:

Nata: é um ingrediente super multiuso. Caso esteja sem tempo de preparar algo para comer no café da manhã, só um café batido no mixer com uma farta colherada de nata vai te deixar alimentado até a hora do almoço. Sem contar que é delicioso, substitui o leite com muito mais sabor e textura. Além disso, é excelente para adicionar a frigideira depois de fritar o bife de carne ou frango, faz um molho delicinha. Outra dica super prática é assar um pedaço de salmão enrolado no papel laminado, e depois fazer um molho de nata com ervas finas (aquelas desidratadas compradas em mercado mesmo).

Ovos: lá em casa comemos quase duas dúzias de ovos por semana. Eu como dois ovos fritos com queijo todo o santo dia. Além disso, dá para fazer um omeletão com tudo o mais que tiver na geladeira. Tacar um ovo na sopa. Um simples ovo cozido com sal, só ele ou acompanhando uma super saladona reforçada. Se tiver creme de leite e atum em casa dá pra fazer cupcakes salgados. É incrível, só de escrever sobre ovos já começo a salivar. Sério, como posso ter passado tanto tempo comendo pão todos os dias?

Queijo: eu sempre tenho um grande e belo toco de queijo na geladeira. Para comer em casa quando chego com muita fome, enquanto preparo alguma coisa saudável para comer. Lascas de queijo em cima dos meus ovos no café da manhã. Adoro fazer couve flor, brócolis ou aspargos frescos refogados com nata e queijo ralado no ralo grosso para acompanhar alguma carne. Os que mais compro são o minas padrão e o bom e velho muçarela. Queijo parmesão ralado sempre tenho uns 3 saquinhos estocados, coloco em tudo sem medo. E uma noite de queijos, vinhos e petiscos low carb, hein? Nada mal.

Ervilha e espinafre congelados: ervilha não é exatamente low carb, mas é uma delícia e é uma super mão na roda para se ter no congelador. E depois não precisa comer tanto, eu normalmente coloco em alguma omelete uma ou duas colheres de sopa.

Bacon: Ahhhhh, o bacon, esse incrível e saboroso pedaço de barriga de porco. Frite um pouco com os seus ovos de manhã, adicione a um refogado de vegetais ou a uma salada. Coloca uma bossa em qualquer preparação!

Nozes/amendoim: São ricos em gordura e excelentes saciadores de fome. Ótima opção para comer em casa como petisco ou levar em alguma viagem, já que na estrada ou aeroportos quase só tem porcaria disponível para comer. Para manter o frescor, dá para congelar tranquilamente, daí para descongelar você põe uns minutos no forninho.

Ovos de codorna, pepino em conserva e azeitonas: Muita, mas muita preguiça de cozinhar e pouca fome? Petisquinhos low carb na cabeça. Também são úteis para comer enquanto você prepara algum prato mais complexo. Dá até para montar espetinhos usando outras coisas como tomate cereja e queijo.

Vodka: bem, esse item não é exatamente para matar a fome… Eu sempre fui super adepta da cerveja, porém depois de entrar de cabeça na vida low carb diminui muito a quantidade, resumindo a no máximo 3 latinhas por final de semana. A vodka é uma excelente opção com zero carboidrato, para beber com Coca Zero ou Citrus Light e bastante gelo, depois daquele dia mais pesado no trabalho.

Creme de leite: Não é tão gostoso quanto nata, mas é uma opção boa com data de validade maior, então é sempre legal ter umas duas latinhas em casa. Fica ótimo em molhos para carnes ou cremes como o de abobrinha ou o de brócolis.

Atum: eu sempre tenho duas ou três latinhas de atum sólido na dispensa. Já comi até puro mesmo (acho fantástico), mas dá pra bolar uma salada em minutos com ovo cozido, ervilhas congeladas e o que mais de verdura você tiver guardado na geladeira. Excelente para os práticos cupcakes salgados. Compre os em água e não em óleo, que é o óleo mais safado e baratinho.

Ter as coisinhas certas na dispensa e na geladeira da sua casa vai te ajudar a manter a linha mesmo quando estiver sem tempo para nada. Planejamento é a chave para não sucumbir à tentação de comida-lixo!

fonte

http://www.vidalowcarb.com.br/10-itens-para-ter-em-casa-que-vao-lhe-ajudar-a-manter-se-firme-no-low-carb/

sábado, 29 de outubro de 2016

Diminuir o pão e a massa



Diminuir o pão e a massa. Essa é a medida mais recomendada nas dietas atuais para quem deseja perder peso – e os estudos confirmam que a estratégia traz resultados benéficos também ao coração. Olha só que ótimo: você emagrece e fica mais saudável. “Em uma revisão de vários estudos, os cientistas constataram que 1 797 voluntários submetidos a uma alimentação com baixo carboidrato (cerca de 20%), por até dois anos, tiveram uma redução nos riscos de doenças cardiovasculares, além de apresentar melhora na glicemia e na qualidade do sono”, comenta o endocrinologista Pedro Assed, pesquisador do Grupo de Obesidade e Transtornos Alimentares (Gota), no Rio de Janeiro.

A dieta ainda favoreceu muito mais o emagrecimento. Você vai tentar? É melhor reduzir a quantidade gradativamente, como sugere o nutricionista João Motarelli, de São Paulo. Ele elaborou um cardápio em que você consome entre 5 e 10% a menos de carboidrato a cada dia. Se começar na segunda, vai chegar à sexta com um total de 25%. É pouco, e por isso essa medida pode ser mantida no máximo por mais 15 dias. A estimativa de perda de peso em 20 dias é promissora: menos 3 quilos – ou mais, se junto com a dieta você fizer exercício com frequência.

Aliados na luta

E quando o período low carb chegar ao fim? Faça o processo inverso: volte a colocar porções maiores desse nutriente nas suas refeições, mas não tanto quanto antes. “Ainda não há estudos conclusivos, mas os exames clínicos mostram que entre 25 e 40% por dia de carboidrato é suficiente para uma boa manutenção do peso e um menor risco de diabetes”, afirma o nutricionista Luciano Bruno, que apresentou esses números no último Glúten Free, em São Paulo.

Se você pratica exercício, João Motarelli recomenda um pouco mais: até 50%. De qualquer maneira, retome aos poucos, como o nutricionista sugere a seguir, no segundo round. Além disso, fique atenta para selecionar apenas os carboidratos premium – os integrais, que, por serem ricos em fibras, têm entre médio e baixo índice glicêmico (IG). As raízes (batata-doce, inhame, mandioca e cará) também são bem-vindas. “São alimentos absorvidos num ritmo mais lento e, por isso, liberam açúcar no organismo aos poucos, o que evita que o pâncreas produza grandes quantidades de insulina, o hormônio armazenador de gordura”, comenta Pedro Assed. Então esqueça o açúcar branco, com IG alto. Se for impossível você se abster desse ingrediente, faça escolhas um pouco melhores, como o açúcar de coco, e sempre em doses pequenas.

ROUND 1
Entre segunda e sexta-feira, você corta mais da metade do carbo do cardápio sem perceber.

DIA 1 (60% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 1 xíc. (chá) de café ou chá à vontade* + 2 ovos mexidos com pimenta e cúrcuma + 2 rodelas médias de batata-doce cozida.

Lanche da manhã: 1 banana amassada com 1 col. (sopa) de farelo de aveia e 2 col. (chá) de chia + 1 xíc. de chá de gengibre, canela e cravo.

Almoço: salada** – mix de folhas (alface, rúcula), tomate-cereja e sementes de girassol + 3 col. (sopa) de arroz integral + 2 col. (sopa) de feijão + 1 filé médio de frango grelhado + 4 col. (sopa) de quiabo cozido.

Lanche da tarde: 1 mexerica + 2 castanhas-do-pará + Wrap: pão folha com 2 col. (sopa) de atum, cottage, cenoura ralada e alface.

Jantar: 1 pegador de espaguete integral com molho à bolonhesa (carne magra moída).

Ceia: 3 cookies pequenos com fibras + 1 xic. de chá de hibisco.

DIA 2 (50% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 1 copo (200 ml) de leite vegetal batido com 1 ameixa seca e 1 col. (sopa) de chia (misture 15 minutos antes).

Lanche da manhã: 1 fatia de pão integral com homus e 2 fatias médias de queijo branco light.

Almoço: salada – mix de folhas, cenoura, pepino, tomate e semente de gergelim + 4 col. (sopa) de quinua cozida + 3 col. (sopa) de lentilha + 1 pires de brócolis com azeite e alho + 1 porção média de cação cozido com molho de tomate e cúrcuma.

Lanche da tarde: 1 banana aquecida no micro-ondas com 1 col. (sobremesa) de cacau em pó e chia.

Jantar: muffin – 2 ovos batidos, 3 col. (chá) de farelo de aveia, atum, abobrinha ralada, sal, pimenta, cúrcuma, azeitona (misture e asse em forminhas de cupcake) + 1 pires de legumes (pimentão, cenoura, berinjela, tomate) assados e temperados com azeite extravirgem e orégano.

Ceia: 1 laranja com bagaço.

DIA 3 (40% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: overnight oat – 1 col. (sopa) de whey protein de baunilha com 1/2 pote de iogurte natural desnatado, 3 morangos, 1 col. (sopa) de farelo de aveia e 5 amêndoas (misture os ingredientes na noite anterior e deixe na geladeira).

Lanche da manhã: 1 xíc. (chá) de casca de laranja com gengibre + 2 grissinis integrais com linhaça.

Almoço: salada – mix de folhas, broto de feijão, repolho roxo, edamame (soja verde) e amêndoa em lâminas com 3 col. (sopa) de vinagrete + 2 fatias médias de abóbora assada + 1 filé (médio) de carne magra grelhada.

Lanche da tarde: 1 copo (200 ml) de iogurte natural desnatado batido com 3 morangos e 2 castanhas-do-pará picadas.

Jantar: 1 pires (chá) de abobrinha e tomate em rodelas assados com 1 fio de azeite, gotas de limão e laranja e pouco sal + 1 filé médio de frango empanado com aveia e assado + espinafre refogado com cubos de queijo branco.

Ceia: 2 col. (sopa) de abacate com cacau (1 fio de mel, se necessário).

DIA 4 (30% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: mingau de aveia – 1 ½ col. (sopa) de farelo de aveia cozida em 1 copo (150 ml) de leite sem lactose (ou leite vegetal), canela e 1 col. (chá) de açúcar de coco.

Lanche da manhã: smoothie – 1 copo (200 ml) de iogurte natural desnatado batido com 1 col. (sopa) de whey protein de baunilha, 1 col. (sopa) de farelo de aveia e canela em pó.

Almoço: salada – mix de folhas, brócolis, ervilha, tomate-cereja e semente de chia + 1 rodela média de batata-doce cozida + 1 posta média de salmão assado lanche da tarde + 5 biscoitos de arroz com uma camada fina de pasta de amendoim sem açúcar.

Jantar: 2 wraps – folha de repolho com carne moída magra, cottage e cenoura ralada 1 pedaço médio de pupunha grelhada.

Ceia: 1 fatia fina de melão (ou 1 maracujá).

DIA 5 (25% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 2 ovos mexidos.

Lanche da manhã: shake – 1/4 de abacate batido com água de coco, limão e 1 fio de mel (opcional).

Almoço: salada – mix de folhas com sementes de chia, gergelim e girassol sem a casca + 1 filé médio de peixe assado + 1 pires de chuchu cozido e temperado com 1 fio de azeite extravirgem e ervas.

Lanche da tarde: shake – 1 copo (200 ml) de leite desnatado batido com 1 col. (sopa) de whey protein de baunilha e 2 castanhas.

Jantar: 1 tomate recheado com ricota assado + 3 pegadores de espaguete de abobrinha com molho à bolonhesa (carne magra).

Ceia: 1 col. (sopa) de semente de abóbora.

ROUND 2
Depois de emagrecer, aumente o carbo para 50%. Fica mais fácil manter a vitória na balança!

DIA 1 (30% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 2 ovos mexidos com queijo branco light + 1 copo (200 ml) de água de coco batida com couve, maçã, limão e gengibre lanche da manhã + smoothie – 1 pote de iogurte natural desnatado batido com 1 col. (sopa) de whey protein de chocolate e 1 col. (sopa) de farelo de aveia, canela e gelo a gosto.

Almoço: salada – mix de folhas, brócolis, ervilha, 1 ovo, tomate, mussarela de búfala e chia + 1 col. (sopa) de arroz integral + 1/2 abobrinha recheada com carne moída.

Lanche da tarde: 1 fatia média de pão sueco com 1 col. (sopa) de guacamole (abacate, tomate, pepino, cebola, coentro).

Jantar: 1 prato (sobremesa) de brócolis, couve-flor e vagem com alho e azeite + 2 fatias de abóbora assada com ervas + 3 col. (sopa) de carne magra moída e mussarela de búfala.

Ceia: 1 fatia de melancia (ou 1 kiwi).

DIA 2 (35% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 1 copo (200 ml) de iogurte batido 0% gordura com 2 amêndoas picadas e 1 col. (sopa) de farelo de aveia.

Lanche da manhã: 1 xíc. de chá de hibisco com gengibre + 1 fatia de mamão polvilhada com chia.

Almoço: salada – mix de folhas, broto de feijão e vinagrete (tomate, cebola, azeite e limão) + 2 col. (sopa) de arroz 7 grãos + 1 filé (médio) de carne magra grelhada.

Lanche da tarde: 1 torrada integral com cottage e chia.

Jantar: 1 pires de abobrinha, berinjela, tomate e cebola assados + 1 filé médio de frango empanado com aveia em flocos e assado + 1 pires de espinafre com queijo branco.

Ceia: 2 col. (sopa) de abacate com cacau.

DIA 3 (40% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 1 xíc. de café com leite vegetal + 2 torradas integrais com cottage e geleia sem açúcar.

Lanche da manhã: 2 col. (sopa) de mix de nuts (amêndoa, caju, castanha-do-pará) + 1 xíc. de chá de canela com gengibre.

Almoço: salada – mix de folhas, cenoura e pepino + 4 col. (sopa) de cuscuz marroquino + 2 col. (sopa) de ervilha-torta no vapor + 1 filé médio de truta com amêndoas.

Lanche da tarde: 1 pote de iogurte natural desnatado batido com 1 fatia média de papaia e chia + 1/2 fatia de pão sírio 100% integral com patê de atum (atum, cottage e ervas).

Jantar: Salada – mix de folhas e tomate-cereja + muffin: 2 ovos batidos com 2 col. (chá) de farelo de aveia, abobrinha, azeitona, atum e sal (asse em fôrmas de cupcake).

Ceia: 1 xíc. de chá de hibisco com gengibre.

DIA 4 (45% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: omelete doce – 1 ovo batido com 1 banana amassada e 2 col. (chá) de farelo de aveia + 3 biscoitos de arroz com cottage e azeite.

Lanche da manhã: 1 pote de iogurte natural desnatado com 2 amêndoas e 3 morangos picados.

Almoço: salada – mix de folhas com queijo branco em cubos e linhaça dourada + 4 col. (sopa) de grão-de-bico com cebola roxa e tomate picados + 1 filé de frango grelhado.

Lanche da tarde: shake de whey.

Jantar: 1 porção de salmão no papelote + 2 tomates recheados com ricota e ervas.

Ceia: 1 fatia de abacaxi com raspas de limão.

DIA 5 (50% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 2 ovos mexidos com pimenta, cúrcuma e pouco sal + 2 rodelas médias de batata-doce cozida.

Lanche da manhã: 1 pote de iogurte sem lactose de morango e chia + 1 cookie rico em fibras.

Almoço: salada – repolho, tomate-cereja e cebola + 3 col. (sopa) de arroz integral + 2 col. (sopa) de feijão + 1 filé de frango em cubos com gergelim + 1 pires de berinjela refogada com cebola.

Lanche da tarde: 1 fruta (mexerica, kiwi, goiaba) + 2 pedaços médios de pão sueco com patê de atum.

Jantar: 1 col. (de servir) de ravióli integral ao sugo com mussarela de búfala.

Ceia: 2 torradas integrais com pasta de amendoim.

FONTE

http://boaforma.abril.com.br/dieta/nova-dieta-low-carb-reduza-o-carboidrato-por-um-tempo-e-depois-volte-a-comer-pao-sem-engordar/

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Camapu


Chamada de camapu, a planta amazônica tem o poder de produzir novos neurônios no hipocampo, sendo útil no tratamento de doentes de Alzheimer.

O caminho para um tratamento eficaz de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, pode estar bem mais perto do que você pensava. Uma substância encontrada no caule de uma planta amazônica poderá ser usada em medicamentos fitoterápicos para o combate ao Alzheimer.

A planta chamada camapu, encontrada nas regiões do interior do Pará e na periferia de Belém, é muito conhecida por sua atividade antiprotozoária e anti-inflamatória. Pesquisadores da Universidade Federal do Pará descobriram que uma substância encontrada nessa planta tem o poder de estimular a produção de novos neurônios no hipocampo, região do cérebro associada à memória.

Com a produção de novos neurônios, estimulados pela substância, é provável que haja novas conexões entre as células do cérebro, revertendo à perda da memória recente, característica comum em doentes de Alzheimer.

Os cientistas também apostam que, ao usar o medicamento à base do camapu, também seja possível uma reversão da morte neural, muito comum em pacientes que apresentam depressão.

“Estamos falando da criação de novos neurônios, algo que não era possível a um tempo atrás”, diz Milton Nascimento dos Santos, do Grupo de Pesquisas Bioprospecção de Moléculas Ativas da Flora Amazônicada da Universidade Federal do Pará.

Os testes já estão sendo feitos em ratos de laboratório; o próximo passo serão os testes clínicos e a viabilidade de produzir essa substância em larga escala. Hoje, sabe-se que uma das possibilidades de criar novos neurônios se dá através de exercícios para o cérebro.


Os artigos publicados pelo Alzheimer360 têm o intuito de divulgar informações sobre os avanços de estudos relacionados ao Alzheimer pelo mundo. Este artigo apresenta pesquisas e testes preliminares que ainda não tiveram sua eficácia comprovada no tratamento / prevenção da doença. Para esclarecer qualquer dúvida ou obter mais informações, o leitor deverá procurar o órgão ou empresa responsável pelo estudo divulgado.

FONTE

http://alzheimer360.com/planta-amazonica-criar-neuronios/

vitamina C


O açúcar refinado, a farinha branca e o óleo sempre encabeçam a lista de alimentos que engordam. No entanto, recentes descobertas científicas revelam que a carência de vitamina C (ou ácido ascórbico) no organismo também favorece o acúmulo de gordura, especialmente a abdominal. Segundo a nutróloga Carol Johnston, o poder é da carnitina, uma molécula produzida pelo corpo que tem a função de combater o acúmulo de gordura, colocando-a dentro das células para que seja utilizada na produção de energia. O grande porém da história é que tal substância só consegue ser sintetizada pela vitamina C... Entendeu, o tamanho da importância de manter o estoque ideal do nutriente no organismo?

Inimigos ocultos

O colágeno e o ferro também utilizam a vitamina C na sintetização. Isso significa maior consumo do ácido ascórbico. “O problema é que se ele anda escasso no corpo, torna-se insuficiente para esse trabalho, atrapalhando o bom funcionamento do metabolismo”, diz Debora Almeida, nutricionista da rede de academias Contours (SP).

O estresse é outro “vilão” que consome a vitamina, diminuindo a sua quantidade. Explicando: o estado de alerta em que ficamos nos momentos de tensão libera o hormônio cortisol. Para se defender dele, as glândulas suprarrenais (que ficam logo acima dos rins) absorvem grandes quantidade de vitamina C. Mais: segundo o médico Mehmet Oz, pesquisador da Universidade de Columbia (EUA), essas glândulas secretam o cortisol diretamente para a gordura abdominal, aumentando o depósito de lipídeos ali. Estudos mostram que o hormônio do estresse ainda eleva os níveis de insulina no sangue, favorecendo o acréscimo de gordura, sobretudo, na barriga.

O cortisol dificulta o crescimento de massa magra (que mantém o metabolismo acelerado, queimando calorias) e também dispara a vontade de comer. “O hormônio provoca uma frequente sensação de fome como uma maneira de compensar o desgaste que o corpo sofre com o stress”, completa a nutricionista Maristela Strufaldi, da Universidade de São Paulo (USP).

Acerte a dose
Nosso corpo não produz vitamina C – ele a assimila a partir da ingestão de alimentos ricos no nutriente ou de suplementos orais (pílulas indicadas por um médico, se necessário). A melhor maneira de mantê-la em alta é comer, diariamente, em todas as refeições, itens com grandes quantidades de ácido ascórbico. Comece o dia com um suco de laranja, coma uma goiaba após o almoço e encha o prato de vegetais, como brócolis e couve, no jantar. De quebra, prevenirá problemas de coração, lesões na gengiva, tumores e outros males do envelhecimento, além de ficar menos suscetível a infecções. 


Menu vitaminado

Café da manhã
• 2 fatias de pão integral com margarina light (ponta da faca)
• 1 xíc. (chá) de leite desnatado com café e adoçante • 1/2 mamão papaia

Lanche da manhã
• 1 garrafinha (180 ml) de iogurte de morango light • 5 amêndoas

Almoço
• 4 colheres (sopa) de arroz branco
• 1/2 concha de feijão
• 1 filé médio de frango grelhado
• 3 col. (sopa) de chuchu refogado
• 1 prato de sobremesa com alface, tomate e cenoura
• 1 col. (sobremesa) de azeite para regar
• 1 laranja

Lanche da tarde
• 3 biscoitos água e sal • 1 col. (sopa) requeijão light
• 1 copo (200 ml) de água de coco

Jantar
• 3 colheres (sopa) de arroz integral
• 1 bife pequeno de carne bovina
• 3 col. (sopa) de abobrinha refogada
• 1 prato de sobremesa com alface e tomate
• 1 col. (sobremesa) de azeite para regar a salada
• 1 mexerica


A vitamina C, cujo nome técnico é ácido ascórbico, é uma vitamina hidrossolúvel, ou seja, é solúvel em água. A substância foi descoberta em 1932 pelo cientista e bioquímico húngaro Albert Szent-Gyöygyi. Ela não pode ser sintetizada pelos seres humanos, sendo assim, a única maneira de obtê-la é pela alimentação.

Após ser ingerida, a vitamina C participa de diversas ações bioquímicas vitais para o organismo. Ela melhora o sistema imunológico, a pele, o humor e evita problemas oftalmológicos e derrames. O nutriente também conta com forte ação antioxidante, combatendo os radicais livres.

Este nutriente pode ser obtido especialmente em algumas frutas, como a laranja, goji berry, acerola, kiwi e goiaba, e verduras, como a couve e o brócolis.

Benefícios comprovados da vitamina C

Melhora a imunidade: A vitamina C aumenta a produção de glóbulos brancos, células que fazem parte do sistema imunológico e que tem a função de combater microorganismo e estruturas estranhas ao corpo. O nutriente também aumenta os níveis de anticorpos no organismo. Assim, o nutriente ajuda a fortalecer o sistema imunológico, deixando nosso corpo menos suscetível a doenças.

Um estudo publicado no Annals of Nutrition & Metabolism observou que a vitamina C de fato melhora o sistema imunológico. Outras pesquisas também observaram os mesmos resultados.

Evita o envelhecimento da pele: A vitamina C evita o envelhecimento da pele por ser essencial para a produção natural de colágeno pelo organismo. O colágeno é uma proteína que proporciona sustentação e firmeza para a pele. Além disso, a vitamina C tem ação antioxidante, ou seja, neutraliza os radicais livres, protegendo a pele contra a degradação de colágeno.

Uma pesquisa publicada no Archives of Otolaryngology - Head com 19 voluntários observou que o uso tópico de vitamina C diminui os danos na pele causados pelo sol.

Proporciona resistência aos ossos: Isto ocorre porque a vitamina C é necessária para a produção de colágeno. Esta proteína além de ser benéfica para a pele, também proporciona resistência aos ossos, dentes, tendões e paredes dos vasos sanguíneos.

Melhora a absorção de ferro: A vitamina C aumenta a biodisponibilidade de ferro não-heme, aquele de origem vegetal, no organismo. O ferro é importante para prevenir a anemia ferroriva que causa um estado de desânimo, lentidão de raciocínio, falta de foco e sonolência acentuada. Em crianças a ausência do nutriente pode causar o retardo do desenvolvimento cognitivo.

Evita problemas de visão: A vitamina C contribui para prevenir problemas de visão em decorrência do envelhecimento. Isto porque o nutriente é um dos fatores para a prevenção da degeneração da mácula, parte da retina responsável pela percepção de detalhes. Outros nutrientes que evitam o problema são betacarotenos, vitamina E, zinco e cobre.

Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition feita com 3654 pessoas observou que consumir boas quantidades de vitamina C ajuda a prevenir o desenvolvimento da catarata.

Previne derrames: A vitamina C mantém as concentrações de colágeno e elastina, que em boas quantidades evitam a ruptura de coágulos e a formação de placas nas artérias. A ação antioxidante do nutriente também ajuda indiretamente, pois mantém a ação de óxido nítrico, substância que faz com que as artérias e veias fiquem relaxadas.

Ação antioxidante: A vitamina C é um poderoso antioxidante que combate os radicais e assim diminui os riscos de diversas doenças, entre elas o câncer e processos degenerativos associados com a idade.

Previne e melhora gripes e resfriados: Alguns estudos já apontaram que a suplementação constante de vitamina C provoca redução na duração dos sintomas do resfriado. Afinal, quando o sistema imunológico está debilitado, como em situações de gripes ou resfriados, a quantidade de vitamina C está menor e é importante fazer a reposição do nutriente.

O ideal é que a pessoa tenha sempre níveis de vitamina C adequados, assim o sistema imunológico fica fortalecido e os riscos de contrair doenças, como a gripe e o resfriado diminuem.

Um estudo da Universidade de Helsinki na Finlândia revidou outras 23 pesquisas sobre a vitamina C que envolveram mais de 6.000 pessoas no total. O levantamento concluiu que boas quantidades do nutriente no organismo fazem com que a pessoa fique resfriada por menos tempo e com os sintomas atenuados.

Benefícios em estudo da vitamina C

Diminui o estresse: A vitamina C ajuda a diminuir os quadros de estresse. Isto porque o nutriente é essencial para a produção de hormônios de resposta ao estresse como o cortisol, histamina e norepinefrina.


A laranja é uma boa fonte de vitamina C

Um estudo publicado no International Journal of Sports Medicine feito com 45 maratonistas observou que a suplementação com vitamina C ajudou a reduzir os níveis de cortisol no organismo dos atletas. Já pesquisadores da Universidade do Alabama realizaram estudos com animais e observaram que nestes casos a vitamina C contribuiu para a diminuição do estresse.

Melhora o humor: A vitamina C contribui para a melhora do humor. O benefício ocorre porque este nutriente é essencial para a produção de neurotransmissores como a serotonina, adrenalina, noradrenalina e dopamina, todos eles regulam o nosso humor.

Contribui para a queima de gorduras: A vitamina C é importante para a produção de carnitina, substância responsável pelo transporte de gorduras para serem queimadas e transformadas em energia.

Deficiência de vitamina C

Um dos problemas de saúde ocasionados pela falta de vitamina C é o sistema imunológico enfraquecido, que é caracterizado por gripes e resfriados frequentes. Outra complicação é o escorbuto, doença que provoca problemas nas articulações, inchaço, inflamações nas gengivas, perdas dos dentes, hemorragias, feriadas que não cicatrizam e sistema imunológico deteriorado, podendo em casos extremos levar até a morte.

Quando consumida nas quantidades orientadas a vitamina C não interage com outras substâncias.

Efeitos colaterais

Ao ser ingerida nas quantidades recomendadas a vitamina C não tem efeitos colaterais.
Combinações da vitamina C

Vitamina C + ferro: A presença da vitamina C melhora a absorção de ferro no organismo. Isto porque o nutriente leva à mudança do estado de oxidação do ferro, de íon férrico para íon ferroso, tornando a absorção dele mais fácil. Além disso, a vitamina C influencia no transporte e no armazenamento do ferro no organismo.

Fonte de vitamina C

As frutas e vegetais são as melhores fontes de vitamina C. Sendo que as mais ricas no nutriente são a camu-camu (fruta da Amazônia) e acerola. Além disso, o nutriente também está presente na goiaba, kiwi, morango, laranja, goji berry, cranberry e caju e em vegetais como o pimentão, o brócolis e a couve de Bruxelas.


O goji berry é a maior fonte conhecida de vitamina C

Confira o quanto consumir de cada um desses alimentos para obter as quantidades necessárias do nutriente, 90 mg de acordo com o Recommended Dietary Allowances do Governo dos Estados Unidos:

Laranja: 1 unidade e meia
Goiaba: meia unidade
Acerola: uma unidade
Pimentão vermelho: 1 unidade pequena ou 1 terço de xícara picada
Kiwi: 1 unidade e meia
Brócolis cozido: 1 xícara
Morango: 15 unidades médias
Tangerina: 2 unidades
Goji berry: 45 gramas

Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Os alimentos ricos em vitamina C devem ser consumidos preferencialmente crus, frescos e caso vá cortá-los faça isto na hora. Isto porque o nutriente oxida com facilidade quando entra em contato com o ar. Porém, após serem cozidos os vegetais ainda contém a vitamina C, apesar de em quantidade menores. A melhor maneira de cozinha-lo é no vapor, pois quando ele é cozido na água a perda do nutriente é maior.

Quantidade recomendada de vitamina C

De acordo com o Institute of Medicine a orientação do consumo de vitamina C por faixa etária e gênero é:
-7 a 12 meses: 50 mg
-1 a 3 anos: 15 mg
-4 a 8 anos: 25 mg
-9 a 13 anos: 45 mg
-Mulheres de 14 a 18 anos: 65 mg
-Homens de 14 a 18 anos: 75 mg
-Mulheres a partir de 19 anos: 75 mg
-Homens a partir de 19 anos: 90 mg
-Grávidas menores de 18 anos: 80 mg
-Grávidas maiores de 18 anos: 85 mg
-Lactantes menores de 18 anos: 115 mg
-Lactantes maiores de 18 anos: 120 mg

O uso do suplemento de vitamina C

A suplementação de vitamina C é recomendada quando a deficiência do nutriente é identificada e não é possível supri-la com a alimentação. Esta suplementação deve ser recomendada após a avaliação de um nutricionista ou médico e precisa ser acompanhada por este profissional.

A vitamina C é encontrada principalmente em frutas, verduras e legumes. Caso a pessoa não ingira esses alimentos é importante que ela busque a orientação de um médico ou nutricionista, pois é possível que ela necessite de suplementação.

Riscos do consumo em excesso de vitamina C

Para que ocorram problemas com a vitamina C é preciso ingerir quantidades superiores a 1 grama por dia por um longo período. Chegar a esses valores por meio da alimentação é muito difícil, portanto o principal problema dos excessos são os suplementos.

Alguns especialistas da saúde defendem que o excesso da vitamina C pode sobrecarregar os rins e assim aumentar as chances da pessoa desenvolver cálculos renais. Outros profissionais acreditam que este problema não ocorre.

FONTE

http://www.minhavida.com.br/alimentacao/tudo-sobre/17559-vitamina-c-melhora-a-imunidade-e-diminui-o-estresse

http://anamaria.uol.com.br/noticias/dieta/vitamina-c-elimina-ate-6-kg-em-10-dias.phtml?cmpid=fb-uolmul#.WAYZJIMrLIU

sábado, 15 de outubro de 2016

pH do corpo equilibrado



Você sabe é o que o pH? Essa sigla tão importante quando se fala de saúde significa potencial Hidrogeniônico. Manter o pH do corpo equilibrado é a chave para se ter uma excelente saúde e se livrar de doenças.

O pH é uma escala que mede o grau de acidez e de alcalinidade presente no nosso organismo, que vai de 0 (ácidez máxima) até 14 (alcalinidade máxima). Se o nível de pH pender mais para o lado ácido, podemos começar a ter problemas de saúde. Ou seja, podemos dizer que pH 7 é neutro, há um equilíbrio entre acidez e alcalinidade no nosso corpo. O ideal é que o nível de pH no sangue esteja pelo menos em 7,4 – pendendo um pouco mais para o lado alcalino.

Geralmente, crianças são mais alcalinas e idosos são mais ácidos. Estudos mostram que se o pH ficar abaixo dos 7,4, uma porta é aberta para a proliferação de bactérias e vírus. Pacientes com câncer, por exemplo, tiveram a medição do pH da saliva entre 4,5 e 5,7. Outros problemas associados ao desequilíbrio do pH são hipertensão arterial, problemas cardiovasculares, cardíacos, diabetes, pedras nos rins, envelhecimento precoce, gastrite, úlcera, artrites e doenças reumáticas. Pra completar, um pH desequilibrado favorece o aumento de peso e consequente obesidade.

É um fato: um pH ácido não faz nada bem para nossa estrutura óssea. Quando a acidez está muito alta, o organismo acaba roubando alcalinizantes minerais dos ossos em uma tentativa de reequilibrar o pH. Esse processo abre espaço para artrites e reumatismos, já que precisa de cálcio para aumentar a alcalinidade. E é nos ossos que está a maior concentração de cálcio do nosso organismo.

Há outros efeitos de um pH desequilibrado que podem ser sentidos no dia a dia. Caso você sinta muito cansaço, tenha muitos gases, azia e fique logo cheio mesmo comendo pouco, você pode estar com o pH ácido. Outros sintomas que podem ter relação com a acidez do pH são insônia, prisão de ventre, enxaqueca, retenção de líquidos, mau hálito e queimação na língua.

Geralmente dois testes são feitos para aferir o nível de pH no organismo:

Teste da saliva

A saliva tende a ser mais ácida do que o sangue, por isso quando testada, valores entre 6,4 e 6,8 são considerados ótimos. Caso o resultado fique abaixo de 6,4, é bom ligar o alerta. Assim que você acaba de comer, o teste deve dar algo em torno de 7,5. Assim, se a saliva for testada várias vezes ao dia e ficar entre 6,5 e 7,5, pode estar certo de que seu organismo está funcionando redondinho.

Teste da urina

O teste de pH através da urina é o mais preciso para pintar um quadro da química do organismo. Pela manhã, a flutuação na taxa de pH deve ficar entre 6 e 6,5 e à noite (após jantar) deve ficar entre 6,5 e 7. Esses números indicam um organismo funcionando de forma saudável.

Solucionando o problema: como manter meu pH equilibrado

Como vimos, um organismo com um pH abaixo de 7 abre portas para vários problemas pois não deixa o sistema imunológico funcionar direito, criando um ambiente propício para a proliferação de vírus e bactérias.

A alimentação é a principal vilã nessa história. Comer muita junk food ou alimentos processados contribui para aumentar a acidez do pH. Esses alimentos criam uma espécie de sobrecarga tóxica, mas outros fatores ainda podem contribuir para desequilibrar o pH, como estresse, problemas emocionais e reações imunológicas adversas.

Quando o pH se desequilibra, nosso organismo absorve menos minerais e outros nutrientes. O corpo começa a “roubar” esses minerais das suas reservas (como o caso dos ossos que citamos acima). Assim, as células produzirão menos energia e o organismo não conseguirá reparar células danificadas na mesma velocidade de antes. O corpo perde a capacidade de desintoxicação e células brancas tumorais encontram lugar para crescer e se multiplicar e assim ficamos mais cansados e doentes.

A nossa alimentação no mundo moderno, principalmente no ocidente não ajuda muito para encontrar esse equilíbrio entre acidez e alcalinidade. A dieta mais comum inclui ovos, carne, laticínios e muita coisa processada. Farinha, açúcar, café, refrigerantes, biscoitos recheados… tudo issocontribui para aumentar a acidez do pH. Ir para o lado “light” ou “diet” dos alimentos processados também não faz diferença, já que incluem ainda mais química letal na forma de adoçantes, como o aspartame. Frutas e legumes, que podem ajudar a elevar a alcalinidade, geralmente são relegados a segundo plano. Mas são exatamente o tipo de alimento ideal para equilibrar novamente o pH do corpo.

Não tem jeito, a única forma para uma boa saúde é mudar a alimentação e praticar exercícios físicos. Bater na mesma tecla pode parecer um clichê, mas na verdade uma dieta saudável e a prática regular de exercícios físicos faz bem para tudo e te deixa longe dos médicos. Ajudar a manter nosso pH equilibrado favorece uma boa saúde e o emagrecimento, já que o organismo retém menos líquidos e elimina toxinas.
Alimentos ácidos e alcalinos – equilibrando sua alimentação

Encontrar o equilíbrio entre alimentos ácidos e alcalinos é essencial para um pH saudável, por isso uma dieta saudável deve conter 60% de alimentos alcalinizantes e no máximo 40% de alimentos acidificantes. Caso o seu pH esteja ácido, a dieta pode ser de 80% de alimentos alcalinizantes e 20% de alimentos acidificantes, até o pH ficar equilibrado novamente.

Precisamos manter uma dieta com frutas e vegetais frescos alcalinos, para assim podermos consumir as proteínas ácidas que precisamos para o organismo. Ao mesmo tempo devemos evitar alimentos processados, doces ou carboidratos simples. Além de serem acidificantes, esses alimentos elevam o índice de açúcar no sangue rapidamente, o que nos faz engordar e ter outros problemas de saúde, como obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, etc. Pra completar, são pobres em nutrientes e apenas enfiam mais toxinas no nosso organismo.

DICA: existem alimentos que podem ser considerados ácidos, como o limão, mas que na verdade viram alcalinos após sua digestão pelo organismo.

Extremamente alcalinos: Limões, melancia.

Alcalinos: Melão, aipo, tâmaras, figos, alga marinha, limão, manga, melão, mamão, salsa, uvas sem sementes (doce), agrião, aspargos, sucos de frutas, uvas (doces), kiwi, maracujá, pêra (doce), abacaxi, passas, ameixa e sucos de vegetais.

Moderadamente alcalinos: Maçã (doce e azedas), brotos de alfafa, damascos, abacaxi, banana (madura), passas, tâmaras, figos (frescos), toranja, alho, uvas (menos doce), goiaba, ervas verdes (folhas), alface (folhas), peras, nectarinas, pêssegos (doces), ervilha (fresca, doce), abóbora (doce), sal marinho (vegetal), feijão (verde), beterraba, alface, pimentão, brócolis, repolho, couve-flor, gengibre (fresco), uva (ácida), verde (claro), laranjas, ervilhas, pêssegos, batata (com casca), abóbora (menos doce), framboesa, morango, nabo, milho doce e sucos de vegetais.

Levemente alcalinos: Amêndoas, alcachofras, couve de Bruxelas, cerejas, coco (fresco), pepino, berinjela, mel (in-natura), alho-poró, cogumelos, quiabo, azeitonas (madura), cebola, picles (caseiro), rabanetes, sal do mar, especiarias, tomate (doces), castanhas (secas, torradas), gemas de ovos (mole cozido), o pão dos essênios, o leite de cabra, leite (cru), maionese (caseira), óleo de oliva, sementes de gergelim (inteira), soja em grão (seco), queijo de soja, leite de soja, grãos germinados, tofu, tomate (menos doce) e flocos nutricionais.

Alimentos neutros: Manteiga fresca sem sal, nata, margina, leite de vaca e soro de leite (cru), óleos (exceto azeite) e iogurte (simples).

Ligeiramente ácidos para neutros: Xarope de malte de cevada, cevada, farelo, caju, cereais (não refinado com mel),fubá, frutose, mel (pasteurizado), lentilhas, xarope (natural), produtos lácteos (leite homogeneizado) e a maioria dos processados, noz-moscada, mostarda, pipoca e manteiga (simples), de arroz ou biscoitos de trigo (não refinado), pão de centeio orgânico (germinado), sementes (abóbora e girassol), nozes, castanhas do Brasil, manteiga (salgada), queijos, feijões, coco seco, leite de caprinos (homogeneizado), azeitonas (picles) e ameixas.

Moderadamente ácidos: Bananas (verdes), cevada (centeio), farelo, manteiga, cereais (não refinado), queijos, biscoitos de centeio (não refinado, arroz e trigo), feijão, coco, ovos brancos, ovos inteiros (cozido duro), frutose, leite de cabra (homogeneizado), mel (pasteurizado), ketchup, xarope (não transformados), leite (homogeneizado), melaço, a maioria das nozes, a mostarda, aveia, centeio (orgânico), pasta de azeitonas (picles), (grãos integrais), massas (grão inteiro e mel), ameixas, pipoca (com sal e / ou manteiga), batatas, ameixas, o arroz, sementes (abóbora, girassol), molho de soja e pão (trigo germinado orgânico).

Extremamente ácidos: Os adoçantes artificiais, carne, cerveja, pães, açúcar, refrigerantes, cereais (refinado), chocolate, cigarros e tabaco, café, creme de trigo (não refinado), creme (com açúcar branco), medicamentos, peixes, farinha de trigo (branca, trigo), sucos de fruta com açúcar, doces, geleias, carne de cordeiro. Licor, xaropes (transformados), melaços, macarrão (branco), doces e bolos de farinha branca, picles (comercial), carne de porco, aves, frutos do mar, o açúcar (branco), sal de mesa (refinado e iodado), chá (preto), o pão branco, vinagre branco (transformados), todo alimentos do trigo, vinho e iogurte.

fonte dos alimentos: http://www.vidaesaude.org

Nota: este artigo não tem a finalidade de tratar ou prevenir problemas de saúde, dando apenas sugestões para quem deseja levar uma vida mais saudável. Sempre procure um médico ou nutricionista antes de mudar sua alimentação e para diagnosticar possíveis doenças.

FONTE

http://www.guiadenutricao.com.br/como-equilibrar-o-ph-do-seu-corpo/

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Leite de Inhame



O leite ou extrato de inhame constitui um ingrediente que não pode faltar na Culinária Funcional, para ser utilizado no preparo de diversos sucos, vitaminas e outros pratos que, além de nutritivos e saborosos, protegem o organismo contra doenças.


Atualmente, o inhame é recomendado no tratamento de doenças, como reumatismo, artrite, artrose, ácido úrico elevado, sinusite, dengue, febre amarela viroses, micoses e hemorroidas, deixando bem claro que suas Propriedades Terapêuticas vão muito além de beneficiar mulheres em Menopausa.



As Propriedades Nutricionais, Funcionais e Terapêuticas desse tubérculo foram bem detalhadas em https://goo.gl/VRvydO, destacando-se: a presença de vitaminas, minerais fibras solúveis e fitoquímicos, como o betacaroteno (potente agente antioxidante) e o fito-hormônios.



APLICAÇÕES MEDICINAIS DO INHAME



O inhame contém ácido oxálico, uma substância química também presente em alimentos como a beterraba, o espinafre e diversos outros. Contudo, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, esse ácido não é tóxico e não prejudica a Saúde Humana.



Quando o alimento é COZIDO, esse ácido não é totalmente eliminado, mas tem seu teor bem reduzido, o que pode suavizar essa "sensibilidade" (alergia) apresentada por alguns indivíduos.



O importante é que, seja consumido CRU (https://goo.gl/IghxEW) ou COZIDO, o inhame auxilia no combate às inflamações e infecções, fortalecendo o organismo para o combate às doenças. Assim, o inhame melhora a atuação do Sistema Imune e a Qualidade do Sangue, graças aos seus poderes depurativo e desintoxicante: altamente recomendado na prevenção de doenças como dengue, malária e febre amarela.



Realmente, o inhame auxilia na eliminação das toxinas do sangue, as quais são excretadas, através da pele, dos rins e do intestino, comprovando a afirmação da cultura popular que diz: “o inhame limpa o sangue”. Isso pode ser comprovado através do uso do Emplasto de Inhame e do Leite de Inhame.



1. EMPLASTRO DE INHAME - a Medicina Natural afirma que o emplasto de inhame (https://goo.gl/b9ngjP) puxa tudo: furúnculos, abcessos, quistos sebáceos, verrugas, espinhas insistentes, unhas encravadas, farpas ou cacos de vidro que entram nas mãos ou nos pés, além de desinflamar cicatrizes, eliminar o sangue pisado de contusões, abscessos e tumores e “agir” para baixar a febre. Durante muito tempo, o emplasto de inhame foi empregado no tratamento contra Sífilis.



2. EXTRATO OU LEITE DE INHAME - como: os leites de cereais, sementes e oleaginosas, a biomassa de banana verde e muitas farinhas de cereais, hortaliças e frutas, constituem verdadeiras joias da Culinária Funcional. Esse extrato pode ser consumido em sucos e vitaminas, que além de nutritivas e saborosos, protegem o organismo contra doenças.




FONTE

https://www.facebook.com/mgtnutri/