terça-feira, 28 de julho de 2009

Dieta sem Glúten




Você consegue imaginar a sua vida sem pães, bolos, bolachas, macarrão, coxinhas, quibes, pizzas, cervejas, leite, queijo, iogurte, sorvete, creme de leite? (quando estes alimentos possuírem o glúten em sua composição ou processo de fabricação) Certamente que não. Os celíacos vivem diariamente com esta realidade e são obrigados a ter uma dieta especial, no seu dia-a-dia, com produtos que não contenham glúten.

Sabe aquelas coisas que estão sempre por perto, mas a gente nem nota ou sequer conhece o nome? Com o glúten é assim. Apesar de estar presente em todos os alimentos que levam trigo, centeio, cevada, aveia ou malte, essa proteína é uma desconhecida de grande parte do público. Na verdade, era.

De uma hora para outra, os holofotes se voltaram para esse nutriente graças a uma nova dieta que bane o glúten do cardápio com a promessa de enxugar a silhueta. Há quem suspeite que esse ingrediente, encontrado em pães e massas, seja o novo inimigo da balança — e da saúde. Os especialistas, no entanto, acreditam que isso não passa de mera falácia.



Celebridades como Luciana Gimenez divulgam que já aderiram ao menu sem o ingrediente. Além de laticínios, a apresentadora de tevê restringiu o consumo de trigo para ostentar 6 quilos a menos. Para adicionar mais fermento ao modismo, um livro intitulado Glúten e Obesidade: A Verdade Que Emagrece (Editora R. Racco), da carioca Regina Racco, já vendeu 50 mil exemplares, tornando-se um bestseller. Nele, a professora de ginástica íntima conta ter descoberto por acaso que abolir a substância dos pratos a fazia perder peso.

Quem não pensa só no ponteiro da balança também começa a se questionar: seria melhor evitar o glúten por uma questão de saúde? Afinal, a oferta de produtos sem essa proteína aumenta nas gôndolas dos supermercados. Sem falar em muita gente por aí que anda dizendo que ganhou mais disposição e ficou com um abdômen menos inchado depois de cortar massas e pães do dia-a-dia. Diante de tanta celeuma, SAÚDE! foi averiguar essa história com nutrólogos, nutricionistas e gastroenterologistas.

Os especialistas afirmam sem papas na língua: a doença celíaca é o único problema de saúde que exige a retirada total do glúten da alimentação. “Não existe base científica para condenar esse componente do trigo”, diz Jaime Amaya Farfan, cientista de alimentos da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. “A não ser no caso da doença celíaca, não há evidências de que o glúten seja uma proteína ruim para o organismo de indivíduos saudáveis nem que tenha a ver com a obesidade.”

Esse elo também é contestado pela nutricionista Daniela Margo, de São Paulo. “Inexistem provas de que eliminá-lo reduz a circunferência abdominal”, frisa a especialista. Sua colega Mônica Beyruti, corresponsável pelo Departamento de Nutrição da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, completa: “Ok, se minimizarmos o consumo do glúten, que está presente em muitas fontes de carboidrato, haverá redução de calorias e de peso. Mas isso vale para qualquer tipo de restrição alimentar”.

O que é a doença celíaca?
Abdômen estufado, gases, vômito, diarreia - é esse baita mal-estar que sente o portador do distúrbio. Todo o incômodo vem à tona porque o organismo de quem tem a doença não possui a enzima transglutaminase, que quebra o glúten. Assim, ao ser ingerida, a proteína acaba machucando as paredes do intestino. Num estágio avançado, esse processo permite que substâncias carcinogênicas caiam na corrente sanguínea. Para evitar que tudo isso ocorra, o celíaco deve excluir rigorosamente da dieta todos os alimentos com o nutriente.

“O que está acontecendo com a proteína do trigo é uma onda infundada de difamação”, defende o presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, Edson Credidio. “O glúten só faz mal para quem tem a doença celíaca, assim como o açúcar para os diabéticos”, compara. “Não há sentido em tratá-lo como uma espécie de nova gordura trans, algo que deve ser evitado.”

Não se sabe ao certo o que pode ter disparado essa desconfiança generalizada em relação ao glúten. Talvez a maior divulgação sobre a própria doença celíaca esteja associada a essa confusão. Uma coisa é certa: “Mais indivíduos têm sido diagnosticados com o problema porque os médicos hoje possuem um maior conhecimento sobre os sintomas desse distúrbio”, afirma a nutricionista Veruska Barrios, do Hospital Samaritano, em São Paulo. E o número de celíacos no Brasil está longe de ser insignificante.

Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, que orienta um dos grupos de referência de portadores do mal no país, revelou que há um doente celíaco para cada grupo de 214 paulistanos. “Em Brasília existe um caso para cada 681 habitantes”, estima Karla Lisboa, técnica do Ministério da Saúde. Com o intuito de proteger tantas pessoas sensíveis, a lei brasileira obriga a indústria de alimentos a informar no rótulo de cada produto se ele contém ou não a proteína. Em vez de apenas orientar os celíacos, a informação parece gerar um efeito adverso: desperta a atenção e, ao mesmo tempo, certo temor de quem não tem nada a ver com a doença. Muitos ficam ressabiados, sem saber se devem retirar ou não alimentos com glúten do carrinho de compras.

Muita gente também relata ganhar mais disposição ao deixar de comer biscoitos ou pizza. Coincidência? Provavelmente, não. “Existem várias pessoas com algum grau de doença celíaca e que desconhecem esse fato”, diz Farfan. A gastropediatra Lenora Gandolfi, pesquisadora responsável pelo grupo de celíacos da Universidade de Brasília, observa que até indivíduos que não sofrem com o problema podem ter uma leve intolerância à proteína. Ao removê-la do cardápio, sentem uma melhora na digestão com um efeito adicional: perda de peso. Uma perda que seria observada se tirassem qualquer outro item do cardápio, é bom voltar a frisar.

Lenora Gandolfi, no entanto, alerta: “Os nutricionistas que orientam regimes que restringem o consumo da proteína do trigo têm o dever de afastar primeiro a hipótese de um caso de doença celíaca”. É que entre 4 e 10% dos parentes de primeiro grau dos celíacos também têm a enfermidade e, pior, nem desconfiam disso. “Se não é o caso, seguir uma dieta sem glúten à toa é irresponsabilidade”, opina Lenora.

Sem contar que, após um mês a zero por cento de bolachas e bolos, é muito difícil que um teste sorológico dê positivo para a doença celíaca. Seria necessário voltar a comer pães e refazer o teste depois de seis meses para o resultado ser confiável. Essa recomendação também deveria se estender a médicos que, investigando a origem do mal-estar gastrointestinal de seus pacientes, sugerem suspensões alimentares por tentativa e erro.

No mundo, a maior incidência de doença celíaca foi registrada na Argélia, que possui uma criança com o problema para cada grupo de 18. Os cientistas ainda não sabem dizer se o mal é genético.

De tempos em tempos, uma dieta como anti-qualquer-coisa, que bane de vez algo do cardápio, vira mania. “Essa é uma busca natural do nosso tempo”, interpreta o professor Jaime Farfan. Além do fácil acesso a quase todo tipo de alimento, vivemos numa era paradoxal em que os índices de obesidade galopantes dividem a cena com um padrão estético cada vez mais esguio. É como se o mundo estivesse perdido na busca de uma solução para o excesso de peso. “A ciência contribui com a invenção dessas manias”, analisa Gláucia Pastore, diretora da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp.

“Descobre-se que um ingrediente é capaz de acelerar o metabolismo e pronto: algum oportunista se apropria do resultado, nem sempre corretamente, dizendo que aquilo emagrece.” Mais do que farsa, esses regimes pecam contra a saúde. “Dietas que provocam um desequilíbrio nutricional, como a do Dr. Atkins e, agora, a antiglúten, estão seguindo o caminho errado”, acusa Gláucia. Elas podem até reduzir o peso em um primeiro momento, mas levam à monotonia e às vezes até podem causar sérios prejuízos à saúde.

A saída é variar
Privações desnecessárias, como deixar de comer pão sem uma razão médica para isso, nunca são a melhor opção para afinar a cintura. “Diversificar o menu e aumentar a ingestão de água, frutas, legumes ajuda a perder peso com segurança e a resolver males como a prisão de ventre”, aconselha Luiz Fernando Santos Escouto, pesquisador de alternativas para o glúten do curso de tecnologia em alimentos da Faculdade de Tecnologia, em Marília, no interior paulista. Afinal, a gente não come só para manter a linha, mas também por prazer.

Dá para substituir uma dieta à base de trigo por alternativas igualmente saborosas. Aproveite as orientações de especialistas no assunto. Uma dieta sem glúten requer empenho. Afinal, muitos alimentos - mesmo que não aparentem conter farináceos - podem apresentar esse ingrediente. Quer ver? Queijos fundidos, achocolatados, congelados como almôndegas, sorvetes, molhos, tudo, tudo, tem a marca dessa proteína.

A nutricionista Anna Castilho, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, de São Paulo, frisa ainda que, em restaurantes, o controle do glúten é mais difícil porque não se sabe com garantia quais produtos foram incorporados ao preparo dos alimentos. E uma pitada de glúten sempre pode escapar. "Seja por meio do óleo de fritura utilizado - o cozinheiro apronta alimentos com glúten e depois usa o mesmo óleo para a fritura de alguma preparação sem o ingrediente; seja na utilização da mesma faca para se passar margarina em pão integral e depois em bolacha sem glúten; ou até quando se reutiliza fôrmas polvilhadas com farinha de trigo para os produtos sem glúten, sem que tenham sido bem lavadas".

As opções sem o polêmico aditivo, no entanto, estão crescendo no mercado. Feitas à base de farinha de arroz, mandioca, milho e fécula de batata em sua maioria.

Uma das opções mais interessantes, no entanto, é a quinoa, um cereal rico em aminoácidos, fibras, vitaminas. Outra é o amaranto, um grão nutricionalmente poderoso e que também não contém glúten. Neste caso, no entanto, diferente da quinoa, encontrada em qualquer supermercado, o acesso ainda é difícil e disponível apenas em algumas casas especializadas e de produtos naturais.

Segundo a nutricionista Anna Castilho, o celíaco deve optar pelo macarrão de quinoa ou de arroz integral. No lugar dos molhos e sopas prontas, melhor fazer o seu (sua) em casa (sem usar o trigo para engrossar). Substitua a granola por flocos de milho e, na hora de preparar os croutons, escolha bolachas de arroz.

Para receitas sem glúten: Clique!

Alimentos permitidos incluem arroz, quinoa, batatas, farinha de milho, soja, frutas, vegetais, feijão, tapioca, carnes, peixes e ovos. Lista de alimentos sem glúten.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Os sintomas da gripe AH1N1 (ex-suína)

Gente eu estou gripada a quase três semanas, nem consigo dormir direito de tanto que estou tossindo. Já fui ao médico e estou sendo medicada. Em tempos de gripe A todo e qualquer sintoma de gripe torna-se assustador...

Os sintomas da gripe AH1N1 (ex-suína) são semelhantes aos de uma gripe comum, e incluem febre, tosse, garganta inflamada, dores no corpo, dores de cabeça, calafrios e fadiga. Algumas pessoas infectadas têm relatado diarréia e vômitos. Estes sinais podem também ser causados por muitas outras doenças, logo, apenas a análise dos sintomas não podem diagnosticar a gripe suína, apenas exames laboratoriais.


O paciente com gripe AH1N1 tem:•Febre alta (acima de 38ºC),
•Falta de apetite,
•Dores musculares espalhadas por várias partes do corpo,
•Indisposição e
•Tosse.

Algumas pessoas com a gripe AH1N1 também relataram ter apresentado catarro, dor de garganta, náusea, vômito e diarréia forte.

Como se pode notar, os sintomas são praticamente os mesmos de uma gripe comum. Então neste momento, a melhor maneira de diferenciar as duas doenças é ficar atento a história de exposição da pessoa à regiões de risco.

Considerando que o período de incubação da gripe (tempo até que a pessoa desenvolva os sintomas) seja de 24 a 48 horas, a suspeita de gripe suína é maior se a pessoa apresentar os sintomas acima após ter estado em regiões onde o vírus H1N1 foi confirmado, levando em consideração este período médio de tempo.

No entanto, pelas novas regras do Ministério da Saúde, toda pessoa que apresentar os sintomas acima são aconselhadas a procurar um serviço médico, como os postos de sáude.

Esta orientação deve-se ao fato de que a gripe suína já está sendo transmitida no Brasil de forma sustentada.

O monitoramento e a realização de testes laboratorais somente serão realizados em casos graves. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.

Sintomas de alerta da gripe AH1N1 ou comum:
•Febre acima de 39 ºC
•Tosse com falta de ar
•Grande queda do estado geral

Fonte: Banco de Saúde

sexta-feira, 24 de julho de 2009

De Bem com os Seus Pés



Muitas pessoas se queixam de rachaduras nos pés. Além de proporcionar, muitas vezes, um aspecto desagradável, as rachaduras nos pés são sinais de que está faltando hidratação na pele. Estas feridas, que muitas vezes chegam a sangrar, são portas de entrada para fungos e bactérias. O problema pode ser combatido com hidratação intensa.

Faça um creme, para passar antes de dormir, com metade de vaselina e metade de lanolina. Esses produtos são encontrados facilmente nas farmácias.


De Bem com seus Pés

Pés lindos sem rachaduras é possível sim, porém é necessário um tempo diário para o cuidado dos pés, esta parte tão importante de nosso corpo. Os pés são equipamentos maravilhosos e merecem todo o cuidado. Além de eles possibilitarem ao homem a locomoção, mantém o equilíbrio e distribuem de maneira uniforme o peso do corpo, quando estamos de pé. No entanto, eles estão quase sempre em situação de desconforto, pois ficam escondidos em sapatos fechados, principalmente no inverno. 

1. Cuidados com os pés: A esfoliação é uma maneira natural de diminuir as calosidades e retirar as células mortas dos pés, estas células mortas são alimento as bactérias do pé que causam o famoso chulé, então devemos 1 ou 2 vezes por semana fazer uma esfoliação. A natura trás na linha castanha o creme esfoliante para os pés, que é muito adequado e eficaz. Todos os dias e após a esfoliação devemos hidratar os pés para diminuir as calosidades e para evitar e recuperar as rachaduras nos calcanhares. A Natura em sua linha castanha possui o creme hidratante para os pés castanha que além de hidratar traz uma sensação de conforto e refrescància pois possui em sua formulação cânfora. 

2. Onde comprar: O mercado livre oferece diversos vendedores com ótimos produtos e atendimento. Procure um vendedor com boas qualificações e retire sua dúvidas através do link de perguntas e tenha seu pés como de uma princesa. 

Autor: CAROLINE

Rotina: Checar os níveis de colesterol

Checar os níveis de colesterol deveria ser rotina para prevenir graves doenças cardíacas. Mas a verdade é que uma pesquisa com 2 mil pessoas acima de 18 anos em todo o Brasil constatou que mais da metade da população brasileira (53%) nunca fez o exame de colesterol.

O estudo, realizado por médicos do Conselho Latino-Americano de Cuidados Cardiovasculares e patrocinado pela Schering-Plough, também mostrou um outro problema: a doença não apresenta sintomas. “Ainda assim, a dislipidemia - aumento das gorduras no sangue, que incluem colesterol e triglicérides – é fator de risco para várias doenças cardíacas, como infarto e derrame celebral” alerta o médico José Rocha Faria Neto, um dos cardiologistas do conselho e professor de Cardiologia da PUC do Paraná.



Mas o que faz essa gordura?

O colesterol é um tipo de gordura fabricado pelo corpo e encontrado nas fontes de gordura saturada (carne, leite e seus derivados, ovos e pele de frango). “Nosso organismo precisa dele, mas em níveis baixos. Uma alimentação rica nessa gordura aumenta o colesterol ruim (LDL)”, avisa o médico. Porém, a grande vilã continua sendo a gordura trans. “Ela aumenta o colesterol ruim no sangue e ainda baixa a concentração do bom (HDL)”, esclarece Neto. “Uma dieta com frutas, vegetais, cereais integrais, peixes, azeite de oliva e carne magra e a prática regular de exercícios são mudanças de hábito para reverter o problema e preveni-lo também”.

sábado, 18 de julho de 2009

Receita de Chai

Arrumei uma desculpa para postar esta foto aqui: Falar sobre o Chai. O chai, bebida originária da Índia, ganhou destaque na novela “Caminho das Índias”. Este chá traz uma série de benefícios para o organismo, além de ser gostoso. O ator Rodrigo Lombardi, o Raj da novela, é um que virou fã (eu também).


Servido depois de uma refeição ou como "boas vindas" para uma visita que chega em casa ou no trabalho, o 'chai' equivale ao cafezinho dos brasileiros. O original chá indiano é uma mistura de chá verde com várias especiarias (cardamomo, cravo, canela, feno grego, gengibre, pimenta branca e cúrcuma). Na Índia, é comum tomar 'chai' com leite e açúcar mascavo ou com água.



O chá mais bebido pelo maior produtor mundial de chá preto é… o chá preto (Assam). O chá preto é a única variedade de erva de chá que pode ser fervida, a fervura não amarga o chá nem altera seu sabor: a bebida torna-se mais concentrada, adquirindo uma coloração vermelho escura.

Na Índia o chá preto é temperado para que adquira um forte sabor das especiarias que são fervidas juntos com a erva do chá. Existem diferentes variedades de chai, preparado com adição de diversas especiarias: canela, cravo, cardamomo, gengibre.

A maneira mais popular de beber chá na Índia é o “chai“: primeiro prepara-se o chá própriamente dito, a seguir adiciona-se leite frio adoçado com açúcar, derramando-o à distância para que forme muita espuma.

O chai é vendido nas ruas, nos cafés e até mesmo nos trens - o sistema de transporte mais popular na Índia - pelos Chaiwallahs, que preparam e servem a bebida. Cada um dos Chaiwallahs possui sua receita pessoal de chai, combinando quantidades diferentes de especiarias. Essa receita pessoal é o que garante o sucesso das vendas de um Chaiwallah e a fidelidade de sua clientela.



Chai
1 litro de água mineral
1/2 copo de açúcar refinado no copo fino 1 pau de canela tamanho médio
1/2 copo de gengibre ralado prensado
no copo fino 1/2 copo de leite Ninho em pó
no copo grande 1 colheres de chá preto inglês rasa
3 sementes de cardamomo
Modo de Preparar
1 litro de água;
Separar 100ml de água para diluir bem o leite;
- O restante por para ferver;
Por as sementes de cardamomo no pilão e triturar;
Lavar bem o gengibre e ralar;
Por o açúcar e a canela de pau na panela e levar ao fogo;
Utilizar uma colher de pau para mexer até abrir a canela.
Tome cuidado para não queimar;
Adicionar o gengibre limpo e ralado e o cardamomo.
Misturar bem e deixe até que o gengibre solte um caldo;
Acrescentar a água aquecida;
Deixar ferver em fogo baixo durante 5 minutos. Mexer;
Obs: o leite não deve ser fervido.

O chai é uma bebida indiana muito tradicional, perfumada, picante, feita com chá preto, leite, várias especiarias e adoçada com mel. A coloração é igual ao nosso café com leite. Na Índia, os vendedores de chai e cada família costumam ter a sua receita particular da mistura de temperos. Dentro de um certo limite, cada um pode, na verdade, criar a sua.

É uma excelente bebida para os dias frios e para quem gosta de especiarias. Não recomendo tomar à noite para quem é sensível à cafeína, pode atrapalhar o sono, por ter propriedades estimulantes, regeneradoras e afrodisíacas. Por outro lado, há os vários benefícios à saúde trazidos pelas especiarias e demais ingredientes (canela,pimenta, cardamomo, gengibre, erva doce, chá preto, mel). A canela, o cardamomo, o gengibre e o chá preto combatem problemas de digestão e têm ação anti-inflamatória e antioxidante, o que reflete na beleza da pele. Esses ingredientes também aumentam a disposição. Geralmente as pessoas criam suas próprias versões para o chai que fica muito saboroso se acrescentar cardamomo, canela, gengibre, açafrão, folhas de menta, de anis e cravo.

Receita de Chai com chá preto e leite

Ingredientes:
100 gr de gengibre
25 gr de cravo
40 gr de canela
10 gr de noz-moscada
35 gr de cardamomo
1/2 xícara de leite
açúcar a gosto
2 saquinhos de chá preto

MODO DE FAZER:
Ferva bem o gengibre, cravo, canela, noz-moscada
e o cardamomo na água.
Adicione o chá preto e açúcar a gosto.
Por fim, adicione o leite aquecido à mistura e pronto!

Chai indiano
Ingredientes
1,5 litro de água
20g de gengibre
160g açúcar (cristal ou refinado)
10 cravos
3 paus de canela (de 6cm)
10 sementes de cardamomo
100g leite em pó
8 saches de chá preto

Modo de Preparo
Lave e rale o gengibre, na parte grossa do ralador, em seguida
coloque o gengibre, o açúcar, o cravo e a canela em uma panela
média em fogo médio-alto, mexendo de vez enquando.
Separe 200ml de água do total de 1,5L e dilua o leite em pó.
Coloque o restante da água em uma outra panela em fogo alto para
esquentar.

Tirar as sementes de cardamomo da casca e, em um pilão, amasse-as
até que fiquem em pequenos pedaços, quase como farelo.
Quando o açúcar e o gengibre ficarem com uma textura de melado,
levemente escuro, está na hora de adicionar o cardamomo e em
seguida a água quente. Após alguns minutos adicione o leite em pó
diluído e deixe no fogo até que ferva.

Quando ferver desligue o fogo e adicione os sachês de chá preto,
e deixe descansar por 10 minutos. Pressione levemente com uma
colher os sachês na lateral da panela, afim de liberar todo o
sabor do chá preto, mas muito cuidado para não estourar os
sachês.

Peneire uma vez em uma peneira grossa para remover as partículas
grandes e a canela, e depois para transferir à uma garrafa
térmica passe para uma peneira fina.

Sirva sempre quente. Pode ser armazenado na geladeira por 1 dia,
lembrando que antes de servir, ferva ele por 1 minuto.

O cha surgiu na Índia a milhares de anos porém era usado mais na ayurveda (medicina indiana). Quando os ingleses chegaram à Índia tentaram trazer esse hábito de tomar chá para os indianos mas para eles esse “chá comum” parecia meio sem gosto. Começaram então a acrescentar alguns ingredientes ao chá. Surgiu assim o “masala Chai”. Masala é o nome dado em hindi para as especiarias indianas. Os chás mais famosos são de Assam e Darjeeling. O chai mais comum é o masala chai e que a receita varia de um lugar para outro, de uma casa para outra.



Masala Chai
Ingredientes para 2 pessoas
1 xícara de agua
1 xícara de leite
3 colheres de chá de chá preto
açúcar
1 pedaço pequeno de gengibre ralado
0.5 colher de chá de Assam ou Darjeeling chá
Modo de preparo
Ferva a água.
Acrescente o gengibre ralado.
Acrescente o chá preto e o Assam ou Darjeeling e espere por 10 segundos
ou até que a aguá se torne um pouco amarronzada.
Adicione o leite e deixe ferver até ficar uma cor marrom claro.
Adicione açúcar a gosto.
Sirva. (pode acrescentar, além do gengibre, cardamomo, canela e cravo)

Chai com Leite Condensado

Ingredientes
1 lata de leite condensado
400ml de água
2 canelas em pau
6 cravos
8 sementes de cardamomo
2 anis estrelado

Preparo
Lave anis, os cravos, e a canela em pau, coloque tudo pra ferver em 400 ml de água. Depois de uns 15 minutos fervendo, retire do fogo e coe.
Deixe ficar morno e bata no liquidificador com o leite condensado.
Sirva quente com uma canela pra enfeitar.



Se você prefere a facilidade dos chás em saquinho, podem ser encontradas algumas marcas que fabricam o chai: Tazo Organic Chai, Coffee Bean. A Monin, indústria francesa de xaropes e licores, já disponibiliza no Brasil o Monin Chai Concentrado de Chá, produto que reproduz fielmente o mais famoso entre os chás indianos. Blend de chá verde, canela, cravo da índia, flor de laranjeira e gengibre, o Monin Chai pode ser adicionado ao leite ou à água para fazer 'lattes', chás quentes ou gelados, 'frozens', limonadas e coquetéis. Em São Paulo, o 'chai' como se toma no país de Ghandi já está presente em algumas cafeterias, como na Vanilla Caffè.

Para aquecer e enganar a fome

O chai é uma boa pedida para os dias mais frios. A bebida aquece o corpo, graças à função vasodilatadora da canela. Como leva leite, ela também proporciona saciedade.

— O chai ajuda quem deseja manter a boa forma. Beba à tarde, acompanhado de torradas. Para deixá-lo mais leve, troque o açúcar por adoçante dietético em pó ou mel. Já quem tem intolerância à lactose pode trocar o leite de vaca pelo de soja.

Como a bebida leva chá preto, evite tomar o chai após as 18h. Ela não é indicada para gestantes e pessoas que têm problemas gástricos. O chai original, feito na Índia, é uma mistura de temperos e especiarias em pedacinhos.

Com sabor picante, as especiarias utilizadas fazem bem para a saúde.
— A canela, o cardamomo, o gengibre e o chá preto combatem problemas de digestão e têm ação anti-inflamatória e antioxidante, o que reflete na beleza da pele. Esses ingredientes também aumentam a disposição.



A RECEITA ORIGINAL
Ingredientes
- Canela em pau, sementes de cardamomo, gengibre, cravos da índia
e pimenta do reino em proporções iguais
- 1 litro de água
- Leite a gosto
- Chá preto ou verde a gosto
- Açúcar ou adoçante a gosto
Modo de preparo:
Prepare o chai. Misture uma quantidade semelhante de canela em pau, sementes de cardamomo, gengibre, cravos da índia e pimenta em pedacinhos pequenos. Para fazer o chá, basta acrescentar 11g do chai em um litro de água fervente. Deixe ferver por 20 minutos. Isso garante a extração dos benefícios dos temperos e das raízes. Coe e acrescente o leite, que pode ser quente ou gelado, ou o chá preto ou verde, conforme preferir.
A quantidade varia: quanto mais leite ou chá, menor a concentração das especiarias e mais suave o sabor. Adoce a gosto.

Marque um Gol de Placa Contra a Barriga de Chope



A genética é um dos principais fatores para o crescimento indesejável da barriga, tanto em mulheres quanto em homens. Mas a alimentação, o sedentarismo e o uso excessivo de álcool, principalmente a cerveja, também contribuem para o problema.

Achei lá no Minha Vida que Futebol deixa o corpo malhado e ainda turbina seu apetite sexual. Se você andava sofrendo para arranjar uma desculpa para escapulir depois do trabalho e bater uma bolinha, sua agonia acabou. Esse esporte que é uma unanimidade nacional, além de ser uma baita diversão, derrete qualquer barriga de chope e espanta o mau humor do pior dos dias para léguas à distância do gramado.

1. Corpo sarado. Afinal, o futebol trabalha os músculos das panturrilhas, coxas, glúteos, costas e abdômen, todos de uma vez só e de forma tão prazerosa que você nem sente o tempo passar.

2. Manutenção de peso. Quem joga, corre bastante durante a partida, ajudando a secar os pneuzinhos laterais e diminuindo a gordura corporal como um todo. Em uma hora de treino, 700 calorias para o ralo.

3. Mais força. Que cansaço, que nada. Virando adepto de partidas regulares, você vai aumentar a densidade óssea e sua massa muscular, ganhando muito mais preparo físico para usar com ou sem as chuteiras.

4. Fôlego dobrado. Sua capacidade pulmonar também agradece o corre-corre atrás da bola. Para sentir a diferença, nem precisa muito: uma partida semanal já promove uma boa melhora na sua resistência respiratória e cardiovascular.

5. Saúde blindada. Praticar esportes, em geral, reduz o risco de várias doenças graves, entre elas diabetes (entenda o que está por trás desta doença) e pressão alta. Quando o exercício combina exigências cardiovasculares e de força, como o futebol, você sai ganhando duplamente: melhora o pique e ainda dá uma turbinada no físico.

6. Humor de campeão. Mas nem que seu time só tenha pernas-de-pau, você vai conseguir permanecer de cara amarrada. Ao contrário: até as jogadas mais sem noção vão virar motivo de piada entre vocês. Atividades aeróbias, de uma maneira geral, promovem a liberação de neurotransmissores responsáveis pelas sensações de euforia e bem-estar, fazendo você se sentir muito mais leve e bem-humorado. Ansiedade, depressão, estresse... mas nem a fatura estourada do cartão crédito vai ter poder para tirar você do sério

7. Sexo profissional. Certamente não é à toa que chove mulher na rede dos atletas tarimbados. Com tanto treino, eles viram profissionais não só no gramado, mas fora dele também, tirando o fôlego de qualquer fulana que arrisque uma aventura mais caliente na cama deles. Como estimula a circulação sangüínea, trabalhando ainda a flexibilidade, a coordenação e a agilidade, o esporte deixa seu corpo (e suas habilidades) simplesmente irresistíveis.

SEM EXAGEROS

Mesmo com todos esses benefícios comprovados, nada de ir ao poço com sede demais ou é perigoso você descer buraco abaixo junto com a caçamba. Sem alguns cuidados básicos, a partida semanal pode acabar virando motivo para muita dor de cabeça. Para evitar isso, fique de olho nos conselhos do especialista.

1. Se era sedentário
Não comece a jogar sem fazer uma avaliação física antes. É essencial conhecer seu nível de condicionamento, evitando uma complicação mais tarde.

2. Complemente as peladas com a musculação
Vá a academia pelo menos três vezes por semana. O objetivo é fazer o reforço muscular para agüentar o tranco e evitar lesões que podem deixar você no banco por tempo indeterminado.

3. Use chuteiras e roupas apropriadas
O calção e a camiseta devem ser de tecidos que permitem ao corpo respirar: algodão e dry-fit são boas escolhas, que não pesam demais com o suor.

4. É proibido fugir do alongamento
Estique-se antes e depois do jogo, sob o risco de sentir a musculatura travar e lesionar seriamente músculos, ligamentos e tendões

5. Não descuide da alimentação
Aposte nos carboidratos como arroz, feijão, massas e grãos e evite as frituras e bebidas alcoólicas em excesso, que podem fazer a barriga voltar rapidinho.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Fórum de Lúpus



Minha amiga Daniella Pessoni criou um Fórum para falar sobre lúpus. (Conheço ela do nosso espaço virtual, mas ela é real de sentimentos, emoções, reações e atitudes)
Dê uma passadinha por !

Lúpus é uma doença rara, mais freqüente nas mulheres do que nos homens, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico, exatamente aquele que deveria defender o organismo das agressões externas causadas por vírus, bactérias ou outros agentes.

Segundo o Dr. Samuel Kopersztych, médico reumatologista, que trabalhou no Hospital das Clínicas da USP e no Hospital Sírio-Libanês de São Paulo. (Faleceu em 08/12/2006). No lúpus, a defesa imunológica se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, confundem o diagnóstico.

Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especialistas. Pessoas tratadas adequadamente têm condições de levar vida normal. As que não se tratam, acabam tendo complicações sérias, às vezes, incompatíveis com a vida.

Segundo o reumatologista Ricardo Fuller, estes são os sintomas:
- fadiga
- mal-estar
- cefaléia
- febre
- falta de apetite
- indisposição
- emagrecimento
- lesões avermelhadas na pele
- inflamação nas juntas
- queda anormal dos cabelos
- urina espumosa
- convulsões epilépticas
- distúrbios psiquiátricos
- arroxeamento dos dedos das mãos e pés
- dormências e paralisias regionais
- tromboses em membros
- derrame cerebral
- dor torácica
- palpitação
- falta de ar
- úlceras na pele
- necrose nas pontas dos dedos



Apesar de não ter cura, a doença tem tratamento e o paciente tem a perspectiva de uma vida longa e de qualidade. O lúpus evolui em períodos de atividade, quando necessita de tratamento contínuo, e de inatividade, quando o tratamento é cuidadosamente retirado. Ele comenta ainda que alguns pacientes podem apresentar uma única crise em toda a sua vida. Em casos mais avançados, o tratamento medicamentoso é o mais indicado. Pacientes que não precisam de remédio costumam seguir uma rotina de uso de bloqueadores solares, exercícios físicos, sono adequado e uma dieta balanceada.

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Obrigada!



É no tempo de Deus...

     "Nas lutas diárias da vida,
   lembre-se de que tudo tem um
   tempo próprio para realizar-se
    A árvore mais alta do mundo
       um dia foi semente.
    O mar gigantesco é formado
       por pequenos rios,
     que despejam suas águas
     em um encontro marcado.
    A hora do relógio é formada
   por segundos que se juntam
      para formar o minuto.
     A casa mais bela e rica,
    um dia foi apenas projeto.
 Assim, tudo segue um cronograma.
 E na lei divina nada segue aos pulos,
 ou com privilégios, tudo é justiça pura."

Que Deus te cubra de bençãos e te encha
de amor que é o mais precioso tesouro!

Quais peelings médicos existem atualmente?


Peeling de cristal – usa-se um equipamento com cristaizinhos bem pequenos que removem camadas mais ou menos profundas da pele; suaviza cicatrizes, clareia manchas, atenua rugas, melhora acne, estrias; pode ser combinado a outros tratamentos e a outros peelings.

Peelings de ácidos – glicólico, salicílico, retinóico, tricloroacético, lático, pirúvico, kójico, fítico, cítrico – isolados ou combinados em fórmulas mais complexas, permitem suavidade no tratamento e bons resultados, duradouros. Aplicam-se por alguns minutos a várias horas; para rugas, manchas, envelhecimento precoce da pele, acne, estrias.

Peelings de fenol – atualmente, estão disponíveis no mercado peelings de fenol atenuado, para face e corpo, superficial, médio, médio-profundo e profundo. O peeling profundo de fenol, quando utilizado para pessoa com muitas rugas e cicatrizes de acne profundas, produz excelentes resultados. Mas há opções com urucum (manchas), máscaras para impedir o descolamento precoce e a quebra da pele, formulações especiais para pálpebras, entre outros.

Peelings corporais – quem já não quis ficar com o bumbum lisinho antes de ir para a praia? Pois há várias opções de peelings corporais – para antes e após uma praia, lipoaspiração, subscisão, tratamento de celulite – que deixam a pele do abdome e nádegas com aspecto sedoso e brilhante.

Mas, lembre-se: o peeling não serve só para embelezamento. Pode, inclusive, tratar lesões pré-cancerosas e conseguir um efeito lifting ou levantamento da pele, com melhora de pálpebras e contornos da face.

Oriente-se. Peça informações. Prepare sua pele antes de se submeter a peelings profundos. Use protetor solar e...parabéns! Sua pele ficará linda!

Cuidados Pós-Peeling

Passados três meses, o peeling apresenta o ápice de seu resultado devido a produção de neocolágeno, o que deixará a textura do rosto mais firme.



Originária do inglês "to peel", em português a palavra peeling significa descamar, esfoliar. Antes de submeter-se a um peeling é preciso definir o tipo mais adequado para o estágio em que a sua pele se encontra. Há procedimentos físicos, químicos e, em alguns casos, é necessário fazer a combinação dos dois.

O processo constitui o rejuvenescimento cutâneo, quando este se associa ao envelhecimento da pele, agravado pelos raios solares no decorrer da vida. Age conforme os mecanismos que as esfoliações causam nas alterações da pele: estimulação do crescimento epidérmico em função da remoção do extrato córneo, destruição de camadas de peles lesadas e indução de resposta inflamatória profunda que é capaz de provocar nova formação de tecido colágeno.

É contra-indicado para gestantes e lactantes. Ao realizar um peeling o paciente não deve tomar sol e precisa usar um protetor solar com índice de 30, principalmente durante as duas semanas posteriores à intervenção estética.

Durante as primeiras semanas:
Aspergir água e colocar compressas frias em infusões de camomila sobre a área do peeling
Hidratações semanais no consultório - que ajudará a retirar as crostas residuais, diminuir o edema e facilitar a reepitelização.

Uso de hidratantes com filtros solar diariamente, renovando as aplicações várias vezes ao dia. Evitar expor-se a luz solar, lâmpadas fluorescentes ou mudanças bruscas de temperatura. No caso de hipersensibilidade ou prurido utilizar hidrocortisona 0,10% tópica.

Após as primeiras duas semanas: (De acordo com cada situação)
Uso diário de gel ou creme com ácido glicólico em concentrações de 8 a 15% por vezes associados a despigmentantes (ác. fítico, hidroquinona) nas áreas com manchas, cicatrizes ou rugas residuais.

Após quatro a seis semanas:
Tratar cicatrizes ou manchas residuais com um novo peeling localizado (retoque) ou através da prescrição de outros agentes esfoliantes de uso tópico.

Após a normalização da pele devemos instituir um tratamento diário tópico preventivo e de manutenção.

Peelings Químicos



O peeling proporciona uma melhora formidável à pele. Existem vários agentes químicos, em diferentes concentrações e veículos, o que lhe permite a escolha da melhor associação para cada caso. O peeling se classifica, conforme a quantidade de ácido que penetra na pele, em superficial, médio e profundo. Peeling significa descamar, nada mais é que uma esfoliação da pele. Essa descamação pode ser leve ou intensa, química ou física. Tem por objetivo atenuar rugas, alguns tipos de lesões patológicas, conferindo ao fim do tratamento um aspecto saudável á pele.

TIPOS DE AGENTES NOS PEELINGS QUÍMICOS

FENOL: São inegavelmente os mais eficazes. É um peeling de exclusividade médica.

Possui um grande poder de esfoliação, pois penetra profundamente até a nível da derme reticular, sendo assim indicado para rugas profundas, peri-orais e para tratar as queratoses mais severas.

A sua principal desvantagem é a sua cardiotoxidade, nefrotoxidade e depressora do Sistema Nervoso Central; havendo a necessidade de ser realizada em ambiente hospitalar devido a obrigatoriedade de sedação por ser muito dolorida para o paciente.

Pode-se utilizar oclusão parcial ou total da face para aumentar a ação do produto consequentemente a profundidade.

Deve-se suspender o uso da tretinoína e ácido glicólico antes da aplicação por potencializar a penetração da droga.

Existe uma fórmula mais recente, com menor poder de toxidade, denominada de Exoderm, com a característica principal de não se aprofundar além da camada de Grenz, desta maneira diminui-se a absorção do produto pelos vasos dérmicos, diminuindo assim sua toxidade.

RESORCINA: É um agente cáustico do grupo dos fenóis, mas com propriedades diferentes, dando maior segurança em sua utilização, pode ser utilizado como esfoliante na forma de pasta em concentrações que variam de 10 a 70%, ou associados à outras substâncias como na solução de Jessner.

A pasta pode ser aplicada sobre a pele através de uma espátula de madeira ou com os dedos enluvados, deixando em contato com a pele por até 20 minutos de acordo com o estado da pele. Depois de seca a máscara é retirada com a espátula e o que restar com gaze embebida em água.

O peeling com Solução de Jessner é superficial, podendo ter sua profundidade de ação um pouco mais profunda quanto maior as passagens repetidas da solução.

As vantagens é quanto a sua estabilidade e baixo custo; já as desvantagens é a possibilidade de reação alérgica e intoxicação que aumentam com as passagens múltiplas.

É indicada para tratamento da acne, discromias e peles rugosas, hiperpigmentação pós-inflamatória, pode ser utilizada em peles mais escuras, com tendência à hiperpigmentação.

Indica-se fazer teste prévio de sensibilidade.

ÁCIDO TRICLOROACÉTICO (TCA): Os peelings com este tipo de ácido são excelentes para o tratamento da pele actinicamente danificada. Apresentam menor risco de complicações quando comparados aos peelings mais profundos como o de Fenol por criarem feridas que só atingem a derme superior. Por outro lado, devido a sua natureza mais superficial, não tem a mesma eficácia dos peelings de Fenol para melhorar cicatrizes e rugas profundas.

O TCA tornou-se o ácido preferido para os peelings químico de profundidade superficial e média, apesar que pode ser utilizado nos peelings profundos, mas existe um consenso de que nesta última situação, é , geralmente, um procedimento mais arriscado do que o peeling profundo de fenol. Parece que o TCA em concentrações de 50% ou superiores tem a possibilidade de criar mais cicatrizes do que outros agentes de peelings, usados de procedimentos de profundidade semelhante, por este motivo o TCA deve ser reservado à peelings de profundidade superficial e média.

O TCA diferente de outros agentes de peeling, não apresenta toxidade sistêmica conhecida, nem relatos de reação alérgica. Não apresenta melanotoxidade associada ao fenol, o custo é baixo e possui boa estabilidade.

As concentrações usuais variam de 10 a 75% em solução aquosa e pode ser aplicada com gaze ou cotonete evitando-se o pincel, quando a lesão tratada adquire cor branca (Frost) significa a precipitação das proteínas. Se neutraliza com solução alcalina. As sessões podem ser reiteradas a cada 30-40 dias.

O peeling de TCA pode ser feito isoladamente ou associado com outros agentes como o ácido glicólico e solução de Jessner. Estes agentes realizam um trabalho superficial, mas quando associados ao TCA a 30-35% transformam-no em um peeling profundo, evitando o uso do TCA a 50% que oferece grandes riscos de provocar cicatrizes.
Esta indicado nas seguintes situações:
Melasmas
Efélides
Cicatrizes de acne
Queratoses actínicas
Hiperpigmentação pós-inflamatória
Rugas finas
Fotoenvelhecimento

É um peeling médico quando utilizado em concentrações superiores à 35% e em concentrações inferiores a 35% pode ser realizado pela cosmetóloga-esteticista sob supervisão médica.

EASY-PEEL: É o mais novo dos peelings, constituído por uma solução de TCA de concentração inferior a 15% e um creme terapêutico que se aplica depois da esfoliação. Não se pode utilizar nem antes e nem depois do peeling álcool e acetona para a higiene, pois se corre o risco da esterificação de Fisher, ao permitir uma penetração mais importante do produto esfoliante.

Esta esterificação de Fisher consiste em um álcool somado à um ácido orgânico dá um éster - o grupo -OH da água vem do ácido. É uma reação reversível.

A solução esfoliante pode ser aplicada inclusive sobre a pele não higienizada e até sobre a maquilagem. Ao finalizar a aplicação da solução deixa secar e aplica o creme terapêutico, que não é retirado.

A freqüência de peeling é semanal consecutivo por um total de 4 semanas. Recomenda-se ao paciente não usar nenhum tipo de jóias nos dias posteriores imediatos ao tratamento.

ÁCIDO RETINÓICO: Também denominado de Vitamina A ácida, seu uso é justificado por promover a compactação da camada córnea, espessamento epidérmico e aumentar a síntese do colágeno. Estimula os queratinócitos por melhorar a distribuição dos melanócitos e por produzir uma normalização epidérmica; elimina os queratinócitos atípicos e impede a formação de queratoses, sendo indicado para o tratamento do fotoenvelhecimento, portanto atua em patologias onde há hiperqueratinização e é também associado a agentes despigmentantes nos tratamentos de hipertrofias.

Muito utilizado no tratamento da acne por ter ação comedolítica e esfoliante. É largamente utilizado no pré peeling químico e a laser, como preventivo da hiperpigmentação pós-inflamatória, garante uma uniformidade na aplicação do agente do peeling e promove uma reepitelização mais rápida.

O ácido retinóico pode ser utilizado no rosto, mãos, colo, pescoço, dorso e braços.

O ácido retinóico está disponível em várias concentrações 0,01% a 0,1% em cremes ou gel para uso pelo próprio paciente e em concentrações mais elevadas (1 a 5%) para uso em consultório, sob supervisão médica, neste último caso as aplicações poderão serem feitas a cada 1 ou 2 semanas e em número variável de acordo com a resposta de cada paciente, a descamação inicia-se em torno do 2º e 3º dia pós-peeling.

Durante todo o período do tratamento e posteriormente é necessário o uso do filtro solar e também de cremes hidratantes com hidrocortisona.

ALFA-HIDROXIÁCIDOS (AHA's): Pertencem ao grupo de ácidos orgânicos de cadeia não muito ampla que tem em comum o grupo HIDRÓXIDO em posição ALFA ou posição 2. O mais simples (e o da molécula de menor tamanho muito importante na hora da penetração pela pele) é o ácido glicólico de 2 carbonos.

Fontes naturais de AHA:
Ácido Glicólico: Cana de açúcar, Beterraba, Uva, Alcachofra e Abacaxi.
Ácido Lático: Fermentação bacteriana da glicose.
Ácido Málico: Maçãs
Ácido Tartárico: Uva
Ácido Cítrico: Laranja e Limão

Ácido Manecilla: Amêndoa Amarga

Mecanismo de ação: Uma das característica de uma pele muito desidratada é o engrossamento de seu estrato córneo, processo conhecido como hiperqueratinização; esta produz-se por um menor grau de descamação das capas externas, devido à uma maior coesão dos corneócitos entre si. Traduz-se num aspecto externo muito característico da pele seca: aspereza ao tato, pouca flexibilidade, profundamento de rugas.

Há várias moléculas na pele que intervêm controlando o grau de descamação: a água, os retinóides, os AHA's e os Alfa-acetoxiácidos (AAA), que são os antagonistas naturais dos AHA's; destes com exceção dos AHA's, tendem a aumentar o grau de descamação, entretanto os AHA's tendem a diminuí-lo.

Este processo dependerá, em último caso, da força de coesão que existe entre os corneócitos: uma maior coesão intercorneocitária menor o grau de descamação e vice-versa.

A coesão entre corneócitos se dá pela união iônica especialmente pelas Pontes de Hidrogênio que une duas cadeias proteicas. Agora os AHA's pode-se colar e se interpor entre as duas, com dois resultados ou efeitos diferentes:

A baixa dose de AHA, as cadeias são ligeiramente separadas e o AHA aumenta a ponte e a união, não se rompe. Assim o número de Pontes de Hidrogênio e a Plasticidade - Hidratação é melhorada: Efeito Fílmico

A dose mais alta de AHA (8-20% aproximadamente) as cadeias se rompem, se separam e aumentam rapidamente a descamação, quer dizer, produz-se a separação - efeito esfoliante: efeito refinador.

A diferença de concentração para passar de um efeito a outro é muito estreita.

Resumindo:
Baixas doses de AHA: efeito de Plasticidade-hidratação
Altas doses de AHA: efeito Esfoliante-descamante

Histologicamente os AHA's observa-se redução da adesão dos corneócitos, espessamento epidérmico, compactação do estrato córneo, aumento na deposição de mucina estimulando também a produção (síntese) de fibras colágenas dérmicas.

A diferença entre queratolíticos típicos (resorcina, ácido salicílico, TCA, retinóico), estes atuam sobre os corneócitos maduros, superficiais, de fora para dentro; enquanto os AHA's atuam sobre os corneócitos germinativos, primitivos, profundos (fases de formação do estrato córneo) de dentro para fora.

As indicações para este tipo de peeling são:
Fotoenvelhecimento, acne, eczema hiperquerostático, queratose actínica, rugas finas e melasma, efélides.

ÁCIDO GLICÓLICO: A execução do peeling de ácido glicólico deve ser cuidadosamente planejada; a seleção do agente desengordurante, a concentração e o pH do ácido glicólico, o tempo de exposição e a localização de distúrbios específicos dependem da cuidadosa avaliação de cada paciente. Os tipos de pele 1 e 2 de Fitzpatrick são, muitas vezes, mais sensíveis e menos tolerantes, e exigem concentrações mais baixas e tempos de exposição menores.

A pele fotodanificada e mais velha tolera mais facilmente concentrações mais elevadas e tempos de exposição maiores.

Para a realização do peeling de ácido glicólico é importante concentração acima de 50% e grau de pH. O pH em torno de 1,5 causa maior irritação do que com pH em torno de 2,5. O ácido glicólico é encontrado a 70% em solução alcoólica ou em gel. O peeling de ácido glicólico a 70% é tempo dependente e superficial e pode ser repetido à cada 15 dias.

O ácido glicólico a 70%, provoca epidermólise em 3 a 7 minutos, dependendo do tipo de pele e da espessura da camada córnea.

Os peelings com ácido glicólico parecem seguros, pois são muito superficiais. A formação de cicatrizes é extremamente rara.

Embora a pele torne suave, é preciso lembrar que nenhuma quantidade (por maior que seja) de peelings com ácido glicólico eqüivale a um peeling médio a profundo com TCA ou fenol.

ÁCIDO SALICÍLICO: É um beta-hidroxiácido, utilizado como agente queratolítico na concentração de 3 a 5% . Topicamente na tratamento da acne pode ser utilizado em concentrações que variam de 2 a 10%, em peeling utilizado na forma de ungüento com concentração de 50%, com ou sem oclusão, para os casos de queratose actínica e seborréicas, lentiginoses no dorso da mão e do antebraço; na face é utilizado em solução alcoólica à 35% por cerca de 5 minutos, seguida de neutralização com água, neste caso indicado para clareamento da pele, atenuação de rugas e tratamento de comedões. A descamação se inicia em torno do 4-5º dia prolongando-se por cerca de 10 dias, com eritema e edema mínimos, podendo ser repetidos a entre 2 a 4 semanas.

Complicações do Peeling Químico


Poderão ser mínimas através do preparo pré-peeling e recomendações pós-peeling, principalmente no tocante a fotoproteção.

Algumas complicações que poderão ocorrer:
Hiperpigmentação pós-peeling (pós-inflamatória) - pela falta de cuidados com exposição solar nas primeiras semanas, para tratar esta situação deverá ser utilizado substâncias despigmentantes diariamente à noite e às vezes realização de um novo peeling de resorcina.

Queimaduras (pouco freqüentes, e mais observadas ao uso do fenol, podendo gerar sequelas hipocrômicas)

Cicatrizes - Deve-se postergar ao máximo a retirada das crostas nos dez primeiros dias pós-peeling, evitando-se desta forma escoriações, feridas e consequentemente manchas ou cicatrizes. A crosta inicial protege nos primeiros dias a pele nova e só deve ser retirada pele médico nunca pelo próprio paciente ou por seus familiares.

Dermatite de contato irritativa ou alérgica: prescrever antiinflamatórios tópicos a base de arnica, camomila ou Aloe vera, e nos casos mais intensos hidrocortisona 0,10%, raramente há necessidade de usar antibióticos.

Infecção. - pouco frequente
Linhas de demarcação.
Eritema persistente

Classificação do Peeling



Os peelings podem ser classificados segundo o agente indutor da descamação:

Mecânicos - variam desde receitas caseiras como cristais de açúcar com fubá, lixas, cremes abrasivos com microesferas de material plástico aos aparelhos de microdermoabrasão por fluxo de cristais ou as lixas de ponta de diamante.
Físicos - Laser, gelo seco.
Químicos - uso de substância(s) química(s) isoladas ou combinadas no intuito de se obter o agente mais adequado a cada caso para graus variados de esfoliação.

A profundidade do peeling:

Superficial: da camada córnea até a derme papilar

Médio: da derme papilar até a derme reticular superior

Profundo: com ação na derme reticular média e profunda

As complicações dos peelings aumentam de acordo com a profundidade, portanto quanto mais

profundo maior o risco das complicações; um peeling superficial é incapaz de causar hipo ou hiperpigmentação ou ainda cicatrizes, já os peelings profundos estas complicações podem ser observadas

Os médicos que utilizam o peeling pode utilizar diferentes veículos e concentrações e do tempo de contato com a pele para obter o resultado planejado.

Peelings Químicos



Desde a antiguidade o ser humano percebeu que após abrasões ou esfoliações, a pele possuia a surpreendente capacidade de renovar-se a partir de suas camadas mais profundas, mantendo a pele sã e com aspecto jovial; Cleópatra utilizava "leite azedo" para manter sua pele limpa, suave e livre de impurezas; já na Idade Média as mulheres utilizavam o "vinho velho" repetitivamente em seus rostos para obterem os mesmos resultados.


Com estudos e resultados positivos pelo Dr. Stütgen na Alemanha em 1959, da dermoabrasão no tratamento de algumas doenças da pele como a psoríase, utilizando o ácido retinóico, até os dias atuais, muitos foram os agentes de peelings pesquisados e utilizados, gerando uma gama de possibilidades terapêuticas nos diversos casos de lesões cutâneas.

A palavra peeling vem do inglês que significa tirar a pele, despelar, descamar.

Os peelings constituem uma forma acelerada de esfoliação induzida por diversos agentes, resultando na destruição controlada de porções da epiderme e/ou derme com subsequente regeneração de novos tecidos.

A descamação superficial das camadas mais externas ativa um mecanismo biológico que estimula a renovação e o crescimento celular resultando na aparência externa mais saudável e bonita, pelas alterações profundas na arquitetura celular tais como:

*hiperplasia dos queratócitos
*aumento da espessura da epiderme
*diminuição da quantidade de melanina depositada
*aumento na produção de fibras colágenas, na irrigação sangüínea e na compactação do estrato córneo.

Além dos fatores acima relacionados a dermoabrasão aumenta a permeabilidade cutânea, favorecendo a penetração de princípios ativos coadjuvantes no tratamento pós peeling necessários a reepitelização completa.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Mas que é Peeling?

No Antigo Egito e Índia já se faziam peelings. Atualmente, o peeling é um dos primeiros tratamentos de beleza indicados para a maioria das pessoas.



Desde a Antigüidade se conhecem os bons efeitos de “lixar” suavemente a pele, ou aplicar sobre a face produtos, na maioria ácidos – como o soro do leite – que contém ácido lático – e urina – que contém uréia e também é ácida – para se conseguir o clareamento e o rejuvenescimento da pele.

Como o brilho, a “claridade” e toque sedoso da pele sempre estiveram associados à beleza e juventude, muitos produtos caseiros e industrializados foram usados com essa finalidade.

Afinal, com um peeling se consegue o efeito de pelo menos 6 meses – ou mais - de uso contínuo de cremes.

Mas foi logo após a II Grande Guerra que surgiu a primeira motivação para se usar o fenol como tratamento de pele, e nos anos 60 o peeling de Baker & Gordon, à base de fenol, foi um marco para o início dos peeling médicos.

Diferenças:

Os peelings podem ser muito superficiais, médios e profundos. Isso depende da quantidade de pele que foi retirada pelo ácido.

Esfoliações:

Quando usamos um sabonete “esfoliante”, na verdade realizamos um peeling muito superficial. Outros métodos caseiros incluem: aplicar óleo de amêndoas com fubá (peeling corporal para desincrustar pêlos encravados); aplicar soro de leite azedo na face, esfregar a face com açúcar refinado, e muitas outras “receitas” caseiras que, em maior ou menor grau, acabam melhorando o aspecto da pele.

O peeling médico

A diferença entre realizar uma esfoliação em casa e um peeling médico está baseada em 2 dados importantes:

- a segurança do produto usado pelo médico é comprovada por várias pesquisas
- a profundidade da descamação da pele é controlada, de acordo com os resultados desejados, podendo ser tratadas lesões da pele além do embelezamento.

Banho Alcalino Bicarbonato de Sódio

O Banho Alcalino Bicarbonato de Sódio foi inspirado na tradição das fontes de água quente. O bicarbonato de sódio, tão comum, amacia a pele enquanto alivia a fadiga, a tensão e as dores.



Efeitos: Amacia, Estimula a circulação, Aquece, Relaxa, Alivia dores musculares, Revigora e Elimina toxinas.

Indicações: Todos os tipos de pele. Banhe-se com a freqüência que desejar.

Ingredientes:
3 colheres de sopa de bicarbonato de sódio.

Preparo:
Acrescente o bicarbonato de sódio à água do banho.

Modo de usar:
Banhe-se e, ao terminar, não enxágüe.

Extraído do livro:
Beleza Japonesa de Michelle Dominique Leigh - (Editora Best Seller)

O Banho alcalino também é usado para acalmar e clarear peles queimadas de sol.