domingo, 27 de novembro de 2011

Gergelim é um Alimento Funcional


Funcionalidade e nutrição.

O Gergelim é um excelente coadjuvante na perda de peso. Rico em vitaminas, principalmente do complexo B e vitamina A, minerais como fósforo, ferro, magnésio, selênio, zinco e manganês. Estudos indicam que o gergelim atua como ativador do reflexo cerebral e fortalecedor da pele.

As pequeninas e saborosas sementes além de contribuir com a redução de peso, ainda contribuem para uma dieta saudável e equilibrada. As sementinhas, que há séculos são consumidas no Oriente, vêm ganhando status de alimento pra lá de saudável por causa de uma combinação eficiente: funcionalidade e nutrição, características que o colocam como um poderoso aliado aos benefícios da saúde, tanto para quem quer manter a forma física quanto para os que desejam um cardápio equilibrado.

O gergelim também funciona como complemento nutricional para quem sofre sobrecarga física, tem problema de sistema nervoso, alteração cardiovascular ou em casos de disfunção erétil. A presença de cálcio em sua composição o torna um excelente preventivo do desgaste ósseo (osteoporose). As sementes contêm três vezes mais cálcio do que uma medida comparável de leite.

O gergelim, assim como a soja, são considerados os vegetais mais ricos em lecitina, um componente essencial no tecido nervoso que intervém na função das glândulas sexuais e facilita a dissolução das gorduras, evitando que elas se depositem nas artérias (arteriosclerose). O conteúdo protéico do gergelim também é bastante interessante, já que possui proteínas de alto valor biológico, facilitando a absorção desse nutriente no nosso organismo auxiliando na manutenção da saúde.

O valioso grão de gergelim previne câncer, regulariza o intestino, diminui a acidez do sangue combatendo artrite e reumatismos, fortalece a pele, protege e aumenta a atividade cerebral, retarda o envelhecimento.

Minúsculo e poderoso. É o gergelim que, na humildade de sua leveza – mil grãos não pesam mais que quatro gramas –é utilizado há milênios para proteger o cérebro, fortalecer o coração, embelezar a pele, fortalecer ossos e muito mais. Seu uso, da medicina à cosmética, é uma herança milenar que ainda surpreende.

Um afresco que se encontra no túmulo de Ramsés III, que viveu no século XIII antes de Cristo, mostra egípcios adicionando gergelim à massa do pão.

Esse conhecimento, contudo, não era privilégio exclusivo dos egípcios. Índia, China e Grécia sempre fizeram uso regular do gergelim e esse bom costume perdura na Europa moderna. A Índia e a China detêm 50% da produção mundial, seguidos do Sudão, Etiópia e Bangladesh. Na América do Norte o produto foi introduzido pelos escravos africanos no século XVII.

No Brasil o gergelim (Sesamum indicum L) existe no Nordeste desde o século XVI, trazido pelos portugueses, onde é cultivado para consumo local. No restante do país, as virtudes do gergelim são quase desconhecidas e seu uso pela maioria ainda é pouco mais que enfeite de pãozinho de sanduíche. Muito além do enfeite culinário, no entanto, o poderoso grão fornece generosamente leite e óleo minerais e oligoelementos. E essas virtudes fazem a diferença na vida de quem o utiliza.

Alimento funcional

O óleo da semente é obtido por prensagem a frio das sementes e contém vitaminas A, B e E. É empregado na hidratação e proteção da pele dos raios solares e dentro da medicina ayurvédica e chinesa para aumento da energia vital, tratamento de fadiga, aumento da tonicidade e firmeza mucular, regulagem das funções intestinais, além de melhorar a circulação.

É considerado um excelente remédio para problemas do cérebro, como má memória e esquecimento, pois age aumentando os glóbulos vermelhos do sangue o que melhora a oxigenação do cérebro. Possui alto teor em vitamina E, considerada agente rejuvenecedor e retardante do envelhecimento. Também contém aminoácidos que melhoram a transmissão dos impulsos nervosos, diretamente relacionados à boa memória. Com todo essa riqueza, não admira que o gergelim seja também considerado bom afrodisíaco.

O óleo de sésamo é de cor amarelo-claro é rico nas substâncias sesamina, sesamolina e sesamol que possuem capacidades antioxidantes e previnem o câncer. O coração também é protegido pelo ácido graxo ômega 3 que se encontra no óleo. E isso não é tudo. O poderoso grão fornece leite e óleo, minerais e oligoelementos.

Para enriquecer merenda escolar

Os pesquisadores Paulo de Tarso Firmino e Marenilson Batista, da Embrapa Algodão (Campina Grande, PB), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento defendem o uso de amendoim e gergelim no cardápio da merenda escolar da rede pública na Paraíba. A medida vai “enriquecer a qualidade da merenda escolar”, diz Firmino. Uma sugestão valiosa que poderá ser utilizada com proveito em escolas de todo o Brasil.

“Os teores médios dos componentes encontrados em 100g de grãos de gergelim são umidade 5,4%, 563 calorias, 18,6% de proteína, teor de óleo 49,10%, 21,6g de carboidratos totais, 6,3g de fibras totais, 1160mg de cálcio, 30UI de vitamina A, entre outros elementos” revela o pesquisador.

O gergelim apresenta bom nível de resistência à seca e é de fácil cultivo. É planta anual – perene -, com altura variável de 0,5 a 3 m, caule ereto, com ou sem ramificações.

Culinária e saúde

As sementes de gergelim podem ser usadas como tempero em saladas e no arroz. Quando torrado e moído, o grão vira farinha que enriquece refeições e merenda escolar e pode ser utilizada em massas de biscoitos, bolachas, bolos e pães.

A culinária árabe, turca e judaica emprega em abundância o gergelim. O tahine é uma espécie de manteiga árabe feita a partir da farinha da semente de gergelim, tostada e moída e possui grande quantidade de vitaminas, proteínas e cálcio.

Halawi, doce muito apreciado, é uma composição de tahine misturado com mel, açúcar e suco de limão. Prato turco típico é o halvah, mistura de queijo com gergelim torrado e prensado com cobertura de açúcar ou mel. Índia e Japão são outros países onde o grão compõe pratos festejados há milênios.

Gergelim preto faz parte do gersal (gergelim + sal), alimento indicado como ideal para combater acidez do sangue, favorecer a atividade cerebral e fortalecer a pele.

Ao reduzir a acidez, o gergelim combate dores reumáticas, tumores e ácido úrico. O cálcio acalma os nervos, reduz ansiedade, causas e sintomas do estresse.

Na culinária caseira usa-se o grão como tempero e dele é extraída farinha usada como massa para biscoitos, bolachas, bolos, pães e pastas.

As sementes podem ser adicionadas a massas de pães, bolos, muffins e biscoitos. Elas podem ser torradas e salpicadas sobre hortaliças cozidas e refogadas como brócolis e couve-flor e mesmo nas saladas de frutas. Podem ainda ser adicionadas ao molho de salada junto com óleo de gergelim. Alimentos podem igualmente ser empanados com gergelim e dourados em frigideira ou forno.

Cautela com as calorias

Apesar de não conter colesterol, 50% da composição do gergelim é gordura, embora insaturada. Aconselha-se consumir com moderação pois 100g da semente têm cerca de 570 calorias. É boa fonte de manganês, cobre, cálcio, magnésio, ferro, fósforo, vitamina B1, zinco e fibras ricas em lignanas que podem ajudar a prevenir o aumento de colesterol. As sementes ainda são ricas em vitaminas A e E e proteínas.

A sesamina, um composto que só é encontrado no gergelim, tem efeitos antioxidantes podendo ajudar a inibir a absorção de colesterol e a sua produção no fígado. As sementes de cor amarelo-pálido e pretas são as mais facilmente encontradas no Brasil.

Mais riquezas do gergelim
  • Juntamente com a soja, é o vegetal mais rico em lecitina, substância essencial para diversas funções do organismo;
  • Contém gorduras insaturadas que ajudam a diminuir o colesterol;
  • Proteinas (20 %) de alto valor biológico, formadas por 15 aminoácidos diferentes com elevada proporção de metionina (aminoácido essencial);
  • Vitaminas, especialmente E (tocoferol), B1 ou tiamina (0,1 mg por 100 g) e B2 ou riboflavina (0,24 mg por 100 g);
  • Minerais e oligoelementos diversos especialmente cálcio, fósforo, ferro, magnésio, cobre e cromo;
  • Mucilagens, ao que se deve a ação laxante suave;
  • Em alguns países, compõe bebida dada a mulheres que amamentam, para que produzam mais leite.

FONTE

dhonela

vida integral

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Sexo é bom e só faz bem!

Estudos comprovam o quanto manter uma vida sexual ativa
faz bem para a saúde. Ter uma vida sexual ativa e saudável
nunca fez mal a ninguém


A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos do orgasmo em nosso organismo e até sobre nosso comportamento. Para muitos males o sexo pode ser considerado até como um remédio, sem efeitos secundários ou contraindicações, de fácil acesso, grátis e eficaz.

Uma vida sexual satisfatória torna o ser humano mais feliz, em harmonia com o seu corpo e mente. Confira 20 benefícios e tenha razões de sobra para fazer mais sexo!

O sexo pode ser um tratamento de beleza. Quando uma mulher faz sexo o nível de estrogênio no corpo dela duplica, tornando a pele mais macia e o cabelo mais brilhante.

Melhora a relação. Todas as vezes que compartilha a experiência do sexo com alguém, o cérebro começa a associar a outra pessoa ao sentimento de prazer. O sexo pode ainda transformar uma relação, simplesmente por aumentar o número de vezes que se tem prazer com alguém.

O sexo pode fazer emagrecer. Rapidinhas de 20 minutos semanalmente significam 7.500 kcal anualmente, que é mesmo que gastaria se corresse 120Km. Uma sessão de sexo pode queimar cerca de 200 calorias, que é o mesmo que correr durante 15 minutos.

Previne doenças. Os hormônios de estrogênio liberados enquanto se faz sexo, contribuem para proteger o coração, bem como ajudam a prevenir a doença de Alzheimer e a osteoporose, enquanto a testosterona fortalece os ossos e os músculos.

Aumenta a expectativa de vida. Um estudo feito na universidade de Belfast feito com 1.000 homens de meia-idade demonstrou que o sexo regular aumenta a expectativa de vida. Na mesma faixa etária e saúde, aqueles que têm orgasmos mais frequentemente tem metade da taxa de mortalidade do que os homens que não tinham orgasmos tão frequentemente. Isto pode ser por causa da diminuição da taxa de hormônios do stress, após o ato sexual.

O sexo apura os nossos sentidos, especialmente o cheiro. Depois do orgasmo, um aumento na taxa de hormônios da prolactina faz com que as células cerebrais formem novos neurônios no bulbo olfativo, aumentando a capacidade olfativa.

A saúde mental e emocional é influenciada pelo sexo. A abstinência é fonte de ansiedade, paranóia e depressão. De fato, no caso de uma leve depressão, o corpo logo depois do sexo liberta endorfinas, responsáveis por diminuírem o stress, levando a um estado de felicidade.

Melhora a pele. Suar enquanto se faz sexo limpa os poros, tornando a pele mais limpa e diminuindo o risco de dermatites.

O sexo fortalece os músculos. Imagine o esforço feito pelos seus músculos durante aquelas flexões e elevações. Tudo depende das suas acrobacias na cama, mas será certamente mais divertido que correr numa esteira.

Você fica mais bonita. Quanto mais ativa for a sua vida sexual, mais atraente parecerá para as pessoas do sexo oposto. A alta atividade sexual faz com que o corpo libere mais feromônios, que é uma química que nos faz sentir atraídos pelo sexo oposto, são os químicos da paixão.

O sexo é um inibidor da dor. Mesmo antes do orgasmo, os níveis das hormônios de oxitocina aumentam cerca de 5 vezes mais, levando a uma libertação de endorfinas. Estes componentes químicos aliviam a dor, desde a menor dor de cabeça até dores de artrites, e tudo sem efeitos colaterais.

Acaba com a enxaqueca. As enxaquecas também tendem a desaparecer porque os vasos capilares tendem a se dilatarem quando se faz sexo. Por isso, lembre-se, quando tiver com dor de cabeça, não deixe essa desculpa te atrapalhar na hora do sexo.

Melhora o fluxo da urina. O sexo leva a um maior controle da bexiga, fortalecendo os músculos da pélvis, controlando melhor o fluxo da urina.

Ajuda a manter a taxa de colesterol. Fazer sexo regularmente baixa os níveis de colesterol, balanceando a taxa do bom colesterol e do colesterol ruim.

Previne a gripe. A atividade sexual diminui a possibilidade de ter constipações, como a gripe por exemplo. Sexo 1 ou 2 vezes por semana significa 30% a mais de anticorpos hemoglobina A, responsável pelo "trabalho" do sistema imunológico.

Combate alergias. Uma boa sessão de sexo pode ser um bom medicamento para tratar as alergias, dado que uma boa sessão de sexo é um anti-histamínico natural que ajuda a combater a asma e a febre.

Ajuda a esquecer os problemas. A oxitocina que é liberada pelo orgasmo, tem um efeito amnésico que pode ajudar a esquecer os problemas, que pode durar até cerca de 5 horas. As mulheres têm uma vantagem adicional, durante o orgasmo as partes do cérebro que geram o medo, ansiedade e o stress são desligadas; só que fingir o orgasmo não tem o mesmo efeito.

Ajuda a dormir melhor. Depois do orgasmo, especialmente à noite, fica-se com sono. O corpo fica completamente relaxado, podendo-se ter uma noite de sono mais descansada.

Melhora os dentes. Muito melhor que uma pasta de dentes, o plasma seminal em contato com os dentes previne as cáries dentárias, porque contém zinco, cálcio e outros minerais importantes para a prevenção das cáries.

Quer mais razões?! A melhor maneira de ter prazer naturalmente é o sexo!

FONTE

Ser Mulher

BONDE

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Alimentos para o Bebê



Logo que nasçam os dentes de seu bebê você pode começar a alimentar o mesmo, além das mamadas ou mamadeiras, mas cuidado para não começar muito cedo, pois isso pode ser desnecessário e ainda trazer um excesso de peso.

A melhor idade para isso é a partir dos 4 ou 6 meses (se puder inicie aos 6 meses). Comece com cereais como arroz e aveia, preparado como mingau.

Introduza os novos alimentos separadamente, um por vez, pois assim você vai saber se o bebê não se deu bem com algum dos alimentos.

E você pode preparar alem dos cereais purês de banana bem madura, bem amassadas, ou então de carne ou legumes.

Comer, comer é o melhor para poder crescer. Para seu filho se desenvolver bem, invista numa alimentação mais saudável, com frutas, legumes e verduras. Em papinhas ou sucos, eles são eficazes no tratamento de diversas doenças, como a anemia, a bronquite, a asma e a verminose.

Os alimentos também contribuem para uma gravidez melhor e podem diminuir os desconfortos comuns nos nove meses, como prisão de ventre e a náusea.

Nos dias mais frios, uma deliciosa sopa. No verão, um suco de laranja com beterraba ou morango com cenoura. Supersaborosos e nutritivos para toda a família. Aproveite!


Veja o poder que eles têm
  • Abacate: facilita a digestão. Consumido diariamente, combate o reumatismo e reduz o ácido úrico.
  • Abacaxi: desintoxica e tem efeito diurético.
  • Abóbora: controla o nível de glicose, colesterol e gordura no sangue, além de regular o intestino. As sementes são eficazes contra o verme Taenia saginata (solitária).
  • Acelga: crua, é ótima no combate a anemia, asma, diarréia e acúmulo de bile na vesícula biliar. Cozida, serve para cistite aguda.
  • Agrião: ingerido cru, tem efeito tônico nos brônquios e pulmões, além de auxiliar no combate a faringite e processos infecciosos da boca e garganta. Cozido, ajuda a desintoxicar. O suco combate a tuberculose, anemia, pneumonia e as bronquites em geral.
  • Alcachofra: estimula o funcionamento do fígado e dos rins, combate o reumatismo e reduz o ácido úrico.
  • Alface: abre o apetite e estimula as funções digestivas. Tem efeito diurético, calmante e depurativo.
  • Alho: evite fritar. Melhor utilizá-lo cru, nos alimentos já prontos. Tem ação depurativa, diurética e digestiva. Previne as tromboses, purifica as mucosas e evita a formação de catarro. Também combate o excesso de ácido úrico, o reumatismo, a pressão alta e a arteriosclerose. Esses efeitos são obtidos com o consumo de dois a três dentes de alho diariamente. Durante a amamentação, reduza o consumo, pois pode causar gases no bebê.
  • Ameixa fresca: comida em abundância, é útil para tratar de resfriado.
  • Amora: diurética, laxativa e expectorante.
  • Aveia: contra o reumatismo e problemas inflamatórios das vias urinárias.
  • Azeitona: a preta e o azeite de oliva têm efeito laxante. Já a verde prende ligeiramente o intestino.
  • Banana: regula o intestino nos casos de diarréia. Também é rica em potássio, podendo evitar a cãibra.
  • Batata: o núcleo da batata crua é bom para as picadas de insetos e irritações cutâneas.
  • Berinjela: diurético e desobstruidor das vias biliares. Experimente no suco.
  • Beterraba: o sumo cru combate a anemia e fortifica. Além disso, é útil em casos de infecções crônicas, e eficaz contra tumores.
  • Brócolis: combate anemia e infecções, é laxativo, emoliente e tônico.
  • Caju: contra as diarréias crônicas e agudas e o diabetes.
  • Caqui: combate a falta de vitaminas A e B, anemia e obesidade. Eficaz também no tratamento do diabetes. A polpa tem efeito laxante.
  • Cebola: permite ao organismo manter-se forte e saudável. O uso constante, de preferência crua, combate a tosse, anemia, doenças das vias respiratórias, problemas do estômago, fígado e rins.
  • Cenoura: contra problemas dos olhos, pele, cabelos, ossos, fígados e bexiga.
  • Coco: a polpa do coco verde ou seco evita os vermes e combate a diarréia. A água é reguladora dos intestinos, além de prevenir e tratar a desidratação.
  • Confrei: combate a prisão de ventre, asma, anemia, alergia, úlcera gástrica e duodenal, o excesso de ácido do estômago, várias doenças de pele e a desnutrição. Prefira consumi-lo na salada crua.
  • Couve: combate a anemia, as úlceras gástricas e duodenais. Tem efeito sobre o mau funcionamento da vesícula biliar, cálculos renais e hemorróidas. Deve ser comida, de preferência, crua.
  • Damasco: fortalece dentes, unhas e cabelos. Útil contra a anemia e cirrose do fígado.
  • Dente-de-leão: tem ação semelhante ao confrei. Indicado para combater a anemia e as fraquezas em geral.
  • Ervilha: auxilia no tratamento do diabetes e nos problemas digestivos ligados ao pâncreas.
  • Espinafre: evita a prisão de ventre e ajuda a combater a obesidade e a anemia.
  • Figo: cozido com leite, é um bom remédio para úlceras gástricas, inflamações da boca e da laringe, tosse e bronquite. Além disso, tem efeito laxante. Se consumido cru, em jejum, age contra os vermes.
  • Goiaba: indicada para tratar as úlceras duodenais e a diarréia.
  • Laranja: ação depurativa. Limpa o organismo, desintoxica e favorece a digestão de alimentos gordurosos. Combate gengivite, reumatismo, ácido úrico, obesidade, pressão alta, fraqueza orgânica e febre, além de ser cicatrizante.
  • Leite de soja: riquíssimo em nutrientes, é recomendado àqueles que têm alergia à proteína animal.
  • Lentilha: combate a anemia.
  • Limão: tem efeito semelhante ao da laranja. É adstringente, anti-séptico, antiinflamatório, sudorífero e antifebril. Combate pressão alta, obesidade, reumatismo em geral, catarro respiratório, asma, bronquite, rinite, febres e inflamações dos olhos.
  • Maçã: ajuda a digestão, combate anemia, diarréia e a formação de úlceras no estômago. O sumo da maçã tem ação antifebril.
  • Mamão: regula as funções do intestino. O uso constante combate a formação de pedras na vesícula.
  • Mandioca: a farinha combate a diarréia.
  • Melancia: diurético, bom também para o fígado e o intestino.
  • Manga: diurética e útil contra bronquite, tosse e catarro.
  • Melão: diurético, combate problemas de fígado, rins e ajuda a eliminar cálculos renais.
  • Milho: ação tônica e fortificante.
  • Morango: diurético e também útil em casos de doenças degenerativas, reumatismo, cálculos renais, bronquite, pressão alta, anemia, altas taxas de ácido úrico e colesterol.
  • Nabo comprido: diurético e útil no tratamento da obesidade, problemas dos olhos, colesterol, reumatismo e anemia. Regula a pressão arterial.
  • Nozes: fortificante e útil no tratamento do reumatismo e do excesso de ácido úrico.
  • Pepino: estimula o apetite e fortalece cabelos, unhas e pele, além de combater inflamações dos olhos.
  • Pêra: desintoxica e é diurética.
  • Pêssego: estimulante, laxativo e diurético.
  • Quiabo: rico em ferro, e indicado para gestantes.
  • Rabanete: diurético e ajuda a normalizar as funções dos rins e a digestão, além de purificar o sangue e eliminar o catarro das vias respiratórias.
  • Repolho: contra as náuseas da gravidez.
  • Romã: efeito adstringente e diurético. Combate a diarréia.
  • Salsa: eficaz para todos os casos de infecções e inflamações causadas por bactérias, vírus ou fungos.
  • Uva: ajuda a purificar o sangue, elimina o excesso de toxinas. Útil também no combate à acidez estomacal.
  • Vagem: tonificante, usado contra a fraqueza.
Apresentação dos primeiros alimentos ao bebê
Depois de um longo período em que o pequeno se alimenta apenas de leite materno, saiba como incorporar as papinhas, as sopinhas e as frutas ao cardápio.

Aos 6 meses, uma grande mudança acontece na vida do pequeno: além do leite materno, ele passa a saborear papinhas, sopas e frutas. Essa adaptação nem sempre é fácil. Algumas crianças, simplesmente, não aceitam a novidade. Para ajudar mãe e filho nessa transição, reunimos dicas preciosas de nutricionistas e pediatras. A ideia é tornar a hora da refeição um momento prazeroso e cheio de descobertas para a garotada. Bom apetite!

1. Hábitos alimentares saudáveis começam pela amamentação
Até os 6 meses, nada de água, chás e sucos, somente leite do peito. Além de nutrir, imunizar e estreitar laços afetivos, o alimento materno deixa lições que a criança guarda para o resto da vida. Uma das mais importantes delas é a chamada autorregulação. Ao decidir quanto e quando vai mamar, o recém-nascido aprende a lidar com a saciedade, o que reduz e muito o risco de obesidade no futuro. Aliás, um deslize bastante comum nessa fase é associar sempre o choro à fome. Dar o peito toda vez que o pequeno abre o berreiro pode fazer com que ele recorra à comida a cada frustração da vida. Nessa fase, seu filho também já começa a ter contato com os diferentes sabores dos alimentos. Isso acontece porque o gosto do leite muda conforme a dieta da mãe. Portanto, é absolutamente recomendável que a família siga uma alimentação balanceada, fugindo da monotonia.

2. Nada de substituir o leite materno pelo leite de vaca integral
Na impossibilidade de amamentar, os pais devem fornecer fórmulas infantis prescritas pelo pediatra. Isso vale especialmente para o primeiro ano de vida. Nada de substituir o leite materno pelo leite de vaca integral, o que pode comprometer o desenvolvimento da criança, deixando sequelas. De acordo com os especialistas, o consumo da bebida láctea de origem animal nessa fase pode levar à sobrecarga renal devido ao excesso de proteína e sódio. Sem contar no baixo fornecimento de ácidos graxos essenciais, ferro, zinco e algumas vitaminas. Em outras palavras, há o risco de problemas cognitivos, anemia, prejuízo ao crescimento, falta de proteção contra infecções e mais vulnerabilidade a doenças crônicas.

3. Ao preparar a papinha, não use o liquidificador
O sexto mês marca uma mudança importante na dieta de uma criança. É o período em que os pais devem introduzir as papinhas na rotina alimentar dos filhos. Tanto salgadas como doces. Serão, em média, quatro mamadas para duas papas. Aqui uma dica importante é jamais usar o liquidificador, que tritura sem piedade qualquer ingrediente. Os pediatras seguem uma receita clássica: a papinha deve ser pastosa, mas não totalmente liquefeita. Em outras palavras, você terá de peneirar, ralar, raspar, espremer ou amassar os alimentos nessa primeira etapa. Não existe restrição em relação às frutas a serem usadas, embora muitos evitem as mais ácidas - preferem a laranja-lima, por exemplo. Seja como for, a principal preocupação é que elas sejam frescas, in natura e, de preferência, da estação.

4. A primeira papa salgada deve ser oferecida junto com a doce
Se a criança não aceitar bem a novidade, complemente a refeição com o leite materno. Entre os grupos de alimentos que podem ser cozidos, peneirados e amassados, estão as principais categorias: cereais ou tubérculos, leguminosas, carne (vaca e frango) e hortaliças (verduras e legumes). O óleo vegetal deve ser usado em menor quantidade. As sopinhas podem ser preparadas, por exemplo, com batata, cenoura, caldo de músculo, cebola, sal e azeite. Pode-se também incluir outros legumes, folhas e carnes. Fica o recado: é imprescindível usar alimentos frescos e tomar cuidado com o excesso de sal, além de evitar temperos fortes, como a pimenta.

5. Ofereça água e suco no copo
Nessa fase, o bebê também deve começar a tomar água e sucos naturais, sem a adição de açúcar. Procure oferecer, no máximo, 100 mililitros por dia. Sempre no copo para não ameaçar a amamentação com a confusão de bicos. Os sucos, principalmente os de frutas cítricas, devem ser oferecidos após as refeições para melhorar a absorção do ferro, presente, por exemplo, na carne vermelha, no feijão e nas folhas verde-escuras. Jamais substitua os alimentos sólidos por bebidas. Para matar a sede, dê a água e não o suco.

6. Use vários tipos de peneira
Depois que o novo cardápio já entrou na rotina alimentar da criança, suas refeições se resumirão a três mamadas e três papinhas, duas salgadas e uma doce, além dos sucos e da água. Para graduar a consistência das sopinhas, vale a pena investir em diferentes peneiras. A ideia é usar telas com entrançamentos cada vez menos estreitos, permitindo que os alimentos fiquem paulatinamente mais endurecidos.

7. Nada de festa se o pequeno raspou o prato
A introdução dos alimentos sólidos pode gerar estranhamento e estresse na criança. Leve isso em consideração ao colocá-la no cadeirão. Com o tempo, ela deve se render aos prazeres da comida, mas, até lá, tenha bastante paciência. Fuja dos modelos de recompensa e de ameaça. Quer dizer, nada de festa se raspou o prato ou broncas porque cuspiu a comida. O ambiente deve ser o mais tranquilo e aconchegante possível na hora da refeição. O cansaço, a irritação e o nervosismo dos pais interferem no humor do bebê. Adotar horários fixos também é importante, assim o organismo do pequeno vai se acostumando à rotina.

8. Aos 9 meses, separe os alimentos
Do nono mês até o primeiro ano de vida, o bebê deve passar gradativamente para a refeição da família, com ajuste apenas na consistência dos alimentos. Não é preciso lembrar a importância dos hábitos alimentares da casa na dieta dessa criança. Se os pais comem lasanha congelada, sanduíches e pizza vários dias por semana, a criança terá dificuldades para criar uma dieta saudável. O cardápio deve ter alimentos variados, coloridos e frescos. A monotonia é outro risco que deve ser evitado, sob pena de o pequeno se tornar seletivo demais. Uma dica valiosa é separar os alimentos para que ele sinta o gosto de cada um. Se possível, prepare refeições que encham os olhos. Vale, inclusive, optar por pratos infantis, que já vêm com divisórias. Procure também deixar seu filho apreciar o aroma da comida, feita na hora. Tudo isso vai despertar os sentidos dele. Ah, a reunião de toda a família à mesa é mais um fator a favor da alimentação saudável.

FONTE

TOP BABY

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REVISTA ABRIL

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Andiroba


A andiroba é nativa da Amazônia, sendo muito utilizada pelas populações da região Norte do Brasil. O óleo e as gorduras da planta são extraídos e utilizados para a produção de: repelente de insetos, antisépticos, cicatrizantes e antiinflamatórios.

Popularmente, o óleo da andiroba é utilizado para contusões, inchaços, reumatismos e cicatrizações, esfregando-se sobre o local machucado. Como repelente, há quem passe o óleo sobre a pele e quem queime o bagaço para espantar os insetos. Na indústria cosmética, usa-se o óleo em sabonetes, xampus e cremes. O óleo é usado também como reconstituinte celular da pele, eliminando inflamações e dores superficiais.

Os benefícios da andiroba são reconhecidos oficialmente pelo Ministério da Saúde do Brasil, que definiu a planta como possuidora de propriedades fitoterápicas. Conheça mais sobre as propriedades da andiroba.
 
A Andiroba (Carapa guianensis Aubl.) é uma árvore alta que cresce a uma altura de até 25 metros. As sementes de Andiroba fornecem um óleo amarelo com propriedades insetífugas e medicinais.

  • Repellente natural dos caboclos
O método tradicional para produção do óleo de Andiroba é colher as sementes que, após ter caídas da árvore, flutuam no rio. Em seguida, as sementes são fervidas. Depois de duas semanas o óleo é extraído com uma simples prensa chamada "tipiti".

O óleo de Andiroba é usado pelos indígenas misturado com corante de urucum (Bixa orellana L.) para repelir insetos, e como medicamento contra parasita do pé.

  • Medicina tradicional
A casca é utilizada para o preparo de um chá contra febre, o qual também serve como vermífugo. Transformada em pó, trata feridas e é cicatrizante para afecções da pele. Os caboclos fazem um sabão medicinal com o óleo bruto, cinza e resíduos da casca de cacau. Além de ser empregado na fabricação de sabão, também fornece um ótimo combustível utilizado para iluminação nas áreas rurais.

O óleo é muito usado na medicina doméstica para fricção sobre tecidos inflamados, tumores e distensão muscular. Além disso, sabe-se aindaque o óleo da andiroba é utilizado como protetor solar e a casca e a folha servem contra reumatismo, tosse, gripe, pneumonia, depressão.

  • Velas repelentes
A fabricação de velas repelentes de insetos, especialmente os mosquitos do gênero Anopheles, transmissores da malária, surge como um grande potencial. Recentemente descobriu-se que as velas feitas com andiroba espantam o mosquito que transmite a dengue (Aedes aegytpi).

Estudos científicos corroboram com a medicina tradicional em relação as inúmeras propriedades medicinais...

A andiroba forma parte do elenco de plantas medicinais sendo estudados pela "Central de Medicamentos" (CEME) do Brasil. Ela pode ser utilizada no combate as infecções do trato respiratório superior, dermatites, lesões dermáticas secundárias, úlceras, escoriações, e tem propriedades cicatrizantes e antipiréticas. O óleo de Andiroba é utilizado em vários produtos para tratamento de cabelo, deixando o cabelo sedoso e brilhoso.

Na indústria farmacêutica homeopática, onde está sendo comercializado na forma de cápsulas, é utilizado para diabetes e reumatismo, e o bálsamo para uso tópico de luxações e na fabricação de sabonetes medicinais.

Bibliographia
Correa, Pio. Dicionario de Plantas Uteis do Brasil e Exoticas Cultivadas Vols 1-6, Brasilia: IBDF. 1984
Taylor, Leslie. Herbal Secret's of the Rainforest, Prima Publishing, Inc., 1998.

  • O Óleo de Andiroba
Também conhecido como bálsamo de andiroba, o óleo de andiroba é obtido das sementes da Andiroba - Carapa guianensis, árvore de grande porte conhecida como rainha da floresta (pode chegar a 30 metros de altura) encontrada desde o Paraguai até a América Central, ocorrendo principalmente em áreas úmidas da região amazônica.

"Uso tradicional”
O uso do óleo de andiroba remete aos índios brasileiros, como os Mundurukus que usavam o óleo na mumificação da cabeça de inimigos ou os Wayãpi e Palikur que, assim como outras etnias, usavam na remoção de carrapatos e piolhos.

Em contato com os primeiros colonizadores os índios indicaram as diversas possibilidades de aplicações presentes ainda hoje nos estados da região Norte como combustível de iluminação, base para sabão caseiro, antiinflamatório, repelente de insetos, proteção de madeira contra cupim e muitas outras.

Da Andiroba urtiliza-se a casca e as folhas para o preparo de chá com poderosa ação diurética que limpa rins e bexiga, contra febre e também como vermífugo.

Caboclos amazônicos fazem sabão medicinal com óleo de andiroba bruto, cinza e resíduos da casca de cacau e utilizam no tratamento de picadas de animais venenosos como cobras, escorpiões, abelhas e aranhas.

Usos não ligados a fins medicinais são como combustível para iluminação em áreas rurais e na fabricação de velas repelentes de insetos, cuja queima não produz fumaça tóxica ou fuligem, não tem cheiro e afasta mosquitos hematófagos, como por exemplo os gêneros Culex, Aedes Anopheles, piuns e borrachudos (resultado de pesquisas realizadas na Fiocruz).

"Extração ecológica”

A andiroba floresce uma vez por ano, entre os meses de agosto e outubro, logo, não existe disponibilidade contínua de sementes. O método de extração não afeta a árvore e é totalmente sustentável: é feita a coleta primitiva onde as sementes que caem das árvores e ficam boiando nos rios e igarapés são recolhidas, fervidas e armazenadas até a casca apodrecer.

Uma vez com as cascas podres, as sementes de andiroba são prensadas para extração do óleo. Cada árvore produz em média 200 quilos de sementes por ano, enquanto 6 quilos de sementes rendem 1 litro de óleo de andiroba, ou seja 33,3Lt de óleo anuais por árvore adulta.

"Fitoquímica”

A extração do óleo de Andiroba feita a partir da compressão das sementes cozidas possui rendimento de 1/6 do peso original.

O óleo de andiroba tem uma composição média de:

- ácido mirístico – 18%;

- ácido palmítico – 9 a 12%;

- ácido oleico – 56 a 59%;

- ácido linoleico – 7,5 a 9,5% .

"Na massoterapia”

Massagem com Óleo de Andiroba - Se você é amante de uma boa massagem, provavelmente já ouviu falar do óleo de andiroba... o uso do óleo em massagem deve-se a sua ação antiinflamatória e cicatrizante, uma vez que a ação do fitoativos presentes no óleo são potencializadas quando ele é aplicado junto com movimentos de massagem.

Assim, além de ser relaxante, a massagem feita com óleo de andiroba apresenta como vantagens o alívio de dores (coluna, muscular e outras) e inflamações corporais localizadas.

"Como fitocosmético”

Em formulaçõs de fitocosméticos o óleo de andiroba é usado na concentração de 2 a 5% em produtos de massoterapia, óleos corporais, cremes, hidratantes, xampus, condicionadores, loções e géis.

O uso do óleo de Andiroba em produtos para tratamento de cabelo, deve-se ao fato de deixar o cabelo sedoso e brilhoso.

"Perigo no Uso Caseiro”

Recente pesquisa feita nas Universidades Federais de Pernambuco e do Pará indicou que tomar o óleo de andiroba (consumo por via oral) continuamente pode afetar o fígado.

O resultado do trabalho indicou que a ingestão provoca inchaço no fígado, sinal de provável intoxicação hepática (REF. Acute and subacute toxicity of the Carapa guianensis Aublet (Meliaceae) seed oil – Journal of Ethnopharmacology – Volume 116, No. 3, 2008).
  • Propriedades:
A andiroba possui diversas propriedades medicinais e cosméticas. A planta pode ser utilizada no combate das infecções respiratórias, dermatites e úlceras, além de funcionar como cicatrizante e antitérmico.

A casca e as sementes da andiroba possuem meliacinos, que são compostos muito amargos que têm importante função em nosso organismo:

estudos realizados nos EUA e Europa mostraram que os meliacinos combatem a artrite e o cancro uterino;
essas substâncias também têm ação antiinflamatória e antireumática;
os meliacinos também agem como inseticida, funcionando como repelente de insetos.

Um pesquisador americano registrou recentemente a patente da utilização da andiroba no tratamento das celulites. Estudos mostraram que os lipídios presentes na andiroba são capaez de inibir enzimas responsáveis pelo acúmulo de gorduras e conversão das nossas células em adipócitos.

Modo de usar

A infusão das folhas e decocção da casca da andiroba podem ser utilizadas no tratamento de diversas doenças como o reumatismo, febre, inflamação e cicatrização de feridas. Mas fique atento: muitos estudos comprovam as propriedades medicinais da andiroba, mas seu uso não substitui a consulta com um bom médico. Com doença não se brinca!

FONTE



sábado, 5 de novembro de 2011

Óleo de Coco


O óleo de coco extra virgem é o único óleo vegetal que apresenta alta concentração de ácido láurico, mesma substância encontrada no leite materno e que fortalece o sistema imunológico. O consumo regular do ácido láurico protege o corpo de bactérias, vírus, fungos e protozoários e ajuda a regularizar as funções intestinais, tanto no caso de diarréia como no de constipação.


O alimento também é indicado para quem precisa emagrecer, já que tem uma leve ação termogênica. Estudos feitos com o óleo no Departamento de Nutrição da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, apontam que a substância, como parte de uma dieta equilibrada, diminui o desejo de comer doces e alimentos gordurosos.
 
10 MOTIVOS PARA CONSUMIR O ÓLEO DE COCO EXTRA VIRGEM

1 - Ação ANTIOXIDANTE – Colabora na diminuição da produção de “Radicais Livres”! Isto se deve principalmente a ação direta da vitamina-E presente na “Gordura de Coco Extra Virgem” composta por 8 frações desta vitamina; 4 tocotrienóis (alfa, gama, delta e teta) e 4 tocoferóis (alfa, gama, delta e teta).

Contrário a outras gorduras, principalmente em relação aos óleos poliinsaturados, a gordura de coco diminuiu as necessidades de vitamina E do organismo.

2 – COLESTEROL - Ajuda na redução do mau COLETEROL – LDL e evita que o mesmo se oxide. Por outro lado, promove a elevação do bom COLESTEROL - HDL contribuindo assim na prevenção e tratamento das doenças cerebrais e cardiovasculares.

3 – Colabora no processo do EMAGRECIMENTO – De fácil absorção, a gordura de coco é a melhor fonte de TRIGLICERIDEOS DE CADEIA MÉDIA, não necessita de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado, estes triglicerídeos rapidamente se transformam em energia, desta maneira não se depositam no organismo. Por isso ela é considerada “termogênica”, ou seja, capaz de gerar calor e queimar calorias. Esta propriedade, aliada a capacidade que a gordura de coco tem de estimular a glândula tireóide, aumenta o metabolismo basal e, conseqüentemente: EMAGRECE!

4 – Melhora o sistema IMUNOLÓGICO - agindo na prevenção e no combate aos VERMES –BACTÉRIAS e FUNGOS, restabelece a energia “roubada” por estes agentes. Conseqüentemente melhora a absorção dos nutrientes aumentando todas as defesas do organismo. A gordura de coco apresenta a maior concentração de Ácido Láurico, dentre todas as gorduras vegetais.

Em outras palavras, é o mesmo ácido graxo presente no leite materno!

No organismo o Ácido Láurico é convertido em monolaurin que tem ações para combater inúmeras infecções. Mais recentemente em 1992, Isaacs e colaboradores confirmaram todos estes estudos.

Ainda em relação ao ácido láurico, veja a declaração da Dra. Mary Enig, uma das maiores autoridades mundiais em relação a estudos sobre gorduras, principalmente no que se refere à GORDURA DE COCO EXTRA VIRGEM, leia-se ÀCIDO LAURICO. Este artigo foi por ela publicado em setembro de 1995 no “Indian Coconut Journal”:

“O MONOLAURIN, cujo precursor é o àcido LÁURICO (C-12), destrói a membrana lipídica que envolve os vírus e, também ele inativa bactérias, levedura e fungos.” E acrescentou: “Dentre os ácidos graxos saturados, o ácido láurico tem mais atividade anti-viral do que os ácidos caprílico (C-10) e mirístico (C-14). A ação atribuída ao MONOLAURIN é que ele solubiliza (dissolve) as gorduras...do envolve que envolve os vírus, destruindo assim sua capa protetora”. (Estes números e o C - significam a quantidade de átomos de carbono dos ácidos graxos).

Dentre centenas de outros trabalhos científicos, hoje a GORDURA DE COCO EXTRA VIRGEM é capaz de ajudar a combater uma infinidade de bactérias, leveduras, fungos e vírus, tais como: sarampo, herpes, estomatite vesicular e Cytomegalovirus (CMV), Epistein Bar vírus, vírus da hepatite C (HCV), AIDES (HIV), H. pylori, giárdia, cândida, cryptosporidium e outros parasitas intestinais.

5 – Regula a FUNÇÃO INTESTINAL – Tanto nos casos de prisão de ventre ou mesmo nas diarréias, os componentes da gordura de coco agem normalizando as funções intestinais. Ao mesmo tempo o ácido láurico, através do monolaurin, ajuda a eliminar as bactérias patogênicas (inimigas), protegendo e favorecendo o crescimento da “flora amiga”.

6 – Tireóide - Melhora o funcionamento da TIREÓIDE, tendo ainda ação “Anti-Envelhecimento” – Estudos realizados há mais de 30 anos comprovaram que a gordura de coco estimula a função da glândula TIREÓIDE. O bom funcionamento da TIREÓIDE faz com que especificamente o mal COLESEROL – LDL, através de processo enzimático, produza os hormônios antienvelhecimento: PREGNENOLONA, PROGESTERONA e DHEA (dehidroepiandrosterona). Todas estas substâncias são necessárias na prevenção de Doenças Cardiovasculares, Senilidade, Obesidade, Câncer dentre outras doenças crônicas relacionadas à idade.

7 - Ação COSMÉTICA – A maioria das loções e cremes comerciais é constituída predominantemente de água. Estas preparações úmidas são rapidamente absorvidas pela pele seca e enrugada. Assim que a água entra na pele, o tecido é expandido como um balão com água, então as rugas desaparecem e a pele se torna mais macia. Porém, tudo isto é temporário. Em poucas horas a água é absorvida e levada para a corrente sangüínea e, tanto a secura como as rugas reaparecem. Além de não resolver o problema de hidratação e das rugas, estes cremes ou óleos refinados estão quase sempre oxidados, trazendo consigo uma montanha de radicais livres, que agravam cada vez mais o tecido elástico da pele tornando-a mais envelhecida.

A gordura de coco pode ser aplicada diretamente sobre a pele e mesmo nos cabelos, funcionando com um “condiocinador” natural, para isso é só massagear os cabelos com 1 colher das de sobremesa antes do banho. Além de hidratar a pele e não conter radicais livres, previne rugas numa verdadeira ação antienvelhecimento. Isto se deve a “lubrificação” da pele, permitindo que os nutrientes do sangue cheguem até ela.

8 – Ação Dermatológica – Além do poder bactericida na pele, pode ser utilizada como cicatrizante de feridas, picadas de insetos, alívio em queimaduras e, sobretudo nos eczemas e dermatites de contato, bem como no tratamento do herpes e candidíase.

9 – Diabéticos – Controla a compulsão por CARBOIDRATOS – Assim como os alimentos ricos em fibras ajudam a manter níveis estáveis de insulina no sangue, conseqüentemente facilitando a vida dos DIABÉTICOS, a gordura de coco proporciona uma sensação de saciedade ainda maior e, acima de tudo não estimula a liberação de insulina, contribuindo desta forma para diminuir o “craving” compulsão por carboidratos, principalmente a doces.

Contrário aos demais óleos poliinsaturados que dificultam a entrada da insulina e nutrientes para dentro das células, deixando-as literalmente “famintas”, a gordura de coco “abre as suas membranas”, não somente permitindo que os níveis de glicose e insulina se normalizem, como também melhorando sua nutrição, restabelecendo os níveis normais de energia.

10 –– Fadiga crônica e Fibromialgia -Até recentemente estas duas entidades não eram reconhecidas pela medicina tradicional. Somente agora após uma grande divulgação na mídia da melhora clínica de milhares de pacientes, é que o tradicional “stablischment”, deu mão a palmatória, chegando mesmo a ser reconhecida pelo FDA, quando liberou um medicamento para combater este mal.

Estas duas entidades muitas vezes se confundem e, há autores que afirmam que ambas têm a mesma etiologia. Porém a esmagadora maioria da classe médica ainda insiste em afirmar que estas duas afecções são na realidade um quadro depressivo mascarado, devendo por isso mesmo ser tratada com antidepressivos.

Enquanto na Fibromialgia predomina o sintoma DOR, na Síndrome da Fadiga Crônica, o CANSAÇO é a tônica. Em outras palavras:

FADIGA CRÔNICA = (Sinônimo de) CANSAÇO

FIBROMIALGIA = (Sinônimo de) DOR

A Fibromilagia pode ser considerada um processo reumático, que freqüentemente acomete o pescoço, região lombar, ombros, nuca, parte superior das coxas, joelhos, nádegas, cotovelos e parte superior do tórax. É importante lembrar que os fenômenos dolorosos podem acometer qualquer parte do corpo.

Tanto a dor quanto o enrijecimento matinal é mais acentuado pela manhã, que muitas vezes é acompanhado de: insônia, dor de cabeça, depressão, mente embotada, desorientação, alterações digestivas, tonteiras, ataque de pânico e vermelhidão facial.

O sistema imunológico de uma pessoa afetada, freqüentemente é hipersensível a muitos fatores, tornando o indivíduo hiperalérgico a muitos alimentos. Estes sintomas podem ser agravados por outras alergias, falta de sono, estresse e infecções agudas.

Dentre as causas associadas a estas duas patologias destacamos: Herpes Zoster, Epstein – Barr Virus (o vírus do beijo), Mononucleose infecciosa, Resfriados e Estados Gripais, Deficiência nutricional, Intoxicações por metais pesados (mercúrio, chumbo, arsênico, cádmio, flúor, cloro, dentre outros), finalmente a deficiência de sais minerais e, o eterno desafio do homem, o estresse!

Hoje, a gordura de coco EXTRA – VIRGEM, talvez seja uma das melhores soluções para combater a Síndrome da Fadiga Crônica e Fibromialgia.

Os ácidos gordurosos de cadeia média, sobretudo o Láurico, podem eliminar vírus como os do Herpes e Epstein-Barr, que se acredita sejam os grandes responsáveis por estas entidades. Combate e ajuda eliminar cândida, giárdia e ameba. Ainda eliminam uma grande quantidade de vírus, bactérias e até mesmo certos vermes que podem estar relacionados à estas duas patologias.

A grande maioria dos médicos acreditam que não é um único tipo de vírus ou bactéria os responsáveis pela Síndrome da Fadiga Crônica e, mesmo da Fibromialgia, mas sim, a combinação de vários agentes e fatores. Nestas condições a gordura de coco age neutralizando uma gama enorme destes agentes infecciosos. Melhora o sistema imunológico, elimina o estado de ESTRESSE sofrido por ele. Em fim, por aumentar nosso metabolismo e por recuperamos nossa energia plena, nos sentimos “mais jovens”, com capacidade para realizar nossos sonhos !

Lembre-se que não há contra-indicações para seu uso, na dúvida, consulte seu médico.

Sérgio Puppin, MD.
Cardiologista e Nutrólogo CRMRJ 52-133209

FONTE

oleodecoco