Mostrando postagens com marcador Menopausa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Menopausa. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Vitamina D reduz risco de menopausa precoce


Segundo pesquisa da Universidade Harvard, o consumo de vitamina D e leite de vaca pode contribuir para retardar o processo

Os hormônios do leite também podem implicar no atraso do envelhecimento ovariano. (iStock/Getty Images)

Uma alimentação rica em peixes oleosos, como salmão, atum e sardinha, e ovos – ricos em vitamina D – pode evitar a menopausa precoce. De acordo com estudo publicado no periódico científico American Journal of Clinical Nutrition, o consumo de vitamina D através de alimentos e suplementos pode reduzir o risco da menopausa antes dos 45 anos em até 17%. Já os alimentos ricos em cálcio mostraram uma redução de 13%.

Estudos anteriores já haviam sugerido que a vitamina pode retardar o envelhecimento dos ovários. Cerca de uma a cada dez mulheres enfrenta a fase da menopausa precoce – antes dos 45 anos -, aumentando os riscos de osteoporose, doenças cardíacas e diminuindo a fertilidade.

O estudo

Pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, analisaram 116.430 mulheres que trabalharam na área da saúde durante duas décadas. Durante esse período, as participantes registraram sua dieta em cinco ocasiões e 2.041 mulheres entraram na menopausa.
Resultados

Os resultados, levando em conta peso e histórico de amamentação, revelaram que aquelas que consumiram maior quantidade de vitamina D apresentaram um risco 17% menor para a antecipação do período fisiológico do que as outras. Já o consumo de cálcio foi associado a uma redução de 13% na probabilidade de menopausa precoce.

Acredita-se que o consumo de cálcio relacionado a redução da menopausa precoce pode ser explicada pela quantidade de hormônios no leite de vaca, retardando as mudanças hormonais naturais da mulher.

Em relação à vitamina D, segundo os autores, existem boas evidências de que a substância acelere a produção de hormônios que retardam o envelhecimento ovariano e a idade em que a mulher perde a capacidade reprodutiva. Isso é importante pois a menopausa surge justamente quando a mulher não produz mais óvulos.

“Acreditamos que o cálcio poderia influenciar, também, a idade ovariana porque no leite está presente hormônios como a progesterona, que pode ajudar a reduzir esses riscos“, explicou Alexandra.

Nos Estados Unidos, leite e queijo são fortificados com vitamina D. Segundo os pesquisadores, foram os laticínios os principais alimentos que indicaram a redução do risco de menopausa precoce e o resultado poderia ser diferente em outros países. No entanto, mais pesquisas são necessárias para comprovar se a ingestão de suplementos de vitamina D realmente afeta o atraso da menopausa.

“A menopausa precoce não só está associada a um maior risco de doenças cardiovasculares, osteoporose e Alzheimer, como pode afetar as chances de conceber anos antes do aparecimento dos sintomas”, disse Alexandra Purdue-Smithe, uma das autoras da pesquisa, ao Daily Mail.

Uma mulher que entra na fase da menopausa aos 43 anos, por exemplo, pode enfrentar problemas de fertilidade por volta dos 33 anos. “Estudos procuram por algo que possa reduzir esses riscos. E a dieta, que pode ser facilmente alterada, tem grande implicação na saúde da mulher.”

FONTE

http://veja.abril.com.br/saude/vitamina-d-reduz-risco-de-menopausa-precoce-revela-estudo/

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Sintomas da Menopausa


Você conhece os sintomas da menopausa? Pode estar chegando a sua vez! Existem alguns sintomas fáceis de diagnosticar. O assunto que abordaremos hoje é um tanto delicado para muitas mulheres. Pensar em entrar na menopausa faz com que algumas sintam-se velhas e, muitas vezes, o psicológico pode ser nosso pior inimigo.

Quando chegamos à menopausa, significa que estamos deixando para trás a nossa fase de reprodução e, apesar de esse momento ser ignorado pela maioria das mulheres que ainda não entrou nele, é algo ao qual deve se dar uma certa atenção.

Algo que passa desconhecido por grande parte de nós é a perimenopausa. Você já ouviu falar?

A perimenopausa é o momento em que os nossos órgãos reprodutivos começam a deixar de funcionar para a reprodução propriamente dita. Nossas produções de progesterona e estrogênio começam a sofrer alterações, causando uma irregularidade menstrual e, consequentemente, a irregularidade na frequência da ovulação.

Esse período geralmente dura dois anos e pode acontecer a qualquer momento entre os 40 e os 50 anos da mulher. A diferença da perimenopausa e a menopausa é que, durante a primeira, a mulher ainda possui a chance de engravidar, já que, apesar de serem mais raras, as ovulações ainda acontecem.

É como se a perimenopausa fosse a porta de entrada da menopausa. E junto com a alteração do ciclo menstrual, ela pode ser a primeira fase em que a mulher sofre muitas alterações hormonais, alterando também o seu humor. Tristeza, depressão, ansiedade, aumento de peso, são sintomas que podem acometer as mulheres já na perimenopausa.

É importante lembrar que todo e qualquer sintoma incomum que venha a lhe acometer deve ser relatado ao seu médico ginecologista. Se você vem sentindo alguma das mudanças hormonais e psicológicas mencionadas acima, não deixe de investigar. O período da menopausa geralmente precisa de acompanhamento.


Para aliviar os sintomas da peri e da menopausa, a dica é reforçar uma alimentação muito balanceada e saudável. Outra dica, é tomar chá de amora. Nós trouxemos a receita para vocês.

Ingredientes:

Água: 1 litro
Folhas de amora: 3 folhas picadas

Modo de preparo:

1. Ferva a água e adicione as folhas de amora;
2. Desligue o fogo e tampe a panela;
3. Depois, é só coar antes de beber!

A dica aqui é ingerir 4 xícaras desse chá todos os dias, nos intervalos das refeições. Muitas mulheres afirmaram que esse chá ajudou na redução de até 1,5kg por semana, acompanhado de uma dieta balanceada e exercícios físicos.


Saiba se pode ser menopausa
Ginecologista

Os sintomas da menopausa normalmente têm início entre os 45 e 55 anos de idade, quando a menstruação passa a ser irregular e surgem problemas como ondas de calor, aumento da produção de suor e pele e cabelos ressecados.

A menopausa acontece devido à diminuição na produção dos hormônios responsáveis pelos ciclos menstruais e fertilidade da mulher, e a intensidade dos seus sintomas varia de acordo com cada organismo.

Sintomas que confirmam a menopausa


Se tem mais de 40 anos e acha que pode estar entrando na menopausa, selecione os seus sintomas:

1. Menstruação irregular
Sim
Não
2. Ausência de menstruação por 12 meses seguidos
Sim
Não
3. Ondas de calor que começam de repente e sem causa aparente
Sim
Não
4. Suores noturnos intensos que podem interromper o sono
Sim
Não
5. Cansaço frequente
Sim
Não
6. Alterações de humor como irritabilidade, ansiedade ou tristeza
Sim
Não
7. Dificuldade para dormir ou menor qualidade de sono
Sim
Não
8. Secura vaginal
Sim
Não
9. Queda de cabelos
Sim
Não
10. Diminuição da libido
Sim
Não

Estes sintomas e a sua intensidade variam de mulher para mulher, porque enquanto algumas não apresentam qualquer alteração, outras apresentam sintomas muito intensos e difíceis de ignorar.

A idade da menopausa também varia de uma mulher para outra. Em média, ela ocorre perto dos 50 anos, mas há mulheres que iniciam a menopausa antes dos 40 e há quem passe por ela depois dos 52, dependendo da genética e do estilo de vida da mulher.

Diagnóstico da menopausa

O diagnóstico da menopausa é feito com base nos sintomas que a mulher apresenta e a sua principal característica é ficar sem menstruar por pelo menos 12 meses consecutivos. O médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica a taxa de FSH no sangue para comprovar a menopausa.

Tratamento para menopausa

O tratamento para menopausa é indicado para mulheres que manifestam sintomas muito intensos que comprometem sua vida profissional, familiar e afetiva. Ele pode ser feito com o uso de medicamentos receitados pelo ginecologista a base de estrogênio e progesterona, mas é contraindicado para mulheres que apresentam hipertensão descontrolada ou colesterol alto, neste caso, pode-se sugerir a suplementação com soja.

Outra opção para o tratamento da menopausa é utilizar plantas e ervas medicinais, como Agnocasto (Agnus castus), Dong quai (Angelica sinensis) ou Erva-de-são-cristóvão (Cimicifuga Racemosa), sob orientação médica. Para mais dicas do que você pode fazer para aliviar o desconforto da menopausa assista o vídeo a seguir:



FONTE



sábado, 26 de novembro de 2016

Erva-de-são-cristóvão


A erva-de-são-cristóvão é originária da América do Norte. Ela cresce igualmente em outras regiões de clima temperado, como a Europa. Esta planta pode alcançar mais de dois metros de altura. A planta gosta de terras úmidas e mais escondidas da luz solar. Em geral, as flores aparecem em meados do verão. 

Observações

– A erva-de-são-cristóvão pode ser uma alternativa concreta aos tratamentos de reposição hormonal (TRH), na menopausa e durante a pré-menopausa. Em geral, a erva-de-são-cristóvão aparenta provocar menos efeitos colaterais que os TRH. Esta planta é particularmente indicada para diminuir as ondas de calor da menopausa.

– Todavia, os estudos clínicos que demonstram a eficácia da erva-de-são-cristóvão são por vezes contraditórios, algumas pesquisas provam a sua eficácia e outras afirmam o contrário.

– A erva-de-são-cristóvão era uma planta utilizada pelos ameríndios, tais como os Cherokee, na cura de diferentes doenças.

– Um estudo publicado em 21 de junho de 2016, na revista especializada JAMA, mostrou que a utilização de plantas medicinais como soja, cimicífuga, trevo vermelho, determinadas plantas da medicina tradicional chinesa ou moléculas provenientes de plantas como as isoflavonas que são fitoestrógenas estava associado a uma modesta diminuição na frequência de ondas de calor e de falta de lubrificação vaginal em mulheres na menopausa. Em contrapartida, o efeito dessas plantas ou remédios naturais na sudorese noturna era insignificante, segundo os pesquisadores.

Este trabalho de pesquisa realizado notadamente pela Erasmus University Medical Center, em Roterdã (Países Baixos), analisou mais de 60 pesquisas publicadas sobre este tema, totalizando mais de 6.00 mulheres.


Nomes

Nome em português: Erva-de-São-Cristóvão, Cimicífuga
Nome binomial: Cimicifuga racemosa, Actaea racemosa
Nome francês: Cimicifuga, actée à grappes, cimicifuge, cytise, cimicifuga racemosa, herbe aux punaises, cohosh noir
Nome inglês: black cohosh
Nome alemão: Traubensilberkerze
Nome italiano: cimicifuga

Família
Ranunculaceae (Ranunculáceas)

Constituintes
Glucosídeos triterpênicos (p.ex. acteína).

Partes utilizadas
Rizoma, raíz.

Efeitos

Favorece a produção de estrógenos, anti-reumático, estimula a menstruação, antidepressivo.
Indicações

– Alternativa à terapia hormonal de substituição (THS) em caso de distúrbios e sintomas ligados à menopausa ou à pré-menopausa, tipicamente em caso de ondas de calor.

– Em caso de síndrome pré-menstrual ou dismenorréia (dores menstruais).

– Leve depressão

– Artrite (efeito possível)

Black Cohosh - (Cimicifuga Racemosa)

Nativa de zonas temperadas do hemisfério Norte: Estados Unidos, Europa, Norte da Ásia, e partes do Ártico e Sibéria. Conhecida popularmente nessas regiões como Black Cohosh, ou simplesmente preta por ser dessa cor sua raiz medicinal.

INGREDIENTES ATIVOS
triterpênicos e flavonóides

USO TRADICIONAL
Os índios norte-americanos ferviam a raiz e com a infusão tratavam problemas variados das mulheres relacionados com a menstruação e a menopausa.

EFEITO ESTUDADO
Alivia as ondas de calor, principalmente, mas também atua sobre a atrofia vaginal e a depressão. Em estudo feito na Alemanha, onde a planta é particularmente pesquisada, o extrato de cimicifuga diminuiu os sintomas da menopausa de 80% de 629 pacientes que tomaram a substância, depois de 6 a 8 semanas de uso. Em outro estudo alemão menor, feito com 60 pacientes, sua eficiência em estados de ansiedade e depressivos mostrou-se superior a do calmante Diazepan, em doses de 12 mg por dia.

O uso da Cimicifuga racemosa também é recomendado para mulheres que não podem fazer uso da TRH por causa do risco de desenvolver câncer de seio ou do endométrio ou melanoma maligno. Estudos com cultura de células de tumor in vitro demostraram que ela inibe a proliferação celular. Ensaios feitos com ratos que ingeriram aproximadamente 90 vezes a dose ideal durante seis meses demonstraram o mesmo resultado.

EFEITOS COLATERAIS
Podem ocorrer perturbações leves no trato gastrontestinal (dor abdominal ou náusea) bem como tonturas e dores de cabeça quando usada em altas doses.

CONTRA INDICAÇÕES
Não deve ser usada por mulheres grávidas ou que estão amamentando.



fonte