sexta-feira, 31 de maio de 2013

Quer saber o que é kefir?


Quer saber o que é kefir? Este artigo do Amélia com Vaidade contém informações sobre seus benefícios, como preparar, como adquirir e uma série de receitas para aproveitar ao máximo sua produção.

É só dar uma olhada rápida no Amélia com Vaidade que você verá muitas postagens de receitas que levam kefir, estou empolgadíssima com o cultivo e benefícios, mas até agora nenhuma explicação clara para a pergunta de muitos “O que é kefir? Para que serve esse tal kefir?”

A minha relação com o kefir começou na tentativa de introduzir leite e derivados na alimentação da Natália, minha filha de 1 ano e 6 meses, quando ela estava com 1 ano e 3 meses. Como ela teve no primeiro ano de vida Alergia à Proteína do Leite de Vaca – APLV – eu tinha muito (ok, ainda tenho) medo de dar qualquer coisa que tivesse leite na composição. Mas não é que a danada é doida por um queijo e iogurte? E na minha busca por algo mais natural e sem conservantes achei o kefir. Já tinha lido sobre ele há mais tempo, mas foi a busca por uma alimentação mais saudável para ela (já que a maior parte dos iogurtes do mercado levam muito açúcar) que comecei o cultivo. Hoje sou fã e divulgadora!


Grãos de Kefir de Leite
O kefir nosso de cada dia

Há uma história que conta que o kefir foi um presente de Alá ao profeta Maomé, dado nas montanhas do Cáucaso. O nome kefir origina-se do turco “keif“, que significa bem-estar, vem viver ou bom sentimento. Algo do tipo, já que os tradutores on-line não me ajudaram, achei até uma tradução de keif como descoberta, o que é bastante interessante.

Os benefícios do kefir propagados pela grande internet são vários, vão de tratamento de câncer, acne, regulador intestinal, depressão, arteriosclerose, candidíase, diabetes, problemas cardíacos e quiçá sabe-se mais o que, mas percebo que há uma grande aura de mística em torno do kefir. O que eu acredito é que o kefir é um alimento probiótico, e como tal, oferece benefícios à saúde do hospedeiro (quem ingere).

É mais que comprovado que o nosso organismo, e não somente o intestino, é povoado por uma diversidade de microrganismos, com os quais vivemos em simbiose, e que qualquer desequilíbrio em nosso corpo afeta essa relação.

E falando do intestino, que é o mais beneficiado pelo kefir, acho que todo mundo sabe que não dá para ser feliz estando com o intestino desregulado, seja com prisão de ventre ou diarreia. O intestino vem sendo chamado de “o segundo cérebro“, pela quantidade de células nervosas que possui, e relacionam o seu mal funcionamento a diversas doenças. Por isso recomenda-se a ingestão de alimentos probióticos, principalmente bebidas lácteas.

Apesar do kefir não ser largamente difundido aqui no Brasil, há no livro Alquimia dos Alimentos uma explicação do que é kefir (tabela 7.7, Características de leite de vaca e derivados, página 303), que considero excelente, principalmente por descrever a aparência do kefir, que pode ser estranha em um primeiro contato:


“Leite que apresenta aparência granulosa, com visível separação do soro. Assim como o kumis*, é produzido por fermentação alcoólica e pela cultura de kefir. A cultura é muito variável, podendo incluir Lactobacillus lactis spp. e cremoris, Lactobacillus acidophilus, Lactobacillus kefir, Lactobacillus kefiranofaciens, Lactobacillus casei, Candida kefir, Kluyveromyces marxianus e espécies de Saccharomyces, como Saccharomyces cerevisae. Pode ser preparado com leite de cabra, de ovelha ou de vaca, apresentando no produto final um teor alcoólico entre 0,7% e 2%, dependendo do tempo de fermentação a que foi submetido”.

Mas aí você deve estar se perguntando: mas por que o kefir? Qual a diferença em relação aos outros produtos probióticos vendidos no mercado (como Activia e Yakult)?

Para mim, além da diversidade de microrganismos do kefir, que é única e muito maior que os produtos vendidos por aí, um dos grandes benefícios do kefir é o controle sobre o que você está consumindo, além de não ter nenhum aditivo ou conservante. Você sabe quando ele foi feito, quanto tempo fermentou, que tipo de leite foi usado. Ah, mas o iogurte natural não tem aditvos… Será? Meu kefir muda completamente de sabor após 4 ou 5 dias na geladeira, em recipiente bem fechado, por que o iogurte natural industrializado se mantém por mais de um mês próprio para consumo? E ao contrário de diversos iogurtes no mercado, a adição de açúcar é uma opção sua, pode ser usado adoçantes sintéticos ou naturais, mel ou usado em preparações salgadas. Quem é diabético pode consumir com tranquilidade. E principalmente, kefir é barato!

Tipos de kefir

Existem duas formas de cultivar kefir: na água e no leite. O kefir de leite é o mais comum, é branco, semelhante à uma couve-flor, mas para intolerantes à lactose, alérgicos à proteína do leite de vaca e veganos, há a opção de cultivar o kefir de água (transparente), que fermenta uma mistura de água e açúcar mascavo (outras opções são a garapa, o açúcar cristal orgânico ou não e a rapadura).

Uma amiga que cultiva o kefir de água explicou que com o açúcar mascavo o sabor fica bem acentuado, e ela prefere utilizar o açúcar cristal orgânico (veja lá nos comentários). Para variar o sabor também podem ser utilizados frutas secas, como passas, damascos e tâmaras. Mas não basta ter uma colônia de kefir de leite para transformá-lo em kefir de água, é um processo lento, pode demorar mais de um mês, mas é possível conseguir uma doação de kefir de água em listas de doadores.

Preparo e cuidados com o kefir de leite

Eu não me sinto a vontade para explicar sobre o kefir de água por nunca ter cultivado, mas pelo que pesquisei, o processo é bem semelhante.


Kefir fermentando leite de vaca. O paninho, que foi salvo de virar coletor de baba de babê, protege da invasão de moscas ao mesmo tempo que permite a saída dos gases da fermentação.

O kefir é muito simples de ser preparado, basta colocar os grãos de kefir em um recipiente de vidro ou plástico (metal é desaconselhado), acrescentar o leite em temperatura ambiente (não é leite morno, é frio) e cobrir com um tecido ou toalha de papel, amarrando com um barbante com um elástico. A proporção é de 1 colher de sopa para 1 litro de leite, mas pode ser usado mais. Deixar em temperatura ambiente. Ele pode ser feito em um recipiente fechado, mas fica com mais bolhas e mais ácido por conta da fermentação alcoólica.

É importante que ele seja mantido coberto por causa das moscas de frutas, aquelas bem pequenas, que adoram colocar seus ovos no kefir. Se isso acontecer, o kefir estará perdido, não tem como separar. É preciso receber outra doação.

O tempo de fermentação varia de acordo com o resultado esperado. Quanto mais tempo, mais espessa é a bebida. Eu costumo deixar entre 24 horas (para beber) e 48 horas (para fazer queijo fresco), mas ele já fermenta a bebida em 8 horas. É importante observar a temperatura no dia, já que o kefir fermenta e se multiplica mais rápido em dias quentes.

Quando estiver com o kefir fermentado, coe os grãos com uma peneira plástica, sem apertá-los. O líquido estará pronto para uso e consumo, e os grãos prontos para receber leite novamente. O cultivo de kefir não acaba, basta ter cuidados com grãos e você sempre terá uma bebida probiótica. Se precisar viajar ou não quiser tomar em um dia específico, coloque o kefir para “dormir” na geladeira, com os grãos cobertos por leite. A troca do leite deve ser feita a cada 15 dias. Outra opção é congelar pequenas porções de grãos, assim você sempre terá uma reserva para você e para doação.

O kefir forma uma espécie de gosma, uma membrana liguenta, transparente ao seu redor, que é um indicativo de saúde do kefir. Eu lavo o meu kefir eventualmente com água filtrada, mas não é necessário fazer a cada troca de leite. Uma vez por semana no máximo, mas realmente não é necessário. Em dias muito quentes eu os lavava uma vez por semana, mas agora com a temperatura agradável de São Paulo não tenho mais lavado.

Importantíssimo! 

Os grãos de kefir se multiplicam, então é comum que cultivadores de kefir doem uma parte do excedente. Eu já fiz diversas doações para amigos e familiares, pois o meu kefir mais que dobra de tamanho de uma semana para a outra. Mas, por enquanto, não tenho grãos para doar para outras pessoas. Se você quer iniciar um cultivo de kefir, recomendo o blog Kefir – Alimento Probiótico, que foi onde recebi a doação. Quando eu tiver grãos excedentes pretendo doar através deles. Lá é doação, sem custos, mas há outras pessoas que vendem kefir pela internet. Eu não julgo ou condeno, mas não me sinto a vontade para vender algo que eu ganhei de alguém tão prestativo e se multiplicou naturalmente.

Esses dias me deparei com uma pessoa vendendo “kefir orgânico” em um grupo do facebook. Não entrei em debate com a pessoa, mas duvido que tenha alguma diferença entre esse kefir e qualquer outro que seja doado ou vendido por aí. Simplesmente por que todo kefir, como já foi falado, tem a mesma origem, vem da mesma colônia. A única coisa diferente que essa pessoa pode estar fazendo é cultivando o kefir com leite orgânico, ou no caso do kefir de água, com açúcar e semelhantes orgânicos. Se você não for continuar o cultivo com alimentos orgânicos não há por que pagar (caro) por este kefir.

Agora eu tenho kefir, o que devo fazer?

Aproveite e inclua na sua rotina. Pode ser consumido com frutas picadas, como vitamina no lugar do leite, como lassi (refresco), como coalhada ou ser utilizado no preparo de receitas doces e salgadas, como pães, bolos, sorvetes, molhos para saladas, etc. Todas as substituições que eu tentei em receitas que originalmente pediam iogurte saíram perfeitas. Aqui adoramos o estilo coalhada seca ou cream cheese: basta tirar o soro com um tecido ou coador de café e temperar a a gosto (veja detalhes aqui). Simples para ser consumido no pão, substituindo a manteiga, cream cheese ou requeijão industrializados. Combina muito com torradinhas com geleia de frutas vermelhas!


Cream Chesse de Kefir – preparado com leite fermentado com grãos de kefir

fonte 

http://ameliacomvaidade.com/2013/05/o-kefir-de-cada-dia-o-que-e-como-ter-e.html

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Super Alimentos



“Super Alimentos” são aqueles que apresentam em sua composição muitas vitaminas, minerais, fibras e compostos de ação antioxidante e por isso são capazes de ajudar na manutenção do peso, na redução do colesterol, do risco de doenças cardiovasculares e de câncer, ou seja, além de nutrirem o organismo, melhoram a qualidade de vida. Conheça os Super Alimentos: 


Castanha do Brasil 

É uma oleaginosa tipicamente nacional e é uma das principais fontes de selênio, sendo que em uma unidade a necessidade diária do mineral já é suprida. Seus antioxidantes retardam o envelhecimento precoce da pele e previnem o aparecimento de doenças degenerativas. Suas gorduras insaturadas atuam na redução do colesterol, triglicerídeos e auxiliam na regularização da pressão arterial.

É fonte de cálcio e magnésio, combinação perfeita para uma saúde óssea em dia. Possui em sua composição a vitamina E, que quando em deficiência compromete a função cognitiva, seu consumo adequado auxilia na melhora memória e concentração.

Quinua 

Planta oriunda da cordilheira dos Andes foi considerada pela FAO FoodAgriculture Organization como ideal para consumo humano por seu alto valor nutricional. Contém boa quantidade de fibras e proteínas de ótima qualidade, sendo considerada superior à de cereais como o arroz, o trigo e o milho.

A quinua possui quantidade considerável de minerais como zinco, ferro, cálcio, potássio, magnésio e manganês e vitaminas B2 e E. Fonte ainda dos ácidos graxos ômegas 3 e 6. Por ser fonte de fibras e gorduras insaturadas auxilia na regularização dos níveis de colesterol, protegendo a saúde do coração.

Maçã Peruana 

É fonte de cálcio e magnésio, minerais essenciais à saúde óssea e por isso pode auxiliar na prevenção e tratamento desta doença. Fonte ainda de gorduras, como o ácido palmítico e a vitamina E relacionados à formação de hormônios sexuais em nosso organismo, auxiliando no aumento da libido. O zinco é um mineral que aumenta os níveis do hormônio testosterona e a produção de sêmen, sua deficiência leva à falha na ovulação e diminuição do desejo sexual, em mulheres, nos homens, pode causar impotência. 

Açai

Por seus antioxidantes tem a capacidade de combater e neutralizar a ação dos radicais livres, prevenindo contra doenças cardiovasculares e circulatórias, câncer, diabetes e Alzheimer. Algumas pesquisas o papel do açaí no tratamento contra infecção por Helicobacter pylori, bactéria causadora da gastrite, prevenindo o desenvolvimento do câncer gástrico. Fonte de gorduras insaturadas ajuda a diminuir os níveis de LDL colesterol e controla a pressão arterial.

Cacau

Rico em antioxidantes, seu consumo reduz o risco de doenças do coração, diminui as taxas de colesterol e a pressão arterial. Alguns estudos comprovam que a ingestão de cacau pode melhorar a resistência à insulina em portadores de diabetes tipo 2. O consumo regular de cacau nos protege contra os danos causados pela poluição e exposição ao sol.

Goji berries 

São frutas vermelhas, parecidas com uvas, originárias do noroeste da China e do Tibete. As bagas goji são uma fonte rica de carotenoides beta-caroteno e zeaxantina, que desempenham um papel fundamental em manter a retina saudável. Tem efeito protetor contra doenças cardiovasculares e inflamatórias. Estimula o sistema imunológico e tem propriedades protetoras contra diversos tipos de câncer. Ainda devido aos seus efeitos antioxidantes é considerada uma fruta aliada a longevidade.

Cranberry

Fruta pequena, de cor vermelho escuro, nativa do leste da América do Norte. Usada no tratamento de problemas do trato urinário, como: ardência ao urinar, necessidade frequente de ir ao banheiro, dor na parte inferior do abdome. Também tem a propriedade de inibir a colonização bacteriana na superfície dentária evitando o desenvolvimento de cáries e doenças periodontais.

Romã

Os ácidos gálico, elágico e protocatequínico presentes na romã, são antioxidantes que neutralizam os radicais livres que danificam as células, desencadeando o câncer. A fruta também atua na redução do colesterol e no combate ao envelhecimento precoce.

Chia, linhaça, Óleo de peixe

Ricos em omega 3, seu consumo está associado a proteção contra doenças cardiovasculares e também a melhora de funções cerebrais memória, concentração e desempenho. 

Soja

Fonte de proteínas de alto valor biológico, fibras, vitaminas do complexo B, vitamina E e minerais como ferro, cálcio, fósforo e potássio, além de isoflavonas. Pesquisas demonstram que o consumo de soja reduz o risco de doenças do coração diabetes, osteoporose, alguns tipos de câncer como o de mama, colo do útero e próstata e constipação intestinal. A soja também atua na prevenção da tensão pré-menstrual TPM e nos sintomas da menopausa.

Spirulina Havaiana

É uma microalga verde-azulada que é rica em proteínas, vitaminas e minerais. É fonte do ácido gama-linolênico GLA, que tem demonstrado resultados interessantes no tratamento de artrites, doenças cardiovasculares e obesidade. Promove a sensação de saciedade, reduzindo o apetite.

Chlorella

É um tipo de alga verde, que cresce em água doce. Sua coloração verde deve-se à grande quantidade de clorofila que possui, tendo a capacidade de eliminar toxinas e metais pesados do organismo. Seu consumo prolonga a juventude, combate à falta de energia e fadiga crônica, além de fortalecer a imunidade.

Geleia Real

Seu consumo é sugerido para manter a saúde e melhorar o funcionamento do organismo. Por causa dos antioxidantes é que esse tipo de alimento está relacionado ao retardo no envelhecimento, beleza e rejuvenescimento da pele. As vitaminas do complexo B, presentes na geleia real, atuam na formação de neurônios e auxiliam no combate aos sintomas de depressão. Fortalece também o sistema imunológico

Fonte: Flávia Morais
Nutricionista da rede Mundo Verde.

fonte




sábado, 4 de maio de 2013

Aprenda a fazer água alcalina


Nosso corpo é constituído basicamente por água. Ela está presente nas células, nos órgãos, na pele e é importante para todos os processos internos que fazem nossa “máquina” funcionar e circula em nosso corpo por meio do sangue – que é levemente alcalino. Isso significa que, na escala que mede o PH (que vai do 1 – altamente ácido – ao 14 – altamente alcalino), ele está um pouquinho acima do nível neutro.

Quando nascemos somos mais alcalinos e ao envelhecer o nível de acidez de nosso corpo aumenta. Isso é ruim, pois acidez é sinônimo de aumento de radicais livres e doenças – quer dizer que nossas células estão se deteriorando. Mas não precisa ser assim. Existem maneiras de evitar esse aumento de acidez e ter uma vida melhor por mais tempo. O grande segredo é tomar água e ingerir alimentos que ajudem a aumentar a alcalinidade no nosso organismo.

A maioria das pessoas não sabe, mas a água que bebemos, filtrada, tem um nível de PH próximo de 7. Isso significa que, cada vez que bebemos um copo de água, nosso corpo precisa trabalhar, se esforçar, para compensar essa diferença. O ideal seria que água tivesse um PH acima de 9,5 para que, ao invés de nos prejudicar, nos trazer benefícios – e eles são muitos.

Com o aumento dos níveis de oxigênio, há uma grande melhora na circulação sanguínea, o que faz com que a absorção de nutrientes seja mais eficiente, acelerando na recuperação de doenças e melhorando a saúde como um todo. Faz uma limpeza de toxinas e trata prisão de ventre, dores de cabeça, cólicas estomacais e distúrbios de digestão. Ao diminuir os radicais livres, retarda o processo de envelhecimento, neutralizando os ácidos e revitalizando as células – o que em bom Português significa uma pele mais brilhante, elástica e sem rugas (ah, agora acho que chamei sua atenção, não é?).

Além disso, níveis elevados de acidez tem um impacto negativo sobre o corpo. Estudos mostram que o ambiente ácido é uma das causas para o surgimento de pressão arterial elevada, diabetes, artrite, entre outras.

Como fazer água alcalina em casa

Aqui no Brasil ainda é difícil encontrar água alcalina nos supermercados, pronta para o consumo, ou aparelhos/filtros especiais que fazem isso de maneira automática. A boa notícia: essa água antioxidante pode ser feita em casa com o uso de ingredientes básicos, baratos e fáceis de encontrar.

Você precisa apenas de bicarbonato de sódio e água filtrada. Se quiser ter certeza de que o nível de PH está correto, pode comprar tiras de medição. Mas a receita é dissolver cerca de 1 a 2 gramas – obrigada ao leitor Toni pela correção e atualização do post – de bicarbonato de sódio em um galão de 20 litros de água. Por conta da alta diluição não se nota o gosto do bicarbonato e se evita a alcalose, que é quando existe excesso da substância na água – o que pode ocasionar prisão de ventre, irritabilidade, espasmos musculares, vômitos, entre outros. Para que o bicarbonato não se acumule no fundo do recipiente e todo o galão fique com o mesmo fator de PH, uma dica dada pelo leitor Adriano ajuda muito: coloque o bicarbonato primeiro em um copo de água mineral misturando bem até a total dissolução do pó e só então despeje a solução do copo dentro do garrafão de 20 litros, misturando novamente.


Outra forma muito simples de alcalinizar o corpo é usando limão. Sim, os limões têm gosto e são ácidos, mas são alcalinizantes. Efetivamente, apesar de no estado livre ter como princípio ativo o poderoso ácido cítrico, este, em contacto com o meio celular, no interior do nosso organismo, é transformado durante a digestão e comporta-se como um alcalinizante, ou seja, um neutralizante da acidez interna. Os seus diversos sais, por seu turno, convertem-se em carbonatos e bicarbonatos de cálcio, potássio, etc, que acentuam a alcalinidade do sangue. Quando enjoo do gosto residual do bicarbonato, uso o bom e velho limão espremido em um copo de água. Mas não vale colocar açúcar ou adoçante, ok?
Pronto! Beba sua água e seja muito mais saudável.

fonte

https://segredosdeliquidificador.com.br/2013/04/22/aprenda-a-fazer-agua-alcalina/comment-page-1/

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Cravo da India



Durante o período dos descobrimentos, navegadores europeus viajavam em busca de produtos raros e valorosos. Foi nessa época que o mundo ocidental conheceu o cravo-da-índia (Syzygium aromaticum), uma especiaria utilizada na culinária e no preparo de medicamentos naturais. No século XVI o cravo vindo do oriente era quase tão caro quanto o ouro: um quilo da flor seca equivalia à sete gramas do metal dourado. E os nossos antepassados nem sequer conheciam todas as propriedades benéficas do condimento.

Propriedades Medicinais

Hoje em dia existem vários pesquisadores que, assim como os desbravadores antigos, buscam conhecer melhor os produtos fornecidos pela natureza. Diferentes estudos revelam que o cravo-da-índia possui muitas propriedades benéficas e substâncias importantes para a nossa saúde. Recentemente, mostramos que a especiaria é um repelente bastante eficaz. Além disso, o cravinho ajuda no emagrecimento e funciona como um antibiótico natural.
 

Outros Benefícios

E as vantagens no consumo do cravo-da-índia não param por aí. Veja outros benefícios:
  • É analgésico e antisséptico;
  • Acelera o metabolismo;
  • Melhora as funções da tireoide;
  • Tem função antioxidante;
  • Ajuda no controle do colesterol;
  • Favorece a perda de peso;
  • É bactericida;
  • Fortalece o sistema imunológico;
  • Previne o envelhecimento precoce das células.

Consumo do Cravo da Índia

Geralmente utilizamos o cravo da índia para aromatizar receitas doces. A especiaria também é bastante usada no preparo de chás. A infusão é uma ótima maneira de aproveitar os benefícios do cravinho, mas vale apostar no sabor marcante da flor seca para dar sabor e perfume a diversas receitas.

Tratamento de Gengivite
Uma das formas para aliviar a gengivite é através de anti-sépticos bucais. Mas, antes de ir correndo á farmácia, que tal tentar algo caseiro? Cravos tem um alto poder analgésico, por esse motivo, podem ser usados para melhorar a dor pela gengivite.

Você vai precisar de:

  • Uma xícara de chá de água
  • Uma colher de sopa de cravos

Modo de Preparo:

Ferva a água e acrescente o cravo. Deixe descansar por dez minutos e, depois disso, coe.

Posologia

Faça bochechos com o antisséptico morno duas a quatro vezes ao dia.

Precauções

Em excesso, pode ter ação tóxica ou irritante.

Chá de Cravo

Aprenda como fazer um chá de Cravo da Índia, uma iguaria a muito apreciada desde a antiguidade por suas propriedades aromáticas, tendo lugar tanto na culinária quanto na medicina.
No caso desta receita, o chá de cravo da índia é bastante interessante para dores de cabeça. Confira também a receita do chá de canela.

Você vai precisar de:

  • Uma colher de sopa de Cravos da Índia
  • Um litro de água

Modo de Preparo:

Apenas ferva a água junto com os Cravos da Índia. Deixe amornar e coe o chá.

Posologia

Beba três xícaras do chá por dia

Cuidados

Gestantes devem evitar o Cravo da Índia pois pode levar ao aborto.

FONTE

natural