sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Farinha de Berinjela




Você sabia que a farinha de berinjela ajuda a emagrecer? Um estudo recente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostrou que mulheres que consumiram esse alimento tiveram redução na gordura abdominal. A explicação é simples. “A farinha apresentou bons resultados em função de sua maior concentração de fibras”, afirma a nutricionista Glorimar Rosa, coordenadora da pesquisa em entrevista à revista SAÚDE!

A farinha de berinjela possui 40% de fibras em sua composição. Elas geram saciedade, diminuindo a fome e evitando a compulsão alimentar. Também ajudam a diminuir os índices de colesterol, triglicérides e de ácido úrico no sangue (que causa inflamações, como a gota).

O produto, no entanto, peca por conter menos vitaminas e pela maior concentração de sódio comparada ao legume in natura. Mas isso não é um grande problema. Essa quantidade ainda é bem mais baixa do que a oferecida em qualquer pacote de salgadinho. Assim ela está liberada para hipertensos.

A única ressalva é que, após a ingestão da farinha, há o aumento dos radicais livres no organismo – aquelas substâncias que destroem as células do corpo e aceleram o envelhecimento. Por esse motivo, os especialistas recomendam consumir, logo depois, uma fruta cítrica, rica em vitamina C (como laranja, limão, acerola, kiwi). Esse nutriente neutraliza o efeito destrutivo dessas moléculas oxidantes. Assim, evita o problema.

Quer aprender a fazer a farinha em casa? A nutricionista Mauara Scorsatto, coautora da pesquisa, ensina a receita na revista WOMEN´S HEALTH. “Primeiro, lave bem a berinjela, pique em pedaços pequenos e coloque em um tabuleiro. Depois asse por aproximadamente 2 horas. Espere esfriar e bata no liquidificador ou processador”. Pronto! Agora é só consumir.


A  Farinha de Berinjela além de ser pobre em calorias, favorece a queima da gordura corporal, principalmente na área abdominal. Com a diminuição da gordura visceral, diminui-se o risco de diabete tipo 2. Outras vantagens como as listadas abaixo.

  • Funciona para emagrecer, a niacina, vitamina presente na berinjela, atua nas reações bioquímicas responsáveis pelos processos metabólicos.
  • Reduz os níveis de colesterol LDL, suas fibras impedem que a gordura seja absorvida pela organismo.
  • Melhora o trânsito intestinal, as fibras promovem o aumento do bolo fecal e regulam o intestino.
  • Diminui a fome, as fibras solúveis absorvem água e no estômago aumentam de tamanho dando sensação de saciedade.
  • Tem ação diurética, rica em vitaminas do complexo B, favorece o bom funcionamento dos rins.
  • Assim como o limão o uso da farinha de berinjela também auxilia no tratamento de artrite e reumatismo, ajuda a reduzir a concentração de ácido úrico no organismo que em excesso no sangue, se acumula em forma de cristal e provoca dores nas articulações.

DICA: Receita de Berinjela ao Vinho http://www.youtube.com/watch?v=deGpW3Czm6k

FONTE

mdemulher


Limão e o seu poder de cura




O limão é verdadeiramente uma jóia da natureza. Pode ser considerado o rei dos frutos curativos, sendo impressionante a quantidade e variedade das suas aplicações. No entanto, tendemos a repudiá-lo, quando pensamos no seu gosto azedo, e a minimizar as suas virtudes, tanto na manutenção e recuperação da saúde, quanto ao seu valor nutricional e possibilidades múltiplas de utilização culinária.

Esta atitude se instalou pela suposição de que ele é agressivo para o estômago, que pode acidificar o sangue, descalcificar e enfraquecer o organismo… Ora, nada mais falso e oposto à realidade.

Propriedades

Através de estudos prolongados, constatou-se que o uso do limão estimula a produção do carbonato de potássio no organismo, promovendo a neutralização de acidez do meio humoral. Efetivamente, apesar de no estado livre ter como princípio ativo o poderoso ácido cítrico, este, em contacto com o meio celular, no interior do nosso organismo, é transformado durante a digestão e comporta-se como um alcalinizante, ou seja, um neutralizante da acidez interna. Os seus diversos sais, por seu turno, convertem-se em carbonatos e bicarbonatos de cálcio, potássio, etc, os quais concorrem para acentuar positivamente a alcalinidade do sangue.

Um dos efeitos notáveis do limão é, por exemplo, o de combater o ácido úrico. O limão auxilia no tratamento de artrite e reumatismo, ajudando a reduzir a concentração de ácido úrico no organismo que em excesso no sangue, se acumula em forma de cristal e provoca dores nas articulações.

Tomado pela manhã, em jejum (10 a 20 minutos antes do desjejum), descongestiona e desintoxica o organismo e, se usado com regularidade, erradicará por completo todos os uratos.

Deste modo, é evidente a sua grande valia nas diversas patologias reumáticas e artríticas. Com efeito, a ingestão da dieta de limões (ver abaixo), aumenta na urina a excreção de ácido úrico, uréia e ácido fosfórico.

Seu uso Interno (como também externo) é muito útil na regeneração dos tecidos inflamados das mucosas, reconduzindo ao estado e funcionamento normal de todos os órgãos do aparelho digestivo. Nas afecções gastro intestinais, os ácidos do limão destroem os germes e as bactérias nocivas que se libertam e que contribuem para gerar as ulcerações. Ainda combate as fermentações e os gases.

É um amigo do pâncreas e, malgrado certas apreensões quanto a supostas incompatibilidades com o sistema bilioso, revela-se um expurgador e um tonificante do fígado e da vesícula.

Relativamente ao aparelho genito-urinário, bem como ao sistema cardiovascular, é igualmente um poderosíssimo eliminador de toxinas e um tônico privilegiado. Tem, assim, ação que impede e neutraliza a proliferação das tão temidas afecções arterioscleróticas.

Gargarejos do seu suco fresco são benéficos para todos os tipos de afecções do trato nasofaríngeo, bem como para laringites e gengivites. Inalado (puro ou diluído), é um bom desinfetante nas rinites e sinusites.

Indicações de uso Interno

. Asma; Enfisema (paralelamente com a terapia do limão, deve erradicar-se os regimes hiperprotéicos)

. Infecções pulmonares, Tuberculose pulmonar e óssea, Bronquite crônica, Constipações e Gripes

. Afecções Cardiovasculares, Varizes e Flebites

. Fragilidade capilar; Dermatites várias, Prurido, Eczema e Despigmentação

. Hiperviscosidade sanguínea (fluidificante sanguíneo)

. Doenças infecciosas (coadjuvante no tratamento de mononucleoses, leucocitoses, blenorragias, sífilis, etc.)

. Paludismo e Piorréia alvéolo dental

. Febres (infusão de folhas de limoeiro e/ou cascas do fruto, podendo juntar-se o suco)

. Gastrites, Dispepsias e Aerofagias (também se podem mastigar finas lascas da casca do citrino)

. Úlceras de estômago e do duodeno, Esofagite de refluxo

. Insuficiência hepática e pancreática; Icterícia e congestão hepática (utilização e quantidades adaptados a cada caso)

. Desinteria, Diarréias, Febre tifóide e Hemorróidas

. Colites, Meteorismo e Parasitas intestinais (ralar a casca do limão e fervê-la em água, com ou sem açúcar)

. Fortalecedor da visão, Glaucoma e Hipertensão ocular

. Hemorragias, Hemofilia e Escorbuto

. Astenia, Anemias e Desmineralizações (aumenta a capacidade imunológica)

. Amamentação, Obesidade e Disfunções metabólicas (reequilibrante)

. Hipertensão arterial; hipotensão arterial (regulador da pressão)

. Afecções do sistema nervoso (fortalece e equilibra. As flores do limoeiro são também muito benéficas)

. Diabetes, Leucemia (preventivo), Cancro (preventivo), Enfarte (preventivo) e Tromboses; embolias (preventivo)

. Escleroses, Arteriosclerose, Doenças reumáticas e Artrites

. Descalcificações, Linfatismo e Ascites

. Retenções urinárias e Litíase urinária e biliar

. Prevenção de epidemias, Antitóxico; Antivenenos

Indicações de uso Externo

. Conjuntivites; Fortalecedor da visão (gota do suco utilizada como colírio) e Tonificante ocular (banhando os olhos, de manhã, ao levantar, com água acidulada por algumas gotas de limão)

. Cefaléias (neste caso, colocar compressas embebidas em sumo na fronte e nas têmporas)

. Febre do feno, Sinusites e Anginas

. Hemorragias nasais (epistaxis) e Otites

. Estomatites, Glossites, Aftas e Sifílides bucais

. Blefarites, Terçóis e Herpes

. Dermatoses (erupções, furúnculos, etc), Feridas infectadas e Picadas de insetos

. Verrugas, Seborréia facial, Tônico e adstringente facial

. Unhas quebradiças e Pés sensíveis (friccionar com sumo ou polpa)

. Queda do cabelo (fazer lavagens e fricções do couro cabeludo com o sumo puro)

. Tonificante corporal (juntando suco de limões espremidos à água do banho)

Composição

Entre os frutos conhecidos e disponíveis, é o que apresenta o mais elevado índice de radioatividade natural e benéfica (85%), sendo seguido pela uva moscatel ácida e pelo ananás (74%).

Podemos dizer que existem cerca de 70 variedades. Todas são portadoras de uma enorme capacidade vitamínica e de dinamismo no nosso metabolismo interno.

- Contém vitamina B1, B2 e B3, provitamina A (caroteno), que se encontra principalmente na casca e, vitamina A na polpa fresca e sumo.

- É riquíssimo em vitamina C (40 a 50mg/100gr de fruto), que joga um papel inestimável nos fenômenos óxido-redutores, beneficiando, concomitantemente, o desempenho das glândulas endócrinas. Por essa razão, é indispensável a sua ingestão diária.

- Possui vitamina PP, que age protegendo e tonificando o sistema vascular, e vitamina I que é um preventivo das pneumonias.

- Contém grandes quantidades de sais minerais e oligoelementos como o cálcio, ferro, silício, fósforo, cobre, magnésio e iodo.

- Encontram-se apreciáveis percentagens de ácidos cítricos e málico, além de pequenas quantidades de ácido acético, fórmico e de citratos de potássio e de sódio.

- É portador de glucose e frutose diretamente assimiláveis, bem como de sacarose.

- Contém gomas, mucilagem e algumas albuminas.

Tratamento Intensivo com o suco do Limão

Enumeramos, acima, muitos dos casos que se beneficiam com o uso regular do limão. No entanto, uma utilização intensiva é especialmente indicada nos reumatismos e doenças afins, na asma, enfisemas, doenças agudas, e afecções do sistema digestivo.

Começa-se o tratamento pela ingestão do suco de 1 limão puro sem adoçar. Vai-se aumentando a dose ao longo de 10 dias consecutivos, até chegar ao suco de 10 limões, distribuídos ao longo do dia, antes das refeições (10 a 20 minutos).

A partir do 10º dia decrescem as doses em equivalente proporção até chegar ao 19º dia, altura em que, tal como inicialmente, se deverá tomar o suco de apenas 1 limão.

Importante:

1) Convém, em seguida a cada toma, bochechar bem a boca com água pura, pois a acidez do limão pode atacar o esmalte dos dentes. Mas uma dica fantástica é ingerir o suco com CANUDINHO. Ele vai evitar o contato com os dentes e também o sabor acentuado que permaneceria na boca por uns bons minutos.

2) Convém lavar as mãos com bastante água corrente imediatamente após seu manuseio com o limão, principalmente se você irá ter contato com o sol. Caso contrário você poderá ter manchas na pele.

3) Observar que este regime não é radical, sendo adaptável de acordo com as naturezas individuais e as circunstâncias específicas. Pode, com vantagem, observar-se no início da Primavera, do Outono ou do Inverno.

Estas recomendações não eliminam a consulta médica.

É importante lembrar que este é um tratamento alternativo, e não substitui um tratamento alopático e as recomendações médicas. Também não garante a cura (nem os alopáticos garantem), mas uma possibilidade de ajuda para o organismo, ao oferecer-lhe um espaço de purificação. O suco fresco do limão é um alimento altamente purificador e desintoxicante.

Um cuidado importante:
Ao manusear o limão ou qualquer fruta cítrica, deve-se lavar muito bem as mãos e o local onde foi realizado o uso externo, antes de se expor ao sol. Caso contrário irão se formar manchas escuras na pele.

De qualquer forma, mesmo com a pele muito bem lavada, evitar tomar sol diretamente. Não esquecer nunca de usar o seu filtro solar.

Dicas de uso interno – USAR CANUDINHO

- Bater o suco fresco dos limões com água geladinha, folhas de hortelã (ou outra erva aromática) e umas 6 uvas passa.

- Bater o suco fresco dos limões com água geladinha, suco de 1 laranja e 1 colher de sobremesa de germe de trigo (ou farelo de aveia).

Dicas de uso externo

LOÇÃO REFRESCANTE

Suco (coado) de meio limão + 1 xícara de chá de água filtrada ou mineral

Esprema o limão, coe e adicione a água. Aplique no rosto com o auxílio de uma bolinha de algodão, evitando passá-la na área próxima aos olhos, para não ressecá-la.

Se o limão causar irritação à pele, aumente a quantidade de água para 2 xícaras.

MÁSCARAS PARA PELES MISTAS

1 clara de ovo + suco coado de meio limão

Bata a clara em neve e acrescente o suco do limão. Aplique nas áreas oleosas do rosto.

Ao mesmo tempo prepare: 1 colher de chá de gelatina incolor + ½ xícara de chá de água

Aqueça a água e dissolva a gelatina. Quando começar a endurecer, coloque com a ponta dos dedos nas áreas onde a pele estiver seca. Permaneça em repouso durante 30 minutos. Lave o rosto com água morna e depois borrife-o com água fria.

A mistura de clara de ovo com suco de limão aqui usada como máscara facial é indicada também para combater rugas.

CREME PARA ROSTO E MÃOS

1 limão + 2 xícaras de chá de água

Corte o limão ao meio. Cubra-o com a água e leve ao fogo brando em uma vasilha refratária ou de ágata. Quando o limão estiver macio, retire-o do fogo e bata com água fresca no liqüidificador.

Coloque em potes e guarde no refrigerador. Use nas mãos para amaciar e branquear, especialmente após ter lidado com sabões e detergentes ou depois de ter descascado legumes que mancham a pele. Para aplicar no rosto é aconselhável diluir em água na proporção de 1 colher (café) para ½ xícara de água morna.

CABELOS OLEOSOS

Bata no liqüidificador 1 colher de sopa de suco de limão, 2 colheres de sopa de aveia, 1 colher de chá de bicarbonato de sódio e ½ copo de leite desnatado.

Passe essa mistura nos cabelos limpos. Massageie com a ponta dos dedos e enxágüe.

Dilua um punhado de sal grosso em 1 copo de água fria e passe nos cabelos molhados, friccionando o couro cabeludo com os dedos. Enxágüe.

SPRAY PARA CABELOS GORDUROSOS

Cozinhe 1 limão cortado ao meio em 2 xícaras de chá de água, numa vasilha refratária, até que ele fique bem macio.

Coe através de uma gaze. Adicione 1 gota de óleo essencial de lavanda. Guarde em uma embalagem de spray.

A vantagem no uso deste spray é que os cabelos adquirem maior volume sem, os riscos normalmente causados pelos aerossóis, que quase sempre contêm produtos químicos agressivos. O óleo de lavanda pode ser trocado pelo óleo essencial de limão.

QUEDA DE CABELOS

Parta 1 limão ao meio. Esfregue o seu suco em todo o couro cabeludo já lavado. Deixe por 20-30 minutos. Enxágüe com água abundante. Você ainda vai passar a ter os cabelos mais brilhantes e volumosos. Este tratamento poderá ser feito semanalmente.

Provavelmente o limão é a fruta mais conhecida e usada em todo o mundo. São tantas as suas aplicações na vida doméstica que fica difícil enumerá-las.

Tudo nele é aproveitável. Com seu suco preparam-se bebidas, sorvetes, molhos e doces, bem como remédios, xaropes e produtos de limpeza. Da casca retira-se uma essência aromática (óleo essencial), usada em perfumaria e no preparo de licores e sabões.
FONTE

Gergelim seca a barriga e ajuda a conquistar cinturinha dos sonhos




Semente de origem oriental é aliada das mulheres para ter corpo de violão Fonte de proteínas, cálcio, ferro, ômega 3 e vitaminas E, B1 e B2, o gergelim pode ajudar a alcançar o objetivo de ter uma barriga sequinha e a cintura que toda mulher pediu a Deus. Isso porque a semente combina as ações dos seus diversos nutrientes e garante, se consumida da maneira correta, um emagrecimento saudável e eficiente. Oferece bons nutrientes para regulação de metabolismo, fibras para melhor trânsito intestinal e proteína de bom valor biológico, além de produzir sensação de saciedade. 

Aliado a uma dieta adequada, ele pode reduzir a inflamação produzida pelo sobrepeso e ainda apresentar ácidos graxos insaturados que regulam colesterol, conta o nutricionista Fábio Bicalho, que explica ainda como usar o gergelim para ter uma barriga de dar inveja. “Podemos afirmar que o cálcio em doses certas favorece a regulação de peso e que, em função dos ácidos graxos como o ômega 3, pode diminuir a inflamação e o aumento da circunferência de cintura”.

É possível encontrar a semente de origem oriental em pães e bolachas. Também é indicado o consumo através da trituração, podendo ser adicionada a sucos, saladas e molhos. Existe ainda o óleo de gergelim, que pode ser usado em várias preparações, como saladas, sopas e molhos. Outra opção é o tahine, uma pasta saborosa que pode ser consumida em pães.

Contudo, existem alguns cuidados para aproveitar esses benefícios e evitar que o gergelim se torne um vilão. “Excesso nunca é recomendado e pode engordar por apresentar ácidos graxos”, alerta o nutricionista. Devido ao alto teor de fibras, é necessário beber muita água – o recomendado são dois litros por dia. Além disso, gestantes devem consultar um médico. 


O gergelim ou sésamo é uma planta anual herbácea, gamopétala, originária do Oriente, pertencente à família das pedaliáceas (Sesamum indicum), com propriedades medicinais, de flores alvas, róseas ou vermelhas, hermafroditas, malcheirosas, dispostas nas axilas das folhas, e cujo fruto é cápsula oblonga, pubescente, com sementes oleaginosas, pequenas, amarelas, alvas ou pretas, arredondadas e levemente comprimidas. 

É cultivada na Ásia tropical por causa de suas sementes, que fornecem até 50% de óleo (ou azeite) confeccionado de sementes cruas e aquele de sementes previamente torradas resultam em dois produtos distintos, sendo o último mais utilizado como condimento em pratos orientais. 

As sementes de gergelim são ricas em manganês, cobre e cálcio (90 mg de cálcio por colher de sopa para sementes integrais (não descascadas) e 10 mg para sementes descascadas), e contém Vitamina B1 e Vitamina E. Elas contém um poderoso antioxidante (chamados "lignans" em inglês), que também é anticancerígeno. Elas também contém fitoesteróis, que bloqueiam a produção de colesterol. Os nutrientes do gergelim são melhores absorvidos se triturados antes do consumo. 

Origem do nome 

Gergelim (termo que hoje só se usa no Brasil) provém do árabe vulgar gilgilan, do árabe clássico ģulģulãn, significando "grão de coentro". 

Propriedades 

As sementes de gergelim contêm uma grande variedade de princípios nutritivos de grande valor: lípidos (ou gorduras), mais ou menos 52%, praticamente todos eles constituídos por ácidos graxos insaturados, o que lhes confere uma grande eficácia na redução do nível de colesterol no sangue. 

Entre as gorduras, encontra-se a lecitina, que desempenha um papel importante no nosso organismo. E componente essencial do tecido nervoso, também se encontra no sangue, no sêmen e na bílis e intervém na função das glândulas sexuais. 

A lecitina é um poderoso emulsionante, que facilita a dissolução das gorduras em meio aquoso. Uma das suas funções no sangue consiste em manter dissolvidos os lípidos, especialmente o colesterol, evitando assim que se deposite nas paredes das artérias. O gergelim é, com a soja, o mais rico em lecitina. 

Proteínas (20 %) de alto valor biológico, formadas por 15 aminoácidos diferentes com elevada proporção de metionina (aminoácido essencial). 
Vitaminas, especialmente a E (tocoferol), a B1 ou tiamina (0,1 mg por 100 g) e a B2 ou riboflavina (0,24 mg por 100 g). 
Minerais e oligoelementos diversos especialmente cálcio, fósforo, ferro, magnésio, cobre e cromo. 

Mucilagens, ao que deve sua ação laxante suave. 



Alguns benefícios:
  • Fortalece os tendões e ossos;
  • Tonifica o fígado e os rins;
  • Tônico geral, principalmente após hemorragias;
  • Combate dores lombares e de joelhos, reumatismo;
  • Evita a queda e o branqueamento precoce dos cabelos;
  • Melhora a elasticidade da pele e desenvolve forte poder antioxidante nas células.
Uso

A espécie preta é mais forte e é usada no preparo do gersal (gergelim e sal) um dos temperos básicos da cozinha macrobiótica. A semente clara depois de tostada e moída dá origem a uma farinha que transforma-se em uma pasta conhecida como tahine.


fonte 





quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Orégano mata células de câncer de próstata




Pizza com ou sem orégano? A partir de hoje, aposto que muitos homens vão fazer questão de comer esse tempero. Muitos de nós usamos o orégano simplesmente para dar um sabor diferente às nossas comidas ignorando que ele tem propriedades curativas; pelo qual hoje falaremos delas, das propriedades curativas do orégano!

Ele é um estimulante para o estomago, especialmente nos casos de perda do apetito, dificuldade de digestão ou gases. Além disso é carminativo; antiespasmódico; expectorante, especialmente nos casos de bronquite ou asma; antisséptico; diurético; sudorífico, eliminando as toxinas do organismo; e também é muito usado contra anemia.

Pesquisadores da Universidade de Long Island, nos Estados Unidos, descobriram que essa... erva amplamente empregada na cozinha do Mediterrâneo pode ser utilizada para ajudar a tratar o câncer de próstata.



No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de próstata é o segundo mais comum entre homens – atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo, o que representa cerca de 10% dos casos totais de cânceres. Só neste ano, estima-se que sejam diagnosticados mais de 60 mil novos casos de câncer de próstata. E vale ressaltar que sua taxa de incidência é seis vezes maior nos países desenvolvidos que nos países em desenvolvimento.

Entre as opções de tratamento, merecem destaque as cirurgias, quimioterapias, terapias hormonais e terapias imunes. Mas, infelizmente, todos esses tratamentos estão associados a complicações ou a efeitos colaterais graves.

Coordenadora da pesquisa, a médica Supriya Bavadekar testou um dos componentes do orégano – a substância carvacrol – em células cancerosas de próstata. Resultado: o carvacrol induziu apoptose (termo científico para morte celular programada, que é um tipo de autodestruição celular ordenada) nas células doentes.

Agora, Bavadekar tentará entender como a substância faz isso. “Sabíamos que o orégano possuía propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias, mas seus efeitos sobre células cancerosas eleva seu status”, conta a médica. 

O orégano ou orégão (Origanum vulgare) é uma erva perene e aromática, muito utilizada na cozinha do Mediterrâneo. São utilizadas as suas folhas, frescas ou secas, pelo sabor e aroma que dão aos pratos. Considera-se que as folhas secas tem melhor sabor. 

Origem 

Várias espécies do genêro Origanum são nativas do Mediterrâneo, todas usadas como tempero. A influência do clima, tempo e fertilidade do solo na composição dos óleos essenciais que dão seu aroma característico é maior que a diferença entre as varias espécies. Uma planta muito parecida é a manjerona, que tem um sabor um pouco diferente por causa de compostos fenólicos presentes em seus óleos aromáticos com alguns efeitos alucinógicos. 

Orégano tem alta atividade antioxidante pela presença de ácido fenólico e flavanóides. 

Adicionalmente tem propriedades antimicrobianas contra bactérias como Listeria monocytogenes e outros patógenos presentes nos alimentos, o que faz com que ajude a preservar alimentos. 
Utilização na culinária 

É um ingrediente insubstituível na culinária italiana, onde é utilizado em molhos de tomate, vegetais refogados, carne, e na pizza. Junto com o manjericão dá o caráter da culinária italiana. 

Em Portugal os orégãos são indispensáveis na confecção de caracóis, e é usado também em caldeiradas e em saladas de tomate e queijo fresco ou requeijão. 

Aparece também, ainda que em menor medida, nas cozinhas espanhola, francesa, mexicana e grega. 

A palavra orégano (de Origanum) tem origem grega e significa “alegria da montanha”. Para os gregos, a erva tinha o poder mágico de trazer felicidade;

Estudo realizado pela Universidade de Franca, no estado de São Paulo, revelou que o orégano manteve o equilíbrio do nível de açúcar no sangue, porém evitando que baixe excessivamente, ao contrario alguns medicamentos existentes no mercado. 

O responsável por esse efeito benéfico é uma substância chamada ácido rosmarínico, que aparece em grande quantidade no tempero. 

Receitinhas

PARA MÁ DIGESTÃO: faça uma infusão de 1/2 litro de água fervente com 10g de sumidades floridas; 

PARA ASMA: Ferver 30g de sumidades floridas em 1 litro de água por 10 minutos. Depois de morno, coar e adoçar com mel; 

LOÇÃO PARA CASPA: Ferver 30 g de orégano em 1 litro de água por 10 minutos. Coar e enxaguar os cabelos limpos. 
Aprenda a receita que os gregos criaram de um vinagre aromático com orégano
- Lave bem um ou dois ramos de orégano fresco, enxugue com um pano e deixe-o secar completamente, até que a toda a umidade desapareça. Esterilize um vidro ou garrafa e, quando estiver bem seco, coloque os ramos de orégano. Junte duas xícaras (480ml) de vinagre branco ou de maçã, cubra os ramos completamente com o vinagre. Feche bem com uma rolha e deixe descansando por quinze dias antes de usá-lo. Agite o vidro todos os dias durante esse período. Esse vinagre é excelente para temperar saladas, carnes e outros alimentos. 


FONTE 






domingo, 14 de outubro de 2012

Vitamina D: essencial para a sua saúde



A longo prazo, a falta de estímulo à vitamina D no corpo contribui para o desenvolvimento de doenças como câncer, doenças autoimunes, como artrite reumatóide, e até hipertensão. Um menu rico em vitamina D melhora o humor, despacha quilos extras e fortalece os ossos. Alimentação saudável, com leite e derivados, com exposição adequada ao sol garantem vitamina D ao organismo. Sem a vitamina D, o corpo não consegue absorver o cálcio de maneira adequada e os ossos se tornam frágeis. 

Durante o encontro anual da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos, em fevereiro, pesquisadores revelaram que entre 889 pacientes adultos tratados no centro de traumatologia do Missouri em decorrência de fraturas, os níveis de vitamina D no sangue eram "insuficientes" em 78% e "extremamente insuficientes" em 39%. O grupo estudado excluiu pessoas com fatores de risco conhecidos para a deficiência de vitamina D. 

Um segundo estudo, realizado por médicos em Seul, na Coreia do Sul, revelou que os níveis de vitamina D eram "significativamente mais baixos" em 104 mulheres na pós-menopausa que haviam quebrado o pulso que entre os 107 pacientes da mesma idade sem qualquer fratura. 

Outras linhas de pesquisa passaram a investigar se a a vitamina D no sangue pode proteger contra doenças crônicas ou potencialmente fatais. Nos últimos anos, muitos estudos ligaram níveis baixos de vitamina D a riscos para a saúde como doenças cardíacas, pressão alta, câncer, artrite reumatode e outras doenças autoimunes, levando muitos homens e mulheres preocupados com a saúde a acreditar que suplementos de vitamina D são uma proteção.



A vitamina D (ou calciferol) é uma vitamina que promove a absorção de cálcio (após a exposição à luz solar), essencial para o desenvolvimento normal dos ossos e dentes, atua também, como recentemente descoberto, no sistema imunológico, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas. É uma vitamina lipossolúvel obtida a partir do colesterol como precursor metabólico através da luz do sol, e de fontes dietéticas. Funcionalmente, a vitamina D atua como um hormônio que mantém as concentrações de cálcio e fósforo no sangue através do aumento ou diminuição da absorção desses minerais no intestino delgado. A vitamina D também regula o metabolismo ósseo e a deposição de cálcio nos ossos. 

O nome da vitamina foi criada pelo bioquímico polonês Casimir Funk em 1912, baseado na palavra em latim vita (vida) e no sufixo -amina. Foi usado inicialmente para descrever estas substâncias do grupo funcional amina, pois naquele tempo pensava-se que todas as vitaminas eram aminas. Apesar do erro, o nome manteve-se.

A vitamina D também é muito importante para crianças, gestantes e mães que amamentam, por favorecer o crescimento e permitir a fixação de cálcio nos ossos e dentes.

Além da importância na manutenção dos níveis do cálcio no sangue e na saúde dos ossos, a vitamina D tem um papel muito importante na maioria das funções metabólicas e também nas funções musculares, cardíacas e neurológicas. A deficiência da vitamina D pode precipitar e aumentar a osteoporose em adultos e causar raquitismo, uma avitaminose, em crianças.

Como fornecer vitamina D ao organismo deficiente 

A exposição ao sol desencadeia a produção de vitamina D na pele. Alguns alimentos também representam uma fonte desta vitamina. O óleo de fígado de bacalhau foi utilizado também como suplemento alimentar para evitar o raquitismo, sendo hoje em dia facilmente substituível por medicamentos contendo vitamina D, mas a vitamina D da luz solar continua a ser preferível.

A vitamina D pode ser encontrada sob duas formas: o ergocalciferol (vitamina D2) e o colecalciferol (vitamina D3). O ergocalciferol é produzido comercialmente a partir do esteróide ergosterol encontrado em vegetais e leveduras, através de irradiação com luz ultravioleta. É utilizado como suplemento alimentar para enriquecimento de alimentos como o leite com vitamina D.

O colecalciferol é transformado pela ação dos raios solares a partir da provitamina D3 (7-deidrocolesterol) encontrada na pele humana. Ambas as formas D2 e D3 são hidroxiladas no fígado a 25-hidroxicalciferol e subsequentemente hidroxilada nos rins à forma biologicamente activa, o 1,25-di-hidroxicalciferol (calcitriol), que actua como uma hormona na regulação da absorção de cálcio no intestino e regulação dos níveis de cálcio em tecidos ósseos e renais.

A vitamina D é fundamental para a homeostase do cálcio no organismo. Como outras vitaminas, deve ser consumida em quantidades adequadas, evitando faltas e excessos.

A quantidade de vitamina D que um adulto precisa varia , de acordo com a idade, de 5 mg a 10 mg, chegando a 15 mg em idosos com mais de 70 anos. Poucos alimentos são considerados fontes de vitamina D, mas entre eles encontram-se a gema de ovo, fígado, manteiga e alguns tipos de peixes como a cavala, o salmão e o arenque. Embora em menor quantidade, a sardinha e o atum também têm vitamina D.

Nos Estados Unidos é obrigatório que o leite seja reforçado com vitamina D. Outros alimentos e bebidas também podem ser reforçados com vitamina D nos EUA, inclusive cereais matinais prontos para comer, produtos lácteos, bebidas à base de soja e sucos, porém são insuficientes por eles só.


Distúrbios

No fígado, a vitamina D é convertida em uma forma que pode ser transportada pelo sangue. Nos rins, essa forma é modificada para produzir hormônios derivados da vitamina D, cuja função principal é aumentar a absorção de cálcio no intestino e facilitar a formação normal dos ossos. Na deficiência de vitamina D, as concentrações de cálcio e de fosfato no sangue diminuem, provocando uma doença óssea porque não existe uma quantidade suficiente de cálcio disponível para manter os ossos saudáveis.

Esse distúrbio é denominado raquitismo nas crianças, uma doença que se manifesta com atraso no fechamento da moleira nos recém-nascidos (importante na calota craniana), desmineralização óssea, as pernas tortas e outros sinais relacionados com estrutura óssea. É denominado osteomalácia nos adultos, onde se desenvolve ossos fracos e moles.

A deficiência de vitamina D é causada sobretudo pela falta de exposição à luz solar e não tanto com vitamina D na dieta, como demonstram novos estudos independentes. Essa deficiência pode ocorrer em indivíduos idosos porque a pele produz menos vitamina D, mesmo quando exposta à luz solar, mas também pelas erradas recomendações dos medicos em aconselhar suplementos de vitamina D ao invés da exposição solar, ou pelo excesso de protetor solar.

A deficiência de vitamina D durante a gravidez pode causar osteomalácia na mulher e raquitismo no feto.

A vitamina D tem poucas hipóteses de se tornar tóxica no corpo, pois quando a pele não transforma o colesterol presente em vitamina D inativa (só e ativada no figado e rins), os raios solares naturalmente destroem a vitamina.

Alimentos que contém vitamina D 

Atum fresco (90g): 3.6 mcg Sardinha fresca (100g): 5.2 mcg Sardinha enlatada (100g): 17 mcg Cogumelos (100g): 0.65 mcg Leite (1 copo): 0.17 mcg Gema de ovo (100g): 0.53 mcg Ovo de galinha (100g): 0.8 mcg Iogurte (1 potinho): 1.2 mcg

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SOL NA MEDIDA CERTA

Tomar sol na medida certa, ajuda a produzir a quantidade ideal de vitamina D. Quando o botão da calça jeans não fecha, você amaldiçoa a pizza, o brigadeiro e a coxinha. Mas é possível que a causa da gordura na sua barriga seja o que você não come. Segundo um estudo da Universidade de São Paulo (USP), 77% da população da Grande São Paulo tem taxas deficitárias de vitamina D, substância que desempenha um papel crucial no fortalecimento de ossos, no combate à depressão e na eficiência do sistema imune. Novas descobertas apontaram que a letrinha também é fundamental para determinar o número da balança.

Mais D, menos kg

À diferença da maioria das vitaminas, a D pode ser produzida pelo corpo - seu combustível é o sol. O problema é que o protetor solar, essencial para prevenir rugas, manchas e, evidentemente, câncer, reduz em 90 a 99% a chance de o organismo sintetizar o nutriente. A poluição do ar também filtra uma parte dos raios UVB, reduzindo a quantidade que chega à sua pele.

Tem mais: mesmo que você não passe protetor solar, é difícil se expor aos raios certos, já que o sol que você provavelmente toma no dia a dia - o da manhãzinha e o do fim da tarde - é fraco para produzir a taxa necessária do nutriente (400 a 600 unidades internacionais por dia para uma mulher adulta).

"A idade e a cor da pele determinam a cota necessária", afirma a nutricionista Lívia Yokomizo, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. A quantidade aumenta quanto mais escura a tez e avançados os anos. Lívia recomenda no mínimo 15 minutos com braços e pernas inteiros expostos ao sol no período entre as 10 e as 16 horas para ativar a vitamina D no organismo.

Para saber se você se enquadra na estatística das mulheres que estão em falta com o composto, é preciso fazer um exame de sangue com dosagem de 25 (OH)D. Índices abaixo de 20 nmol/l são insuficientes.

Vitamina no prato

Uma maneira mais garantida e saudável de obter sua cota de vitamina D é por meio da dieta. À medida que você aumenta o consumo, sua cintura pode começar a diminuir. Isso porque cada célula do corpo - incluindo as temidas células de gordura - tem receptores da substância. Eles, por sua vez, interferem nos comandos do metabolismo de acordo com o recebimento ou não do nutriente.

No caso das células de gordura, duas ações podem ser disparadas: na falta de vitamina D, o corpo recebe a ordem de estocar gordura. Já se o nutriente chega aos receptores, é acionada a queima dessas células, estimulando o metabolismo a mandar a gordura embora.

Enquanto isso, receptores no seu cérebro precisam da letrinha para controlar a fome, assim como para elevar o nível de serotonina, neurotransmissor relacionado à sensação de bem-estar (isso é bom, sobretudo porque dietas costumam causar mau humor). Ela ainda ajuda o organismo a absorver nutrientes essenciais para a perda de peso, como o cálcio. Falta de cálcio aumenta em cinco vezes a síntese de ácido graxo, uma enzima que converte caloria em gordura.

Num estudo de 2009 publicado no British Journal of Nutrition, obesas que encararam uma dieta de 15 semanas em que ingeriram 1 200 mg de cálcio diariamente perderam seis vezes mais peso do que as mulheres que só fizeram regime, sem tomar cálcio. Ao abastecer seu corpo com uma alimentação rica em vitamina D, você aumenta o potencial de emagrecimento em até 70%.

Para garantir a cota diária, insira o nutriente em todas as refeições. Vale trocar o leite, o suco e o iogurte por versões enriquecidas com asubstância, acrescentar peixes como anchova, arenque, atum, cavala e sardinha ao cardápio e aumentar a ingestão de ovos. Além disso, aposte nos snacks. As opções a seguir ajudam a preservar a massa muscular e incinerar gordura.

Lanches vitaminados

A dose recomendada de vitamina D para mulheres adultas é de 400 a 600 unidades internacionais (UI) por dia. As opções de lanche a seguir a ajudarão e chegar lá.

10 amêndoas sem sal + 200 ml de vitamina de frutas com aveia Sollys, Nestlé (R$ 3,49, tel. 0800 7702459) (38 UI) 

1 omelete de dois ovos (56 UI) 

1 sanduíche de pão integral com 1 colher (sobremesa) rasa de margarina light e 30 g de atum ralado light (conservado em água) (149 UI) 

2 fatias de pão de fôrma integral + 50 g de salmão defumado + 1 colher (sopa) de cream cheese (205 UI) 

1 copo (200 ml) de Ades Shake de Morango (R$ 4,40, tel. 0800 7070044) (80 UI) 

1 iogurte Densia (100 g), Danone (R$ 3,64, tel. 0800 7017561), + 1 Diet Shake Barra de Cereais de Frutas Vermelhas (25 g), Nutrilatina (R$ 1,69, tel. 0800 412423) (190 UI) 

FONTE











Azeitona


As azeitonas são o fruto da árvore conhecida como Oliveira, ou Olea Europaea. “Olea” é a palavra latina para “petróleo”, refletindo o alto teor de gordura das azeitonas, das quais 75% é ácido oleico, uma gordura monoinsaturada que consegue baixar os níveis de colesterol no sangue. “Europaea” lembra-nos que as azeitonas são nativas da zona mediterrânica da Europa.

As azeitonas não podem ser comidas diretamente a partir da árvore, visto ser necessário um tratamento especial para reduzir a sua amargura natural. Estes métodos de tratamento variam de acordo com a zona de cultivo, o sabor desejado, textura ou mesmo a cor a ser obtida.

Algumas azeitonas são colhidas ainda verdes, enquanto que outras amadurecem plenamente na árvore até atingirem uma cor negra. Contudo, nem todas as azeitonas pretas que consumimos amadureceram na árvore, visto a exposição de azeitonas verdes ao ar, através de métodos específicos, e a consequente oxidação transformarem a cor verde para preta.

Para além da cor original da azeitona determinar as suas características finais, a cor é afetada por uma variedade de métodos de transformação a que as azeitonas são submetidas, incluindo fermentação, serem curadas em óleo ou água ou salmoura. Estes métodos podem causar não só que a azeitona adquira uma cor preta, marrom, vermelha ou mesmo amarela, como também afetam a textura da pele, causando-a lisa e brilhante ou enrugada.


O azeite está disponível numa grande variedade de qualidades que refletem o grau a que a azeitona foi processada. O azeite extra-virgem é obtido a partir do óleo não refinado da primeira prensagem. O azeite virgem também é derivado da primeira prensagem, mas tem um maior nível de acidez que o extra-virgem (bem como menos fitonutrientes e um sabor menos delicado).

Quimicamente, a diferença entre o azeite extra-virgem e o azeite virgem está relacionada com a quantidade de ácido oleico livre, um dos marcadores para a acidez total. De acordo com as normas aprovadas pelo Conselho Oleícola Internacional, “virgem” pode conter até 2% de ácido oleico livre, enquanto que o “extra-virgem” pode conter até 0,8%. O azeite puro tem uma menor qualidade e é obtido a partir de prensagens posteriores.

Tabela Nutricional
134.50 grs / 154.45 Calorias
NUTRIENTES
qUANT.
DDR (%)
dENSIDADE DO NUTRIENTE
CLASS.
ferro
4.44 mg
24.7
2.9
bom
vitamina E
4.03 mg
20.1
2.3
bom
fibras
4.30 g
17.2
2.0
bom
cobre
0.34 mg
17.0
2.0
bom
Benefícios para a Saúde
A azeitona é rica em vitamina E, que é um poderoso antioxidante, ajudando a combater os radicais livres e inflamações.
● Inapetência
● Afecções da Vesícula Biliar
● Prisão de Ventre
CURIOSIDADES SOBRE O AZEITE

O azeite, semelhante ao vinho, apresenta diferenciações de sabor e características em grande parte devido aos diferentes tipos de variedades de azeitonas usadas na sua elaboração. Há mais de mil variedades de azeitonas catalogadas no mundo inteiro.

O azeite pode conter apenas uma variedade de azeitona, denominado “monovarietal”, ou ser resultado da combinação harmoniosa de diversas variedades, denominado como “blend de varietais” ou “multivarietal”. As grandes empresas de azeite utilizam geralmente um “blend de varietais”, de tal forma que as suas marcas tenham características e personalidade própria.

Entretanto, ultimamente vem se observando entre estas empresas um crescente número de lançamentos de azeites “monovarietais”, bem como de outras apresentações diferenciadas, como versões orgânicas (obtidos de olivais com práticas de cultivo orgânico), “reserva especial” (feito de azeitonas selecionadas ou de regiões específicas) e “azeite novo” ou de “primeira colheita” (produzido a partir de azeitonas colhidas na etapa inicial de colheita).

Esta movimentação dos fabricantes sinaliza claramente uma busca de diferenciação de produtos para um consumidor que está ávido por novidades. Os azeites “gourmets”, normalmente produzidos por pequenos proprietários ou cooperativas de pequenos produtores, geralmente produzem “monovarietais” ou blends de variedades de sua região produtora.

D.O.P - selo de qualidade de origem

Nos países da União Européia há uma regulamentação para regiões produtoras de azeites, que certifica os produtores com selos de qualidade de origem, denominados de “D.O.P” (Denominação de Origem Protegida), prática semelhante a empregada em vinhos. 

Um azeite com certificado “D.O.P.” assegura que aquele produto além de ter sido produzido em uma região geográfica delimitada, utilizou variedades específicas de azeitonas, com práticas regulamentadas de cultivo e processamento, bem como o produto final tem determinadas características avaliadas e aprovadas por análises laboratoriais e painéis de degustadores especializados.

Adicionalmente ao fato destes produtos terem qualidades e características de sabor e aroma, que tendem a se repetir ao longo das sucessivas safras, os produtos “D.O.P.” geralmente tem preços superiores aos demais azeites.

Algumas marcas de azeites informam em seus rótulos as variedades de azeitona que compõe o produto, mas esta prática ainda não é muito usual. Produtos no qual não se mencionam as variedades em seus rótulos, normalmente são multivarietais.

Variedade de azeites em países exportadores

Há ainda entre os consumidores brasileiros uma forma errônea de “classificar” as características de sabor, aroma e intensidade de um azeite pelo país de origem, como se fosse único. Isto se deve ao fato de que a “memória sensorial” do brasileiro ter sido desenvolvida ao longo dos anos por marcas/empresas, principalmente portuguesas e espanholas, que durante muito tempo ofereceram apenas uma ou poucas variedades de produtos, criando uma percepção incorreta nos consumidores, como se houvesse apenas uma característica marcante que definisse o azeite de Portugal, o azeite da Espanha, o azeite da Itália, ou o azeite da Grécia.

Como no vinho, cada país possui centenas de variedades de azeitonas produzidas em regiões com características específicas de micro clima e solo, que podem ser combinadas de diversas maneiras, produzindo azeites com características sensoriais próprias e distintas. Seria o mesmo que afirmar, erroneamente, que todo vinho francês tem apenas uma determinada característica de sabor e aroma.

Para melhor compreendermos as grandes variações que podemos encontrar nos azeites de uma determinada nacionalidade, observe no quadro abaixo o grande número variedades de azeitonas existentes nos principais países produtores e suas principais variedades:

PAÍS
NÚMERO APROXIMADO DE VARIEDADES
PRINCIPAIS VARIEDADES
ESPANHA
300
Picual, Arbequina,Hojiblanca e Cornicabra.
ITÁLIA
500
Frantoio, Moraiolo, Leccino, Coratina, Ogliarola, Biancolila, Nocellara e Taggiasca.
GRÉCIA
65
Koroneiki, Kalamata e Tsounati.
PORTUGAL
15
Galega, Cordovil, Madural, Cobrançosa e Verdeal Trasmontana.

Para exemplificar, se degustarmos dois azeites espanhóis produzidos a partir de variedades diferentes de azeitonas iremos notar características totalmente distintas: o azeite feito de azeitona picual terá sabor intenso e amargo, enquanto o azeite obtido de hojiblanca terá sabor suave.


FONTE
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