sexta-feira, 12 de maio de 2017

Vitamina D reduz risco de menopausa precoce


Segundo pesquisa da Universidade Harvard, o consumo de vitamina D e leite de vaca pode contribuir para retardar o processo

Os hormônios do leite também podem implicar no atraso do envelhecimento ovariano. (iStock/Getty Images)

Uma alimentação rica em peixes oleosos, como salmão, atum e sardinha, e ovos – ricos em vitamina D – pode evitar a menopausa precoce. De acordo com estudo publicado no periódico científico American Journal of Clinical Nutrition, o consumo de vitamina D através de alimentos e suplementos pode reduzir o risco da menopausa antes dos 45 anos em até 17%. Já os alimentos ricos em cálcio mostraram uma redução de 13%.

Estudos anteriores já haviam sugerido que a vitamina pode retardar o envelhecimento dos ovários. Cerca de uma a cada dez mulheres enfrenta a fase da menopausa precoce – antes dos 45 anos -, aumentando os riscos de osteoporose, doenças cardíacas e diminuindo a fertilidade.

O estudo

Pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, analisaram 116.430 mulheres que trabalharam na área da saúde durante duas décadas. Durante esse período, as participantes registraram sua dieta em cinco ocasiões e 2.041 mulheres entraram na menopausa.
Resultados

Os resultados, levando em conta peso e histórico de amamentação, revelaram que aquelas que consumiram maior quantidade de vitamina D apresentaram um risco 17% menor para a antecipação do período fisiológico do que as outras. Já o consumo de cálcio foi associado a uma redução de 13% na probabilidade de menopausa precoce.

Acredita-se que o consumo de cálcio relacionado a redução da menopausa precoce pode ser explicada pela quantidade de hormônios no leite de vaca, retardando as mudanças hormonais naturais da mulher.

Em relação à vitamina D, segundo os autores, existem boas evidências de que a substância acelere a produção de hormônios que retardam o envelhecimento ovariano e a idade em que a mulher perde a capacidade reprodutiva. Isso é importante pois a menopausa surge justamente quando a mulher não produz mais óvulos.

“Acreditamos que o cálcio poderia influenciar, também, a idade ovariana porque no leite está presente hormônios como a progesterona, que pode ajudar a reduzir esses riscos“, explicou Alexandra.

Nos Estados Unidos, leite e queijo são fortificados com vitamina D. Segundo os pesquisadores, foram os laticínios os principais alimentos que indicaram a redução do risco de menopausa precoce e o resultado poderia ser diferente em outros países. No entanto, mais pesquisas são necessárias para comprovar se a ingestão de suplementos de vitamina D realmente afeta o atraso da menopausa.

“A menopausa precoce não só está associada a um maior risco de doenças cardiovasculares, osteoporose e Alzheimer, como pode afetar as chances de conceber anos antes do aparecimento dos sintomas”, disse Alexandra Purdue-Smithe, uma das autoras da pesquisa, ao Daily Mail.

Uma mulher que entra na fase da menopausa aos 43 anos, por exemplo, pode enfrentar problemas de fertilidade por volta dos 33 anos. “Estudos procuram por algo que possa reduzir esses riscos. E a dieta, que pode ser facilmente alterada, tem grande implicação na saúde da mulher.”

FONTE

http://veja.abril.com.br/saude/vitamina-d-reduz-risco-de-menopausa-precoce-revela-estudo/

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Mão de abacate - você foi afetado?


Os abacates são, sem dúvida, um dos ingredientes mais bonitos do brunch encontrados no Instagram. E, além de serem positivamente deliciosos, eles também estão repletos de benefícios para a saúde.

No entanto os especialistas têm agora emitido um alerta gritante para o alimento em todos os lugares: abacates estão oficialmente "wreaking havoc" causar danos a nossa saúde - e não da maneira que você esperaria.

"Recentemente os benefícios de saúde do abacate foram defendidos, com um aumento em sua popularidade - e um conseqüente aumento de lesões relacionadas", disse David Shewring, vice-presidente da Sociedade Britânica de Cirurgia da Mão, ao The Times .

Lesões relacionadas? Vamos explicar ...

Se você já cortou um abacate com uma faca vai saber que é um negócio incrivelmente escorregadio. E aquele caroço duro como uma rocha bem no meio do abacate tem levado as pessoas desatentas, acidentalmente cortarem as suas mãos - e, em alguns casos, cortando seus tendões.

Como resultado, a Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos, Reconstrutivos e Estéticos está pedindo que "rótulos de segurança" apareçam em abacate em todos os lugares.

"As pessoas não antecipam que os abacates que compram podem estar muito maduros e há uma compreensão mínima de como lidar com eles", disse Simon Eccles, secretário da associação e ex-presidente da seção de cirurgia plástica da Royal Society of Medicine.

Acrescentando que ele trata quatro pessoas por semana por ferimentos relacionados ao abacate, ele continuou: "Nós não queremos que as pessoas deixem de consumir o fruto, mas acho que rótulos de advertência são uma maneira eficaz de lidar com isso. Precisa ser reconhecível. - Talvez possamos ter uma foto de um abacate com uma faca e uma grande tarja vermelha passando por ela?

Em 2015, o ator James Bye foi levado às pressas para o hospital depois de cortar uma artéria em um acidente de abacate.

Falando sobre sua lesão no momento, ele explicou : "Eu estava tentando tirar o caroço de um abacate e coloquei a faca através de minha mão. Passou por uma artéria e o ligamento; e, tive que buscar assistência médica. Eu estou bem, mas vou estar fora do elenco por um tempo, então eles estão reescrevendo o script."

Estranhamente, Bye não é a única celebridade a ter sido afligido por "mão de abacate": aparentemente, a nossa amada Meryl Streep se feriu com a fruta também. E Eccles disse que provavelmente há inúmeros outros, silenciados pela vergonha da maneira como eles obtiveram seus ferimentos.




FONTE

http://www.stylist.co.uk/life/recipes/avocado-hand-middle-class-brunch-injury-foodie-food-trends

Sintomas da Menopausa


Você conhece os sintomas da menopausa? Pode estar chegando a sua vez! Existem alguns sintomas fáceis de diagnosticar. O assunto que abordaremos hoje é um tanto delicado para muitas mulheres. Pensar em entrar na menopausa faz com que algumas sintam-se velhas e, muitas vezes, o psicológico pode ser nosso pior inimigo.

Quando chegamos à menopausa, significa que estamos deixando para trás a nossa fase de reprodução e, apesar de esse momento ser ignorado pela maioria das mulheres que ainda não entrou nele, é algo ao qual deve se dar uma certa atenção.

Algo que passa desconhecido por grande parte de nós é a perimenopausa. Você já ouviu falar?

A perimenopausa é o momento em que os nossos órgãos reprodutivos começam a deixar de funcionar para a reprodução propriamente dita. Nossas produções de progesterona e estrogênio começam a sofrer alterações, causando uma irregularidade menstrual e, consequentemente, a irregularidade na frequência da ovulação.

Esse período geralmente dura dois anos e pode acontecer a qualquer momento entre os 40 e os 50 anos da mulher. A diferença da perimenopausa e a menopausa é que, durante a primeira, a mulher ainda possui a chance de engravidar, já que, apesar de serem mais raras, as ovulações ainda acontecem.

É como se a perimenopausa fosse a porta de entrada da menopausa. E junto com a alteração do ciclo menstrual, ela pode ser a primeira fase em que a mulher sofre muitas alterações hormonais, alterando também o seu humor. Tristeza, depressão, ansiedade, aumento de peso, são sintomas que podem acometer as mulheres já na perimenopausa.

É importante lembrar que todo e qualquer sintoma incomum que venha a lhe acometer deve ser relatado ao seu médico ginecologista. Se você vem sentindo alguma das mudanças hormonais e psicológicas mencionadas acima, não deixe de investigar. O período da menopausa geralmente precisa de acompanhamento.


Para aliviar os sintomas da peri e da menopausa, a dica é reforçar uma alimentação muito balanceada e saudável. Outra dica, é tomar chá de amora. Nós trouxemos a receita para vocês.

Ingredientes:

Água: 1 litro
Folhas de amora: 3 folhas picadas

Modo de preparo:

1. Ferva a água e adicione as folhas de amora;
2. Desligue o fogo e tampe a panela;
3. Depois, é só coar antes de beber!

A dica aqui é ingerir 4 xícaras desse chá todos os dias, nos intervalos das refeições. Muitas mulheres afirmaram que esse chá ajudou na redução de até 1,5kg por semana, acompanhado de uma dieta balanceada e exercícios físicos.


Saiba se pode ser menopausa
Ginecologista

Os sintomas da menopausa normalmente têm início entre os 45 e 55 anos de idade, quando a menstruação passa a ser irregular e surgem problemas como ondas de calor, aumento da produção de suor e pele e cabelos ressecados.

A menopausa acontece devido à diminuição na produção dos hormônios responsáveis pelos ciclos menstruais e fertilidade da mulher, e a intensidade dos seus sintomas varia de acordo com cada organismo.

Sintomas que confirmam a menopausa


Se tem mais de 40 anos e acha que pode estar entrando na menopausa, selecione os seus sintomas:

1. Menstruação irregular
Sim
Não
2. Ausência de menstruação por 12 meses seguidos
Sim
Não
3. Ondas de calor que começam de repente e sem causa aparente
Sim
Não
4. Suores noturnos intensos que podem interromper o sono
Sim
Não
5. Cansaço frequente
Sim
Não
6. Alterações de humor como irritabilidade, ansiedade ou tristeza
Sim
Não
7. Dificuldade para dormir ou menor qualidade de sono
Sim
Não
8. Secura vaginal
Sim
Não
9. Queda de cabelos
Sim
Não
10. Diminuição da libido
Sim
Não

Estes sintomas e a sua intensidade variam de mulher para mulher, porque enquanto algumas não apresentam qualquer alteração, outras apresentam sintomas muito intensos e difíceis de ignorar.

A idade da menopausa também varia de uma mulher para outra. Em média, ela ocorre perto dos 50 anos, mas há mulheres que iniciam a menopausa antes dos 40 e há quem passe por ela depois dos 52, dependendo da genética e do estilo de vida da mulher.

Diagnóstico da menopausa

O diagnóstico da menopausa é feito com base nos sintomas que a mulher apresenta e a sua principal característica é ficar sem menstruar por pelo menos 12 meses consecutivos. O médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica a taxa de FSH no sangue para comprovar a menopausa.

Tratamento para menopausa

O tratamento para menopausa é indicado para mulheres que manifestam sintomas muito intensos que comprometem sua vida profissional, familiar e afetiva. Ele pode ser feito com o uso de medicamentos receitados pelo ginecologista a base de estrogênio e progesterona, mas é contraindicado para mulheres que apresentam hipertensão descontrolada ou colesterol alto, neste caso, pode-se sugerir a suplementação com soja.

Outra opção para o tratamento da menopausa é utilizar plantas e ervas medicinais, como Agnocasto (Agnus castus), Dong quai (Angelica sinensis) ou Erva-de-são-cristóvão (Cimicifuga Racemosa), sob orientação médica. Para mais dicas do que você pode fazer para aliviar o desconforto da menopausa assista o vídeo a seguir:



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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Truques de Fernanda Keulla para desinchar



Desde que saiu do BBB, Fernanda Keulla emagreceu bastante. Durante todo este tempo, no entanto, ela foi aprendendo truques para tornar a manutenção das curvas mais fácil.


Truques de Fernanda Keulla para desinchar

  • Restrição após 18h
Apesar de não se considerar exageradamente regrada, Fernanda tem alguns hábitos que gosta de manter. Um deles é não comer muito após as 18 horas para não sentir o estômago pesado à noite.

  • Diminuição do glúten
Outra mudança foi a diminuição do glúten em sua alimentação. “Eu estou tendo um pouco de intolerância a glúten e eu não tinha isso antes. Por isso, estou evitando massas. Estou comendo mais purê de mandioquinha, arroz integral, coisas sem glúten”, explica.

A restrição aconteceu após ela se sentir inchada e com um peso no estômago após as refeições com glúten. Há alguns meses, Fernada Keulla já tinha contado que parou de comer farinha branca após descobrir que este era o alimento que a impedia de ter a barriga que queria.

  • Água de berinjela
MAGONE/ISTOCK

Para ajudar a diminuir ainda mais a retenção de líquido e ficar desinchada, a ex-BBB tem um truque: água de berinjela. É só picar a berinjela, colocar na água e deixar na geladeira antes de dormir. De manhã, você coa e toma esta água em jejum. Desincha muito e dá saciedade. É o truque da minha mãe e é muito bom”, ensina.


A vencedora do "BBB 13" (2013) perdeu 14kg desde que deixou o confinamento, há dois anos e meio, investindo em dieta e exercícios. Tudo com acompanhamento médico. "Desde que saí da casa, comecei minha dieta. Tenho perdido peso com acompanhamento médico, com hábitos alimentares mais saudáveis e prática de atividades físicas frequentes. Perdi 14 kg desde então, mas isso de forma saudável", garantiu.

"O cardápio e a dieta foram acompanhados pelas médicas Dra. Heloisa Rocha, no Rio, e Dra. Virginia Curiati, em São Paulo. Em Belo Horizonte, meu personal Washington Pimenta e, no Rio, a equipe Lund, sob a supervisão de Rafael Lund, organizam meus exercícios em circuito, mesclando musculação e exercícios aeróbicos, tudo para melhorar meu condicionamento físico", completou.


Advogada, Fernanda Keulla diz que fez tudo para agradar o pai também da área de direito - ela que já apresentou dois programas da Globo Minas - disse que uma de suas motivações para emagrecer foi justamente o trabalho. "Não brinco com minha saúde! É muito importante para meu trabalho como apresentadora me manter disposta, e para mim saúde é minha prioridade". Atualmente Fernanda além de apresentadora de uma operadora de celular, tem também o seu canal no YouTube.

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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Benefícios do Ômega 3



11 Benefícios do Ômega 3 – Para Que Serve e Propriedades em Emagrecimento, Suplementos. Muitas dietas para emagrecer sugerem uma redução drástica no consumo de gorduras, mas se há um tipo de nutriente que não pode faltar no seu cardápio são exatamente os ácidos graxos essenciais do tipo ômega 3.

Embora nosso corpo seja capaz de sintetizar quase todos os tipos de gordura de que necessitamos, alguns deles não podem ser produzidos pelo organismo e devem ser obtidos através da alimentação – daí a denominação de “essenciais”. Encontrado em alguns peixes, nozes e sementes, há diversos benefícios ômega 3 para a nossa saúde e boa forma, pois ele desempenha uma série de funções importantes para o metabolismo, e uma deficiência destes nutrientes pode causar desde fadiga e dificuldade de concentração até mesmo uma desaceleração do metabolismo.

O que é o ômega 3 exatamente?

Os ácidos graxos ômega 3 são um tipo de gordura insaturada com ligações duplas na cadeia de hidrocarbonetos, e são tidos como o único tipo de gordura que o organismo humano não consegue sintetizar. Por esse motivo, são considerados essenciais e devem estar presentes no cardápio regularmente a fim de evitar uma deficiência do nutriente.

Tipos de Ômega 3

Existem três tipos de ácidos graxos do tipo ômega 3:

Ácido alfa- linolênico (ALA): encontrado principalmente em óleos vegetais, nozes e nas sementes de linhaça, é o tipo de ácido graxo mais comum na alimentação brasileira;

Ácido eicosapentaenoico (EPA): obtido a partir do consumo de peixes (como o salmão) e leite;

Ácido docosa-hexaenoico (DHA): assim como o EPA, é também encontrado no óleo dos peixes, sendo conhecido como “ômega 3 marinho”.

A maior parte dos benefícios do ômega 3 está associada ao EPA e ao DHA, e não ao ácido alfa-linolênico, que é de origem vegetal. Como o corpo é capaz de converter o ALA em EPA e DHA apenas em pequena proporção, o ideal é priorizar o consumo de ômega 3 de origem animal.


Para Que Serve

O ômega 3 é parte fundamental das membranas celulares, e pode interferir no mecanismo de sinalização presente em cada célula (receptor). Ou seja, o ácido graxo afeta a função dos receptores que se encontram na parte externa das células. Assim, são responsáveis diretos pela produção de hormônios que controlam a contração e o relaxamento das paredes de cada artéria. Estes hormônios atuam ainda nos processos metabólicos relacionados à coagulação e a alguns processos inflamatórios.

Propriedades

Cientistas acreditam que, graças à atuação do ômega 3 nos processos inflamatórios e na regulação da função genética, o ácido graxo possa auxiliar na prevenção de problemas cardíacos, como infarto e arteriosclerose (condição que leva à obstrução do fluxo sanguíneo nas artérias).

O ômega 3 pode ainda ajudar a reduzir inflamações associadas ao sobrepeso, reduzir as taxas de glicose sanguínea e melhorar quadros de artrite reumatoide e depressão. De maneira simplificada, podemos afirmar que as principais propriedades do ômega 3 são:
  • Formação da retina ocular;
  • Síntese de hormônios;
  • Funcionamento adequado do sistema imunológico;
  • Formação das membranas celulares;
  • Combate às inflamações;
  • Manutenção da saúde da pele;
  • Composição da bainha de mielina dos neurônios;
  • Redução da pressão arterial;
  • Atuação na comunicação química entre as células nervosas.
Equilíbrio entre ômega 3 e ômega 6


Para funcionar adequadamente e realizar todos os processos metabólicos que garantem a manutenção do estado ideal que conhecemos como “saúde”, o corpo precisa manter uma proporção adequada entre o ômega 3 e o ômega 6. Embora ambos ácidos graxos sejam essenciais, o corpo necessita de cada um deles em concentrações diferentes. Diversos estudos têm demonstrado que o organismo precisa de duas partes de ômega 6 para cada parte de ômega 3. Ou uma relação de 2:1 em favor do ômega 6.

Graças ao alto consumo de óleos vegetais e alimentos processados e à diminuição da presença de peixes marinhos à mesa, a população dos países ocidentais apresenta uma relação totalmente contraindicada destes nutrientes.

Nos Estados Unidos, por exemplo, que dominam a lista dos piores indicadores relacionados à nutrição, a proporção de ômega 6 para ômega 3 é de 10:1. Além de causar processos inflamatórios relacionados à obesidade, essa grande disparidade entre os dois tipos de ácido graxo pode estar associada a uma maior incidência de doenças cardíacas, depressão e diabetes.

Para diminuir o problema, além aumentar o consumo de alimentos ricos em ômega 3, é importante controlar o uso de óleos como os de soja, canola e milho.


Benefícios do Ômega 3

Veja como as propriedades do ômega 3 trazem benefícios para a saúde e boa forma:

1. Pode ajudar a perder peso

Tradicionalmente, os povos asiáticos sempre apresentaram alguns dos IMCs mais baixos do planeta. Embora não exista um fator único que possa ser considerado responsável por essa característica, o alto consumo de peixes marinhos pelas populações de países como o Japão está certamente relacionado.

Enquanto no Brasil consumíamos até pouco tempo atrás menos de 10 kg de peixe por pessoa a cada ano, esse número chegou a ser cinco vezes maior no Japão. E o que isso quer dizer?

Em relação ao peso, o consumo de peixes como o atum e o salmão pode ser um fator determinante quando levamos em consideração que o ácido graxo ômega 3 tem o potencial de reduzir processos inflamatórios.

A inflamação crônica pode causar uma alteração nos mecanismos de controle da fome e da saciedade, estimulando a liberação de hormônios que aumentam o apetite e dificultando a ação daqueles com ação contrária.

Como o processo inflamatório também aumenta a resistência à insulina e favorece a retenção de líquidos, reduzir as inflamações pode facilitar, e muito, a perda de peso. Além disso, como toda gordura tem digestão mais lenta, ao consumir uma porção de peixe grelhado você estará estimulando naturalmente a saciedade.

Em um estudo de apenas 3 semanas publicado no Physiological Research, participantes que adicionaram 2,8 gramas diárias de ômega 3 à alimentação (em combinação com a prática de exercícios e uma dieta hipocalórica) perderam 1,5 kg a mais do que voluntários que apenas se exercitaram e fizeram dieta.

2. Controla a insulina

Esse é um dos benefícios do ômega 3 que pode ser útil tanto para quem está de olho nas taxas de glicose no sangue como para aqueles que precisam emagrecer. Ao acrescentar uma fonte de ômega 3 ao prato, você estará diminuindo o índice glicêmico da sua refeição, o que por sua vez se traduz em uma menor liberação de insulina na circulação sanguínea.

E menos insulina significa melhor controle da glicemia e uma redução no risco de aparecimento de diabetes do tipo 2. E como níveis elevados de insulina favorecem o acúmulo de gordura no corpo, quanto maior a liberação do hormônio mais inevitável será o aumento de peso.

3. Acelera o metabolismo

As gorduras são todas altamente calóricas, mas nem todas elas são iguais do ponto de vista da saúde e da balança. Gorduras insaturadas podem na verdade estimular a queima de gordura, elevando o metabolismo e facilitando o emagrecimento, fatores que são portanto benefícios do ômega 3 consideráveis.

Em um estudo publicado em 2015 no periódico especializado Scientific Reports, pesquisadores japoneses observaram que ratos que haviam sido alimentados com uma dieta contendo óleo de peixe apresentaram não apenas menos gordura corporal como também menos peso.

Estes animais também demonstraram níveis menores de glicose e insulina em jejum, além de uma temperatura corporal mais elevada que os animais que não receberam óleo de peixe contendo ômega 3.

E mais: os ratos que consumiram o óleo apresentaram um metabolismo mais acelerado, queimando significativamente mais calorias do que os animais do grupo controle.

Para os pesquisadores, esse resultado pode ser explicado por um possível aumento no teor de gordura marrom, um tipo de tecido adiposo que queima mais calorias.

4. Protege o coração

Diversos estudos demonstram que consumir alimentos ricos em ômega 3 regularmente (pelo menos duas porções de peixe por semana) pode ser uma boa maneira de evitar problemas cardíacos.

Enquanto o DHA ajuda a estabilizar os batimentos cardíacos (evitando arritmias), o EPA reduz a pressão arterial, melhora o fluxo sanguíneo, reduz as inflamações e os triglicérides e evita a formação de coágulos nas artérias.

Em um famoso estudo italiano desenvolvido com mais de onze mil pacientes que haviam sofrido um ataque cardíaco anteriormente, foi observado que aqueles que passaram a consumir 1000 mg de óleo de peixe diariamente durante três anos apresentaram um risco menor de sofrer outro enfarto ou de morrer por outra complicação cardíaca.

Uma pesquisa americana demonstrou que homens que consomem peixe uma ou mais vezes por semana apresentavam um risco 50% menor de morrer de um ataque cardíaco súbito do que homens que consomem peixe menos de uma vez por mês.

5. Previne o câncer

Os ácidos graxos poli-insaturados podem atuar na prevenção de alguns tipos de câncer, como o de mama, próstata e o de intestino (cólon).

Pesquisas indicam que o óleo pode até mesmo inibir a metástase do tumor para outros tecidos do corpo, como ocorre no caso do câncer de mama. O ômega 3 ajuda a reduzir a atividade dos estrógenos que favorecem o surgimento do tumor mamário e sua proliferação para outros órgãos através da circulação.

6. Melhora as taxas de colesterol e reduz os triglicérides

Embora nosso corpo necessite de ambos tipos de colesterol (LDL e HDL) para seu funcionamento adequado, o excesso de LDL na circulação tende a se depositar na parede das artérias, reduzindo o diâmetro dos vasos sanguíneos e dificultando a passagem do sangue.

Como resultado, há uma obstrução – que pode ser total ou parcial – do fluxo sanguíneo, o que pode levar ao desenvolvimento de sérias doenças cardíacas e até mesmo levar a morte através de um fulminante infarto do miocárdio.

Ao contrário dos demais óleos de origem animal que elevam as taxas de LDL e muitas vezes reduzem os níveis de HDL (o bom colesterol), os benefícios do ômega 3 estendem-se não só a diminuir o colesterol ruim como também a aumentar os números do bom.

O HDL atua como uma pequena vassoura que elimina os depósitos de LDL, reduzindo as inflamações na parede das artérias e aumentando o diâmetro dos vasos sanguíneos.

7. É um anti-inflamatório natural

As propriedades do ômega 3 no combate às inflamações não se restringem ao sistema cardíaco. Estudos indicam que o ácido graxo eleva a concentração de prostaglandinas da classe PG3 na circulação.

Essas substâncias, que agem como hormônios, têm efeito anti-inflamatório e podem ser eficazes no combate a inflamações das articulações (como ocorre na artrite reumatoide), ao lúpus, psoríase e até mesmo a doença de Crohn, que se caracteriza por uma inflamação do tubo digestivo.

8. Evita a Depressão

Nas duas últimas décadas, uma série de pesquisadores tem se debruçado sobre um tema bastante importante para a população mundial: como prevenir e tratar a depressão naturalmente.

Embora muitos estudos ainda necessitem de uma investigação mais aprofundada, um padrão parece se repetir ao redor do globo: povos que consomem mais peixe apresentam taxas menores de depressão.

A relação entre o consumo de peixes de água fria e a saúde cerebral pode ser explicada pela atuação do EPA e do DHA. Ambos ácidos graxos ajudam a manter estáveis os níveis do neurotransmissor dopamina no cérebro, estimulam o crescimento neuronal no córtex frontal e ainda melhoram o fluxo sanguíneo na região.

Mais um dos benefícios do ômega 3 para quem tem depressão é que ele potencializa os efeitos dos antidepressivos e pode até mesmo melhorar alguns dos sintomas do transtorno bipolar.

9. Fundamental para a Função cognitiva

Para funcionar adequadamente, todo o nosso sistema nervoso precisa de ômega 3 – mais especificamente o DHA. Cerca de 60% do peso total do cérebro é composto por gordura, e desse total nada menos que 15-20% é de DHA.

Isso significa que de 9 a 12% do peso do nosso cérebro se deve à presença de ácido docosa-hexaenoico, que quando deficiente pode levar a uma perda da função cognitiva ou então atrasar o desenvolvimento neurológico de crianças.

Temos então que, além de fazer bem para o coração, controlar as taxas de colesterol e ajudar a emagrecer, há benefícios do ômega 3 também para manter o funcionamento cerebral em ordem e afastar o risco de doenças degenerativas como Parkinson, esclerose múltipla e dificuldade de aprendizado e memorização.

10. Melhora o desempenho esportivo

Praticantes de atividade física têm mais um motivo para prestar atenção à ingestão de ômega 3: o nutriente melhora o desempenho aeróbico, uma vez que aumenta a capacidade do corpo de absorver oxigênio.

Isso ocorre porque o ômega 3 reduz a viscosidade sanguínea, efeito que acaba por melhorar a distribuição de sangue e oxigênio para o tecido muscular.

Atletas que consomem cerca de 4 gramas de ômega 3 todos os dias começam a apresentar ganhos de performance em menos de um mês após o uso regular do ácido graxo.

11. Indispensável para o desenvolvimento adequado do cérebro infantil

Em um estudo publicado em 2013 no American Journal of Clinical Nutrition, pesquisadores constataram que crianças de 3 a 5 anos que receberam um suplemento de ômega 3 apresentaram um desempenho melhor em testes de inteligência, aprendizado e vocabulário.

Outras pesquisas têm demonstrado uma relação entre o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, ou TDAH, e baixos níveis de ômega 3.

Crianças com TDAH tendem a apresentar uma deficiência de ácidos graxos ômega 3 no cérebro, o que tem levado médicos a reiterar a necessidade do nutriente ainda nos primeiros anos de vida.

Fontes naturais de ômega 3

Alimentos com maior teor de ômega 3 para você acrescentar regularmente à sua dieta:

Salmão;Sardinha;Atum;Algas marinhas;Óleo de fígado de bacalhau;Sementes ou óleo de Linhaça;Chia;Nozes;Canola.
Dose

Não existe uma dose exata de ômega 3 para todos os indivíduos, mas para evitar os sintomas de deficiência e aproveitar todos os benefícios do ômega 3 citados acima, a Organização Mundial de Saúde recomenda um consumo semanal de:

2 ou 3 porções de peixes de água fria; ou1,6 g de ômega 3 para os homens;1,1 g para as mulheres;
uma proporção de ômega 6/ômega 3 de 2:1.

A melhor maneira de obter ômega 3 ainda é através da alimentação, mas é possível aumentar o consumo dos ácidos graxos com o uso de suplementos à base de óleo de peixe. É possível encontrar o nutriente na forma de cápsulas de 500 ou 1000 mg, que devem ser utilizadas mediante orientação profissional especializada.

Deficiência

Baixa concentração de ômega 3 no organismo pode causar:

Diminuição da capacidade cognitiva;Fadiga;Memória fraca;Pele seca;Problemas cardíacos;Má circulação;Variações de humor e depressão.

Apesar de todos os benefícios do ômega 3 para a saúde, converse com seu médico ou nutricionista antes de fazer uso do nutriente na forma de suplemento.

Uma forma de consumo de ômega 3 que uso e indico: Hidrate 2 colheres de chia ou de linhaça em um copo com água (pode ser da noite para o dia - ou assim que observar que ativou o processo de mucilagem, ou seja, liberou um tipo de gel) bata no liquidificador com uma banana (pode ser outra fruta. Eu prefiro esta); se quiser acrescente canela em pó. Beba em seguida. Dicas: É benéfico deixá-las de molho de 4 a 8 horas antes do consumo. Podem ser utilizadas em sucos, vitaminas, iogurte, omelete, crepioca, barrinhas de cereal, salada de frutas, preparo de leite de linhaça... e uma infinidade de utilizações.

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sábado, 6 de maio de 2017

Alimentos que ajudam a emagrecer


Couve-flor, semente de girassol: especialista indica 7 alimentos que ajudam a emagrecer com saúde. Cardápio variado, equilibrado e rico em nutrientes é muito mais eficiente para o emagrecimento do que a restrição a alimentos que, além de te deixar com mais fome, ainda pode comprometer a saúde.

De acordo com o especialista em nutrição Rodrio Polesso, para ter uma vida saudável e magra é preciso consumir alimentos verdadeiros, ou seja, que estão alinhados com o funcionamento normal dos hormônios do corpo e do seu metabolismo. Confira a seleção indicada pelo profissional de 7 alimentos que ajudam o corpo a regular os índices de insulina e, consequentemente, perder peso:


Couve-flor:

Além de ser rico em nutrientes, o legume pode substituir diversos alimentos cheios de carboidratos densos e de rápida absorção. É possível, por exemplo, fazer pizza com massa de couve-flor, evitando o consumo de carboidratos refinados. A couve-flor é boa fonte de fibras, possui apenas 25 calorias a cada 100 gramas, garante saciedade e contribui para a perda de peso por diminuir a fome e evitar exagero nas refeições.

Atum:

Entre as carnes e peixes disponíveis, o atum é um exemplo prático e nutritivo de alimento que ajuda o corpo a regular a insulina e, por consequência, queimar gordura. O especialista alerta para que se dê preferência ao peixe in natura ou em água.


Azeite de dendê ou de oliva:

Os óleos vegetais mais comuns possuem efeito retardador no organismo, ou seja, promovem quadros de inflamação e hoje estão associados a diversos problemas de saúde. O azeite de dendê ou de oliva, segundo o profissional, são ótimas opções para as receitas que levam este tipo de ingrediente.

Ovos:

Ricos em proteínas e gordura de alta qualidade, são ótimos controladores do hormônio insulina, que ajuda no emagrecimento. Ovos inteiros, de preferência caipiras, são alimentos muito bem-vindos no café da manhã e podem substituir o pão, sugere o especialista.

Semente de girassol:

É rica em fibras, que promovem saciedade e ainda ajuda o intestino a funcionar bem, além de ser boa fonte de vitaminas que contribuem para o bem-estar físico e mental. Segundo o profissional, as sementes podem ser usadas em saladas e muitas outras receitas e devem ser consumidas, preferencialmente, em versões in natura.


Chá:

As infusões podem ser ótimas aliadas na implantação de um estilo de vida saudável para abandonar outras bebidas adoçadas e/ou artificiais que promovem o ganho de peso. Os chás de todos os tipos também contribuem no controle da vontade de comer doces.

Morango:

Pouco calórica, a fruta é considerada pelo especialista como uma das boas opções que contribuem para a regulamentação da insulina, ao lado do abacate, limão, cranberry, mirtilos e coco, por exemplo.

fonte


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Desintoxique o seu intestino


Desintoxique seu intestino com simples bebidas quentes e evitará uma grande variedade de doenças que surgem quando não chegamos a depurar de forma correta o excesso de toxinas de nosso interior. Ficar magro não é a única razão para se cuidar. Tomar diuréticos e alimentos ricos em fibras tem um impacto muito mais significativo do que uma linda silhueta.


O intestino conta com uma função essencial para que nosso corpo se mantenha saudável durante muito tempo. Como sabemos, o trabalho dos intestinos é o de expulsar as toxinas e as substâncias nocivas. O resultado de tê-las dentro de nós é similar ao que ocorre se introduzirmos areia em um motor. Pode ser que funcione durante algum tempo, mas ao trabalhar com um objeto estranho dentro, começará a se deteriorar e, finalmente, irá falhar.

Em ocasiões, o dano pode ser resolvido e em outras não. Por isso, é necessário desintoxicar seu intestino e evitar assim a presença de elementos que o afetem sem que você se dê conta.

Para isso, propomos o uso de simples bebidas que ajudarão. É um recurso pouco agressivo e muito eficaz.

Não apresentam substâncias químicas que produzam efeitos secundários em outras regiões. Além disso, são econômicas e simples de preparar, por isso poderá desfrutar delas sempre que quiser. Considere que os ingredientes estão à venda em qualquer loja.

Desintoxique seu intestino com bebidas quentes

Camomila


Além de ser um calmante estupendo, a camomila facilita a excreção se usada de maneira cotidiana. Não basta consumi-la quando se sentir pesado ou tiver acidez. O melhor será consumi-la depois de cada refeição.

Você pode optar pela que é vendida em infusão convencional, a das bolsinhas, ainda que o ideal seja recorrer à planta seca, à venda em qualquer ervanaria. A razão é muito simples: enquanto que a primeira é tratada, a segunda é natural.

Chá de menta


Diferente da anterior, você não deve tomar a menta quando estiver em um processo de gastrite ou colite. Porém, o resto do tempo, pode aproveitá-la para desintoxicar seu intestino com total segurança. Favorece a boa digestão e, portanto, a eliminação de tudo aquilo que não deveria estar dentro de você. Combate o estresse que torna mais complicado enfrentar o dia. O mais desejável é tomá-la depois de cada refeição.

Desintoxique seu intestino com chá de gengibre e limão

Ainda que a medicina tradicional chinesa tenha usado esta raiz durante séculos, em outras culturas ela é muito desconhecida. Porém, é um dos elementos mais completos que você vai encontrar. Dentre seus múltiplos benefícios se destacam: O digestivo. Tem efeitos anti-inflamatórios. Regula os níveis de açúcar e colesterol. Tudo isso se completa com sua ação limpadora, especialmente no cólon. O mais adequado é tomar pelo menos uma vez por dia.

Por sua vez, o limão será o complemento perfeito. Seu alto teor em vitamina C conseguirá aniquilar todas as bactérias que estejam alojadas no intestino. Assim, além de expulsar as toxinas, acabará com as aderências que, em ocasiões, se mantêm no órgão.

O sabor poderá surpreender um pouco, porque não é o típico de uma infusão. Mas não se preocupe, logo você acostuma com esse misterioso toque picante.

Babosa e tília

Você ouviu falar das vantagens da babosa para a pele e sua cicatrização, mas também pode ser usada para desintoxicar o intestino. Quando consumida regularmente se transforma em um dinamizador do seu trato intestinal. Como resultado, você vai se desfazer das substâncias que perturbam o desempenho do seu sistema digestivo. Além disso, se combinada com a tília, obterá o relaxamento que faz tanta falta em nosso estilo de vida atual.

Ingredientes
1 copo de água (200 ml)
5 colheres de sopa e meia de babosa (uns 80 g)
2 colheres de sopa de tília (20 g)
Algumas gotas de limão

Preparo
Esquentaremos o copo de água e, quando ferver, adicionaremos a babosa. Após obter uma mistura homogênea incluiremos as duas colheres de sopa de tília e deixaremos em infusão por alguns minutos. Para terminar, deixaremos cair umas gotas de limão e coaremos o conteúdo antes de beber.

Com estas infusões você terá seu intestino limpo, e com isso estará atuando para prevenir uma infinidade de doenças. Se não tomar diariamente, como é recomendado, é vital que se concentre em fazer, pelo menos, uma semana ao mês.

Observe e nos conte quais mudanças você experimentou!

FONTE

https://melhorcomsaude.com/desintoxique-o-seu-intestino-com-estas-4-bebidas-quentes/

Sintomas que podem indicar problemas nos intestinos


Você sabia que os ossos fracos também podem se dever a problemas nos intestinos? Ao não absorver bem os minerais, ocorre um efeito negativo a nível global.

Os problemas relacionados aos nossos intestinos nem sempre têm a ver com a clássica prisão de ventre. Em alguns casos não somos conscientes das diversas funções que estes órgãos essenciais desempenham no corpo humano. Graças a eles absorvemos os nutrientes dos alimentos que ingerimos, obtemos minerais, água, vitaminas e, além disso, atuam como parte indispensável de nosso sistema imunológico.

A flora microbiana que reveste suas paredes é imprescindível para a nossa saúde, para fazer frente a diversas doenças e ter um equilíbrio interior que nos permita gozar de uma qualidade de vida adequada.

Por sua vez, não podemos esquecer que o intestino se divide em várias partes, e que o cólon é uma delas. Portanto, manter uma boa saúde intestinal é sinônimo de bem-estar geral e algo em que deveríamos pensar todos os dias.

É necessário estar atento a esta sintomatologia secundária da qual às vezes descuidamos e que pode nos revelar problemas nos intestinos. Saiba mais sobre o tema a seguir. Estamos certos de que estas informações poderão lhe servir de ajuda.

1. Ossos fracos

Um dia tropeçamos em uma pedra quando saímos para caminhar com os amigos pela montanha e rompemos o quadril. Algo tão grave pode, sem dúvida, estar associado a duas coisas: a pedra inoportuna ou a clássica osteoporose, tão comum na mulher. Agora, e se no mês seguinte sofremos uma fratura no punho, na tíbia ou no ombro? Algo está acontecendo e é necessário descobrir a causa.

Em alguns casos, pode ser o seguinte: nosso estômago produz ácido demais, e por isso, minerais como o cálcio e o magnésio não são absorvidos como devem pelos nossos intestinos.

Outro aspecto essencial tem a ver com a vitamina K que se produz em nossos intestinos.
Se estes órgãos estão sujos, se não funcionam como devem, sofreremos um déficit deste tipo de vitamina que também é crucial para ter ossos fortes e saudáveis.

2. Ansiedade e cansaço


Quando a flora microbiana está desequilibrada, notaremos as mudanças em nosso humor. É interessante saber que há um nervo que conecta o intestino ao cérebro e que os sinais circulam em ambas as direções entre eles. Se consumirmos um excesso de gorduras saturadas, a flora microbiana será afetada e terá início este tipo de sintoma emocional específico.

Para evitar isso, é necessário fazer algumas mudanças em nossa alimentação:
  • Consumir mais frutas e verduras frescas.
  • Beber bastante água.
  • Consumir kefir, maravilhoso para cuidar da flora bacteriana.

3. Coceira na pele e sua relação com os intestinos

Este é, sem dúvida, um dos sintomas mais curiosos. Quando sofremos com ele é comum o associarmos a simples alergias quando, na realidade, o que acontece é um claro problema em nossos intestinos.

Se temos, por exemplo, um intestino permeável, as partículas dos alimentos não digeridas de forma adequada vão entrando na corrente sanguínea. Há um excesso de toxicidade em nosso corpo e, nestes casos, o sistema imunológico reage de forma adversa a este tipo de condição: sentimos coceira, inflamação, inchaço…

Devemos consultar nosso médico no caso de sentirmos estes sintomas.

4. Unhas fracas


Ter unhas fracas e quebradiças pode ser um sinal evidente de que não estamos absorvendo os nutrientes de forma adequada através de nossa alimentação. Dado que “somos o que comemos”, deveríamos adicionar também a esta frase a continuação “somos o que nossos intestinos absorvem”.

Se eles não estão saudáveis, se a flora microbiana é escassa ou está em mau estado, não iremos decompor bem os alimentos e não poderemos absorver as vitaminas e minerais que dão força a nossas unhas e à saúde geral de nosso corpo.

5. Abdômen inchado

Em algumas ocasiões observamos nosso abdômen e nos perguntamos como conseguimos engordar tanto em tão pouco tempo. No entanto, este inchaço abdominal não é gordura, são gases, e o claro resultado de intestinos que não estão funcionando de forma adequada.

Apesar disso, a raiz do problema nem sempre está em comer alimentos que causam gases. Às vezes o que existe é uma alergia alimentar. Leve em conta que os laticínios são, muitas vezes, os alérgenos mais comuns em nossa dieta, e que podem causar sintomas como este.

6. Fezes brancas


A ocorrência de fezes brancas não é algo que devemos deixar passar. No caso de experimentarmos esta situação em algum momento, é necessário consultar um médico. O mais comum é que isso ocorra com quem sofre de intestino irritável, e que também seja acompanhado de casos de diarreia.

A alteração em nossa flora bacteriana e as inflamações intestinais também o provocam, mas podem ser vinculados a problemas hepáticos mais sérios que requereriam, sem dúvida, um tratamento específico.

Para concluir, assim como podemos ver, estes sintomas são muito concretos e é comum relacioná-los a outros problemas. Para esclarecer possíveis dúvidas, nada melhor do que consultar sempre bons profissionais.

Seja como for, lembre-se sempre de que “você é o que você come”, por isso… por que não cuidar de si mesmo um pouco melhor?

FONTE

https://melhorcomsaude.com/6-sintomas-problemas-intestinos/