Modulação Hormonal Bioidêntica Funciona? É Segura?
Desenvolvida para reequilibrar os níveis hormonais de homens e mulheres de diferentes faixas etárias, a modulação bioidêntica tem sido motivo de questionamento não apenas quanto à sua eficácia mas também em relação à sua segurança, já que se trata de um tratamento ainda desconhecido de boa parte da população.
Será que a modulação hormonal bioidêntica funciona mesmo? E quanto aos seus possíveis efeitos colaterais?
Saiba mais
Relativamente nova, a modulação bioidêntica consiste no uso de hormônios com uma estrutura química semelhante aos hormônios produzidos naturalmente pelo nosso organismo.
Enquanto os tradicionais hormônios sintéticos e naturais (como a isoflavona obtida a partir da soja e os hormônios manipulados em laboratório) são eficazes mas não necessariamente apresentam grande semelhança aos nossos hormônios endógenos, o hormônio bioidêntico é molecularmente idêntico aos hormônios secretados pelo nosso sistema endócrino.
Através do uso de testes laboratoriais feitos com a saliva ou o sangue do paciente, o médico pode traçar um perfil hormonal da pessoa, para poder assim fazer um balanço hormonal adequado.
Segundo pesquisadores, não se trata apenas de aumentar os níveis hormonais de pessoas com deficiências hormonais severas, mas sim analisar primeiramente como eram os padrões hormonais regulares do paciente para então tentar trazê-los de volta aos números anteriores.
Ou seja: há pessoas que, tecnicamente, não apresentam uma deficiência hormonal quando se levam em conta os números de referência, mas elas podem sim apresentar uma diminuição da produção de hormônios em relação a outros períodos da vida.
Diminuição da produção de hormônios
Em geral, a maior parte da população atinge o ápice da produção hormonal próximo aos 20 anos, sendo que a partir dos 30 anos de idade o declínio hormonal começa a se acentuar cada vez mais.
Para as mulheres, a menopausa, que ocorre por volta dos 45-50 anos, marca o fim do ciclo reprodutivo causado pela diminuição de estrógeno e progesterona. Esse período pode chegar acompanhado de uma série de efeitos indesejados, como fogachos, aumento da gordura na região abdominal, insônia e alterações de humor.
Já os homens podem passar pela andropausa, que consiste em uma queda acentuada dos níveis de testosterona e aumento na produção de estrógeno. Muitos homens notam nessa fase uma diminuição da energia e da vontade de fazer atividades e realizar projetos, bem como uma maior tendência à depressão.
Ao contrário das mulheres, no entanto, os homens não passam por uma interrupção da função reprodutiva, ainda que a produção de espermatozoides possa ser alterada.
Objetivo
A modulação hormonal bioidêntica funciona desacelerando o envelhecimento, mantendo a saúde e combatendo os sintomas da deficiência hormonal, que são:
– No homem:
Cansaço físico e diminuição da força muscular;
Perda de massa magra e aumento dos níveis de gordura corporal;
Alterações de humor e depressão;
Diminuição da libido e alterações na função sexual;
Ganho de peso e dificuldade de concentração.
– Na mulher:
Ondas de calor e sudorese noturna;
Ansiedade, nervosismo e irritabilidade;
Ressecamento da pele e aumento dos pelos faciais;
Secura vaginal e diminuição da libido;
Ganho de peso e diminuição da massa magra;
Aumento da vontade de comer doces e carboidratos em geral.
Indicação
A modulação hormonal bioidêntica é indicada para homens e mulheres que apresentem os sintomas relatados acima, os quais podem estar relacionados à menopausa e à andropausa, ou então a uma diminuição dos níveis de cortisol, hormônio do crescimento (GH) ou outros hormônios do sistema endócrino.
Benefícios
Um estudo publicado na revista especializada Postgraduate Medicine concluiu que o uso de hormônios bioidênticos está associado a uma diminuição no risco de doenças cardiovasculares e determinados tipos de câncer.
Outros benefícios da modulação hormonal bioidêntica:
Aumento da clareza mental;
Melhora do aspecto da pele;
Mais disposição para as atividades diárias;
Diminuição do percentual de gordura corporal;
Estabilização do humor;
Maior facilidade para a perda de peso;
Aumento da libido;
Possível prevenção contra a osteoporose.
A modulação hormonal bioidêntica funciona?
Com base na literatura disponível, podemos afirmar que sim, embora ainda não haja um consenso sobre o assunto.
Cada vez mais profissionais da área médica estão começando a prescrever os hormônios bioidênticos para seus pacientes sob o argumento de que a modulação hormonal bioidêntica funciona quando feita de maneira adequada e com produtos de procedência atestada.
Muitas pesquisas também sugerem que a modulação hormonal bioidêntica funciona porque ela é feita de maneira personalizada e reduz os riscos de câncer em homens e mulheres. Além disso, os hormônios bioidênticos são quase uma cópia de nossos próprios hormônios, o que minimizaria seus possíveis efeitos deletérios sobre a saúde.
É importante notar, no entanto, que de maneira semelhante ao que ocorre com a terapia hormonal tradicional, não há um método que seja 100% eficaz e que sirva para todos.
Assim como há aqueles que não respondem a certos medicamentos, muitas pessoas podem também não apresentar bons resultados com a modulação hormonal bioidêntica. A orientação neste caso é procurar um profissional com experiência no ramo e discutir as melhores opções para suas necessidades específicas.
Segurança
De acordo com a Universidade de Harvard e a FDA, a poderosa agência norte-americana responsável pela aprovação de novas drogas, a modulação hormonal bioidêntica não é necessariamente melhor, mais eficiente ou mais segura que a terapia hormonal convencional. Por outro lado, ela também não traz riscos adicionais ao paciente além daqueles já conhecidos com a terapia hormonal habitual.
Segundo as duas instituições americanas, a falta de estudos de longo prazo e a ausência de evidência sólida apresentada através de estudos científicos não permite afirmar que a modulação hormonal bioidêntica é totalmente segura.
Isso não significa, no entanto, que os hormônios bioidênticos tragam riscos à saúde. Existem medicamentos aprovados pela FDA que contêm hormônios bioidênticos e que portanto passaram por uma série de testes clínicos e podem ser utilizados com segurança. Ou seja, apesar do trocadilho, nem todos os hormônios bioidênticos são iguais.
Portanto, tão importante quanto encontrar um profissional da área médica com experiência no assunto e que prescreva as dosagens corretas, é utilizar apenas medicamentos que tenham sido aprovados pelos órgãos competentes de fiscalização.
Estudos
Uma das velhas queixas contra a reposição hormonal tradicional é o aumento no risco de câncer de mama nas mulheres e de próstata nos homens.
Uma série de estudos sugere que, de fato, o uso de progestinas (compostos sintéticos que possuem efeitos similares aos da progesterona) como o acetato de medroxiprogesterona está associado a uma elevação do risco de desenvolvimento de câncer de mama em mulheres.
Já o uso de hormônios naturais, ou bioidênticos, não eleva esse risco, de acordo com estudos preliminares.
Há ainda relatos de que a modulação hormonal bioidêntica pode provocar menos sangramento e inchaço que a terapia convencional com hormônios sintéticos. Médicos afirmam também que é mais fácil dosar as concentrações hormonais no sangue de mulheres que utilizam hormônios bioidênticos do que daquelas que passam pela terapia tradicional.
Por outro lado, homens que já tiveram câncer de próstata e mulheres com histórico de cancer de endométrio ou de mama, infarto e coágulos sanguíneos também devem evitar a reposição com hormônios bioidênticos.
Efeitos colaterais
Os efeitos colaterais da modulação hormonal bioidêntica costumam estar mais associados à dose de hormônio utilizada do que ao medicamento em si. À medida que seus níveis hormonais forem se restabelecendo, pode ser necessário ajudar as concentrações para evitar possíveis complicações.
Alguns dos efeitos colaterais da modulação hormonal bioidêntica incluem:
Dor nos seios, manchas na pele, inchaço abdominal e câimbras;
Vermelhidão ou coceira no local da aplicação da injeção de hormônio;
Aumento da agressividade (no caso específico da reposição de testosterona).
De maneira geral, os sintomas acima costumam regredir à medida que o corpo se adapta ao hormônio e as doses são modificadas.
E nunca é demais lembrar: não faça uso de qualquer tipo de hormônio (seja ele bioidêntico ou não) sem um acompanhamento profissional adequado.
Leia mais http://www.mundoboaforma.com.br/modulacao-hormonal-bioidentica-funciona-e-segura/#AvDyY4GSMECi2pgB.99
TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL BIOIDÊNTICA Video com o Dr. Lair Ribeiro onde é explicado a Modulação hormonal Bioidêntica
Já é bastante sabido que os hormônios que regulam tudo no nosso corpo, após a menopausa e após a andropausa (Equivalente a menopausa nas mulheres) começam a diminuir e isso provoca uma série de problemas, inclusive o envelhecimento. Para evitar os efeitos indesejáveis desse fenômeno que é a diminuição dos níveis de hormônios no organismo os médicos da década de 80 começaram a receitar a reposição de hormônios.
O raciocínio é simples. Se o corpo para de fabricar os hormônios, pode-se simplesmente repor. Ocorre que os resultados não foram bons. A administração de hormônios sintéticos não se revelaram uma boa opção. Observou-se um aumento do câncer de mama entre as mulheres que passaram a adotar a reposição hormonal, e uma tendência ao aparecimento de câncer. Isso explica-se porque hormônios sintéticos estimulam a capacidade de proliferação celular, desenvolvendo tumores, pois se ligam aos beta e aos alfa. Isso fez com que a reposição hormonal voltasse a estaca zero. Ninguém mais queria fazer isso, mas os estudos avançaram. Descobriu-se que os hormonios sintéticos não faziam bem, e hoje surge a técnica dos hormônios bio-identicos que são esses sim a chave para reduzir o envelhecimento e rejuvenescer.
A menopausa acomete mulheres na faixa dos 40 a 50 anos e produz vários efeitos desagradáveis. Noites de insônia, ondas de calor, irritação constante e certo cansaço crônico. Não há dúvida: se isso ocorre depois dos 40 anos, é chegada a hora da menopausa ou climatério, período marcado pela diminuição gradativa da produção dos hormônios femininos no qual a menopausa é apenas um episódio - o da última menstruação. O xis da questão é saber como enfrentar essa fase, e nesse ponto duas correntes antagônicas se defrontam. Alguns médicos não hesitam em prescrever, e suas pacientes em adotar, a reposição hormonal como forma de evitar os sintomas indesejáveis. Outros só indicam a reposição em casos extremos, após esgotadas outras terapias, por temer efeitos colaterais. A partir dos 40 anos, em geral, os ciclos começam a ficar irregulares, muito curtos ou longos demais, as chances de uma gestação diminuem e a mulher pode menstruar sem ovular antes dos 48 ou 50 anos - quando o nível de hormônio é tão baixo que se instala a menopausa. Nos cinco anos seguintes, a vagina fica seca e a mulher está mais sujeita a sofrer dor e sangramento. Ocorre a insônia porque a falta de hormônio desregula o centro de vigília e do sono no cérebro. Também ocorrem os fogachos, como os médicos costumam chamar as ondas de calor, e geralmente vem associados de suores, rubor e taquicardia.
O "declínio biológico", é ocasionado pela queda do estrogênio,na mulher e no homem pelo declínio da testosterona o qual é responsável pelos atos de procriar na mulher e no homem pela libido, como também o ato de amamentar ou se relacionar sexualmente, tem papel decisivo na manutenção do equilíbrio de quase todos os órgãos e das funções do corpo: do controle do humor à administração das gorduras, da conservação da elasticidade das paredes dos vasos sanguíneos à saúde do sistema nervoso, da aparência da pele à textura do cabelo. O efeito da queda do hormônio varia em cada caso e existem opções para amenizá-lo. O tratamento por reposição hormonal. Muitas mulheres escolhem a reposição hormonal como forma de combater os problemas aqui descritos. Mas a reposição hormonal traz uma série de riscos à saúde, como o sangramento vaginal, aumento de peso, além do aumento de risco de câncer de mama, de útero e mais recentemente as pesquisas apontam para o risco do câncer de pulmão. Outros estudos têm também indicado que o estrogênio da reposição hormonal pode causar alterações na vesícula e apêndice, como mostra a publicação no Canadian Medical Association Journal, o aumento dos riscos de colecistectomia (cirurgia para a retirada da vesícula biliar) e de apendicectomia (cirurgia para a retirada do apêndice), nas mulheres que estão no climatério e fazem a reposição hormonal. Estudo mostra que estrógeno não previne doenças do coração Por muito tempo, pesquisadores acreditaram que mulheres na pós-menopausa - submetidas à terapia de reposição hormonal - acabavam obtendo uma redução no risco de desenvolvimento de doenças das artérias coronárias. No entanto, um estudo realizado em 1998 mostrou o oposto, e os cardiologistas não sabiam explicar o fato. Este trabalho, foi conduzido por Wendy Post e publicado no Cardiovascular Research Journal.
Para surpresa geral, não somente não houve proteção cardíaca para as mulheres que usaram reposição hormonal como houve maior incidência de infarto e morte no primeiro ano de uso, bem como uma incidência três vezes maior de trombo-embolismo venoso e 40% maior de doenças da vesícula biliar ao longo de quatro anos do estudo. Os resultados enganosos das dezenas de estudos prévios foram ocasionados pela constatação agora comprovada: a causa da menor mortalidade nas mulheres que optavam em usar a reposição hormonal era ocasionada por terem um padrão de vida prévio mais saudável, e não pela reposição hormonal em si.
O organismo funciona maravilhosamente até que os níveis hormonais começam a cair.
Por que tanta polêmica quanto ao uso de hormônios?
O tema não é dos mais simples porque a maioria de nós teme usar hormônios. Mas o que não sabemos é que o tipo de hormônio disponível no mercado que a muito tempo estamos usando não são iguais aos hormônios endógenos (produzidos pelo organismo humano) são simplesmente parecidos.
Cada hormônio tem um receptor específico em nosso organismo. Assim como cada fechadura tem um chave específica, mesmo parecendo iguais, uma chave não abre outra porta - eu mesma já tentei abrir carros parecidos com o meu por distração e posso assegurar que não é possível na maioria das vezes. Mas se acaso conseguimos, certamente com o tempo acabará por danificar tanto a chave quanto a fechadura.
Sendo assim é fácil entender porque um hormônio "parecido" usado para "substituir" o endógeno não só impede que o hormônio natural desempenhe suas funções como acaba prejudicando o organismo.
Estudos mostram que os "hormônios" utilizados na reposição hormonal da menopausa (que é mais estudada) comprovam aumento de risco para câncer de mama e doenças cardiovasculares, mas esses estudos foram realizados com hormônios sintéticos e não com hormônios bioidênticos.
Exatamente por causa disso iniciou-se a produção de hormônios com estrutura molecular idêntica à daqueles produzidos pelo organismo humano. Estamos falando dos "hormônios bioidênticos".
Não pense que porque são produzidos em laboratório eles também podem ser prejudiciais! Uma substância ser produzida em laboratório não é necessariamente ruim assim como uma substância natural não é sempre benéfica. A maioria dos veneno são naturais e matam.
O que caracteriza a bioidentidade é a estrutura molecular idêntica à do hormônio produzido pelo organismo humano. Isso significa que estamos usando uma chave idêntica àquela que originalmente veio com a nossa fechadura, só que é uma réplica feita pelo chaveiro, digo, pelo laboratório. Assim, o hormônio bioidêntico exerce a mesma função do hormônio endógeno e não causa qualquer dano ao organismo, exceto, naturalmente, se for utilizado de forma inadequada, assim como o hormônio endógeno quando produzido excessivamente também causará danos.
Exames precisos e periódicos permitem que mantenhamos as taxas hormonais dentro dos padrões considerados ótimos para o funcionamento do organismo. A abordagem do assunto Hormônios Bioidênticos, a Terapia de Modulação Hormonal com Hormônios Bioidênticos (TMHB) e outros temas correlatos precisa ser feita de forma séria, ética e profissional com a finalidade de apoiar, esclarecer e informar a população em geral e interessados ou envolvidos neste assunto de alguma forma, baseados em evidências, devidamente fundamentadas e referenciadas cientificamente.
Devemos alertar também que, embora as informações publicadas aqui sejam consultadas em fontes consideradas confiáveis e à disposição até o presente momento, não substituem nenhum tratamento ou orientação de seu médico. Todas as decisões relacionadas à saúde só devem ser tomadas com conhecimento e consentimento do médico.
De acordo com pesquisas recentes, a população mundial continuará crescendo nas próximas décadas e 95 % desse crescimento deverá ocorrer nos países em desenvolvimento.
Com o aumento da expectativa de vida, cresce também o número de pessoas mais idosas, sendo que atualmente para cada grupo de 45 homens que atingem os 85 anos há outro de 100 mulheres que chegam à mesma idade. Isso significa que o número de mulheres com mais de 45 anos deverá exceder os 700 milhões. E no Brasil não será diferente.
A medicina depara-se, portanto, com um desafio: dominar e controlar as consequências decorrentes da idade mais avançada, o que no caso específico da mulher é representado pelo período pré e pós-menopausa.
Uma pesquisa, realizada no Canadá, indicou que as mulheres vêem a fase do climatério e menopausa como uma etapa da vida feliz e cheia de realizações já que, em geral, não têm mais a sobrecarga de cuidar do lar e de filhos pequenos e podem dedicar-se às carreiras profissionais e a si mesmas, como é habitual nos dias de hoje.
A menopausa é o fim da fase reprodutiva da mulher. Mas definitivamente, não é o fim da fase produtiva!
Sendo assim, o desafio é ajudá-la a passar por esse período com saúde e bem-estar, livre dos efeitos incômodos do desequilíbrio hormonal, e ainda mantê-la saudável por muitos anos após a menopausa.
A menopausa ocorre em um período estratégico da vida da mulher, quando a saúde preventiva tem um impacto maior. Nesse caso, uma ferramenta potencialmente benéfica à disposição é a TERAPIA DE MODULAÇÃO HORMONAL BIOIDÊNTICA (TMHB). Quando na década de setenta se injetou um vasodilatador no pênis de um paciente queimado provocando ereção, se ultrapassou um longo período de intenso sofrimento para os homens que adoeciam deste transtorno tão ultrajante para o sexo masculino. A partir desta data, não parou mais a pesquisa e como consequência, os avanços nos tratamentos deste distúrbio foram realmente surpreendentes.
Atualmente, dispomos de um verdadeiro arsenal de sustâncias que propiciam a ereção peniana, tendo apenas casos limitados de resistência, para os quais a medicina reserva tratamentos cirúrgicos consistentes nas próteses penianas. A experiência de todos estes anos nos ensinou também que o desempenho sexual satisfatório não consiste apenas em ter a ereção, seja esta provocada por sustâncias vasodilatadoras ou a prótese, mais num tripé indissolúvel que consiste em VIGOR, DISPOSIÇÃO FÍSICA E PSICOLÓGICA E EREÇÃO. Os portadores de próteses depois de um período aproximado de 10 anos também passam a ter problemas de ereção complementar.
Em paralelo aos avanços médicos relacionados com o distúrbio masculino, também se descobriu que, em igual proporção as mulheres sofriam de distúrbios sexuais, sendo destaque de causa, os efeitos colaterais do uso abundante de estrógenos (hormônios femininos do primeiro ciclo menstrual) em detrimento da progesterona (hormônio do segundo ciclo menstrual). Aliás, cabe mencionar que o incremento dos distúrbios sexuais da mulher teve um forte aumento a partir dos anos 60, no começo dos quais se iniciou o uso da pílula anticoncepcional, muito embora atualmente se tenha criado uma fórmula muito bem equilibrada quanto a sua carga estrogênica ou progestogênica, porém ainda com todos os efeitos colaterais que seu uso implica na fisiologia hormonal da mulher. Tanto o homem quanto a mulher, em torno dos quarenta anos de idade, passa a ter um decréscimo nas suas taxas de concentração hormonal (hormônios sexuais), salvo um pequeno percentual do sexo masculino que preserva boas concentrações de testosterona até idade mais avançada. A mulher inicia as primeiras manifestações do fim da idade reprodutiva, isto é, a fase pré-menopáusica, com ciclos menstruais sem ovulação, até a ausência definitiva da menstruação ou fase menopáusica, onde há uma queda substancial dos estrógenos como a quase desaparição total da progesterona. Estes fenômenos todos nos alertam para a presença de distúrbios sexuais, sem excluir, é claro, todos os outros sintomas próprios da menopausa.
Tanto o homem quanto a mulher, em torno dos quarenta anos de idade, passa a ter um decréscimo nas suas taxas de concentração hormonal (hormônios sexuais), salvo um pequeno percentual do sexo masculino que preserva boas concentrações de testosterona até idade mais avançada. A mulher inicia as primeiras manifestações do fim da idade reprodutiva, isto é, a fase pré-menopáusica, com ciclos menstruais sem ovulação, até a ausência definitiva da menstruação ou fase menopáusica, onde há uma queda substancial dos estrógenos como a quase desaparição total da progesterona. Estes fenômenos todos nos alertam para a presença de distúrbios sexuais, sem excluir, é claro, todos os outros sintomas próprios da menopausa. Continuando nosso contexto, ainda em função do aumento da população mundial principalmente entre a população mais idosa, dentre os temas médicos em evidência no século 21 estão aqueles relativos ao envelhecimento.
Recentemente, um significativo interesse se desenvolveu sobre a importância da condição conhecida como climatério masculino ou andropausa. Na verdade, o termo andropausa é biologicamente inapropriado, uma vez que, diferentemente das mulheres, nas quais o ciclo reprodutivo encerra-se de forma definitiva na totalidade das mulheres, nos homens este processo não é universal, ocorre em uma parcela da população masculina e quando ocorre as manifestações clínicas são bem mais gradativas e lentas do que nas mulheres.
O termo mais apropriado seria Declínio Androgênico no Homem de Meia–idade.
O Declínio Androgênico afeta cerca de 1 em cada 200 homens e a definição do quadro clinicamente relevante algumas vezes é incerta, portanto, é importante buscar auxílio médico para reconhecer e identificar os sinais e sintomas e determinar a necessidade ou não do tratamento. Consideramos este alerta fundamental para todos os homens na faixa etária dos 40 aos 65 anos, pois, as mulheres de maneira geral já têm incorporado o hábito da visita no mínimo anual ao seu médico, cabendo a ele a oportunidade de determinar a necessidade ou não de tratamento.O homem, ao contrário, na maioria das vezes não tem o mesmo hábito incorporado e os sintomas poderão ser desprezados ou confundidos com o processo natural de envelhecimento e poderá perder-se uma grande oportunidade para melhorar consideravelmente a qualidade de vida nesta fase.
Para o homem também temos atualmente a opção da TERAPIA DE MODULAÇÃO HORMONAL BIOIDÊNTICA (TMHB). CONHECENDO E DESMISTIFICANDO OS HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS
Algumas definições e conceitos para esclarecer aspectos fundamentais:
Hormônio Natural:O termo natural diz respeito a uma substância retirada da natureza que não passa por nenhum processo de transformação industrial e pode ser de origem vegetal, animal ou mineral.
Hormônio Sintético:O termo sintético refere-se a uma substância que passou por um processo industrial de síntese, transformação ou modificação em sua estrutura química.Obs.: Desse modo, os termos natural e sintético referem-se à origem ou à fonte de uma substância e não estão relacionados a sua estrutura química. Hormônio Bioidêntico: O termo bioidêntico refere-se a uma substância cuja estrutura molecular é exatamente idêntica à dos equivalentes produzidos pelo nosso próprio organismo, independentemente da fonte da qual se origina (assim pode ser natural ou sintética). Alguns exemplos: HORMÔNIOS BIO-IDÊNTICOS Estrógenos conjugados (PremarinR) - Substância extraída da urina de éguas prenhes com ação hormonal. É uma substância natural, mas não, bioidêntica, porque refere-se aos hormônios produzidos pelas éguas e não pelos seres humanos.
Acetato de medroxiprogesterona (ProveraR) - Substância obtida por síntese química na indústria. É, portanto, sintética, mas não é bioidêntica.
Isoflavona de soja - Fitohormônio extraído da soja, de origem natural e com alguma atividade hormonal. No entanto, não é bioidêntico aos hormônios humanos.
Estradiol, estrona, estriol, DHEA, pregnenolona, progesterona, testosterona, tiroxina, triiodotireonina - São hormônios bioidênticos aos produzidos pelo organismo humano, independentemente da fonte da qual se originam (natural ou sintética).
Terapia de Modulação Hormonal Bioidêntica (TMHB) - Refere-se ao uso apenas de hormônios bioidênticos, no lugar de substâncias estranhas ao organismo humano. Considerando que: A atividade de um hormônio é determinada em parte pela sua estrutura química, que possibilita a ligação deste no que chamamos de sítio de ação específico dentro do organismo, como se fosse num sistema de chave-fechadura pode-se concluir que, ao serem utilizadas substâncias quimicamente diferentes, esta ligação fica prejudicada podendo nem ocorrer e estas substâncias podem não exercer o efeito esperado.
Por outro lado, ao utilizarmos hormônios quimicamente iguais aqueles que por variados motivos o organismo humano deixou de produzir ou reduziu a produção, a chance desta ligação ocorrer aumenta consideravelmente e consequentemente aumenta também o efeito hormonal. Assim é possível devolver ao organismo a função do hormônio efetivamente carente.
Ainda seguindo nessa linha de raciocínio, podemos deduzir também, que da mesma forma que uma substância dentro do organismo tem um efeito, também deverá ser transformada e/ou eliminada, e nosso organismo é “programado” para fazer isto com as substâncias que reconhece. A transformação de uma substância não reconhecida como um medicamento ou um hormônio não-bioidentico pode gerar substâncias nocivas e prejudiciais que conferem o que conhecemos por efeitos adversos indesejáveis.
Concluindo:
Podemos assegurar que, a utilização de hormônios totalmente bioidênticos, quando devidamente determinada pelo médico, a necessidade da reposição ou modulação hormonal (termo preferido atualmente), proporciona ao paciente maior eficácia e segurança, com menor incidência de efeitos indesejáveis.
Ressaltamos aqui a absoluta necessidade de acompanhamento médico tanto no caso do climatério quanto no declínio androgênico, o médico é capaz de diagnosticar o quadro através da avaliação do histórico do paciente e de dados familiares, da avaliação de resultados de exames de laboratório e da sua própria experiência e avaliação clínica e decidir pela melhor forma de tratamento avaliando os benefícios e riscos relativos envolvidos em todo e qualquer tipo de intervenção de tratamento.
Obs.: Apresentaremos artigos específicos para demonstrar e aprofundar este assunto.
A EVOLUÇÃO DA TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL (TRH)1943 - Allen W. extraiu uma substância estrogênica, denominada estrógenos conjugados da urina de éguas prenhes, esta substância teve a patente vendida para Ayerst que produziu e lançou o PremarinR1966 - Wilson R . publica o livro: Feminine Forever, onde declarava que as mulheres após a menopausa deixariam de ser efetivamente mulheres a não ser que fizessem uso de reposição hormonal com PremarinR (isso tudo foi um tremendo engano, só muito mais tarde descoberto)1975 - 6 milhões de mulheres tratadas com PremarinR1989 - Uma corrente de médicos nos EUA e Europa começava a questionar a TRH comum na época e buscar opções melhores. Dr. Hargrove JT publicou um estudo comparando a terapia com hormônios bioidênticos e não bioidênticos.1990 - Dr.Wright JV . pesquisa reposição hormonal com a associação de estrógenos de forma a imitar a produção do organismo feminino correspondentes a uma mulher com 30 anos de idade, considerado o auge da produção hormonal feminina.
- Dr.Lee J pesquisa e publica vários livros sobre Progesterona bioidêntica e seus benefícios2002 - WHI - estudo de grande porte publicado pelo JAMA, envolvendo mais de 16.000 mulheres em vários centros médicos nos EUA, em terapia com a TRH convencional que utiliza estrógenos eqüinos e medroxiprogesterona, este estudo foi interrompido devido ao elevado aumento dos riscos inclusive câncer de mamas.
Deste momento em diante a TRH convencional passou a ser discutida nos meios médicos e na maioria dos casos não mais recomendada.
Chegará então a vez dos hormônios bioidênticos que, embora já utilizados nos EUA e na Europa há uma década, após 2002 passaram a ter muito mais visibilidade, sua utilização aumentou e passaram a ser conhecidos em quase todo o mundo, inclusive no Brasil. Surgiram também, como esperado, as controvérsias e discussões, que também serão abordados em artigos específicos.
Com isso, atingimos nosso objetivo de fazer um apanhado geral e esclarecer os pontos chaves, temos certeza que os leitores tanto os profissionais de saúde quanto a população em geral interessados no tema: HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS, encontrarão informações valiosas e fundamentais para melhorar a qualidade de vida das pessoas em geral. No caso de Homens com disturbios de ereção.
É de vital importância a modulação hormonal, com HORMÔNIOS BIOIDENTICOS, como suporte para atenuar e até corrigir as desordens próprias da idade onde a cognição, a força musculoesquelética, a energia, a vitalidade e o desempenho sexual entre outras aptidões, encontram-se diminuídas.
A correção metabólica é também de vital importância, como mecanismo único de aporte energético celular. Pessoas com excesso de peso ou em franca obesidade, portadoras de dislipidemia (colesterol triglicerídeos alterados), uso de determinados fármacos etc, são pacientes que estão acompanhados também de distúrbios de ereção peniana.
CLÍNICA HIGASHIRio de Janeiro / RJ - Rua Real Grandeza, 108(Real Medical Center) Sala 226 - Botafogo A Clínica Higashi é formado por médicos e por outros profissionais da área de saúde e serviço, que trabalham unidos como uma grande família, com objetivo principal de transformar a vida das pessoas de forma positiva e global , unindo o avanço e a tradição. Foto 2010 - Dr.Tsutomu Higashi (no centro), Dr. Leonardo Higashi ( a esquerda), Dr. Rafael Higashi (a direita). A Clínica Higashi é referência em medicina ortomolecular e tratamento hormonal no envelhecimento.
Reposição hormonal sem riscosDr. Lair Ribeiro O assunto não é dos mais simples. Sempre se ouviu dizer que, na menopausa, a mulher precisa de estrogênio, quando, na verdade, o hormônio que mais se reduz nessa fase é a progesterona. Até bem pouco tempo também se pensou que o tipo de hormônio disponível no mercado para reposição hormonal fosse igual aos hormônios endógenos (produzidos pelo organismo humano), mas já se sabe que eles são, apenas, parecidos.
Antes de mais nada, vamos entender que a produção de hormônios pelo organismo humano começa a decrescer após determinada idade e que isso, nas mulheres, além de determinar o fim dos ciclos reprodutivos, também produz uma série de sintomas desagradáveis. Estou falando do climatério, período que antecede a menopausa, e da menopausa, propriamente dita.
Se o organismo funcionava às mil maravilhas até os níveis de hormônios começarem a cair, parece natural que se possa ajudá-lo a continuar mantendo a sua vitalidade, sem sintomas desagradáveis, mediante um suprimento extra de hormônios. Isso é reposição hormonal.
Agora, porque tanta polêmica se, em tese, reposição hormonal é o melhor que se pode fazer para a manutenção da qualidade de vida da mulher? A polêmica é porque, em vez de os laboratórios produzirem hormônios iguais aos produzidos pelo organismo humano, fizeram um produto “parecido”. E “parecido” não é igual. Experimente abrir a porta da sua casa com uma chave muito parecida com a verdadeira: você pode até conseguir, mas vai acabar estragando tanto a chave quanto a fechadura, e, o que é pior, depois você não vai mais conseguir abrir a porta nem com a chave certa. É esse o problema.
O hormônio “parecido” ocupa o lugar do endógeno, prejudica o organismo e acaba, até mesmo, impedindo que o próprio hormônio endógeno desempenhe suas funções. Depois que esses hormônios “parecidos” começaram a ser usados, as mulheres começaram a infartar mais e a ter mais câncer de mama. Coincidência? Não! Grandes e sérios estudos têm sido realizados sistematicamente para verificar os riscos oferecidos pela reposição hormonal, feita com esses hormônios “parecidos”, comprovando que ela tem aumentado os riscos de câncer de mama e de doenças cardiovasculares, entre outras.
Mas esse problema está em vias de ser solucionado, porque, paralelamente ao pânico instalado com divulgação dos resultados desses estudos, iniciou-se a produção de hormônios com estrutura molecular idêntica à daqueles produzidos pelo organismo humano. Estou falando de “hormônios bioidênticos”. Se você está pensando que, porque são produzidos em laboratório, os “hormônios bioidênticos” também podem ser prejudiciais, engana-se!
O fato de uma substância ser produzida em laboratório não significa que ela é ruim assim como o fato de ser natural não significa que é boa. Veneno de cobra é natural e mata. No caso dos hormônios, o que caracteriza a bioidentidade é a estrutura molecular idêntica à do hormônio produzido pelo organismo humano. Isso é o bastante. Se você for abrir a porta da sua casa com a chave original, que veio junto com a fechadura, ou com uma idêntica, feita pelo chaveiro da esquina, o efeito será o mesmo: a porta se abrirá, sem danos. Para o nosso organismo, também não interessa onde o hormônio foi produzido, desde que ele seja idêntico ao original. Esse é o ponto que a mulher precisa entender para poder argumentar com o seu médico e evitar expor-se a riscos desnecessários.
Aplicação do tratamento de Modulação Hormonal Bioidêntica pode ser feito tanto em homens quanto em mulheres. Médico Lair Ribeiro explica como funciona o processo.
O declínio das taxas hormonais no corpo é uma das ações responsáveis pelo envelhecimento dos seres humanos. Estudos apontam que, a partir dos 30 anos, a cada década, perdemos de 10 a 15% da capacidade de produção hormonal. Esse processo se apresenta por sintomas chamados de pausas (de onde surgem os termos menopausa e andropausa), geralmente associados a incômodos constantes, como calores intensos, dores pelo corpo, indisposição, falta de apetite sexual, entre outros.
Para minimizar esses efeitos, a medicina tem buscado alternativas terapêuticas. Elas trazem melhorias na qualidade de vida dos pacientes e promovem a prevenção de várias enfermidades relacionadas com a idade, como a osteoporose, a falta de libido, o envelhecimento precoce, a dificuldade de concentração e a perda de memória
A terapia de Modulação Hormonal Bioidêntica (iguais aos produzidos pelo organismo) se apresenta como uma solução segura para manter o equilíbrio metabólico no organismo do paciente. “Sempre se ouviu dizer que, na menopausa, a mulher precisa de estrogênio, quando, na verdade, o hormônio que mais se reduz nessa fase é a progesterona. Até bem pouco tempo também se pensou que o tipo de hormônio disponível no mercado para reposição hormonal fosse igual aos hormônios endógenos (produzidos pelo organismo humano), mas já se sabe que eles são, apenas, parecidos”, garante o médico e nutrólogo Lair Ribeiro.
A prática existe nos Estados Unidos da América desde os anos 80 e, no Brasil, começou a ser difundida há cerca de dez anos. O assunto será apresentado para a classe médica de Brasília nos dias 22 e 23 de outubro pelo médico com mestrado em Cardiologia, escritor e palestrante internacional, Dr. Lair Ribeiro. O evento também contará com as participações da farmacêutica Leandra Sá de Lima e do Dr. Arnoldo Velloso da Costa, emérito médico brasileiro de renome internacional.
Hormônios como estradiol, progesterona, testosterona, pregnenolona, T3, T4, melatonina, DHEA, hormônio do crescimento e cortisol são exemplos a serem reequilibrados na presença de sintomas tais como cansaço excessivo, fadiga crônica, falta de energia, perda de vitalidade, perda de massa muscular, ganho de peso, alterações de memória, depressão e/ou ansiedade, insônia, perda de libido, sintomas de menopausa, estresse e dificuldade para perder peso.
O tratamento – Segundo Lair Ribeiro, o grande problema da reposição hormonal convencional é que o hormônio “parecido”, que ocupa o lugar do endógeno, prejudica o organismo e acaba, até mesmo, impedindo que o próprio hormônio desempenhe suas funções. Depois que esses hormônios “parecidos” começaram a ser usados, as mulheres começaram a enfartar mais e a ter mais câncer de mama.
O médico não acredita em coincidências. “Grandes e sérios estudos têm sido realizados sistematicamente para verificar os riscos oferecidos pela reposição hormonal convenvcional, feita com esses hormônios sintéticos comprovando que ela tem aumentado os riscos de câncer de mama e de doenças cardiovasculares, entre outras. Mas esse problema está em vias de ser solucionado, porque, paralelamente ao pânico instalado com divulgação dos resultados desses estudos, iniciou-se a produção de hormônios com estrutura molecular idêntica à daqueles produzidos pelo organismo humano, que são os bioidênticos”, alerta Lair Ribeiro.
No caso dos homens, o processo funciona de forma bem parecida, levando em consideração, é claro, que os hormônios são diferentes. Com o universo masculino, a modulação da testosterona visa melhorar não só o campo sexual, mas também o aspecto mental. “Com a chegada da andropausa, os homens também sofrem com a falta de ânimo, raciocínio lento, ganho de peso e cansaço. Por isso, é importante fazer um acompanhamento eficaz e constante, iniciado logo no início do problema. É possível envelhecer com saúde!”, garante o nutrólogo.
O que caracteriza a bioidentidade é a estrutura molecular idêntica à do hormônio produzido pelo organismo humano. No nosso organismo, não interessa onde o hormônio foi produzido, desde que ele seja idêntico ao original. Para o especialista, “esse é o ponto que a mulher precisa entender para poder argumentar com o seu médico e evitar expor-se a riscos desnecessários”.
A modulação é uma opção muito válida, deve ser feita predominantemente na forma transdérmica, de forma individualizada após criteriosa avalição médica. O importante é que o médico domine a fisiopatologia hormonal e a farmácia magistral saiba como aviar adequadamente a receita médica. Na Modulação Hormonal Bioidêntica, médico e farmacêutico magistral fazem parte de um time inseparável e quem vai se beneficiar com essa parceria é o paciente necessitado na terapia.
Ortomolecular - A sinergia hormono-nutricional é um fator condicional no processo de modulação. É sabido que os erros alimentares cometidos durante os anos e a perda de nutrientes no processo de preparo dos alimentos (cozimentos, descascos), faz com que as pessoas ingiram menos quantidade e variedade de nutrientes essenciais à boa saúde e à prevenção de doenças. Logo, a suplementação de nutrientes vitaminas, minerais e aminoácidos têm papel fundamental no equilíbrio nutricional.
Esses nutrientes, em suma, possuem propriedades antioxidantes, que participam ativamente do controle do excesso de radicais livres. Estes, quando em demasia, aceleram o processo de envelhecimento, além de prejudicarem o equilíbrio bioquímico - levando a maior exposição às doenças. Simples testes de sangue, saliva ou urina podem identificar carências nutricionais, cuja correção é facilmente executada praticando uma otimização nutricional com os nutrientes ou suplementos nutricionais.
Estas e outras formas de tratamento serão abordadas no curso “Medicina Nutricional e Modulação Hormonal Bioidêntica”. O treinamento acontece nos dias 22 e 23 de outubro das 9h às 18h (sábado) e das 9h às 16h (domingo), no auditório da Fundação Universa (SGAN 609 Módulo A – L2 Norte, Brasília). A ação é uma promoção da Farmacoténica e é destinada somente a médicos e nutricionistas.
As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail assessoria@farmacotecnica.com.br ou pelos telefones (61) 3346-2273 / 3346-7948, falar com Naira ou Lúcia.
Perfil: a Farmacotécnica – Instituto de Manipulações Farmacêuticas, empresa genuinamente brasiliense, oferece assistência farmacêutica há 35 anos, com o objetivo de dar opções ao médico de prescrever o medicamento sob medida e na dose certa para cada paciente. Para isso, trabalha com farmacêuticos especializados em manipulação, credenciados pela Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag). A sua missão é manipular medicamentos com precisão, produzir e comercializar produtos diferenciados no mercado. Atualmente, a Farmacotécnica conta com oito farmácias equipadas com laboratórios de última geração. Sua estrutura compreende laboratórios de sólidos, semi-sólidos e de líquidos, laboratórios de controle de qualidade, e uma chácara de cultivo de ervas medicinais.
.[ Curso “Medicina Nutricional e Modulação Hormonal Bioidêntica”, com Lair Ribeiro e Leandra Sá, dias 22 e 23 de outubro, das 9h às 18h e das 9h às 14h, respectivamente,no Auditório da Fundação Universa (SGAN 609 Módulo A – L2 Norte, Brasília)|Informações: (61) 3346-2273 ou 3346-7984, falar com Naira ou Lúcia].