sexta-feira, 31 de maio de 2013

Quer saber o que é kefir?


Quer saber o que é kefir? Este artigo do Amélia com Vaidade contém informações sobre seus benefícios, como preparar, como adquirir e uma série de receitas para aproveitar ao máximo sua produção.

É só dar uma olhada rápida no Amélia com Vaidade que você verá muitas postagens de receitas que levam kefir, estou empolgadíssima com o cultivo e benefícios, mas até agora nenhuma explicação clara para a pergunta de muitos “O que é kefir? Para que serve esse tal kefir?”

A minha relação com o kefir começou na tentativa de introduzir leite e derivados na alimentação da Natália, minha filha de 1 ano e 6 meses, quando ela estava com 1 ano e 3 meses. Como ela teve no primeiro ano de vida Alergia à Proteína do Leite de Vaca – APLV – eu tinha muito (ok, ainda tenho) medo de dar qualquer coisa que tivesse leite na composição. Mas não é que a danada é doida por um queijo e iogurte? E na minha busca por algo mais natural e sem conservantes achei o kefir. Já tinha lido sobre ele há mais tempo, mas foi a busca por uma alimentação mais saudável para ela (já que a maior parte dos iogurtes do mercado levam muito açúcar) que comecei o cultivo. Hoje sou fã e divulgadora!


Grãos de Kefir de Leite
O kefir nosso de cada dia

Há uma história que conta que o kefir foi um presente de Alá ao profeta Maomé, dado nas montanhas do Cáucaso. O nome kefir origina-se do turco “keif“, que significa bem-estar, vem viver ou bom sentimento. Algo do tipo, já que os tradutores on-line não me ajudaram, achei até uma tradução de keif como descoberta, o que é bastante interessante.

Os benefícios do kefir propagados pela grande internet são vários, vão de tratamento de câncer, acne, regulador intestinal, depressão, arteriosclerose, candidíase, diabetes, problemas cardíacos e quiçá sabe-se mais o que, mas percebo que há uma grande aura de mística em torno do kefir. O que eu acredito é que o kefir é um alimento probiótico, e como tal, oferece benefícios à saúde do hospedeiro (quem ingere).

É mais que comprovado que o nosso organismo, e não somente o intestino, é povoado por uma diversidade de microrganismos, com os quais vivemos em simbiose, e que qualquer desequilíbrio em nosso corpo afeta essa relação.

E falando do intestino, que é o mais beneficiado pelo kefir, acho que todo mundo sabe que não dá para ser feliz estando com o intestino desregulado, seja com prisão de ventre ou diarreia. O intestino vem sendo chamado de “o segundo cérebro“, pela quantidade de células nervosas que possui, e relacionam o seu mal funcionamento a diversas doenças. Por isso recomenda-se a ingestão de alimentos probióticos, principalmente bebidas lácteas.

Apesar do kefir não ser largamente difundido aqui no Brasil, há no livro Alquimia dos Alimentos uma explicação do que é kefir (tabela 7.7, Características de leite de vaca e derivados, página 303), que considero excelente, principalmente por descrever a aparência do kefir, que pode ser estranha em um primeiro contato:


“Leite que apresenta aparência granulosa, com visível separação do soro. Assim como o kumis*, é produzido por fermentação alcoólica e pela cultura de kefir. A cultura é muito variável, podendo incluir Lactobacillus lactis spp. e cremoris, Lactobacillus acidophilus, Lactobacillus kefir, Lactobacillus kefiranofaciens, Lactobacillus casei, Candida kefir, Kluyveromyces marxianus e espécies de Saccharomyces, como Saccharomyces cerevisae. Pode ser preparado com leite de cabra, de ovelha ou de vaca, apresentando no produto final um teor alcoólico entre 0,7% e 2%, dependendo do tempo de fermentação a que foi submetido”.

Mas aí você deve estar se perguntando: mas por que o kefir? Qual a diferença em relação aos outros produtos probióticos vendidos no mercado (como Activia e Yakult)?

Para mim, além da diversidade de microrganismos do kefir, que é única e muito maior que os produtos vendidos por aí, um dos grandes benefícios do kefir é o controle sobre o que você está consumindo, além de não ter nenhum aditivo ou conservante. Você sabe quando ele foi feito, quanto tempo fermentou, que tipo de leite foi usado. Ah, mas o iogurte natural não tem aditvos… Será? Meu kefir muda completamente de sabor após 4 ou 5 dias na geladeira, em recipiente bem fechado, por que o iogurte natural industrializado se mantém por mais de um mês próprio para consumo? E ao contrário de diversos iogurtes no mercado, a adição de açúcar é uma opção sua, pode ser usado adoçantes sintéticos ou naturais, mel ou usado em preparações salgadas. Quem é diabético pode consumir com tranquilidade. E principalmente, kefir é barato!

Tipos de kefir

Existem duas formas de cultivar kefir: na água e no leite. O kefir de leite é o mais comum, é branco, semelhante à uma couve-flor, mas para intolerantes à lactose, alérgicos à proteína do leite de vaca e veganos, há a opção de cultivar o kefir de água (transparente), que fermenta uma mistura de água e açúcar mascavo (outras opções são a garapa, o açúcar cristal orgânico ou não e a rapadura).

Uma amiga que cultiva o kefir de água explicou que com o açúcar mascavo o sabor fica bem acentuado, e ela prefere utilizar o açúcar cristal orgânico (veja lá nos comentários). Para variar o sabor também podem ser utilizados frutas secas, como passas, damascos e tâmaras. Mas não basta ter uma colônia de kefir de leite para transformá-lo em kefir de água, é um processo lento, pode demorar mais de um mês, mas é possível conseguir uma doação de kefir de água em listas de doadores.

Preparo e cuidados com o kefir de leite

Eu não me sinto a vontade para explicar sobre o kefir de água por nunca ter cultivado, mas pelo que pesquisei, o processo é bem semelhante.


Kefir fermentando leite de vaca. O paninho, que foi salvo de virar coletor de baba de babê, protege da invasão de moscas ao mesmo tempo que permite a saída dos gases da fermentação.

O kefir é muito simples de ser preparado, basta colocar os grãos de kefir em um recipiente de vidro ou plástico (metal é desaconselhado), acrescentar o leite em temperatura ambiente (não é leite morno, é frio) e cobrir com um tecido ou toalha de papel, amarrando com um barbante com um elástico. A proporção é de 1 colher de sopa para 1 litro de leite, mas pode ser usado mais. Deixar em temperatura ambiente. Ele pode ser feito em um recipiente fechado, mas fica com mais bolhas e mais ácido por conta da fermentação alcoólica.

É importante que ele seja mantido coberto por causa das moscas de frutas, aquelas bem pequenas, que adoram colocar seus ovos no kefir. Se isso acontecer, o kefir estará perdido, não tem como separar. É preciso receber outra doação.

O tempo de fermentação varia de acordo com o resultado esperado. Quanto mais tempo, mais espessa é a bebida. Eu costumo deixar entre 24 horas (para beber) e 48 horas (para fazer queijo fresco), mas ele já fermenta a bebida em 8 horas. É importante observar a temperatura no dia, já que o kefir fermenta e se multiplica mais rápido em dias quentes.

Quando estiver com o kefir fermentado, coe os grãos com uma peneira plástica, sem apertá-los. O líquido estará pronto para uso e consumo, e os grãos prontos para receber leite novamente. O cultivo de kefir não acaba, basta ter cuidados com grãos e você sempre terá uma bebida probiótica. Se precisar viajar ou não quiser tomar em um dia específico, coloque o kefir para “dormir” na geladeira, com os grãos cobertos por leite. A troca do leite deve ser feita a cada 15 dias. Outra opção é congelar pequenas porções de grãos, assim você sempre terá uma reserva para você e para doação.

O kefir forma uma espécie de gosma, uma membrana liguenta, transparente ao seu redor, que é um indicativo de saúde do kefir. Eu lavo o meu kefir eventualmente com água filtrada, mas não é necessário fazer a cada troca de leite. Uma vez por semana no máximo, mas realmente não é necessário. Em dias muito quentes eu os lavava uma vez por semana, mas agora com a temperatura agradável de São Paulo não tenho mais lavado.

Importantíssimo! 

Os grãos de kefir se multiplicam, então é comum que cultivadores de kefir doem uma parte do excedente. Eu já fiz diversas doações para amigos e familiares, pois o meu kefir mais que dobra de tamanho de uma semana para a outra. Mas, por enquanto, não tenho grãos para doar para outras pessoas. Se você quer iniciar um cultivo de kefir, recomendo o blog Kefir – Alimento Probiótico, que foi onde recebi a doação. Quando eu tiver grãos excedentes pretendo doar através deles. Lá é doação, sem custos, mas há outras pessoas que vendem kefir pela internet. Eu não julgo ou condeno, mas não me sinto a vontade para vender algo que eu ganhei de alguém tão prestativo e se multiplicou naturalmente.

Esses dias me deparei com uma pessoa vendendo “kefir orgânico” em um grupo do facebook. Não entrei em debate com a pessoa, mas duvido que tenha alguma diferença entre esse kefir e qualquer outro que seja doado ou vendido por aí. Simplesmente por que todo kefir, como já foi falado, tem a mesma origem, vem da mesma colônia. A única coisa diferente que essa pessoa pode estar fazendo é cultivando o kefir com leite orgânico, ou no caso do kefir de água, com açúcar e semelhantes orgânicos. Se você não for continuar o cultivo com alimentos orgânicos não há por que pagar (caro) por este kefir.

Agora eu tenho kefir, o que devo fazer?

Aproveite e inclua na sua rotina. Pode ser consumido com frutas picadas, como vitamina no lugar do leite, como lassi (refresco), como coalhada ou ser utilizado no preparo de receitas doces e salgadas, como pães, bolos, sorvetes, molhos para saladas, etc. Todas as substituições que eu tentei em receitas que originalmente pediam iogurte saíram perfeitas. Aqui adoramos o estilo coalhada seca ou cream cheese: basta tirar o soro com um tecido ou coador de café e temperar a a gosto (veja detalhes aqui). Simples para ser consumido no pão, substituindo a manteiga, cream cheese ou requeijão industrializados. Combina muito com torradinhas com geleia de frutas vermelhas!


Cream Chesse de Kefir – preparado com leite fermentado com grãos de kefir

fonte 

http://ameliacomvaidade.com/2013/05/o-kefir-de-cada-dia-o-que-e-como-ter-e.html

domingo, 19 de maio de 2013

Conheça a técnica de Alexander


Problemas como rouquidão, bronquite e dor nas costas podem ser agravados pelos maus hábitos corporais. Sendo assim, a proposta do método australiano é fazer um bom uso do corpo para ter saúde. As aulas de técnica de Alexander estimulam o alinhamento correto da coluna, dos ombros e também da cabeça.

O australiano Frederick Matthias Alexander era um ator bem-sucedido no final do século XIX. Conhecido por seu exímio talento como declamador das obras de Shakespeare, Alexander viu sua carreira ruir quando uma rouquidão crônica praticamente lhe roubou toda a voz. Desacreditado por seus médicos — que não conseguiam descobrir o porquê de o problema se manifestar quase sempre durante suas declamações —, ele passou a observar minuciosamente seu corpo. Por fim, concluiu que sua postura e seus pensamentos estavam influenciando negativamente o desempenho de sua voz seu processo de respiração. Nascia, assim, a Técnica de Alexander, abordagem que visa reconhecer, entender e impedir a repetição de atitudes que afetam a coordenação neuromuscular. “Trata-se de um processo educacional no qual aprendemos a evitar aqueles hábitos que, sem nos darmos conta, criam tensões, enrijecimentos e dores. Eles afetam não só os movimentos, mas também o modo de pensar, sentir e agir”, resume Ana Thomas, professora e membro da Associação Brasileira da Técnica Alexander (ABTA).

Um dos carros-chefes da Técnica de Alexander é o procedimento batizado de Controle Primário. Ele busca harmonizar a relação da cabeça com o pescoço e as costas, provocando menos tensão na musculatura. Seus benefícios, entretanto, são extensos e vão muito além do aprimoramento do aporte vocal.

Um estudo feito em parceria pelas universidades inglesas de Southampton e Bristol, por exemplo, elegeu a Técnica de Alexander como a melhor alternativa para reduzir dores nas costas. A pesquisa dividiu 579 voluntários que sofriam com o problema em quatro grupos, de acordo com o tipo de tratamento: atendimento normal, massagem, massagem com aulas de Técnica de Alexander e apenas aulas específicas de Técnica de Alexander.

A surpresa foi que os pacientes submetidos à prática australiana apresentaram uma média de 3 dias de dores, contra 21 dias das demais abordagens. “São infinitas as possibilidades de alcance da técnica, sendo o controle da tendinite e da bronquite asmática algumas dessas possibilidades. Entretanto, esses benefícios são simplesmente efeitos de um trabalho sobre nossos próprios hábitos. É como um novo ‘uso de si mesmo’”, esclarece Ana, fazendo uso e destacando a frase que dá nome a um dos livros de Alexander publicados no Brasil.

Outro importante diferencial da técnica é uma avaliação personalizada do aluno. São justamente as necessidades vivenciadas em seu dia a dia que pautarão as atividades desenvolvidas em cada sessão. “Trazemos o cotidiano para a aula. Por ser um trabalho voltado para a vida real e prática, trabalhamos as necessidades de um músico com seu instrumento, de alguém que trabalha muitas horas digitando diante do computador, do esportista, do ator, da dona de casa, entre outros exemplos”, completa a terapeuta.

Como funcionam as sessões?

As aulas de Técnica de Alexander geralmente são individuais e duram aproximadamente 45 minutos. Elas envolvem uma avaliação musculoesquelética do aluno quando parado e em movimento. Presta-se, ainda, uma atenção especial na liberação indesejada da cabeça, no pescoço e na tensão muscular ao longo da coluna vertebral. Para completar, a abordagem não visa movimentos mecânicos e repetitivos: o professor guia o aluno com toques sutis e orientações verbais para que ele vivencie uma nova experiência de se mover, respirar, ouvir e sentir. “O corpo não é sustentado por uma postura, mas por um conjunto de estruturas corporais e mentais. Com a T.A., o que chamamos de postura é efeito de um corpo harmonioso, coordenado e ativo. Brinco que ela condena à liberdade”, decreta a professora Ana Thomas.

5 razões para conhecer o método

1. Um dos focos da abordagem é a tensão muscular, que interfere negativamente nos reflexos, na coordenação motora, e pode acarretar em perda de produtividade no ambiente profissional.

2. As aulas estimulam o alinhamento correto da coluna, dos ombros e também da cabeça. O objetivo buscado é evitar ou diminuir as dores nas costas, nos ombros, assim como torcicolos.

3. A T.A. melhora a qualidade da expressão vocal. “Para nos expressarmos por meio da fala e do canto, usamos inúmeros movimentos corpóreos. Quanto mais organizado e livre eles estiverem, tanto melhor serão suas respostas”, explica Ana.

4. A técnica proporciona a consciência de que cada pessoa é responsável pelas condições de funcionamento de seu corpo, sendo igualmente apta a corrigir hábitos prejudiciais à saúde.

5. A T.A. também melhora a respiração de forma significante.



FONTE

http://revistavivasaude.uol.com.br/bem-estar/conheca-a-tecnica-de-alexander/528/#

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Super Alimentos



“Super Alimentos” são aqueles que apresentam em sua composição muitas vitaminas, minerais, fibras e compostos de ação antioxidante e por isso são capazes de ajudar na manutenção do peso, na redução do colesterol, do risco de doenças cardiovasculares e de câncer, ou seja, além de nutrirem o organismo, melhoram a qualidade de vida. Conheça os Super Alimentos: 


Castanha do Brasil 

É uma oleaginosa tipicamente nacional e é uma das principais fontes de selênio, sendo que em uma unidade a necessidade diária do mineral já é suprida. Seus antioxidantes retardam o envelhecimento precoce da pele e previnem o aparecimento de doenças degenerativas. Suas gorduras insaturadas atuam na redução do colesterol, triglicerídeos e auxiliam na regularização da pressão arterial.

É fonte de cálcio e magnésio, combinação perfeita para uma saúde óssea em dia. Possui em sua composição a vitamina E, que quando em deficiência compromete a função cognitiva, seu consumo adequado auxilia na melhora memória e concentração.

Quinua 

Planta oriunda da cordilheira dos Andes foi considerada pela FAO FoodAgriculture Organization como ideal para consumo humano por seu alto valor nutricional. Contém boa quantidade de fibras e proteínas de ótima qualidade, sendo considerada superior à de cereais como o arroz, o trigo e o milho.

A quinua possui quantidade considerável de minerais como zinco, ferro, cálcio, potássio, magnésio e manganês e vitaminas B2 e E. Fonte ainda dos ácidos graxos ômegas 3 e 6. Por ser fonte de fibras e gorduras insaturadas auxilia na regularização dos níveis de colesterol, protegendo a saúde do coração.

Maçã Peruana 

É fonte de cálcio e magnésio, minerais essenciais à saúde óssea e por isso pode auxiliar na prevenção e tratamento desta doença. Fonte ainda de gorduras, como o ácido palmítico e a vitamina E relacionados à formação de hormônios sexuais em nosso organismo, auxiliando no aumento da libido. O zinco é um mineral que aumenta os níveis do hormônio testosterona e a produção de sêmen, sua deficiência leva à falha na ovulação e diminuição do desejo sexual, em mulheres, nos homens, pode causar impotência. 

Açai

Por seus antioxidantes tem a capacidade de combater e neutralizar a ação dos radicais livres, prevenindo contra doenças cardiovasculares e circulatórias, câncer, diabetes e Alzheimer. Algumas pesquisas o papel do açaí no tratamento contra infecção por Helicobacter pylori, bactéria causadora da gastrite, prevenindo o desenvolvimento do câncer gástrico. Fonte de gorduras insaturadas ajuda a diminuir os níveis de LDL colesterol e controla a pressão arterial.

Cacau

Rico em antioxidantes, seu consumo reduz o risco de doenças do coração, diminui as taxas de colesterol e a pressão arterial. Alguns estudos comprovam que a ingestão de cacau pode melhorar a resistência à insulina em portadores de diabetes tipo 2. O consumo regular de cacau nos protege contra os danos causados pela poluição e exposição ao sol.

Goji berries 

São frutas vermelhas, parecidas com uvas, originárias do noroeste da China e do Tibete. As bagas goji são uma fonte rica de carotenoides beta-caroteno e zeaxantina, que desempenham um papel fundamental em manter a retina saudável. Tem efeito protetor contra doenças cardiovasculares e inflamatórias. Estimula o sistema imunológico e tem propriedades protetoras contra diversos tipos de câncer. Ainda devido aos seus efeitos antioxidantes é considerada uma fruta aliada a longevidade.

Cranberry

Fruta pequena, de cor vermelho escuro, nativa do leste da América do Norte. Usada no tratamento de problemas do trato urinário, como: ardência ao urinar, necessidade frequente de ir ao banheiro, dor na parte inferior do abdome. Também tem a propriedade de inibir a colonização bacteriana na superfície dentária evitando o desenvolvimento de cáries e doenças periodontais.

Romã

Os ácidos gálico, elágico e protocatequínico presentes na romã, são antioxidantes que neutralizam os radicais livres que danificam as células, desencadeando o câncer. A fruta também atua na redução do colesterol e no combate ao envelhecimento precoce.

Chia, linhaça, Óleo de peixe

Ricos em omega 3, seu consumo está associado a proteção contra doenças cardiovasculares e também a melhora de funções cerebrais memória, concentração e desempenho. 

Soja

Fonte de proteínas de alto valor biológico, fibras, vitaminas do complexo B, vitamina E e minerais como ferro, cálcio, fósforo e potássio, além de isoflavonas. Pesquisas demonstram que o consumo de soja reduz o risco de doenças do coração diabetes, osteoporose, alguns tipos de câncer como o de mama, colo do útero e próstata e constipação intestinal. A soja também atua na prevenção da tensão pré-menstrual TPM e nos sintomas da menopausa.

Spirulina Havaiana

É uma microalga verde-azulada que é rica em proteínas, vitaminas e minerais. É fonte do ácido gama-linolênico GLA, que tem demonstrado resultados interessantes no tratamento de artrites, doenças cardiovasculares e obesidade. Promove a sensação de saciedade, reduzindo o apetite.

Chlorella

É um tipo de alga verde, que cresce em água doce. Sua coloração verde deve-se à grande quantidade de clorofila que possui, tendo a capacidade de eliminar toxinas e metais pesados do organismo. Seu consumo prolonga a juventude, combate à falta de energia e fadiga crônica, além de fortalecer a imunidade.

Geleia Real

Seu consumo é sugerido para manter a saúde e melhorar o funcionamento do organismo. Por causa dos antioxidantes é que esse tipo de alimento está relacionado ao retardo no envelhecimento, beleza e rejuvenescimento da pele. As vitaminas do complexo B, presentes na geleia real, atuam na formação de neurônios e auxiliam no combate aos sintomas de depressão. Fortalece também o sistema imunológico

Fonte: Flávia Morais
Nutricionista da rede Mundo Verde.

fonte




sábado, 4 de maio de 2013

Aprenda a fazer água alcalina


Nosso corpo é constituído basicamente por água. Ela está presente nas células, nos órgãos, na pele e é importante para todos os processos internos que fazem nossa “máquina” funcionar e circula em nosso corpo por meio do sangue – que é levemente alcalino. Isso significa que, na escala que mede o PH (que vai do 1 – altamente ácido – ao 14 – altamente alcalino), ele está um pouquinho acima do nível neutro.

Quando nascemos somos mais alcalinos e ao envelhecer o nível de acidez de nosso corpo aumenta. Isso é ruim, pois acidez é sinônimo de aumento de radicais livres e doenças – quer dizer que nossas células estão se deteriorando. Mas não precisa ser assim. Existem maneiras de evitar esse aumento de acidez e ter uma vida melhor por mais tempo. O grande segredo é tomar água e ingerir alimentos que ajudem a aumentar a alcalinidade no nosso organismo.

A maioria das pessoas não sabe, mas a água que bebemos, filtrada, tem um nível de PH próximo de 7. Isso significa que, cada vez que bebemos um copo de água, nosso corpo precisa trabalhar, se esforçar, para compensar essa diferença. O ideal seria que água tivesse um PH acima de 9,5 para que, ao invés de nos prejudicar, nos trazer benefícios – e eles são muitos.

Com o aumento dos níveis de oxigênio, há uma grande melhora na circulação sanguínea, o que faz com que a absorção de nutrientes seja mais eficiente, acelerando na recuperação de doenças e melhorando a saúde como um todo. Faz uma limpeza de toxinas e trata prisão de ventre, dores de cabeça, cólicas estomacais e distúrbios de digestão. Ao diminuir os radicais livres, retarda o processo de envelhecimento, neutralizando os ácidos e revitalizando as células – o que em bom Português significa uma pele mais brilhante, elástica e sem rugas (ah, agora acho que chamei sua atenção, não é?).

Além disso, níveis elevados de acidez tem um impacto negativo sobre o corpo. Estudos mostram que o ambiente ácido é uma das causas para o surgimento de pressão arterial elevada, diabetes, artrite, entre outras.

Como fazer água alcalina em casa

Aqui no Brasil ainda é difícil encontrar água alcalina nos supermercados, pronta para o consumo, ou aparelhos/filtros especiais que fazem isso de maneira automática. A boa notícia: essa água antioxidante pode ser feita em casa com o uso de ingredientes básicos, baratos e fáceis de encontrar.

Você precisa apenas de bicarbonato de sódio e água filtrada. Se quiser ter certeza de que o nível de PH está correto, pode comprar tiras de medição. Mas a receita é dissolver cerca de 1 a 2 gramas – obrigada ao leitor Toni pela correção e atualização do post – de bicarbonato de sódio em um galão de 20 litros de água. Por conta da alta diluição não se nota o gosto do bicarbonato e se evita a alcalose, que é quando existe excesso da substância na água – o que pode ocasionar prisão de ventre, irritabilidade, espasmos musculares, vômitos, entre outros. Para que o bicarbonato não se acumule no fundo do recipiente e todo o galão fique com o mesmo fator de PH, uma dica dada pelo leitor Adriano ajuda muito: coloque o bicarbonato primeiro em um copo de água mineral misturando bem até a total dissolução do pó e só então despeje a solução do copo dentro do garrafão de 20 litros, misturando novamente.


Outra forma muito simples de alcalinizar o corpo é usando limão. Sim, os limões têm gosto e são ácidos, mas são alcalinizantes. Efetivamente, apesar de no estado livre ter como princípio ativo o poderoso ácido cítrico, este, em contacto com o meio celular, no interior do nosso organismo, é transformado durante a digestão e comporta-se como um alcalinizante, ou seja, um neutralizante da acidez interna. Os seus diversos sais, por seu turno, convertem-se em carbonatos e bicarbonatos de cálcio, potássio, etc, que acentuam a alcalinidade do sangue. Quando enjoo do gosto residual do bicarbonato, uso o bom e velho limão espremido em um copo de água. Mas não vale colocar açúcar ou adoçante, ok?
Pronto! Beba sua água e seja muito mais saudável.

fonte

https://segredosdeliquidificador.com.br/2013/04/22/aprenda-a-fazer-agua-alcalina/comment-page-1/

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Cravo da India



Durante o período dos descobrimentos, navegadores europeus viajavam em busca de produtos raros e valorosos. Foi nessa época que o mundo ocidental conheceu o cravo-da-índia (Syzygium aromaticum), uma especiaria utilizada na culinária e no preparo de medicamentos naturais. No século XVI o cravo vindo do oriente era quase tão caro quanto o ouro: um quilo da flor seca equivalia à sete gramas do metal dourado. E os nossos antepassados nem sequer conheciam todas as propriedades benéficas do condimento.

Propriedades Medicinais

Hoje em dia existem vários pesquisadores que, assim como os desbravadores antigos, buscam conhecer melhor os produtos fornecidos pela natureza. Diferentes estudos revelam que o cravo-da-índia possui muitas propriedades benéficas e substâncias importantes para a nossa saúde. Recentemente, mostramos que a especiaria é um repelente bastante eficaz. Além disso, o cravinho ajuda no emagrecimento e funciona como um antibiótico natural.
 

Outros Benefícios

E as vantagens no consumo do cravo-da-índia não param por aí. Veja outros benefícios:
  • É analgésico e antisséptico;
  • Acelera o metabolismo;
  • Melhora as funções da tireoide;
  • Tem função antioxidante;
  • Ajuda no controle do colesterol;
  • Favorece a perda de peso;
  • É bactericida;
  • Fortalece o sistema imunológico;
  • Previne o envelhecimento precoce das células.

Consumo do Cravo da Índia

Geralmente utilizamos o cravo da índia para aromatizar receitas doces. A especiaria também é bastante usada no preparo de chás. A infusão é uma ótima maneira de aproveitar os benefícios do cravinho, mas vale apostar no sabor marcante da flor seca para dar sabor e perfume a diversas receitas.

Tratamento de Gengivite
Uma das formas para aliviar a gengivite é através de anti-sépticos bucais. Mas, antes de ir correndo á farmácia, que tal tentar algo caseiro? Cravos tem um alto poder analgésico, por esse motivo, podem ser usados para melhorar a dor pela gengivite.

Você vai precisar de:

  • Uma xícara de chá de água
  • Uma colher de sopa de cravos

Modo de Preparo:

Ferva a água e acrescente o cravo. Deixe descansar por dez minutos e, depois disso, coe.

Posologia

Faça bochechos com o antisséptico morno duas a quatro vezes ao dia.

Precauções

Em excesso, pode ter ação tóxica ou irritante.

Chá de Cravo

Aprenda como fazer um chá de Cravo da Índia, uma iguaria a muito apreciada desde a antiguidade por suas propriedades aromáticas, tendo lugar tanto na culinária quanto na medicina.
No caso desta receita, o chá de cravo da índia é bastante interessante para dores de cabeça. Confira também a receita do chá de canela.

Você vai precisar de:

  • Uma colher de sopa de Cravos da Índia
  • Um litro de água

Modo de Preparo:

Apenas ferva a água junto com os Cravos da Índia. Deixe amornar e coe o chá.

Posologia

Beba três xícaras do chá por dia

Cuidados

Gestantes devem evitar o Cravo da Índia pois pode levar ao aborto.

FONTE

natural

 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Deficiência de vitamina B12


Deficiência de vitamina B12 é causa de anemia acompanhada ou não por dificuldade para andar e parestesias ou formigamentos de distribuição simétrica, principalmente nas pernas, pés e mãos. Pode haver ainda palidez, inchaço, hiperpigmentação da pele, icterícia e fraqueza muscular. Inflamações na língua, má absorção de nutrientes, infertilidade e tromboses são menos frequentes.

A vitamina B12 é essencial para a formação, integridade e maturação das hemácias. Em sua ausência, elas aumentam de volume. Na medula óssea — local em que são produzidas — o número de células chega a aumentar tanto que o aspecto simula o das leucemias.

É uma vitamina necessária para o desenvolvimento e manutenção das funções do sistema nervoso. Sem ela, a mielina que recobre os nervos (como a capa de proteção faz com os fios elétricos) sofre um desgaste que recebe o nome de desmielinização, processo que ocorre tanto em neurônios de nervos periféricos, quanto naqueles da substância branca do cérebro.

A principal fonte de B12 está nos alimentos de origem animal. Mas, para absorvê-la, o tubo digestivo depende de fatores intrínsecos presentes num grupo especial de células do estômago (células parietais) e de receptores localizados no íleo.

Anemia perniciosa

A causa mais frequente da deficiência de B12 é a perda desse fator intrínseco produzido pelas células parietais, associada a um tipo de gastrite (gastrite atrófica). A anemia resultante é denominada anemia perniciosa, nome inadequado, porque não leva em consideração as manifestações neurológicas.

A anemia perniciosa resulta de um mecanismo autoimune em que a própria resposta imunológica destrói as células parietais do estômago. Como consequência, ocorre perda do fator intrínseco necessário para a ligação com a vitamina B12 ingerida.

Doenças autoimunes, como diabetes do tipo 1, vitiligo e as que afetam a tireoide, aumentam o risco de anemia perniciosa.

A prevalência é de 50 a 4 mil casos em cada 100 mil habitantes. É mais comum em descendentes de africanos e europeus do que em asiáticos. É preciso estar atento às formas leves de gastrite atrófica que ocorrem em até 20% das pessoas mais velhas.

Se alimentados exclusivamente com leite materno, filhos de mães portadoras de deficiência de B12 podem apresentar a partir dos quatro meses de idade: anemia, hipotrofia cerebral, retardo de desenvolvimento, hipotonia muscular, perda de apetite, irritabilidade, tremores, letargia e coma.

A reposição de B12 provoca regressão rápida do quadro. Quanto mais prolongada a deficiência, mais lenta e incompleta a recuperação.

Outras causas da deficiência:

1) Cirurgias que reduzem as dimensões do estômago, como as gastrectomias totais ou parciais e as cirurgias bariátricas;
2) Doenças inflamatórias do intestino e as que provocam má absorção;
3) Uso crônico de medicamentos para reduzir a concentração de ácido no suco gástrico (omeprazol, ranitidina, etc.);
4) Uso de metformina no diabetes;
5) Dietas vegetarianas ou pobres em alimentos de origem animal.

Diagnóstico e tratamento

Embora níveis sanguíneos de B12 muito baixos estejam associados à deficiência, é raro encontrá-los. Resultados na faixa de normalidade não excluem a possibilidade de haver déficit. Exames falso-negativos e falso-positivos são frequentes.

O diagnóstico é feito com base nas dosagens sanguíneas de ácido metilmalônico e homocisteína, que se encontram elevadas em 98% dos casos. Como a reposição vitamínica provoca diminuição progressiva dessas concentrações, a primeira dosagem deve ser pedida antes de iniciar o tratamento.

A reposição começa com uma dose de ataque de oito a dez ampolas de 1.000 microgramas, por via intramuscular; seguidas de uma ampola por mês. A dose por via oral é de 1.000 a 2.000 microgramas diárias.

A anemia geralmente é corrigida em dois meses. O quadro neurológico regride parcial ou completamente em seis meses. O tratamento é mantido por períodos longos ou pela vida toda.

fonte

https://drauziovarella.com.br/drauzio/artigos/deficiencia-de-b12/

sábado, 16 de março de 2013

Castanha do pará



Uma castanha por dia, não mais do que isso, garante as doses de selênio de que seu corpo precisa para preservar cada célula,botar para fora possíveis substâncias tóxicas e viver mais... Uma unidade de castanha-do-pará contém 27 calorias. Fruto de uma enorme castanheira, árvore nativa da Floresta Amazônica, essa noz é superpoderosa. Batizada também de castanha-do-brasil (pois é assim que ficou conhecida país afora), possui nutrientes como ácidos graxos, vitaminas B e E, proteína, fibras, cálcio, fósforo e magnésio. Mas a grande estrela é o selênio, um mineral altamente antioxidante que garante longevidade.
 
Um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, afirma que a ingestão diária de duas castanhas-do-pará eleva em 65% o teor de selênio no sangue. No entanto, as castanhas produzidas no Norte e no Nordeste do Brasil são tão ricas em selênio que bastaria uma unidade para tirar o mesmo proveito. A recomendação é de que um adulto consuma, no mínimo, 55 microgramas por dia.
 
 
 
Castanha do pará, nativa da Floresta Amazônica. A castanha-do-pará, ou castanha-do-brasil é a semente da castanheira-do-pará (Bertholletia excelsa) uma árvore da família botânica Lecythidaceae, nativa emergente da Floresta Amazônica. É um fruto com alto teor calórico e protéico, além di...sso contém o elemento selênio que combate os radicais livres e muitos estudos o recomendam para a prevenção do câncer (cancro).

Atualmente é abundante apenas no Estado do Acre, no norte da Bolívia e no Suriname. Incluída na Lista Vermelha da IUCN como vulnerável, o desmatamento é a ameaça a sua populações.

Nas margens do Tocantins, foi derrubada para a construção de estradas e de uma barragem. No sul do Pará por assentamentos de sem-terra. No Acre e no Pará, a criação de gado provoca sua morte, e a caça das cotias, que são os dispersores de suas sementes.
 
Cabe na palma da sua mão, e ainda sobra um espaço e tanto, a arma que vai superproteger as unidades microscópicas do seu organismo. Em segundos, ao mastigar uma única castanha-do-pará, você recarregará os níveis de um mineral extremamente importante para uma vida longa e saudável: o selênio. A pequena oleaginosa repõe a quantidade do nutriente necessária para dar combate ao envelhecimento celular, causado pela formação natural daquelas incansáveis moléculas que danificam as células, os radicais livres.

Um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, atesta que a ingestão diária de duas castanhas-do-pará recentemente rebatizadas castanhas-do- brasil eleva em 65% o teor de selênio no sangue. Mas provavelmente os neozelandeses não usaram o legítimo produto brasileiro. Ora, nós somos sortudos. É que as castanhas produzidas no Norte e no Nordeste do país são tão ricas em selênio que bastaria uma unidade para tirar o mesmo proveito.

A recomendação é de que um adulto consuma, no mínimo, 55 microgramas por dia, diz a nutricionista Bárbara Rita Cardoso, pesquisadora do Laboratório de Minerais da Universidade de São Paulo. E com uma unidade da nossa castanha já é possível encontrar bem mais do que isso de 200 a 400 microgramas do bendito selênio.

Aliás, o limite de consumo diário do mineral é de 400 microgramas, portanto, não vá com muita fome ao pote. No caso de uma criança, meia castanha seria suficiente, afirma Silvia Cozzolino, presidenta da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição.



E por que toda essa fama do selênio? Ele é essencial para acionar enzimas que combatem os radicais livres, responde Christine Thomson, a pesquisadora neozelandesa que investigou as propriedades da castanha. O selênio se liga a algumas proteínas já existentes em nosso corpo para formar essas enzimas antioxidantes, descreve, completando, Bárbara Cardoso. Na ausência dele, as tais enzimas fi cam sem atividade e, então, deixam de combater os radicais e ainda desguarnecem as defesas do organismo.

O mineral da castanha também teria um papel especial na proteção do cérebro. É que, com essa capacidade de acabar com a farra dos radicais livres, as células nervosas seriam preservadas, evitando o surgimento de doenças neurodegenerativas com a idade. Justamente por isso, a pesquisadora Bárbara Rita Cardoso começa a estudar os possíveis benefícios do selênio em portadores do mal de Alzheimer. A gente desconfia que nesses pacientes os radicais façam maiores estragos, diz ela.

A tireóide também funciona melhor na presença do selênio, acrescenta Christine Thomson. Isso porque, se não houver esse elemento, ela não consegue produzir direito seus célebres hormônios. O mineral também está intimamente associado à capacidade de o organismo se livrar de substâncias tóxicas, ajudando-o inclusive a expulsar possíveis metais pesados que se alojam nas células.

Apesar de tudo isso, o badalado selênio deve ser apreciado com moderação. Quando os especialistas recomendam uma castanha diária, é para segui-lo à risca. Acredite: o conselho não é nem um pouco mesquinho. Esse consumo ideal e comedido é que faz todas essas enzimas que dependem do nutriente trabalharem de forma adequada, diz Bárbara.

Em excesso, o selênio não vai potencializar sua ação. E o pior: mais cedo ou mais tarde, o exagero rotineiro vai revelar o lado negro da substância. Sim, ele existe: a toxicidade. Ela acontece se a pessoa ingerir mais de 800 microgramas por dia, adverte Silvia Cozzolino. É que o selênio tem efeito cumulativo, emenda Christine Thomson.

Isso não significa que abusar das deliciosas castanhas em uma happy hour com amigos traga grandes ameaças. De vez em quando, dá até para superar a quantidade recomendada. O perigo é comer essas oleaginosas além da conta todo santo dia. Quem experimentar ataques sucessivos de gula poderá sentir dor de cabeça, ficar com as unhas fracas e ver seus cabelos caírem. Mas, em geral, quem come dez castanhas hoje não vai se empanturrar delas amanhã, usa a lógica a expert em nutrição Silvia Cozzolino. No máximo, o preço desse pecado será um mau hálito parecido com o bafo de alho acredite!

Não corre o mesmo risco quem comer, vez ou outra, algum prato que leve a castanha na receita até porque, seja doce ou salgado, difi cilmente uma porção reunirá tantas unidades assim. E saiba: nem o fogão nem a geladeira conseguem detonar as reservas de selênio. No dia-a-dia, porém, nada melhor do que a praticidade de botar na mochila, no bolso ou na bolsa a sua estrela solitária. É saúde na medida certa!


Para chegar à quantidade de selênio de uma castanha-do-pará (de 5 gramas), você teria que consumir, em média, o equivalente a...

3 filés de frango (100 gramas cada um)
16 pães franceses (50 gramas cada um)
100 copos de leite (200 mililitros por copo)
10 ostras (33 gramas cada uma)
3 latas de sardinha em conserva (130 gramas cada uma


O selênio combate, por exemplo, o envelhecimento das células causado principalmente pelos radicais livres e previne o aparecimento de tumores e doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer e esclerose múltipla. A tireoide funciona a pleno vapor na presença do mineral: se não fosse ele, os famosos hormônios fabricados pela glândula não existiriam. Mas não vá com muita sede ao pote: "Como qualquer oleaginosa, essa noz é rica em gorduras. Cerca de 70% de sua composição é de ácidos graxos insaturados, como os ômegas 3 e 6, as chamadas gorduras do bem", explica a nutróloga Cristiane Coelho. Mesmo assim, em excesso, contribui para o aumento de peso. Uma única unidade contém 27 calorias.

Alimento que funciona

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a castanha-do-pará está na lista dos alimentos funcionais. Isso porque, além de nutrir, ela promove benefícios à saúde: o consumo de uma castanha por dia ajuda a combater doenças cardiovasculares, diabetes do tipo 2, câncer e obesidade. "O ômega 3 diminui o triglicerídeo, controla a hipertensão (já que favorece o relaxamento dos vasos sanguíneos) e é anti-inflamatório. As vitaminas do complexo B e o magnésio são essenciais para o sistema nervoso, contribuem para diminuir a ansiedade e melhorar o humor e ainda afastam a depressão", conta Cristiane.

Óleo na engrenagem

Atualmente, também é possível encontrar a castanha em óleo, cujas qualidades são as mesmas do fruto. Com gosto suave, é recomendado para temperar saladas ou dar um toque saboroso aos assados e cozidos. "Não aqueça o azeite de castanha. No fogo, suas propriedades vão embora e ele pode ganhar substâncias tóxicas", diz a especialista. Lembre-se: o óleo também tem grande valor calórico e o consumo não deve ultrapassar uma colher de sopa (90 calorias) por refeição.

Guarde bem!

Por causa do alto teor de gordura, a castanhado-pará fica rançosa facilmente. Mantida na geladeira, ela dura cerca de cinco meses. Já em locais arejados e secos, seu sabor é preservado por até três meses.

FONTE

http://saude.abril.com.br/edicoes/0298/nutricao/conteudo_278887.shtml

http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/alimenta-saude/beneficios-consumo-diario-castanha-do-para-656694.shtml

sexta-feira, 15 de março de 2013

Grumixama



Grumixama (Eugenia brasiliensis), ou grumixaba, fruta genuinamente brasileira, natural da mata atlântica, parente próxima da pitanga, que esta mais para jabuticaba (uma prima distante). Fruta com sabor doce e uma leve acidez, os frutos podem ser pretos (mais doces), mas existe também a variedade amarela (menos doces).

A grumixama (Eugenia brasiliensis Lam., família Myrtaceae) é uma árvore brasileira da floresta pluvial da Mata Atlântica, também chamada grumixaba, grumixameira, cumbixaba, ibaporoiti.


Árvore de até 15 m de altura, nativa das matas primárias desde a Bahia até Santa Catarina, em mata aluviais e encontas suaves, é hoje rara. Seus frutos - bagas globosas, de uma ou duas sementes -, além do consumo humano, atraem a avifauna.


Fruto: Arredondados, achatados nas extremidades, com casca lisa, de coloração amarela ou roxo-escura, quase preta, manchada de vermelho na maturação. Polpa suculenta envolvendo 2 sementes esbranquiçadas, frutifica de novembro a janeiro.
Cultivo: Propaga-se por sementes e adapta-se bem em qualquer tipo de clima e solo, resistindo bem a geadas. Possui crescimento rápido. É bastante cultivada para a produção de frutos, saborosos e consumidos principalmente ao natural.

IMPORTÂNCIA MEDICINAL: É uma fruta indicada para benefícios de curar várias doenças, estimulante do apetite, reanimadora, combate males inflamatórios da boca, garganta, intestinos. O fruto é energizante, revitalizante e aumenta a excreção pela urina.

Os beneficios da grumixama estão aqui
http://www.frutasnobrasil.com/beneficios_grumixama.html

fonte

http://pt.wikipedia.org/wiki/Grumixameira

http://come-se.blogspot.com.br/2011/11/e-hora-de-colher-grumixama.html

Durião


Durião (Durio zibethinus) é uma árvore da família das bombacáceas, muito encontrada no Oriente, a qual produz um fruto espinhoso, semelhante à jaca no aspecto e tamanho e que, apesar de possuir odor repugnante, é considerado pelos orientais um fruto muito delicioso. Suas sementes se torram e comem como castanhas.

O tamanho, a forma e o peso dependem do cultivar. A fruta tem um odor ruim mas a polpa, vendida cortada e dividida em segmentos, envolvidas em plástico-filme, tem gosto de caramelo. Na malásia, é usada em receitas culinárias, sendo cozidas com açúcar ou água de coco. O fruto fresco e maduro é considerado afrodisíaco por todo o sul da Ásia. Suas sementes (assadas) podem ser consumidas também para o mesmo fim. 

Da família das Malvaceae, subfamília Bombacoideae, o Durião é nativo da Malásia e da Indonésia. Embora seja plantada em pequena escala ao longo dos trópicos, a produção comercial está principalmente na Tailândia, Malásia, Indonésia, Filipinas, Vietnan, Índia e Austrália. É árvore de grande porte , de tronco reto e folhas alternadas. Entre nós é conhecida como Durião. Nos países de lingua inglesa Durian; Na Espanha durián e na Indonésia, duren, ambetan, kadu.

É rico em cálcio, fósforo, potássio, ferro, vitamina C dentre outros. Habita em clima tropical e cresce melhor em solos férteis, profundos com abundante matéria orgânica. Existem 28 espécies, mas apenas 8 têm frutos comestíveis.

O extrado de folhas, frutos e raízes são usados para reduzir a febre, e no tratamento de icterícia, edema, e doenças de pele. Por exalar um cheiro enauseante, é proibido transportar o fruto em transporte público na Malásia.


O durião é uma fruta trop­i­cal que teve origem no Sud­este Asiático. É tam­bém referido como o “rei das fru­tas”. Emb­ora seja uma fruta deli­ciosa, ela tem um cheiro fétido. O fruto tem uma forma oblonga, com uma espessa a pele espin­hosa marrom-esverdeada. É um dos fru­tos mais pesa­dos ​​disponíveis. O Com­pri­mento do fruto pode se esten­der até 45 cm com um peso de até 15 quilos.

Ela con­tém vit­a­m­i­nas A, B1, B3, B6, C e ácido fólico. O fruto é rico em cál­cio, fós­foro, potás­sio e mag­né­sio. Exis­tem vários min­erais no fruto. É uma rica fonte de pro­teí­nas, gor­duras e fitonu­tri­entes sim­ples. O rico con­teúdo nutri­cional desta fruta garante vários bene­fí­cios à saúde.
Vital­i­dade

Pou­cas fru­tas têm um per­fil nutri­cional tão diver­si­fi­cado como o Rei dos Fru­tos. Ela con­tém várias vit­a­m­i­nas, min­erais, fitonu­tri­entes e pro­teí­nas. Ela tam­bém con­tém uma quan­ti­dade rel­a­ti­va­mente alta de gor­duras. No entanto, essas gor­duras são sim­ples visto que esta fruta tem um valor de coles­terol zero. 

É uma fruta macia e fácil de digerir. Quando comida, rap­i­da­mente revi­tal­iza o corpo. O fruto é um exce­lente com­ple­mento para indi­ví­duos de baixo peso. O fruto tam­bém é con­hecido por aumen­tar a clareza e resistên­cia men­tal. É uma rica fonte de vit­a­m­i­nas B1 e B2, que aux­ilia o organ­ismo a pro­duzir energia.
Mús­cu­los

O Durião é rico em pro­teí­nas de fácil digestão. Isto o torna um exce­lente con­stru­tor mus­cu­lar. Esta fruta é rica em vit­a­m­i­nas B1 e B2, que aju­dam a sus­ten­tar as funções dos músculos.
Digestão

O rei das fru­tas é uma exce­lente fonte de fibra dietética. Isto per­mite uma boa digestão dos ali­men­tos. O durião limpa o trato diges­tivo de tox­i­nas que aju­dam a reduzir o risco de câncer de cólon. As Fibras tam­bém aju­dam a pre­venir a prisão de vente e hemor­rói­das. O durião é uma das pou­cas fru­tas que con­tém vit­a­m­i­nas do grupo B. A Vit­a­m­ina B3 ajuda a man­ter um sis­tema diges­tivo saudável, a Vit­a­m­ina B1 mel­hora o apetite e facilita a pro­dução de ácido clorí­drico no estô­mago. Isto suporta a digestão dos alimentos.

Pro­priedades antioxidantes

O fruto é uma boa fonte de ácido ascór­bico, que tem pro­priedades antiox­i­dantes. Uma porção de 100 gra­mas fornece 20 mg de vit­a­m­ina C. Esta vit­a­m­ina mel­hora a resistên­cia do organ­ismo con­tra infecções e doenças. Ele tam­bém reduz a infla­mação e ajuda a curar as feri­das mais rápido.

Ossos

O durião é uma rica fonte de potás­sio. Este é um nutri­ente essen­cial para ossos saudáveis. Ele evita a perda exces­siva de cál­cio através da excreção de urina. Isso ajuda a preser­var as reser­vas de cál­cio no organ­ismo. Inad­e­quada ingestão de ingestão de cál­cio pode resul­tar em osteo­porose, que é asso­ci­ada com a perda de den­si­dade óssea. O risco de frat­uras aumenta com a osteoporose.

Sangue

O fruto con­tém vários min­erais, incluindo ferro, cobre e potás­sio. O cobre e o ferro são necessários para a pro­dução de célu­las ver­mel­has do sangue. As célu­las desem­pen­ham um papel vital na dis­tribuição de oxigênio pelo corpo. 100 gra­mas de durião fornece cerca de 440 mg de potás­sio. O potás­sio ajuda a reg­u­lar a pressão san­guínea, que mel­hora a saúde car­dio­vas­cu­lar. A fruta tam­bém é rica em man­ganês, que ajuda a reg­u­lar os níveis de açú­car no sangue. O durião é um limpador de sangue excelente

FONTE


as19frutas

wikipedia

i-legumes

sábado, 2 de março de 2013

Tarô, não: é taro. Ou será inhame?


Tarô, não: é taro. Ou será inhame? Em nome do bom entendimento, podemos tentar adotar o taro! Duvido que alguém deixe de comprar taro por não saber a diferença entre cará e inhame. Mas, se a confusão semântica não atrapalha as vendas, o fato é que desde que Pero Vaz de Caminha confundiu mandioca com cará, a que chamou de inhame, produtores, feirantes, cozinheiros, cientistas e tradutores se batem para decifrar quem é quem.

É que o cará, raiz bojuda, marrom, de polpa branca e granulada, do gênero Dioscorea, é chamado de inhame no Norte e Nordeste do Brasil. No restante do País, inhame é o nome do vegetal conhecido internacionalmente como taro, a Colocasia esculenta, planta da família das aráceas, originária da Índia e da Malásia.




FOTO: Felipe Rau/Estadão


Sei que não é fácil mudar o nome popular de um item alimentício, mas em nome do bom entendimento, podemos tentar adotar o taro. E o outro fica sendo cará mesmo ou inhame.

O taro é a base da alimentação tradicional dos havaianos, que utilizam não só os rizomas, mas também os talos e as folhas. Sempre cozidos – afinal, aprendeu-se que o calor reduz seu efeito irritante (leia abaixo), especialmente se a água do cozimento for descartada. Havaianos comem taro na forma de poi, uma pasta feita com o legume cozido e socado em tachos de madeira com mão de pilão feita de pedra esculpida em forma de sino compacto.

Essa pasta pode ser comida fresca, sem sal nem açúcar, ou fermentada. Acompanha carnes e peixes ou é comida pura, como um mingau. Com um processador de alimentos você pode fazer seu poi e comer no café da manhã. É revigorante, gostoso, suave. Para fermentar, é só colocar o purê numa tigela, cobrir com pano e deixar em temperatura ambiente até criar bolhas. Mas eu prefiro o fresco, com mel ou melado.

Já no mundo asiático os pratos com taro são muitos: doces, sopas, refogados, cestas crocantes para saladas, bolinhos fritos e assados, brancos, roxos naturais ou coloridos de azul com flores de ervilha-borboleta. E vários deles servem de inspiração para ousar mais no uso do legume tão bem adaptado entre nós, que usamos mais à sombra das batatas.

Aliás, o taro dura dias em temperatura ambiente, em local fresco. E quando apodrece, vai se encolhendo com dignidade, nunca com aquele exagero da podridão das batatas. Esquecido por algum tempo, quase sempre nos brinda com um broto – é só enfiar na terra e regar para receber novos taros.

Para instigar você a correr comprar taro, deixo três receitas: o bolo de fubá do Vale do Paraíba é quase uma broa rústica, feito com um ovo, pouco açúcar, sem farinha de trigo e sem manteiga, com o taro e sua baba no lugar de mais ovos; uma polenta com pedaços de taro e cebola roxa dourada que serve de entrada, prato único ou aperitivo, frio ou reaquecido no forno com uns pedaços de queijo por cima; e um bolinho frito, o taro dispensando a liga dos ovos, sem leite, sem trigo, o vegetal se bastando. E, tudo bem, vá lá, você pode assar se tiver medo de óleo, mas uma friturinha crocante a cada renúncia de papa não mata.


Taro. Havaianos comem não só as raízes, mas talos e folhas, cozidos.

Aprenda a manusear para ele não pinicar

Já vi gente tomando suco de taro cru para purificar o sangue e desintoxicar o corpo, seja lá o que essas coisas queiram dizer. E há quem recomende ainda dar inhame cru a crianças e interromper se acaso pinicar. É que o taro e outros membros comestíveis da família das aráceas, como a taioba e o mangarito, têm oxalatos de cálcio que podem vir em variadas concentrações e o efeito imediato é como morder uma almofadinha de agulhas.

Algumas pessoas parecem ser mais sensíveis que outras e podem começar a sentir irritação e coceira já nas mãos ao manusear o taro. Cortá-lo embaixo de água ou usar luvas são algumas soluções. Mas, além do oxalato, o taro contém outras substâncias irritantes e a combinação delas pode causar edema na boca, coceira e vômito, evoluindo para mais complicações às vezes.




FONTE

http://paladar.estadao.com.br/noticias/comida,taro--nao-e-taro-ou-sera-inhame,10000010169